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07/06/2026

FINTECHS QUE PERTENCIAM AO PCC SÃO DERRUBADAS PELA PF E RECEITA FEDERAL

PF E Receita Federal derrubam fintechs que pertenciam ao PCC

Cinco dias atrás a Receita Federal e o MP de SP derrubaram seis fintechs que eram banco particular do PCC. Movimentaram R$26 bilhões entre 2022 e 2025. Uma única fintech recebeu mais de R$1 bilhão em dinheiro vivo.

O mais grave: quando a primeira operação bloqueou as fintechs em 2025, o PCC reorganizou tudo em semanas. Abriu empresas novas com laranjas e voltou a operar como se nada tivesse acontecido.

O Ministério Público estima faturamento total acima de R$100 bilhões. O Wall Street Journal chamou o PCC de multinacional do crime. 28 países. Parceria com a ‘Ndrangheta e a Yakuza. Hackers. Mergulhadores profissionais. E por dentro: postos de gasolina, fintechs, fundos de investimento, contratos públicos de saúde, coleta de lixo. Até na Faria Lima o dinheiro circula.

Isso não é tráfico. É conglomerado.

A pergunta que fica: por que o governo Lula se opôs publicamente à classificação terrorista oferecida pelos Estados Unidos? O que exatamente se perde quando o FBI pode rastrear contas do PCC no exterior?

Episódio 2 de uma série. Se perdeu o episódio 1, tá no perfil. Salva e acompanha. O próximo mostra quantos políticos devem o cargo ao crime.

06/06/2026

NAVEGAMOS NUMA NAU A DERIVA - 'MISSÃO DADA É MISSÃO CUMPRIDA'

Diretor da PF rebate EUA sobre PCC e CV e diz que medida não muda nada no país

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, criticou a decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.

Segundo ele, a medida é um “equívoco grosseiro” e não tem efeito prático sobre a legislação brasileira nem sobre as investigações conduzidas no país, segundo informações da coluna Mirelle Pinheiro, do Metrópoles.

Andrei afirmou que a decisão dos EUA não altera a política de combate ao crime organizado no Brasil. “Não existe nenhuma força executória de uma decisão de outro país capaz de mudar algo dentro do Brasil”, disse.

Ele disse ainda que há diferença técnica entre terrorismo e facções criminosas. “Organizações terroristas têm motivações ideológicas ou religiosas, enquanto facções como PCC e CV atuam principalmente com foco no lucro do narcotráfico”.

Apesar das críticas, Andrei afirmou que a decisão dos EUA pode abrir espaço para ampliar a cooperação internacional.

Ele citou a possibilidade de ações conjuntas para prisão de foragidos brasileiros no exterior, bloqueio de bens usados para lavagem de dinheiro e recuperação de ativos ligados ao crime organizado.

“Se os Estados Unidos querem enfrentar essas facções, podemos colaborar”, afirmou.

O diretor também ressaltou a parceria já existente com agências norte-americanas como o FBI e a DEA. Segundo ele, muitas operações da Polícia Federal dependem dessa troca de informações.

Andrei alertou, porém, que a nova classificação pode gerar entraves burocráticos na cooperação internacional, dependendo de como os EUA vão implementar a medida.

02/06/2026

DANOU-SE: PF INVESTIGA VIRGÍNIA FONSECA POR LAVAGEM DE DINHEIRO

Virginia Fonseca é investigada pela PF por lavagem de dinheiro

A influenciadora e empresária Virginia Fonseca passou a ser investigada pela Polícia Federal sob a suspeita de crimes financeiros, incluindo lavagem de dinheiro. A informação, baseada em reportagem da revista Piauí e documentos oficiais, aponta que as movimentações financeiras da apresentadora e de suas marcas estão sob análise rigorosa.

O caso ganhou novos contornos com a revelação de que a estrutura societária original de uma de suas principais empresas contava com uma pessoa ligada a uma organização criminosa.

De acordo com as informações da revista Piauí, divulgadas no programa Melhor da Tarde, o foco da Polícia Federal recai sobre a legalidade das operações financeiras e a origem dos recursos movimentados.

Virginia Fonseca foi citada anteriormente em relatórios da CPI das Bets, no Congresso Nacional. Embora o Senado tenha rejeitado o indiciamento proposto no relatório final da CPI, os dados de inteligência financeira produzidos pelo COAF foram encaminhados à Polícia Federal, que decidiu instaurar o inquérito para apurar eventuais crimes fiscais.

Conexão com a 'Japa do PCC'

Um dos pontos centrais da investigação citados na reportagem envolve a WePink, empresa de cosméticos de Virginia Fonseca que faturou cerca de R$ 1,3 bilhão em 2025. A marca nasceu a partir de uma empresa anterior chamada Pink Lash, especializada em cílios e sobrancelhas, que pertencia ao casal Samara Carranovich Martins e Thiago Stabile. Na época da Pink Lash, o casal tinha como sócia Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida publicamente como "Japa do PCC".

Janaina Nunes detalhou que Karen Mori é viúva de um integrante da organização criminosa conhecido como "Cabelo Duro", executado anteriormente. Em depoimentos, a própria Karen teria afirmado que a Pink Lash foi iniciada com recursos provenientes de seu marido.

Posteriormente, Samara Martins e Thiago Stabile romperam a sociedade com Karen Mori e fundaram a WePink em conjunto com Virginia Fonseca e o empresário chinês Chaopeng Tan. Uma fotografia exibida no programa mostra Karen Mori, Virginia Fonseca e Samara Martins juntas, evidenciando a proximidade no período de transição dos negócios.

Detalhes do inquérito e apreensões

O programa teve acesso a trechos do inquérito policial e do termo de depoimento referente à prisão de Karen Mori, ocorrida em fevereiro de 2024. Na ocasião, policiais cumpriram mandados de busca e apreensão na residência da investigada, onde foram encontradas duas malas contendo cerca de R$ 1 milhão em dinheiro vivo. Karen Mori foi presa pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Atualmente, ela cumpre prisão domiciliar com o uso de tornozeleira eletrônica, tendo pedidos de retirada do equipamento negados pela Justiça este ano.

Chris Flores ressaltou que a investigação sobre Virginia Fonseca se destina a verificar se houve prática de lavagem de dinheiro dentro de suas empresas atuais. A desconfiança das autoridades recai sobre transações vultosas, como as recebidas pela Talismã Digital — empresa de Virginia Fonseca com o ex-marido Zé Felipe.

Entre março e setembro de 2024, a empresa teria recebido R$ 22,4 milhões, sendo que R$ 17,7 milhões vieram de uma empresa registrada no Simples Nacional e sediada em um box comercial em Santa Catarina, o que levanta suspeitas sobre a capacidade financeira do depositante.

Virginia Fonseca, por meio de sua assessoria e em desabafos nas redes sociais, afirma que todos os seus ganhos são legais, declarados e auditados por empresas internacionais. A influenciadora reitera que os números de seus negócios são fruto de trabalho e que está à disposição para esclarecimentos. A influenciadora ainda não se manifestou diretamente sobre esse caso.

A Polícia Federal segue analisando os dados do COAF para concluir se as movimentações configuram crimes financeiros. Vale reforçar que a influenciadora não é culpada de nada, é apenas investigada.

Band

28/05/2026

O SIGILO NÃO É DE BOLSONARO: QUANDO VOCÊ PENSA QUE JÁ VIU TUDO A PF APARECE COM UMA DESSAS

PF aplica sigilo de 100 anos sobre lista de visitantes de Vorcaro

A Polícia Federal (PF) colocou sob sigilo de 100 anos a lista de visitantes do banqueiro Daniel Vorcaro em unidades prisionais federais. Segundo a corporação, os registros possuem dados pessoais sensíveis, como nome, CPF e horários.

A instituição justificou que o tratamento dessas informações deve proteger estritamente a intimidade e a privacidade das pessoas envolvidas.

— O tratamento de informações pessoais deve observar, de forma estrita, a proteção à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem das pessoas, bem como às liberdades e garantias individuais — declarou a PF.

O pedido original previa que os dados sensíveis fossem ocultados caso houvesse sigilo parcial. Apesar disso, a Polícia Federal optou por manter a restrição de forma integral sobre todo o documento com os nomes dos visitantes.

Atualmente, Daniel Vorcaro negocia um acordo de delação premiada com as autoridades. Segundo apurações, o banqueiro apresenta resistência à exigência de devolução de ativos, que costuma ser uma contrapartida padrão nesse tipo de negociação. A PF rejeitou a primeira proposta na última quarta-feira (20).

26/05/2026

EX-GOVERNADOR DO RJ ACORDA COM PF NA SUA PORTA

Operação da PF contra Cláudio Castro mira transferências de R$ 3 bilhões em investimentos do Rioprevidência

A Polícia Federal investiga uma movimentação de cerca de R$ 3 bilhões realizada pelo Rioprevidência durante a gestão do ex-governador Cláudio Castro. Os valores teriam sido destinados a produtos financeiros ligados ao conglomerado do banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.

A apuração faz parte de uma nova fase da Operação Barco de Papel, deflagrada nesta terça-feira com o cumprimento de 10 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em Brasília. As ordens foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal, sob autorização do ministro André Mendonça.

Segundo a PF, a primeira etapa das investigações identificou aportes considerados suspeitos de aproximadamente R$ 970 milhões em Letras Financeiras emitidas por um banco privado, entre outubro de 2023 e julho de 2024.

Cláudio Castro é alvo de operação da PF que mira em fraudes no setor de combustíveis





25/05/2026

DANOU-SE: INVESTIGAÇÃO DA PF REVELA INFILTRAÇÃO DO CV EM ÓRGÃOS PÚBLICOS

Os donos do crime: investigação da PF revela infiltração do CV em órgãos públicos e interesse em cooptar políticos com trânsito no governo

Era tarde de uma terça-feira quando o traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, recebeu um alerta por mensagem: “Aí, o parceiro lá falou para trocar de número e telefone”. O objetivo do áudio, encaminhado por um comparsa, era avisar o “01” do Comando Vermelho no Complexo da Penha — uma das fortalezas da facção no Rio — de que seu celular era monitorado em investigações da Polícia Civil. O alerta foi precedido de uma foto da entrada da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco-IE) e de um recado: “Delegado voltou de férias hoje”. A conversa, que explicita que o CV obtém informações privilegiadas sobre ações das forças de segurança, é de janeiro do ano passado. E foi revelada em um inquérito da Polícia Federal que evidencia um passo ainda mais ambicioso da maior facção do Rio: o interesse em cooptar políticos com trânsito no governo.

Integrante da cúpula da organização criminosa, Doca é um dos artífices dessa estratégia, que vem sendo consolidada como peça central no movimento de expansão do Comando Vermelho. Acima dele, apontam investigações, permanece no poder um chefe histórico da facção, Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, ainda que preso há 19 anos em um presídio de segurança máxima. Ambos são os primeiros personagens da série de reportagens “Os donos do crime”, que estreia hoje para mostrar quem são os criminosos que ditam a violência do tráfico, das milícias, dos bandos de matadores de aluguel e do jogo do bicho, que aterrorizam o Rio.

Clique no link abaixo e veja a matéria completa:

23/05/2026

LULINHA NA 'FARRA DO INSS' - PF ENCONTRA MENSAGENS COMPROMETEDORAS

PF encontra mensagens comprometedoras contra Lulinha na “Farra do INSS”

A Polícia Federal encontrou mensagens comprometedoras de Lulinha, o filho de Lula, com investigados pelas fraudes bilionárias no INSS.

A apuração avança em sigilo, mas há suspeitas de uma possível interferência indevida no trabalho dos investigadores, o que deve levar o ministro André Mendonça, do STF, a tomar medidas para apurar indícios de obstrução de Justiça contra Lulinha e aliados do filho do presidente no governo. A informação é do Radar da veja.

Entretanto, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, que defende Lulinha, se faz de desentendido, afirma que desconhece novas provas surgidas no processo, diz que o filho de Lula é inocente e que deseja colaborar com as apurações.

O caldo vai entornar...

22/05/2026

SAIBA QUEM É 'FÁTIMA' NA OPERAÇÃO MEDERI QUE FAZ PARTE DA 'MATEMÁTICA DE MOSSORÓ'

PF identifica quem era “Fátima” em planilha de esquema investigado na Operação Mederi

As investigações da Polícia Federal na Operação Mederi avançaram e identificaram a mulher citada como “Fátima” na contabilidade clandestina apelidada pelos investigadores de “matemática de Mossoró”.

De acordo com o relatório, trata-se de Maria de Fátima Dantas dos Santos, beneficiada direta por repasses de propina na ordem de 10%.

A apuração apontou que a investigada é uma assessora de comunicação que foi nomeada formalmente para atuar na administração pública por meio da Portaria nº 157/2024.

Inicialmente alocada na pasta de Comunicação, ela foi posteriormente transferida para o setor de Cerimonial do Palácio da Resistência.

O avanço célere das descobertas documentais da Polícia Federal foi o fator determinante para que o desembargador federal Rogério Fialho Moreira decidisse manter o processo sob o foro do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5).

O magistrado rejeitou a recomendação do Ministério Público Federal para enviar o caso à primeira instância.

21/05/2026

POR SUSPEITA DE LAVAR DINHEIRO PARA MARCOLA DEOLANE BEZERRA É PRESA EM SP

Deolane Bezerra é presa suspeita de lavar dinheiro para Marcola

A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra foi presa na manhã desta quinta-feira (21/5), em Alphaville, na Grande São Paulo, durante uma operação do Ministério Público de São Paulo (MPSP) e da Polícia Civil que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Batizada de Operação Vérnix, a ação cumpre seis mandados de prisão preventiva, além de ordens de busca e apreensão. Entre os alvos estão Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder máximo da facção, o irmão dele, Alejandro Camacho, e dois sobrinhos: Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho.

As investigações apontam para um esquema sofisticado de ocultação de patrimônio, que utilizaria empresas e terceiros para movimentar recursos atribuídos à facção criminosa. Segundo os investigadores, uma transportadora de cargas sediada em Presidente Venceslau, interior paulista, teria sido usada para lavar dinheiro da família de Marcola.

Também foi preso Everton de Souza, conhecido como “Player”, apontado pela polícia como operador financeiro do grupo criminoso. De acordo com a apuração, ele aparecia em mensagens interceptadas orientando a distribuição de valores e indicando contas utilizadas nas movimentações investigadas.

Os investigadores afirmam que Deolane recebeu depósitos considerados suspeitos entre 2018 e 2021. A análise financeira identificou dezenas de transferências fracionadas destinadas às contas da influenciadora, incluindo repasses que, somados, chegaram perto de R$ 700 mil. Parte do dinheiro teria sido enviada por um homem da Bahia que recebe salário mínimo e é suspeito de atuar como “laranja” no esquema.

Segundo o Ministério Público, os valores recebidos não teriam sido declarados formalmente. A Justiça determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 27 milhões em contas vinculadas à influenciadora.

Além dos bloqueios financeiros, a operação também determinou a apreensão de 39 veículos de luxo avaliados em mais de R$ 8 milhões. Ao todo, os bloqueios patrimoniais determinados pela Justiça ultrapassam R$ 357 milhões.

Deolane havia passado as últimas semanas em Roma, na Itália, e retornou ao Brasil nessa quarta-feira (20/5). O nome dela chegou a ser inserido na lista de Difusão Vermelha da Interpol durante as investigações.

Mandados de busca foram cumpridos em imóveis ligados à influenciadora em Barueri, além de outros endereços relacionados aos investigados. Um influenciador digital considerado filho de criação de Deolane e um contador também foram alvo das buscas.

As investigações começaram em 2019, após a apreensão de manuscritos e bilhetes com detentos da Penitenciária II de Presidente Venceslau. O material, segundo os investigadores, revelou ordens internas da facção, movimentações financeiras e conexões entre integrantes do alto escalão do PCC.

Metrópoles

19/05/2026

PENSE NUM BANCO ECLÉTICO, JOGAVA NAS ONZE!

PF encontra elo do Banco Master com fraudes nos combustíveis

Investigações da Polícia Federal (PF) identificaram uma ligação do Banco Master com o esquema de sonegação fiscal relacionado ao setor de combustíveis que é apurado pela Operação Sem Refino, deflagrada na semana passada. Entre os alvos das diligências está o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro.

A Sem Refino investiga fraudes fiscais, evasão de recursos públicos e favorecimento ilegal ao Grupo Refit, da antiga Refinaria de Manguinhos. A ação da PF teve como foco o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão, inclusive contra o empresário Ricardo Magro.

Autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a ação também resultou no bloqueio de R$ 52 bilhões. O Correio teve acesso a parte do relatório preliminar da Operação Compliance Zero, que investiga o esquema fraudulento do Banco Master.

Os investigadores apontam que foram identificadas conexões financeiras entre a sonegação fiscal dos combustíveis e as operações do Banco Master. As diligências continuam em curso para avaliar o funcionamento do esquema.

VAZAMENTOS DO CASO MASTER TEM OPERAÇÃO DA PF

PF realiza operação contra os vazamentos do caso Master

A Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), para investigar o vazamento de informações sigilosas envolvendo às apurações do caso Master.

A ação ocorre após um perito criminal federal ser afastado do cargo por suspeita de compartilhar dados reservados e mensagens privadas de Daniel Vorcaro, fundador da instituição financeira, com veículos de imprensa.

Segundo a investigação, os vazamentos ocorreram entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026 e incluíram documentos protegidos por sigilo. Entre os materiais divulgados está o contrato firmado entre o banco e o escritório da advogada Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes.

Além do contrato, a Polícia Federal também apura acessos indevidos a sistemas restritos que resultaram na divulgação de conversas privadas extraídas do celular de Daniel Vorcaro.

Em nota divulgada nesta terça-feira (19), o STF afirmou que jornalistas e empresas de comunicação não são alvo da operação. A Corte destacou que as medidas se concentram exclusivamente em servidores públicos suspeitos de infração funcional e reforçou que estão preservadas a liberdade de imprensa e a garantia constitucional do sigilo da fonte.

16/05/2026

PF: GRAVAÇÃO CITA SUPOSTA DIVISÃO DE R$ 2,2 MILHÕES ENVOLVENDO ALLYSON BEZERRA

PF detalha saques de R$ 2,2 milhões e gravação cita suposta divisão envolvendo Allyson Bezerra

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) decidiu manter sob sua supervisão o inquérito da Operação Mederi, que apura suspeitas de irregularidades na compra de medicamentos por prefeituras do RN.

A decisão do desembargador federal Rogério Fialho Moreira ocorreu após relatório do Coaf apontar movimentações atípicas de R$ 65 milhões. Elas atingem diretamente a gestão do ex-prefeito de Mossoró e pré-candidato ao Governo do RN, Allyson Bezerra (União Brasil), e prefeituras como Tibau e Serra do Mel.

Segundo o relator, há elementos nos autos que justificam a permanência da investigação no TRF-5, como o possível envolvimento de agentes públicos com prerrogativa de foro. E que o próprio MPF já havia concordado, antes, com medidas cautelares no mesmo processo.

O inquérito investiga possíveis irregularidades em contratos de fornecimento de medicamentos firmados por prefeituras potiguares com empresas do setor farmacêutico.

Há análise de movimentações financeiras consideradas atípicas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que deram origem à investigação. Relatórios apontam que uma das empresas citadas teria movimentado mais de R$ 65 milhões entre 2018 e 2023.

Operação Mederi

No âmbito da Operação Mederi, a Polícia Federal apura suposto esquema envolvendo repasses e movimentações financeiras relacionadas a contratos públicos no RN.

Segundo a PF, entre maio e outubro de 2024, uma das empresas investigadas teria recebido cerca de R$ 8,15 milhões de recursos públicos, com parte do dinheiro em espécie.

A investigação cita registros de escutas, quebras de sigilo e mensagens de aplicativo que estão sob análise.

Em uma gravação, há referência a uma suposta divisão de valores atribuída a interlocutores ligados ao contexto da investigação, incluindo menção ao ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra.

A PF identificou padrões de saques fracionados e movimentações em espécie abaixo do limite de comunicação obrigatória, além do uso de terceiros em parte das transações investigadas.

BG

15/05/2026

RN: ESQUEMA DA GESTÃO DE ALLYSON BEZERRA SE ESPALHOU POR APODI E PAU DOS FERROS - APONTA PF

PF aponta que esquema da gestão Allyson se espalhou para Apodi e Pau dos Ferros

Prefeitos Marianna Almeida (Pau dos Ferros) e Luis Sabino Neto (Apodi). Foto: Reprodução/Instagram

A investigação da Polícia Federal que mira o ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (União Brasil) avançou para outras prefeituras do Oeste potiguar. Gravações obtidas pela PF mostram sócios da empresa Dismed discutindo contratos, “comissões de 15%” e licitações em Apodi e Pau dos Ferros, administrados por aliados políticos do pré-candidato ao Governo do RN.

Conforme divulgado pelo Blog do Dina nesta sexta-feira (15), em uma das gravações, obtida em maio de 2025, o representante comercial Sidney Carlos de Melo informa aos sócios da Dismed: “Chega mais outra de Apodi hoje”; “Vai mandar faturar mais uns oitenta mil reais”; e “O resto do saldo do contrato”.

Na sequência, os investigados discutem supostas “comissões de 15%”. Segundo a PF, os valores pagos pelas prefeituras seriam “fracionados” e retornariam “na forma de comissões/propinas”.

Em outro trecho, um dos investigados afirma que determinado gestor “gosta mais de papel”. Para a PF, o termo seria usado internamente como referência a pagamentos sem entrega efetiva de medicamentos — o chamado “papel cagado”.

As conversas fazem parte da investigação que levou à Operação Mederi, autorizada pelo juiz Rogério Fialho Moreira.

Licitação “preparada” em Pau dos Ferros

A PF também anexou uma conversa sobre uma licitação em Pau dos Ferros. No áudio, o representante da empresa afirma: “Preparada aqui a licitação de Pau dos Ferros”; “Botando os controlados no meio dos lotes”; e “A gente engole ele”.

Segundo a investigação, a estratégia seria dificultar a participação de empresas menores em licitações de medicamentos. Ainda de acordo com a gravação, a Dismed teria ficado com cerca de 85% da licitação e o valor citado ultrapassaria R$ 700 mil.

O sistema das “caronas”

A PF também identificou o uso de atas de registro de preços para adesões entre municípios — o modelo conhecido como “carona”. Em um áudio recuperado do WhatsApp da Drogaria Mais Saúde, empresa ligada ao mesmo grupo, um representante oferece adesão pronta a atas; fornecimento sem necessidade de nova licitação e “parceria bacana” com gestores municipais.

Outro investigado chega a afirmar: “Toda carona você tem o seu”. Para a Polícia Federal, a frase indica expectativa de pagamento de vantagens indevidas em cada adesão.

Contratos milionários

A investigação aponta contratos da Dismed em Apodi entre 2023 e 2025 que somam pelo menos R$ 1,33 milhão. Já em Pau dos Ferros, a Dismed venceu lotes que ultrapassam R$ 969 mil.

A PF afirma ainda que encontrou documentos de licitações; fotos de processos municipais; atas e contratos;
arquivos compartilhados entre Dismed e Drogaria Mais Saúde. Os materiais estavam em computadores apreendidos na operação.

Apoio político a Allyson

Os prefeitos Marianna Almeida (Pau dos Ferros) e Luis Sabino Neto (Apodi) declararam apoio público à pré-candidatura de Allyson Bezerra ao Governo do RN em 2026.

O ex-prefeito de Apodi Alan Silveira também rompeu com o governo estadual e anunciou apoio ao grupo político de Allyson. Segundo a reportagem, parte dos contratos investigados foi assinada durante as gestões de Alan Silveira e Sabino Neto.

Operação segue em andamento

A Operação Mederi foi deflagrada pela Polícia Federal em janeiro de 2026. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos contra sócios da Dismed; aliados políticos; o então prefeito Allyson Bezerra e integrantes da gestão municipal.

Até o momento, a PF não divulgou denúncia formal nem condenação dos investigados.

BG

14/05/2026

ATÉ NA PF VORCARO TINHA 'ALIADOS INFILTRADOS' - VEJA QUEM SÃO

Escândalo na PF. Vorcaro tinha aliados infiltrados na corporação e nomes vem à tona

A investigação da Polícia Federal (PF) aponta que integrantes da própria corporação, entre eles, uma delegada e policiais em atividade e aposentados, atuavam para intimidar desafetos, obter informações sigilosas e monitorar adversários do banqueiro Daniel Vorcaro.

Os suspeitos participavam do núcleo chamado de "A Turma", voltado para a prática de ameaças, intimidações presenciais, coerções, levantamentos clandestinos, obtenção de dados sigilosos e acessos indevidos a sistemas governamentais.

A informação consta na decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que motivou a 6ª fase da Operação Compliance Zero, que mirou o pai de Daniel Vorcaro e outros seis alvos de mandados de prisão nesta quinta-feira (14).

Entre os integrantes da Polícia Federal investigados estão:

- Sebastião Monteiro Júnior, policial federal aposentado.
- Anderson Wander da Silva Lima, policial federal da ativa lotado na Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro.
- Valéria Vieira Pereira da Silva, delegada da PF.
- Francisco José Pereira da Silva, policial federal aposentado.

Valéria e Francisco, segundo investigadores, atuavam no repasse de informações sigilosas para o Marilson Roseno a partir de consultas realizadas no sistema e-Pol, plataforma interna utilizada pela corporação.

Para a Polícia Federal, o conjunto de condutas aponta para uma infiltração do grupo em “circuitos informacionais sensíveis”, com uso de pessoas próximas ou funcionalmente habilitadas para facilitar a circulação de recursos financeiros e de dados sigilosos em benefício da organização criminosa.

PF E PGR SUSPEITAM QUE O DONO DO BANCO MASTER É OUTRO

Quem é o bilionário suspeito de ser o “verdadeiro dono” do Master

O nome do bilionário Nelson Tanure voltou a aparecer no noticiário após ser revelado, pela coluna de Míriam Leitão no jornal O Globo, que Daniel Vorcaro e sua “Turma” acessaram informações sobre ele. O empresário é suspeito de ser “o verdadeiro dono” do Banco Master.

Tanure se tornou um dos principais alvos da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal (MPF). Investigadores apontam que ele atuava como controlador oculto do Banco Master, oficialmente comandado por Vorcaro.

A suspeita é de que Tanure usou estruturas financeiras complexas para influenciar decisões do banco e movimentar recursos ligados aos seus próprios negócios. A investigação apontou que ele operava nos bastidores do Master por meio de fundos e empresas interligadas.

Segundo a PF, ele seria beneficiário final da Lormont Participações S.A., empresa ligada ao FIDC Maranta, fundo que concentrava 97% de sua carteira em créditos relacionados à própria estrutura investigada. Para os agentes, isso indica o uso do banco para financiar operações ligadas diretamente ao empresário.

Em 2024, o Banco Central recebeu um alerta da PF, que apontou irregularidades e citou Tanure como “dono oculto” do Master, mas a autarquia disse que as suspeitas foram analisadas, arquivadas e que não foram encontradas ilegalidades na ocasião.

Documentos obtidos pela PF também mostram mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro nas quais Tanure aparece sendo chamado de “comandante”.

Outro ponto citado na investigação envolve um relógio suíço de luxo avaliado em cerca de R$ 1 milhão. As mensagens interceptadas indicam que Vorcaro teria presenteado Tanure com o item. Para a PF, o episódio reforçaria uma relação de subordinação incompatível com a versão apresentada pela defesa, de que os dois mantinham apenas relação comercial.




Vladimir Timerman, fundador da gestora Esh Capital, afirmou em depoimento à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, em março, que Tanure é o verdadeiro “dono” do Master e que Vorcaro é “um pau mandado” do bilionário.

diariodocentrodomundo 

13/05/2026

CASO MASTER: INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA SOFRE INVESTIGAÇÃO DA PF POR POSSÍVEIS IRREGULARIDADES

PF investiga irregularidades em instituto de previdência

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (13/5), a operação Off-Balance, com o objetivo de apurar a possível prática de gestão temerária de recursos em Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), no âmbito da autarquia responsável pela previdência social dos servidores públicos titulares de cargo efetivo no município de Cajamar, em São Paulo.

Segundo a CNN, a investigação mira aplicações financeiras consideradas de alto risco realizadas entre agosto de 2023 e março de 2024, em Letras Financeiras do Banco Master.

Policiais federais cumprem seis mandados de busca e apreensão nos municípios paulistas de Cajamar, de Boituva e na capital do estado, além de medidas cautelares de afastamento de função pública e de indisponibilidade de bens, expedidas pela 9ª Vara Criminal Federal de São Paulo.

A investigação originou-se a partir de informação que apontava possíveis irregularidades na aplicação de, aproximadamente, R$ 107 milhões em quatro letras financeiras emitidas por dois bancos privados.

correiobraziliense

08/05/2026

DAVI 'BATORÉ' ALCOLUMBRE PODERÁ SER O PRÓXIMO ALVO DA PF NO SENADO - APONTA BASTIDORES

Bastidores apontam que o próximo alvo da Polícia Federal no Senado pode ser Alcolumbre

Davi Alcolumbre está se sentindo perseguido pela Polícia Federal, que está tocando a passos largos diversos inquéritos relacionados a ele e aliados.

Com medo, o presidente do Senado estaria monitorando de perto não só os bastidores da delação de Vorcaro mas também de outras investigações que podem chegar a ele, como a dos desvios do INSS e a dos investimentos de R$ 400 milhões do fundo de pensão do Amapá em letras financeiras do Master.

Segundo a jornalista Malu Gaspar, um interlocutor de Alcolumbre teria dito o seguinte sobre as desavenças entre ele e Lula:

"Alcolumbre sabe o tamanho da bronca em que se meteu. Ele é tão vingativo quanto o Lula e não dá pra saber onde isso vai parar. Mas o fato é que o Davi está com medo.”

Alcolumbre afirmou o seguinte por meio de sua assessoria de imprensa:

“Embora tentem, de forma recorrente, associá-lo ao assunto (Banco Master), Davi Alcolumbre não possui qualquer relação com o Banco Master e não é investigado, citado ou arrolado, sob nenhuma forma, em qualquer apuração relacionada ao caso”.

Malu Gaspar, na análise do caso, aponta que não faltam movimentos que expõem o temor de Alcolumbre com o avanço dos casos Master e INSS.

“No ano passado, sua gestão decretou sigilo de 100 anos sobre registros de entrada e saída do lobista conhecido como Careca do INSS, acusado pela Polícia Federal de comandar o esquema bilionário de descontos indevidos das aposentadorias. O Senado também se recusou a informar os registros de entrada de Vorcaro na Casa, em resposta a um pedido formulado pelo blog via Lei de Acesso à Informação.

Em outras duas manobras de autodefesa, Alcolumbre se recusou a prorrogar a CPI do INSS – e ainda decidiu arquivar o requerimento de instalação da CPI do Banco Master, impedindo a abertura de uma nova frente de investigação em pleno ano eleitoral.

As duas investigações, que apavoram não só ele mas toda a cúpula do Congresso, estão no STF sob a relatoria do ministro André Mendonça, um dos principais cabos eleitorais da fracassada campanha de Messias ao STF.

O entorno de Alcolumbre também está em pânico com o avanço dos inquéritos. Um dos maiores aliados de Alcolumbre na Casa é o senador Weverton Rocha (PDT-MA), relator da indicação de Messias, que já entrou na mira da PF. Em dezembro do ano passado, Weverton foi alvo de uma operação de busca e apreensão em uma fase da Operação Sem Desconto, que investiga o esquema bilionário de descontos indevidos em aposentadorias do INSS.

Na véspera da votação de Messias, Weverton garantiu a integrantes do governo Lula que o chefe da AGU teria, pelo menos, 45 votos necessários para ser aprovado, quatro a mais do que o mínimo exigido pela Constituição – 41 votos. Messias acabou tendo apenas 34 votos ‘sim’.”

JCO

07/05/2026

SEGUNDO A PF CIRO NOGUEIRA ATUOU EM FAVOR DE VORCARO - ENTENDA

Entenda como Ciro Nogueira atuou em favor de Vorcaro, segundo a PF

A Polícia Federal apontou que o senador Ciro Nogueira teria atuado em favor do banqueiro Daniel Bueno Vorcaro, investigado na Operação Compliance Zero, em troca de vantagens econômicas indevidas. As informações constam em decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou medidas cautelares no âmbito da investigação.

Segundo a decisão, a investigação aponta “suposta atuação parlamentar em benefício de interesses privados” de Vorcaro, com indícios de recebimento de vantagens financeiras pelo senador. A PF afirma que a apuração identificou pagamentos mensais, aquisição de participação societária com “expressivo deságio”, além de custeio de viagens, hospedagens e outras despesas pessoais.

De acordo com o documento, um dos principais episódios investigados envolve a apresentação da Emenda nº 11 à PEC nº 65/2023, protocolada por Ciro Nogueira em agosto de 2024. A proposta ampliava a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) de R$ 250 mil para R$ 1 milhão por depositante. A PF sustenta que o texto teria sido elaborado pela assessoria do Banco Master e posteriormente reproduzido “de forma integral” pelo parlamentar no Senado.

A decisão relata que mensagens obtidas pela investigação indicam que Vorcaro comemorou a apresentação da emenda afirmando que o texto “saiu exatamente como mandei”. Segundo a PF, interlocutores ligados ao banco chegaram a afirmar que a mudança “sextuplicaria” os negócios do Master e provocaria uma “hecatombe” no mercado financeiro.

Ainda conforme a investigação, esse não teria sido um caso isolado. A PF afirma que, em novembro de 2023, minutas de projetos de lei de interesse de Vorcaro teriam circulado entre a residência do senador e pessoas ligadas ao banqueiro antes de serem encaminhadas ao gabinete parlamentar. A decisão cita, inclusive, orientações para que documentos não fossem associados ao Banco Master durante o transporte.

No campo financeiro, a decisão descreve um “arranjo funcional e instrumentalmente orientado para obtenção de benefícios mútuos” entre o senador e o banqueiro. Entre os elementos apontados estão a aquisição de participação societária estimada em cerca de R$ 13 milhões pelo valor de R$ 1 milhão, pagamentos mensais de R$ 300 mil (posteriormente elevados para R$ 500 mil, segundo a investigação), além da disponibilização gratuita de imóvel de alto padrão e custeio de viagens internacionais.

O ministro André Mendonça afirma, na decisão, que os elementos reunidos até o momento indicam, “em juízo de cognição sumária”, possível prática de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra o sistema financeiro nacional.

Apesar disso, o magistrado considerou desnecessária, neste momento, a prisão cautelar do senador. Mendonça determinou apenas a proibição de Ciro Nogueira manter contato com os demais investigados da Operação Compliance Zero.

Na mesma decisão, o ministro decretou a prisão temporária de Felipe Cançado Vorcaro, apontado pela PF como integrante do núcleo financeiro-operacional do esquema investigado. Segundo a decisão, ele teria atuado diretamente na operacionalização de repasses financeiros e em estruturas societárias consideradas suspeitas.
O documento também autorizou medidas cautelares contra outros investigados e determinou a suspensão das atividades econômicas de empresas apontadas pela PF como instrumentos de lavagem de dinheiro e circulação de recursos ilícitos.

correiobraziliense

PRIMO DE VORCARO É PRESO EM OPERAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL

PF prende Felipe Cançado Vorcaro, primo do dono do Master em 5ª fase da operação Compliance Zero

A Polícia Federal prendeu, nesta quinta, Felipe Cançado Vorcaro, um primo do banqueiro Daniel Vorcaro, na esteira da nova fase da operação que mira as fraudes bilionárias do Banco Master.

A ação tem objetivo de aprofundar investigações sobre crimes praticados pelo dono do Master com a ajuda de políticos importantes da República.

O senador e ex-ministro Ciro Nogueira é um dos alvos. Um irmão do cacique centralista também sofreu buscas, assim como empresas investigadas.

As ordens foram expedidas pelo ministro André Mendonça, do STF, e miram investigados nos estados do Piauí, São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal.

OPERAÇÃO DA PF SOBRE O CASO MASTER: TALVEZ CIRO NOGUEIRA AGORA ENCONTRE O 'CHAPÉU DA VIAGEM'

Ciro Nogueira é alvo de operação da PF sobre o caso Master

A Polícia Federal (PF) realiza, na manhã desta quinta-feira (7), uma nova etapa da Operação Compliance Zero, investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. Entre os alvos da operação está o presidente nacional do Progressistas (PP), senador Ciro Nogueira (PI).

Segundo informações divulgadas pela TV Globo, agentes da PF cumprem mandado de busca e apreensão no endereço do parlamentar, em Brasília. Ao todo, a operação mobiliza o cumprimento de 10 mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária.

As ordens foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e são executadas no Distrito Federal e nos estados do Piauí, São Paulo e Minas Gerais. Além das medidas de busca, a decisão judicial também autorizou o bloqueio de bens, direitos e valores que somam R$ 18,85 milhões.

A nova ofensiva faz parte do desdobramento das investigações sobre supostas irregularidades em operações financeiras ligadas ao Banco Master, que já resultaram em prisões e pedidos de colaboração premiada. Entre os investigados centrais está o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, preso preventivamente desde março.

Até o momento da publicação desta reportagem, a defesa de Ciro Nogueira não se manifestou publicamente sobre a operação.

pleno.news