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16/04/2026

SERÁ QUE VÃO COMPRAR RESPIRADORES EM CASA DE MACONHA MAIS UMA VEZ?

Ministério da Saúde envia 2,2 milhões de doses contra Covid-19 para os estados e reforça estoques

O Ministério da Saúde encaminhou, nesta semana, mais 2,2 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 para os estados e o Distrito Federal. Com a nova remessa, o total distribuído pela pasta em 2026 chega a 6,3 milhões de doses, garantindo abastecimento em todo o país.

De acordo com o órgão, os imunizantes disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) estão atualizados para as variantes em circulação e continuam sendo recomendados, principalmente, para os grupos mais vulneráveis.

Entre janeiro e março, já haviam sido enviadas 4,1 milhões de doses, das quais cerca de 2 milhões foram aplicadas. A nova entrega dá continuidade ao fluxo regular de distribuição e reforça os estoques regionais, contribuindo para ampliar a cobertura vacinal.

Segundo o Ministério da Saúde, a logística de distribuição às unidades básicas e o controle dos estoques são de responsabilidade dos estados e municípios, que também gerenciam a validade e a aplicação das vacinas.

O envio das doses é feito com base em critérios como o tamanho da população-alvo e o número de aplicações realizadas. Caso haja necessidade, os estados podem solicitar quantitativos adicionais.

A vacinação segue orientações atualizadas, priorizando públicos mais suscetíveis a complicações. Idosos a partir de 60 anos devem receber duas doses com intervalo de seis meses. Gestantes devem tomar uma dose a cada gestação, enquanto crianças de seis meses a menores de cinco anos seguem esquema específico conforme o imunizante.

Pessoas imunocomprometidas precisam de um esquema com três doses, além de reforços periódicos. Já a população geral, entre 5 e 59 anos, deve receber ao menos uma dose, caso ainda não tenha sido vacinada.

A estratégia também contempla grupos prioritários, como trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, indígenas, quilombolas, população em situação de rua e pessoas privadas de liberdade. Dados do Ministério apontam que, até 11 de abril de 2026, foram registrados mais de 62 mil casos de síndrome gripal por Covid-19 no país. Também foram contabilizados mais de 30 mil casos de síndrome respiratória aguda grave, com 188 mortes associadas à doença.

Diante do cenário, a pasta reforça que a vacinação segue como a principal medida para evitar casos graves, internações e óbitos. A orientação é que a população procure uma unidade de saúde para manter o esquema vacinal atualizado.

TN

07/04/2026

COVID: VAI RECOMEÇAR A PUT@RIA - VEM ÁI UMA NOVA VARIANTE, GORDINI, AERO WILLYS, TL...

Nova subvariante da Covid-19, ‘Cicada’ tem 75 mutações e já circula em 23 países; veja o que se sabe

Uma nova subvariante da Covid-19 já começou a circular fora do Brasil e tem sido monitorada por cientistas. Conhecida como “Cicada”, a BA.3.2 foi identificada em ao menos 23 países e se destaca pelo número elevado de mutações.

Dados iniciais, no entanto, indicam que a linhagem não está associada a aumento de casos graves ou de hospitalizações, mantendo o padrão observado nas subvariantes mais recentes da Ômicron.

A seguir, especialistas explicam o que é a subvariante, quais são os sintomas e o que se sabe sobre a proteção das vacinas e o risco de circulação no Brasil.

Entenda o que é a subvariante ‘Cicada’

A BA.3.2 é mais uma subvariante da Ômicron, e não uma nova variante independente. Isso significa que ela faz parte de um processo contínuo de evolução do vírus, que acumula mutações para se manter em circulação.

Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), explica que essa dinâmica já era esperada.

Desde a chegada da Ômicron, o vírus deixou de apresentar grandes “saltos” entre variantes —como ocorreu entre Alfa, Delta e a própria Ômicron— e passou a evoluir por meio de sublinhagens.

Essas mudanças seguem uma lógica adaptativa: à medida que a população desenvolve imunidade, o vírus sofre mutações que permitem escapar parcialmente dessa proteção e continuar se espalhando.

O que tem de diferente na linhagem

O principal diferencial da “Cicada” está na proteína Spike, estrutura usada pelo vírus para invadir as células humanas.

Segundo Juarez Cunha, diretor da SBIm, a subvariante apresenta cerca de 75 mutações nessa proteína —número considerado elevado.

Esse tipo de alteração pode impactar a forma como o sistema imunológico reconhece o vírus, favorecendo o chamado “escape de anticorpos”, fenômeno já observado em outras fases da pandemia.

Na prática, isso pode aumentar o risco de infecção mesmo em pessoas vacinadas ou previamente infectadas, sem necessariamente significar quadros mais graves.

Sintomas: há algo diferente?

Até agora, não.

De acordo com os especialistas ouvidos pela reportagem, o perfil clínico permanece semelhante ao das versões recentes da Ômicron, com sintomas como:

febre
dor de garganta
tosse
coriza
cansaço

Não há sinais de manifestações novas ou mais agressivas associadas à subvariante.

Cunha afirma que os relatos atuais não indicam mudança no padrão da doença, que segue predominantemente leve na maioria dos casos.

Vacinas continuam funcionando?

Sim, especialmente contra formas graves.

Mesmo com mutações que permitem algum escape imunológico, as vacinas seguem desempenhando seu papel mais importante: evitar hospitalizações e mortes.

Kfouri destaca que os imunizantes nunca acompanham exatamente a versão mais recente do vírus, mas ainda assim mantêm proteção consistente contra quadros graves, geralmente entre 6 e 12 meses após a dose.

Esse padrão se mantém porque todas as subvariantes atuais descendem da Ômicron, o que preserva parte da resposta imunológica induzida pelas vacinas.

Há aumento de casos graves?

Até o momento, não há evidências de aumento de gravidade ou de internações associadas à “Cicada”.

O que se observa, em alguns países, é um possível aumento proporcional de casos em crianças —hipótese que ainda está sendo investigada e pode estar relacionada ao fato de muitas delas não terem tido contato prévio com o vírus.

A variante já chegou ao Brasil?

Até o último boletim disponível, não havia confirmação oficial da circulação da BA.3.2 no país. Ainda assim, especialistas consideram provável que isso aconteça.

Isso porque a subvariante já demonstrou capacidade de disseminação internacional rápida, o que historicamente leva à sua introdução em diferentes regiões do mundo em pouco tempo.

O que preocupa agora

Mais do que a subvariante em si, o principal ponto de atenção apontado pelos especialistas é a queda na vacinação.

Cunha alerta que a Covid-19 continua causando hospitalizações e mortes, especialmente entre idosos, crianças pequenas e gestantes —justamente os grupos com menor cobertura vacinal recente.

Hoje, a doença tem comportamento semelhante ao de vírus respiratórios sazonais, como a influenza, mas ainda com impacto relevante na saúde pública.

Fonte: g1

08/02/2026

LÁ VEM A OMS COM ESSE PAPO DE COVID-19

Diretora da OMS alerta: ‘Seis anos depois, a covid não desapareceu’

A diretora técnica da Organização Mundial da Saúde (OMS), Maria Van Kerkhove, afirmou que a Covid-19 ainda não desapareceu, mesmo seis anos após o início da crise sanitária. A declaração foi publicada pela epidemiologista em sua conta pessoal no X.

– Seis anos depois, a Covid-19 não desapareceu. O Sars-CoV-2 continua a circular globalmente, a evoluir, a reinfectar e a causar doenças graves e Covid longa. Todos ainda sentimos os impactos mais amplos desses seis anos – escreveu.

No texto, Maria também relembrou que a OMS enfrentou críticas duras ao longo da pandemia. Um dos principais críticos, segundo ela, foi o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que voltou a usar a resposta da agência como argumento para retirar o país do grupo de maiores financiadores.

A diretora técnica também respondeu a quem afirma que a OMS demorou para agir no início da crise.

– Alguns ainda dizem que a OMS foi ‘muito lenta’ para declarar uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (Espii). Grande parte dessa retórica reflete viés retrospectivo e politização. As decisões foram tomadas com base nas informações disponíveis no momento em que os eventos se desenrolaram – o contexto é importante – disse.


SITE DA OMS FAZ BALANÇO DOS SEIS ANOS

Em um balanço publicado no site oficial, a OMS lembrou que, há seis anos, o diretor-geral da entidade declarou o mais alto alerta global previsto em lei internacional naquele momento, classificando o surto do novo coronavírus como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional.

O texto ressalta que, apesar de a emergência ter sido encerrada em maio de 2023, os impactos da Covid-19 seguem presentes e continuam sendo sentidos em diferentes partes do mundo.

A organização também questiona se o planeta está mais preparado para uma próxima pandemia e responde que “sim e não”. Segundo a OMS, houve avanços importantes, mas o progresso ainda é frágil e desigual entre os países.

Entre os principais pontos citados, o site destaca medidas adotadas após a pandemia, como a aprovação do Acordo de Pandemias da OMS em maio de 2025, mudanças no Regulamento Sanitário Internacional, investimentos do Fundo de Pandemias e o fortalecimento de sistemas de vigilância e sequenciamento genômico.

A OMS também afirma que a falta de financiamento e a mudança de prioridades de governos, que passaram a investir mais em defesa do que em saúde, colocam esses avanços em risco. Para a agência, pandemias são ameaças à segurança nacional e exigem vigilância constante.

Ao final, a organização pede que governos e parceiros não reduzam os esforços de preparação, afirmando que nenhum país consegue enfrentar sozinho uma nova pandemia.

27/01/2026

VAI COMEÇAR A PUTARIA, ALCOOL GEL, MÁSCARA, FIQUE EM CASA E ETC ETC ETC?

Surto de Nipah faz protocolo da Covid-19 voltar em aeroportos

Autoridades sanitárias de países asiáticos passaram a adotar medidas rigorosas em aeroportos e fronteiras após a confirmação de um surto do vírus Nipah no estado indiano de Bengala Ocidental. A doença, considerada altamente letal e com elevado potencial epidêmico, já teve ao menos cinco casos confirmados na região, o que acendeu o alerta em governos vizinhos.

Classificado como prioritário pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus levou nações como Tailândia, Nepal e Taiwan a retomarem protocolos semelhantes aos usados durante a pandemia de Covid-19, com triagens, monitoramento de sintomas e exigência de informações de saúde de viajantes.

Na Tailândia, passageiros que desembarcam vindos de Bengala Ocidental estão sendo submetidos a monitoramento de febre e orientação médica nos aeroportos de Suvarnabhumi, Don Mueang e Phuket. O governo tailandês também intensificou a higienização e os planos de resposta sanitária no Aeroporto de Phuket, que mantém ligação direta com Kolkata, em Bengala Ocidental, por meio de voos diários.

No Nepal, o governo ampliou os controles no Aeroporto Internacional Tribhuvan, em Katmandu, e nos principais pontos de passagem terrestre com a Índia. Postos de triagem foram montados, e hospitais e unidades de saúde na fronteira indiana receberam orientações para identificar e notificar rapidamente casos suspeitos.

Já em Taiwan, o governo anunciou planos para enquadrar a infecção pelo vírus Nipah como doença de notificação compulsória de Categoria 5, que é o nível máximo para enfermidades emergentes graves. A proposta ainda passará por consulta pública por 60 dias antes de ser oficializada. O país mantém atualmente um alerta de viagem de nível intermediário para o estado indiano de Kerala.

O vírus Nipah é transmitido principalmente por morcegos do gênero Pteropus, que se alimentam de frutas. O Nipah pode infectar humanos por meio de alimentos contaminados ou por transmissão direta entre pessoas. A doença evolui com sintomas que vão desde problemas respiratórios até quadros neurológicos, como encefalite.

Os primeiros sinais incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, vômitos e dor de garganta. Os sintomas podem ser seguidos por tonturas, sonolência, consciência alterada e sinais neurológicos que indicam encefalite aguda. Alguns acometidos pelo Nipah também podem ter pneumonia atípica e problemas respiratórios graves, incluindo desconforto respiratório agudo.

O período de incubação costuma variar entre 4 e 14 dias, mas já houve registros de até 45 dias. A taxa de mortalidade do Nipah é considerada elevada, variando entre 40% e 75%, dependendo da estrutura de atendimento e da resposta das autoridades de saúde. Atualmente, não há vacina nem tratamento específico, e os cuidados médicos se concentram em suporte intensivo para complicações respiratórias e neurológicas.

Casos de transmissão entre humanos já foram documentados, especialmente em ambientes hospitalares e entre cuidadores e familiares. Em surtos anteriores, grande parte das infecções ocorreu durante o atendimento direto a pacientes contaminados. No Brasil, não há registros nem alertas ativos relacionados ao vírus.

27/10/2025

EM DOIS ANOS A COVID-19 DEIXOU 149 MIL ÓRFÃOS NO BRASIL

Covid-19 deixou 149 mil órfãos no Brasil em dois anos

Um estudo internacional revelou que a Covid-19 deixou 149 mil órfãos no Brasil apenas entre 2020 e 2021. As perdas vão além dos mais de 700 mil mortos pela doença: cerca de 284 mil crianças e adolescentes perderam pais, avós ou outros cuidadores responsáveis por seu sustento e proteção.

A pesquisa, desenvolvida por cientistas do Brasil, Inglaterra e Estados Unidos, demonstra a “magnitude da orfandade no Brasil” e as grandes desigualdades regionais. Segundo a professora Lorena Barberia, da Universidade de São Paulo (USP), os impactos da pandemia vão muito além das vítimas diretas. “Muitas crianças dependiam de pessoas mais velhas, principalmente avós, que morreram por Covid-19 e deixaram um vazio familiar e emocional imenso”, explicou.

Desigualdades e impactos familiares

Com base em dados demográficos e taxas de mortalidade, o estudo estimou que 2,8 crianças a cada mil perderam um ou ambos os pais ou cuidadores por Covid-19. As maiores taxas de orfandade foram registradas em Mato Grosso, Rondônia e Mato Grosso do Sul. Já o Rio Grande do Norte, Santa Catarina e Pará apresentaram os menores índices.

Além disso, o levantamento mostra que 70,5% dos órfãos perderam o pai, enquanto 29,4% perderam a mãe. Em 160 casos, crianças ficaram completamente sem os dois genitores. Esses números, contudo, representam vidas reais, como lembra Ana Lúcia Lopes, mãe de Bento, de 4 anos, que perdeu o pai em 2021. “Ele pergunta por que o pai não voltou. Foi quando percebi que ele precisava de ajuda psicológica”, relatou.

A promotora Andréa Santos Souza, coautora do estudo, destaca que a orfandade aumentou a vulnerabilidade infantil. Durante a pandemia, ela observou crescimento nos pedidos de guarda, adoções ilegais e casos de exploração. “Muitas famílias separaram irmãos, e várias meninas foram expostas a abusos e trabalhos forçados”, disse.

Urgência em políticas públicas para órfãos da pandemia

Conforme os pesquisadores, o cruzamento de dados de registros civis e previdência social confirmou a gravidade da situação. Apenas entre março de 2020 e setembro de 2021, 12,2 mil crianças de até seis anos ficaram órfãs devido à Covid-19.

Em suma, a pesquisa alerta que o país ainda não possui políticas públicas específicas para essa nova geração de órfãos. “Precisamos fortalecer programas sociais e de proteção, pois essas crianças enfrentam desigualdades profundas que a pandemia escancarou”, conclui Lorena Barberia.

pontanegranews

02/08/2025

PRONTO: O CONSÓRCIO NORDESTE VAI 'FABRICAR' DINHEIRO PARA 2026(!?)

Sesap confirma detecção de nova variante da Covid-19 em Natal

A Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) confirmou a circulação de uma nova variante da Covid-19 no município de Natal. Trata-se da linhagem XFG, pertencente à variante Ômicron, identificada em três casos pela primeira vez no estado, todos na capital potiguar.

A detecção foi feita pelo Laboratório Central de Saúde Pública do RN (LACEN-RN), por meio da vigilância genômica. De acordo com o órgão, essa linhagem já foi registrada em pelo menos 38 países e em estados brasileiros como Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

De acordo com a nota informativa da Coordenadoria de Vigilância em Saúde da Sesap, a linhagem XFG é considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma “variante sob monitoramento”. Essa variante apresenta mutações no genoma, no entanto, não há sinais de maior gravidade da doença ou de impacto na eficácia de vacinas e antivirais.

A pasta orienta que pessoas com sintomas gripais devem adotar a etiqueta respiratória, intensificar a higienização das mãos e procurar os serviços assistenciais de saúde para avaliação.

Já os profissionais de saúde devem intensificar a notificação e solicitar a coleta de amostra para exames oportunos, nos casos leves e moderados, no sistema e-SUS Notifica e nos casos graves ou óbitos no SRAG-Gripe.

“Uma vez que, por meio dos dados notificados e da análise, é possível monitorar a situação epidemiológica, para a tomada de decisões oportunas por parte dos gestores”, diz a nota da Coordenadoria.

Covid-19

A Covid-19 é uma infecção respiratória aguda de alta transmissibilidade e distribuição global. Os quadros clínicos variam de infecções assintomáticas ou leves até formas moderadas, graves ou críticas, sendo essencial a observação cuidadosa dos sinais de agravamento que possam exigir hospitalização.

20/12/2024

ALTA DE CASOS DE COVID-19 NO BRASIL É O QUE INDICA BOLETIM DA FIOCRUZ

Boletim da Fiocruz indica alta de casos de Covid-19 no Brasil

A nova edição do boletim semanal Infogripe, divulgado nesta quinta-feira (19) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), revela uma tendência alta de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associadas à Covid-19 em alguns estados do país. É o caso do Ceará, onde um cenário de crescimento dessas ocorrências já havia sido indicado na edição anterior da publicação.

Há indícios de que Minas Gerais, Sergipe e Rondônia também iniciam um movimento parecido. O mesmo ocorre no Distrito Federal. Os casos envolvem especialmente pacientes idosos, que são mais suscetíveis aos efeitos mais adversos da infecção pelo coronavírus causador da Covid-19.

O boletim registra aumento de ocorrências de SRAG entre crianças e adolescentes de até 14 anos, associados principalmente ao rinovírus, em quatro unidades federativas: Acre, Distrito Federal, Minas Gerais e Sergipe. Os dados do novo boletim são referentes à semana epidemiológica que vai de 8 a 14 de dezembro.

A SRAG é uma complicação respiratória que demanda hospitalização e está associada, muitas vezes, ao agravamento de alguma infecção viral. O paciente pode apresentar desconforto respiratório e queda no nível de saturação de oxigênio, entre outros sintomas.

De acordo com a nova edição, considerando as últimas quatro semanas epidemiológicas analisadas, a Covid-19 esteve relacionada a 31,1% dos casos de SRAG com resultado positivo para alguma infecção viral. Já o rinovírus representou 38,6%. Além disso, 7,9% estiveram associados ao vírus sincicial respiratório (VSR), 7,6% à influenza A e 7,3% à influenza B.

Quando se observa apenas os quadros de SRAG que resultaram em mortes nessas quatro semanas, 63,6% estão associados à Covid-19. A maioria desses casos que tiveram a morte como desfecho envolveram idosos.

Ao todo, o Brasil já registrou em 2024 um total de 78.739 casos de SRAG com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório. Destes, 16,8% são referentes à influenza A; 2% à influenza B; 19,6% à Covid-19; 27,1% ao rinovírus e 33,8% ao VSR. Outras 8.280 ocorrências estão em fase de análise.

O boletim Infogripe sinaliza para uma tendência de aumento de SRAG em nível nacional. Em 11 unidades federativas, há sinal de crescimento dos casos no longo prazo: Acre, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina e Sergipe. Além disso, há tendência de aumento das ocorrência no curto prazo no Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul.

CENÁRIO EM 2024

Fazendo um balanço do cenário epidemiológico de 2024, a pesquisadora da Fiocruz, Tatiana Portella, destacou que o país viveu duas ondas importantes de Covid-19. A primeira, que começou ainda no final de 2023 e avançou pelo início deste ano, afetou diversos estados. Já a segunda onda, iniciada em agosto de 2024, teve São Paulo como o estado mais atingido.

Apesar dessas duas ondas, a pesquisadora destaca que, em comparação com 2023, houve uma redução de aproximadamente 40% nos casos de SRAG associados à Covid-19. Ainda assim, Portella alerta para o crescimento dessas ocorrências no encerramento de 2024.

– Neste fim de ano, observamos uma menor atividade dos vírus respiratórios, com exceção apenas da Covid-19, que já começa a apresentar sinais de aumento em algumas regiões do país. Para as festas de fim de ano, recomendamos o uso de máscaras caso surjam sintomas de gripe ou resfriado. Também sugerimos, sempre que possível, priorizar ambientes mais arejados, especialmente neste momento de início de aumento do número de casos de Covid-19.

Agência Brasil

11/12/2024

COVID-19 AVANÇA NO ALTO OESTE POTIGUAR - MP FAZ RECOMENDAÇÃO

Ministério Público recomenda que municípios do Alto Oeste elaborem plano de contenção à covid-19

O Ministério Público do Rio Grande do Norte emitiu uma recomendação para que municípios da região do Alto Oeste potiguar elaborem um plano de contenção e enfrentamento à covid-19.

Os municípios alvo da demanda são Água Nova, Encanto, Francisco Dantas, Pau dos Ferros, Rafael Fernandes, Riacho de Santana e São Francisco do Oeste.

Segundo o MPRN, houve aumento expressivo no número de casos da doença no estado do Ceará, desde novembro. O órgão levou em considerou a proximidade geográfica entre os municípios potiguares e o estado vizinho, o que facilita a circulação de pessoas entre os territórios.

A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte, no entanto, afirmou que “não há evidências epidemiológicas registradas pela secretaria que justifiquem qualquer medida nesse sentido”, atualmente.

“A Sesap segue com a vigilância ativa em todo o estado, não só para a Covid-19, mas para todas as doenças”, disse em nota.

Vacinação, testagem e uso de máscaras

No mês de novembro, segundo o MP, foram identificados casos positivos de Covid-19 no município de Pau dos Ferros, o que reforçaria a necessidade de adoção imediata de medidas de controle e contenção da transmissão viral.

A recomendação registra que os municípios devem elaborar o plano considerando estratégias para intensificar a vacinação contra a Covid-19, com prioridade para a ampliação da cobertura vacinal em populações vulneráveis e prioritárias.

Também devem ser adotadas ações para testagem ampliada na população, incluindo a distribuição de testes rápidos nos serviços de saúde e em localidades estratégicas.

Foi recomendada ainda a elaboração de campanhas educativas de conscientização, com ênfase no uso de máscaras e higienização das mãos.

Unidades de saúde

Aos Hospitais Dr. Cleodon Carlos de Andrade e Dr. Nelson Maia e à Maternidade Santa Luiza de Marilac foi recomendado que também elaborem um plano de contenção e enfrentamento à doença.

As unidades de saúde devem identificar eventuais lacunas de insumos e medicamentos para que sejam estocados em quantidades suficientes.

O documento também traz recomendações à Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Norte. A pasta deve apresentar informações sobre a vacinação contra a Covid-19 na região do Alto Oeste potiguar e se há um plano atualizado para contenção e atendimento de casos da doença, especialmente considerando o aumento sazonal.

O não cumprimento das medidas poderá ensejar a adoção de medidas judiciais cabíveis. O MPRN fixou prazo de 10 dias para que os destinatários apresentem informações sobre o cumprimento ou não da recomendação ministerial.

g1

05/11/2024

GENOCIDA: É SÉRIO ISSO? - GOVERNO LULA É OMISSO NO COMBATE A COVID-19

MPF apura omissão do governo Lula no combate à Covid-19

Uma investigação preliminar foi aberta pelo Ministério Público Federal (MPF) para apurar uma possível omissão do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação ao combate da Covid-19. A Procuradoria da República no Distrito Federal identificou que o Ministério da Saúde, comandado pela ministra Nísia Trindade, falhou nas buscas por vacinas.

– As omissões da União com relação à prevenção, ao controle e ao tratamento da Covid-19 e seus agravamentos persistiram ao longo dos anos seguintes, mesmo com a troca de governo, em 2023 – destacou o MPF, em um documento assinado no fim de setembro.

Originalmente, a ação mirava o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Porém, o MPF pediu uma avaliação formal da gestão do governo Lula, que pode se tornar um inquérito.

O procedimento do MPF irá apurar possíveis omissões e ineficiências no combate ao coronavírus, incluindo a aquisição e a distribuição de vacinas atualizadas, a política de testagem, as medidas de mitigação, a comunicação à população e aos profissionais de saúde, o tratamento e prevenção da Covid longa e o “combate à hesitação vacinal”. 

As informações são da Oeste e da Folha de S.Paulo.

07/08/2024

OMS DE NOVO: OLHA A COVID AÍ, GENTE!

Covid-19: OMS cita aumento de casos e queda alarmante na vacinação

A diretora técnica para Preparação e Prevenção de Epidemias e Pandemias da Organização Mundial da Saúde (OMS), Maria Van Kerkhove, disse nesta terça-feira (6) que a covid-19 segue “bastante presente entre nós” e que o vírus circula atualmente em todos os países. Segundo ela, dados de sistemas de vigilância em 84 países apontam para um aumento substancial na detecção de testes positivos para a doença.

De forma geral, os números mostram uma ampliação de 10% na taxa de testes positivos para covid, mas o índice varia de região para região. Na Europa, por exemplo, o aumento foi de 20%. Além disso, o monitoramento de águas residuais feito pela OMS sugere que a circulação do vírus pode ser entre duas e 20 vezes maior do que o relatado atualmente. “Isso é importante porque o vírus continua a evoluir, o que nos coloca em risco de mutações mais perigosas”.

Durante coletiva de imprensa em Genebra, Maria citou elevação no número de internações e de mortes por covid em diversos países e destacou que um cenário de circulação elevada do vírus nessa época do ano não era esperado, já que os vírus respiratórios tendem a circular mais fortemente durante o inverno no Hemisfério Norte. “Ao longo dos últimos meses, independentemente da estação, diversos países reportaram aumento de casos de covid-19”.

Compartilhamento de dados

A diretora da OMS alertou que, de um total de 234 Estados-membros, apenas 34 reportaram dados sobre hospitalização por covid; 24 reportaram dados sobre internações em unidades de terapia intensiva (UTI) por covid; e 70 reportaram dados sobre mortes provocadas pelo vírus. “Estamos cegos no que diz respeito aos impactos da covid”, disse, ao destacar que a entidade depende dos números para estabelecer, por exemplo, o nível de risco para a doença.

Queda na vacinação

Maria também demonstrou preocupação em relação ao que chamou de “queda alarmante” das taxas de vacinação contra a covid-19 em todo o mundo – sobretudo entre profissionais de saúde e pessoas com mais de 60 anos, dois grupos considerados de risco para a doença. “Esse cenário precisa ser remediado com urgência”, disse, ao cobrar de governos que ampliem a vigilância e invistam na aquisição de vacinas.

Uma dose a cada 12 meses

Por fim, a diretora da OMS recomendou que sejam tomadas medidas individuais para reduzir o risco de infecção e de agravamento do quadro, incluindo ter tomado uma dose da vacina contra a covid ao longo dos últimos 12 meses – sobretudo entre pessoas que pertencem a grupos de risco. Maria lembrou que bilhões de doses contra a doença foram administradas com segurança em todo o mundo desde 2021, prevenindo milhões de casos graves e mortes.

“O que se tornou crítico agora é: quando foi a sua última dose? Se você tem alguma comorbidade, precisa ser vacinado, pelo menos, a cada 12 meses”, reforçou, ao citar que a falsa percepção de que o vírus foi embora comprometeu seriamente as taxas de cobertura vacinal pelo mundo. “O vírus está aqui para ficar. Mas o impacto futuro da covid-19 depende de nós”, concluiu.

Agência Brasil

23/04/2024

JÁ PODE CHAMAR DE GENOCIDA?

Atraso em processo de compra da vacina da covid-19 adia campanha e deixa Estados sem doses

Atrasos no processo de compra de vacinas contra a covid-19 pelo Ministério da Saúde levaram ao adiamento do início da campanha de imunização deste ano contra a doença e já provocam desabastecimento em vários Estados do País.

O problema, de acordo com o ministério, foi causado por um impasse entre as farmacêuticas Pfizer e Moderna, que brigavam na Justiça por divergências no pregão de compra. Especialistas, no entanto, dizem que a falta de imunizantes também está relacionada à falta de planejamento do ministério.

Em fevereiro, o ministério afirmou que estava em processo de compra da vacina atualizada contra a cepa XBB.1.5 (uma subvariante da ômicron) e que receberia as doses do imunizante em março, indicando que a campanha teria início no mês passado. A afirmação foi feita nas redes sociais pela secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do ministério, Ethel Maciel.

Posteriormente, a campanha foi prometida para abril e, agora, deverá ter início somente em maio. Segundo Ethel, a compra acabou sofrendo atrasos após impasse jurídico envolvendo as empresas em disputa no pregão. De acordo com ela, a pasta deu início a um processo de compra emergencial em dezembro, quando a vacina atualizada da Pfizer foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em março, no entanto, a vacina da Moderna atualizada para a cepa XBB.1.5 também recebeu o aval da agência, entrou na disputa e venceu o pregão. Depois disso, segundo a secretária, a Pfizer questionou o resultado, o que levou a uma disputa jurídica que deve ter o desfecho nesta quinta-feira, 18, quando o resultado da licitação for divulgado pela pasta.

Atualmente, o Ministério da Saúde tem em seu estoque para distribuição apenas 1,5 milhão de doses da vacina pediátrica contra a covid-19, sem mais doses da vacina para maiores de 12 anos.

Com isso, ao menos seis Estados (de dez que responderam aos questionamentos da reportagem) já estão sem doses ou dizem que há risco de a vacinação ser interrompida pelos estoques baixos.

Terra

22/01/2024

EITA, NÓS!: JÁ TEM DENGUE AGORA ESTÃO RESGATANDO A COVID-19

Nova subvariante da covid-19 é identificada em Mato Grosso

A Secretaria de Saúde de Mato Grosso informou ter identificado uma nova subvariante da covid-19, a JN 2.5, uma variação da Ômicron. “Esse é o primeiro registro da subvariante no Brasil”, destacou a pasta.

Em nota, a secretaria detalhou que o laboratório central do estado sequenciou e identificou a nova subvariante em pesquisa realizada entre os dias 16 e 18 de janeiro. Ao todo, quatro pacientes do sexo feminino testaram positivo para a nova cepa e foram hospitalizadas.

Desse total, três pacientes receberam alta médica, estão estáveis e seguem em isolamento domiciliar sob acompanhamento da vigilância municipal. Já a quarta paciente tinha doença pulmonar obstrutiva crônica e morreu.

“No entanto, a equipe de vigilância da SES [Secretaria de Estado de Saúde] ainda investiga o caso e não é possível afirmar que a causa da morte foi a covid-19.”

O governo do estado pediu que a população evite pânico e mantenha-se em alerta para sintomas gripais. As orientações incluem ainda o uso de máscara em caso de gripe ou resfriado e higienizar as mãos com sabão ou álcool 70%, além de vacinar-se contra a doença.

Além do Brasil, a subvariante JN 2.5 também foi identificada no Canadá, na França, na Polônia, na Espanha, nos Estados Unidos, na Suécia e no Reino Unido.

agorarn

02/01/2024

INFECTOLOGISTA RENOMADO 'JOGA ÁGUA' NO AGRAVAMENTO DA COVID-19 QUE QUEREM CRIAR

Agravamento da Covid-19 é fake news, diz infectologista renomado

O infectologista Francisco Cardoso respondeu ao Diário do Poder sobre o surgimento de uma nova variante da COVID-19 identificada no estado de Pernambuco, que fez surgir boatos a respeito de uma nova onda da doença no Brasil. “Não existe agravamento dos casos de COVID. Isso é fake news. Nenhum grande centro hospitalar do país registrou aumento de internações por causa de Covid”, analisou.

E completou: “Essa variante identificada em Pernambuco já foi também identificada em outros países e faz parte do processo natural de seleção de espécies que envolvem a doença”.

O especialista renomado ainda alertou para o processo de politização da doença, que segundo ele ocorre desde quando se iniciou a pandemia por meio “de uma parcela da sociedade que quer causar trauma e terror na população com fins políticos e de poder”.

Cardoso, que presidiu a Associação Nacional dos Médicos, a Associação Nacional dos Peritos Médicos, e se destacou ao defender o ‘tratamento precoce’ contra a Covid-19 no auge da pandemia, avaliou que é comum, em períodos de festividades e aglomerações, ‘especialistas mal caráter’ usarem a mídia para propagar o terror.

“A COVID veio para ficar. É uma doença endêmica que virou uma das hipóteses de gripe. Quem diz o contrário, ou é ignorante ou está agindo de má fé”.

DP

11/06/2023

LÁ VEM: NOVA LINHAGEM DA COVID-19 É PROCURADA NOS EUA POR CIENTISTA

Cientista busca pessoa nos EUA com infecção por uma nova linhagem da Covid-19

No início deste ano, Marc Johnson, professor de microbiologia molecular e imunologia na Escola de Medicina da Universidade de Missouri, foi ao Twitter para pedir ajuda sobre uma nova linhagem da Covid-19.

Johnson conversou com o jornal Insider, e disse que uma nova linhagem do vírus foi encontrada por ele, todas vindas de uma pessoa de Ohio, nos Estados Unidos.

O material foi encontrado na cidade de Columbus e em uma outra localidade, a 64 km de distância. Segundo Johnson, “não há uma ameaça iminente à saúde pública”.

Apesar disso, o professor afirmou que é importante encontrar essa nova linhagem e identificar novas pistas sobre as mutações do vírus da Covid-19.

A busca segue. Johnson reduziu para 1.600 o número de pessoas que fazem um trajeto diário entre a cidade de Columbus e a outra localidade, na tentativa de encontrar a pessoa de Ohio.

Johnson diz que a pessoa provavelmente está apresentando sintomas gastrointestinais e pode nem saber que tem uma infecção por Covid-19 de longa duração.

O professor afirmou ainda esperar que a pessoa reconheça que está transmitindo o vírus e vá ao médico: “Eu adoraria saber os detalhes”, disse ele, mas “principalmente, quero que eles procurem tratamento”.

CNN

02/05/2023

COVID: LÁ VEM ELA DE NOVO COM NOME DE 'ARCTURUS' (XBB.1.16)

São Paulo registra primeiro caso da subvariante arcturus da Covid-19

A Covisa (Coordenadoria de Vigilância em Saúde) confirmou na noite desta segunda-feira (1º) a primeira detecção da subvariante XBB.1.16 da Covid-19, também conhecida como arcturus. O caso foi notificado na última sexta-feira (28).

O paciente é um homem de 75 anos, acamado e com comorbidades, que apresentou os sintomas de síndrome gripal e febre persistente no dia 7 de abril.]

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, o paciente foi encaminhado para atendimento em um hospital privado da capital, com alta na última quinta-feira (27).

O homem possui o esquema vacinal completo contra a Covid-19, inclusive, com a dose da Pfizer bivalente.

A variante está sendo monitorada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como de interesse. Segundo a pasta municipal, até o momento a arcturus não apresentou gravidade ou aumento no número de casos na cidade de São Paulo.

Na Índia, onde a foi identificada pela primeira vez no início do ano, arcturus hoje é a principal cepa transmissora de Covid-19.

Entre os principais sintomas causados pela nova variante estão: irritação nos olhos —parecidos com conjuntivite—, tosse seca e episódios febris.

"A SMS reforça a importância de completar o esquema vacinal contra a Covid-19, inclusive com a Pfizer bivalente, para se proteger contra formas graves da doença", afirmou a secretaria municipal, em nota.

A vacinação com o imunizante bivalente está disponível na capital para pessoas acima de 50 anos, maiores de 12 anos com imunossupressão ou com comorbidades, indígenas, gestantes e puérperas, residentes em instituições de longa permanência e funcionários desses lares na cidade de São Paulo, profissionais da saúde, pessoas com deficiência física permanente, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, além da população em situação de rua.

Quem está fora do público-alvo, e tem a partir de 18 anos, pode se inscrever na unidade básica de saúde mais próxima de casa para tentar ser vacinado com a xepa, que são as doses que sobram no fim do dia.

Até o último dia 25 de abril (dados mais recentes) 1, 3 milhões de doses do imunizante bivalente haviam sido aplicadas na cidade de São Paulo, 49,6% do esperado.

Com informações da Folha de São Paulo

01/03/2023

OBRIGATORIEDADE DO USO DE MÁSCARA NOS AEROPORTOS É SUSPENSO PELA ANVISA - NOS BLOCOS ERA LIBERADO GERAL

Anvisa acaba com a obrigatoriedade do uso de máscaras nos aviões

A Anvisa acaba de derrubar a medida que obrigava o uso de máscaras contra a Covid-19 nas áreas de embarque dos aeroportos brasileiros e nos voos domésticos. Reunida na manhã desta quarta-feira, a diretoria colegiada da agência considerou dados mais recentes disponíveis sobre a doença (incluindo aqueles registrados no Carnaval) e reavaliou a norma, que vinha destoando de políticas públicas adotadas em outros ambientes fechados e com aglomeração de pessoas.

Depois de uma flexibilização a partir de agosto de 2022, a Anvisa voltou a requerer as máscaras em novembro diante de um aumento no número de casos de Covid, naquele mês, e também da proximidade com as festas de fim de ano. Agora, o uso delas será novamente facultativo.

O voto neste sentido foi elaborado pelo relator do tema, Daniel Pereira, e acompanhado, até aqui, pela maioria dos integrantes do colegiado.

O Globo

16/02/2023

MI MI MI: LÁ VEM ESSE CARA DE NOVO

OMS promete “fazer tudo” para encontrar origem da Covid-19

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde(OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse, nesta quarta-feira (15), que fará “todo o possível” para ter uma “resposta” sobre a origem da Covid-19.

Ele também disse ter enviado um e-mail oficial a autoridades de alto escalão do governo da China a fim de pedir a volta da colaboração de Pequim nas investigações para determinar a origem do vírus.

O grupo farmacêutico chinês CanSino Biologics disse que a demanda por sua vacina contra a Covid está em “queda” depois do fim abrupto da política de Covid Zero na China. A CanSino estava lançando a versão inalada da vacina em dezembro quando o país anunciou o fim das medidas restritivas.

A vacina recebeu aprovação e, atualmente, soma-se às doze vacinas domésticas existentes que atendem à população chinesa.

E a Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) espera que as campanhas de vacinação contra a covid sejam realizadas uma vez por ano, de maneira similar à campanha da gripe.

A EMA está em discussão com a OMS e outras agências reguladoras sobre os processos para a introdução das campanhas e possíveis atualizações da vacina.

AE

04/02/2023

COVID PODE PERMANECER POR MUITO TEMPO - CONFORME PESQUISA REALIZADA COM BRASILEIROS

Pesquisa revela que covid-19 pode permanecer por longo tempo

Uma pesquisa realizada com brasileiros revela que quase 60% das pessoas que contraíram covid-19 desenvolveram a doença por longo tempo, com sintomas que permaneceram pelo menos por três meses após a fase aguda. Realizado pela Rede de Pesquisa Solidária em Políticas Públicas e Sociedade da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o estudo usou um questionário online destinado a pessoas que tinham contraído a doença. Para a análise, foram considerados 1.230 participantes que apresentaram diagnóstico de covid-19 confirmado por teste PCR.

Deste total, 720 pessoas mantiveram sintomas por três meses, ou mais, e 496 disseram que não estavam totalmente recuperados no momento da pesquisa. Os efeitos prolongados da doença foram mais frequentes entre os não vacinados. Além disso, mais de 80% das pessoas com covid-19 longa demandaram serviços de saúde por causa da persistência dos sintomas.

Fadiga, ansiedade, perda de memória e queda de cabelo foram alguns dos principais sintomas apontados. Foram citados mais de 50 sintomas persistentes, agrupados em dez categorias: cardiovasculares/coagulação, dermatológicos, endócrino-metabólicos, gastrointestinais, músculoesqueléticos, renais, respiratórios, neurológicos e de saúde mental, além de sintomas gerais, como dor e tontura.

Os resultados do estudo foram publicados em janeiro. Entre os pesquisadores que assinam a nota técnica, estão Claudio Maierovitch, Vaneide Pedi, Erica Tatiane da Silva e Mariana Verotti, da Fiocruz Brasília, além de Rafael Moreira e Marcos Pedrosa, da Fiocruz Pernambuco. A publicação analisa os sintomas da covid-19 longa no Brasil e o acesso ao diagnóstico e ao tratamento.

“A falta de dados inviabiliza o desenho de estratégias para alertar a população sobre os riscos de desenvolver esta forma de covid-19 e de serviços de assistência para atender às pessoas que sofrem de sequelas prolongadas”, diz a equipe técnica responsável pela pesquisa.

O objetivo do estudo foi justamente contribuir para o preenchimento das lacunas desses dados. Protocolos de monitoramento de pacientes com sequelas persistentes, investimentos em atividades de reabilitação com abordagem multidisciplinar e atenção especial à covid-19 longa nas populações mais socialmente vulnerabilizadas estão entre as recomendações do documento.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), de 10% a 20% dos pacientes considerados livres do Sars-CoV-2 e da doença aguda podem apresentar covid-19 longa, isto é, entre 2,8 milhões e 5,6 milhões de brasileiros poderão precisar de cuidados de saúde por sofrer desta forma da doença. Tal condição refere-se a uma variedade de sintomas que permanecem ou até aparecem pela primeira vez até três meses após a infecção por Sars-Cov-2, sintomas que não podem ser explicados por outros motivos e que trazem prejuízos à saúde e à qualidade de vida.

Embora o mecanismo exato que leva à covid-19 longa ainda seja desconhecido, acredita-se que a doença esteja associada ao processo inflamatório causado pelo vírus, que começa no pulmão e se espalha para outros órgãos e tecidos. Apesar de mais frequentemente observada em idosos, mulheres e pacientes graves na fase aguda, a covid longa pode se manifestar em qualquer pessoa.

O tratamento varia conforme os sintomas apresentados, e o desfecho depende de fatores como a gravidade desses sintomas, a existência de outras doenças crônicas e o acesso ao cuidado e à reabilitação. “Estudo recente sugere que as vacinas e, principalmente, as doses de reforço, podem amenizar o quadro ou diminuir as chances de desenvolver a covid-19 longa”, destaca a nota técnica, reforçando que a população deve ser informada sobre a importância de evitar infecções sucessivas e sobre os riscos de desenvolver sequelas.

Agência Brasil

30/01/2023

JÁ PODE FECHAR O COMÉRCIO?

OMS decide manter nível máximo de alerta para pandemia de Covid-19

A OMS (Organização Mundial da Saúde) decidiu, nesta segunda-feira (30), manter o nível máximo de alerta para a pandemia da Covid-19, exatamente três anos depois de ter declarado a doença como urgência de saúde pública internacional.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, seguiu as recomendações do comitê de urgência sobre a Covid-19, composto por diversos especialista, que se reuniram na última sexta-feira, de acordo com comunicado divulgado hoje.

“O diretor-geral da OMS concorda com o conselho oferecido pelo comitê em relação à pandemia de Covid-19 em andamento e determina que o evento continua a constituir uma emergência de saúde pública de interesse internacional. O diretor-geral reconhece as opiniões do comitê de que a pandemia de Covid-19 provavelmente está em um ponto de transição e agradece ao conselho do Comitê de navegar cuidadosamente por essa transição e mitigar as possíveis consequências negativas”, diz a nota oficial.

Tedros Adhanom também destacou o avanço no combate à doença. “Enquanto entramos no quarto ano da pandemia, não há dúvidas de que estamos numa situação muito melhor do que há um ano, quando a onda da Ômicron atingiu o pico”, disse.