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01/09/2026

ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO DOS MUNICÍPIOS POTIGUARES 2026 É DIVULGADA PELO IBGE

IBGE divulga estimativas da população dos municípios potiguares referente a 2026 

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (28) a Estimativa da População de todos os municípios e estados brasileiros para o ano de 2026.  No Rio Grande do Norte, 57 municípios tiveram redução de população, incluindo a capital do estado, que saiu de 784.249 habitantes estimados em 2025 para 783.196 estimados em 2026, seguindo tendência observada no ano passado. Apesar do recuo, Natal continua sendo a cidade mais populosa do estado.  

As Estimativas são utilizadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios e são fundamentais para indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos entre o Censo Demográfico. A pesquisa também considera alterações de limites territoriais que ocorreram após o Censo 2022. Os dados têm como data de referência o dia 1º de julho de 2026. 

A população total do estado do Rio Grande do Norte foi estimada em 3.463.737 residentes, 8.501 pessoas a menos que em 2025. 

Entre os municípios potiguares, as reduções proporcionalmente mais relevantes ocorreram em Touros, que saiu de 34.767 habitantes estimados em 2025 para 34.412 em 2026; em Venha-Ver, que reduziu de 3.005 para 2.976 pessoas; e em João Dias, que caiu de 2.073 para 2.054 residentes no mesmo período. Por outro lado, Pureza, com aumento de 9.752 para 10.283 pessoas, Extremoz, com aumento de 68.584 para 70.452 habitantes, e Tibau do Sul, com crescimento de 18.080 para 18.302 residentes, tiveram os crescimentos populacionais proporcionalmente mais intensos entre 2025 e 2026. 

Os dados mostram ainda que os 10 municípios potiguares com maiores populações estimadas concentram mais da metade da população do estado (54,18%). Todos eles têm mais de 50 mil habitantes. 

Municípios com maiores populações estimadas no RN – 2026 

1. Natal - 783.196 pessoas 
2. Mossoró - 279.100 pessoas 
3. Parnamirim - 273.952 pessoas 
4. São Gonçalo do Amarante -125.691 pessoas 
5. Macaíba - 87.634 pessoas 
6. Ceará-Mirim - 83.662 pessoas 
7. Extremoz - 70.452 pessoas 
8. Caicó - 63.338 pessoas 
9. Assú - 59.278 pessoas 
10. São José de Mipibu - 50.386 pessoas 

O levantamento do IBGE também aponta que o Rio Grande do Norte tem 16 municípios com menos de 3 mil habitantes, com a entrada de Venha-Ver na lista. Além disso, apenas Viçosa, cidade menos populosa do estado, tem menos de 2 mil residentes.  

A pesquisa mostra ainda que dos 10 municípios com menores populações, quatro sofreram redução entre 2025 e 2026: João Dias, Bodó, Jardim de Angicos e Pedra Preta.  

Municípios com menores populações estimadas no RN – 2026 

1. Viçosa - 1.909 pessoas 
2. João Dias - 2.054 pessoas 
3. Ipueira - 2.090 pessoas 
4. Galinhos - 2.159 pessoas 
5. Monte das Gameleiras - 2.347 pessoas 
6. Bodó - 2.357 pessoas 
7. Taboleiro Grande - 2.411 pessoas 
8. Timbaúba dos Batistas - 2.428 pessoas 
9. Jardim de Angicos - 2.483 pessoas 
10. Pedra Preta - 2.491 pessoas 

Sobre as Estimativas de População 

As Estimativas da População fornecem, anualmente, o total de habitantes dos municípios e das unidades da Federação brasileiras, com referência em 1º de julho do ano corrente. Produzidas pelo IBGE desde 1975 e publicadas no Diário Oficial da União desde 1992, elas atendem a determinações legais e têm papel estratégico para a administração pública, especialmente por servirem de base ao Tribunal de Contas da União (TCU) na distribuição dos recursos dos Fundos de Participação dos Estados (FPE) e dos Municípios (FPM). 

As estimativas são calculadas pelo método AiBi, desenvolvido em 1972, que combina as projeções populacionais mais recentes para o Brasil e as unidades da Federação com as tendências de crescimento observadas nos municípios a partir dos dois últimos Censos Demográficos. Os cálculos também incorporam atualizações da divisão político-administrativa do país, refletindo alterações territoriais ocorridas após o último Censo.  

IBGE

28/08/2026

IBGE: ENQUANTO A POPULAÇÃO DE PARNAMIRIM CRESCE E SE APROXIMA DE MOSSORÓ, NATAL DIMINUI - VEJA

População de Natal diminui 0,13%, enquanto Parnamirim cresce, se aproxima de Mossoró e pode assumir 2º lugar no RN

Natal registrou redução de 0,13% na população em 2026, segundo estimativa divulgada nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A capital potiguar possui 783.196 habitantes, abaixo do número estimado para 2025. Ao mesmo tempo, Parnamirim segue se aproximando de Mossoró e pode, nos próximos anos, se tornar o segundo município mais populoso do Rio Grande do Norte.

Parnamirim tem população estimada em 273.952 habitantes, enquanto Mossoró registra 279.100. A diferença é de 5.148 habitantes, reforçando a tendência de aproximação entre os dois municípios.

No RN, a população chegou a 3.463.737 habitantes e houve uma redução de 8.501 em relação à 2025. No Brasil, são 214.211.951 habitantes, com alta de 0,37% no período.

Os dados do IBGE consideram a população estimada até 1º de julho de 2026.

Maiores populações estimadas do RN em 2026

  • Natal: 783.196
  • Mossoró: 279.100
  • Parnamirim: 273.952
  • São Gonçalo do Amarante: 125.691
  • Macaíba: 87.634
  • Ceará-Mirim: 83.662
  • Extremoz: 70.452
  • Caicó: 63.338
  • Assú: 59.278
  • São José de Mipibu: 50.386

Menores populações estimadas do RN em 2026

  • Viçosa: 1.909
  • João Dias: 2.054
  • Ipueira: 2.090
  • Galinhos: 2.159
  • Monte das Gameleiras: 2.347
  • Bodó: 2.357
  • Taboleiro Grande: 2.411
  • Timbaúba dos Batistas: 2.428
  • Jardim de Angicos: 2.483

IBGE DIZ QUE BRASIL TEM 214,2 MILHÕES DE HABITANTES

Brasil tem 214,2 milhões de habitantes, diz IBGE

A população do Brasil é estimada em 214.211.951 habitantes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (28). O dado representa um crescimento de 0,37% em relação a 2025.

O levantamento considera uma contagem realizada até 1º de julho de 2026 e mostra a população total dos estados e municípios. (Veja o número de habitantes por estado).

No último Censo Demográfico, realizado em 2022, o Brasil tinha 203.062.512 habitantes. Na ocasião, o levantamento foi realizado dez anos após a edição anterior da pesquisa, devido à pandemia.

Segundo o IBGE, os cinco municípios mais populosos do país são São Paulo (SP), com 11.911.337 pessoas; Rio de Janeiro (RJ), com 6.731.133 moradores; e Brasília (DF), com estimativa de 3.009.996 pessoas.

O Brasil ainda conta com 15 municípios com mais de 1 milhão de habitantes. Juntos, eles concentram 20% da população brasileira, somando 49.886.420 pessoas.

“[O levantamento] aponta ainda que, dessa lista, apenas Guarulhos e Campinas, no estado de São Paulo, não são capitais estaduais, com 1.351.284 e 1.189.761 habitantes, respectivamente”, diz o instituto.

Os estados de Roraima, Santa Catarina e Mato Grosso apresentaram as maiores taxas de crescimento populacional: 3%, 1,5% e 1,5%, respectivamente.

Veja os principais destaques por estado

As 27 capitais estaduais concentram 49,4 milhões de habitantes, o equivalente a quase um quarto (23,1%) da população brasileira.

Boa Vista (RR) é a capital com maior taxa de crescimento populacional entre 2025 e 2026, com aumento de 3,2%.

Salvador (-0,17%), Natal (-0,13%), Belém (-0,08%) e Belo Horizonte (-0,02%) registraram redução populacional em relação às estimativas de 2025.

O Sudeste concentra 41,6% da população brasileira, seguido pelo Nordeste (26,8%), Sul (14,7%), Norte (8,8%) e Centro-Oeste (8,1%).

População por estado

01- São Paulo: 46.179.008
02- Minas Gerais: 21.460.311
03- Rio de Janeiro: 17.225.410
04- Bahia: 14.889.472
05- Paraná: 11.952.456
06- Rio Grande do Sul: 11.233.317
07- Pernambuco: 9.583.176
08- Ceará: 9.302.211
09- Santa Catarina: 8.312.759
10- Pará: 8.756.324
11- Goiás: 7.495.033
12- Maranhão: 7.024.557
13- Amazonas: 4.360.926
14- Paraíba: 4.182.828
15-Espírito Santo: 4.150.692
16- Mato Grosso: 3.950.330
17- 18- Rio Grande do Norte: 3.463.737
18- Piauí: 3.392.617
19- Alagoas: 3.221.128
20- Distrito Federal: 3.009.996
21- Mato Grosso do Sul: 2.946.317
22- Sergipe: 2.307.255
23- Rondônia: 1.757.338
24- Tocantins: 1.595.994
25- Acre: 887.794
26- Amapá: 809.953
27- Roraima: 761.012

13/08/2026

IBGE: NO RIO GRANDE DO NORTE TURISMO RECUA 3,0% EM JUNHO

Turismo recua 3,0% no Rio Grande do Norte em junho  

Pesquisa PMS   Período Junho/2026   Abrangência Estado do Rio Grande do Norte 

Índice de atividades turísticas ficou negativo em 16 dos 17 estados pesquisados pelo IBGE; demais serviços recuaram 0,7% no RN 

Release nacional na Agência IBGE 

O volume de atividades turísticas do Rio Grande do Norte recuou 3,0% na passagem de maio para junho. Esse foi o terceiro mês consecutivo que o indicador ficou negativo no estado, na série com ajuste sazonal. As informações são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).   

Em todo o Brasil, 16 dos 17 estados pesquisados registraram números negativos em junho, na comparação com maio. Alagoas foi a única unidade da federação com avanço (1,8%). Com o resultado, o País teve queda de 3,4%.  


Em relação a junho do ano passado, a queda foi de 4,4% no volume de atividades turísticas do RN. No acumulado do ano, o turismo potiguar ficou estável (0,0%), na comparação ao mesmo período de 2025. Já a variação acumulada em 12 meses, em relação ao período anterior de 12 meses, foi de 1,2% no estado.  

Serviços variam -0,7% no RN 

Em junho, o índice de volume de serviços do Rio Grande do Norte teve variação negativa de 0,7%, na comparação com o mês de maio, terceiro mês seguido de queda. A série tem ajuste sazonal. Na comparação com junho de 2025, o recuo foi de 3,3%. 

A nível nacional, o setor ficou estabilizado em junho (0,0%) e 16 estados ficaram com números negativos. Na região Nordeste, apenas Alagoas (1,7%), Sergipe (1,6%) e Piauí (1,5%) tiveram altas no período. Bahia (0,2%) também estabilizou. 

No índice acumulado de janeiro a junho de 2026, frente a igual período do ano anterior, o setor de serviços potiguar variou 0,7%, menor crescimento da região. A variação acumulada em 12 meses, em relação ao período anterior de 12 meses, foi de 0,4% no estado. 

Sobre a PMS 

A Pesquisa Mensal de Serviços tem como objetivo produzir indicadores que permitam acompanhar o comportamento conjuntural dos principais segmentos empresariais não-financeiros do setor de serviços, excluindo-se os da saúde e da educação, complementando, através da análise de curto prazo, o mapeamento da estrutura das atividades de serviços no País, efetuado pela Pesquisa Anual de Serviços - PAS. 

Os resultados completos da pesquisa podem ser consultados na página da pesquisa no Sistema IBGE de Recuperação Automática (Sidra), por meio do link: https://sidra.ibge.gov.br/pesquisa/pms/tabelas. A próxima divulgação da PMS, referente a julho, está programada para o dia 10 de setembro. 

Leia na Agência IBGE 

• Volume de serviços fica estável (0,0%) em junho 

06/07/2026

IBGE ABRE VAGAS TEMPORÁRIAS PARA CEARÁ MIRIM/RN

IBGE abre 10 vagas temporárias em Ceará-Mirim com remuneração de até R$ 5,2 mil; inscrições encerram nesta quinta (9)

Encerram nesta quinta-feira (9) as inscrições para o processo seletivo simplificado aberto pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para contratar profissionais temporários para atuar no 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola. Em Ceará-Mirim, são 10 vagas oferecidas.

No município, as vagas estão distribuídas em cinco funções, com remunerações que variam de R$ 2.128,00 a R$ 4.008,00.

- Agente Censitário Administrativo – R$ 2.128,00 (1 vaga)

- Agente Censitário de Informática – R$ 2.128,00 (1 vaga)

- Agente Operacional Regional – R$ 4.008,00 (1 vaga)

- Agente Censitário Regional – R$ 3.858,00 (1 vaga)

- Agente Censitário Supervisor – R$ 3.480,00 (6 vagas)

Além do salário, os contratados têm direito a auxílio-alimentação de R$ 1.192,00, auxílio-transporte, auxílio pré-escolar, férias proporcionais e 13º salário proporcional, nos termos da legislação vigente.

Todas as funções exigem ensino médio completo. Para os cargos de Agente Operacional Regional (AOR), Agente Censitário Regional (ACR) e Agente Censitário Supervisor (ACS), também é necessário possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH), definitiva ou provisória, no mínimo na categoria B e dentro do prazo de validade.

Os profissionais contratados atuarão em atividades administrativas, operacionais, de supervisão e de suporte tecnológico relacionadas à realização do Censo Agropecuário. Entre as atribuições estão o acompanhamento da coleta de dados em campo, a gestão de equipes de recenseadores, o suporte em tecnologia da informação e a organização administrativa dos postos de coleta.

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela internet, no site do IBFC, banca organizadora do processo seletivo, até as 23h (horário de Brasília) desta quinta-feira (9). A taxa de inscrição é de R$ 53,00.

28/06/2026

IBGE ABRE SELEÇÃO COM 10 VAGAS PARA ATUAÇÃO EM CEARÁ-MIRIM; INSCRIÇÕES SEGUEM ATÉ 1º DE JULHO

IBGE - 10 vagas para Ceará Mirim/RN

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está com edital publicado para contratação temporária de profissionais que irão atuar no Censo Agropecuário em Ceará-Mirim. Ao todo, são 10 vagas distribuídas entre diferentes funções, todas destinadas a candidatos com ensino médio completo.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 1º de julho, por meio do site ibfc.org.br. A taxa de inscrição é de R$ 53,00, e a prova objetiva está prevista para o dia 27 de setembro.

As oportunidades estão distribuídas da seguinte forma:

Agente Operacional Regional (AOR): 1 vaga, com remuneração de R$ 4.008,00;
Agente Censitário Regional (ACR): 1 vaga, com remuneração de R$ 3.858,00;
Agente Censitário Supervisor (ACS): 6 vagas, com remuneração de R$ 3.480,00;
Agente Censitário Administrativo (ACA): 1 vaga, com remuneração de R$ 2.128,00;
Agente Censitário de Informática (ACI): 1 vaga, com remuneração de R$ 2.128,00.

Além dos salários, os contratados terão direito a auxílio-alimentação no valor de R$ 1.192,00, auxílio-transporte, auxílio pré-escolar, férias e 13º salário proporcionais, conforme previsto no edital.

A seleção representa uma excelente oportunidade para quem busca ingressar no mercado de trabalho, contribuindo diretamente para a produção de informações que auxiliam no planejamento e desenvolvimento do país.

Os interessados devem acessar ibfc.org.br, conferir todas as regras do edital e realizar a inscrição dentro do prazo estabelecido.


Assecom - PMCM

16/06/2026

COM REMUNERAÇÃO DE ATÉ R$ 5,2 MIL IBGE ABRE 29 VAGAS TEMPORÁRIAS NO RN

IBGE abre 29 vagas temporárias no RN com remuneração de até R$ 5,2 mil

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou, nesta segunda-feira (15), a abertura de um novo Processo Seletivo Simplificado para a contratação temporária de profissionais que atuarão nas operações do 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola e no levantamento da População em Situação de Rua. No Rio Grande do Norte, são 29 vagas em diferentes áreas, conforme previsto no Edital nº 02/2026.

As inscrições começam às 10h de quarta-feira (17) e seguem até as 23h59 do dia 15 de julho de 2026, exclusivamente pela internet. A seleção será organizada pelo Instituto Avalia.

Do total de oportunidades, 22 vagas são destinadas à função de Analista Censitário e 7 para Agente Censitário de Qualidade. Todas as oportunidades são para Natal. Os contratos são temporários, com duração inicial de até 12 meses, podendo ser prorrogados conforme a necessidade das operações, até o limite de 48 meses.

Para Agente Censitário de Qualidade (ACQ), que exige ensino médio completo, o salário mensal é de R$ 2.932,00. Já para as funções de Analista Censitário, que demandam nível superior em áreas específicas, a remuneração é de R$ 5.255,40. Todos os contratados terão direito a benefícios como auxílio-alimentação de R$ 1.192,00, além de auxílio-transporte, auxílio pré-escolar, férias e 13º salário proporcionais.

Vagas de nível médio para Natal:

  • Agente Censitário de Qualidade (ACQ) - 7 vagas
Vagas de nível superior para Natal:

  • Analista Censitário (AC) - 22 vagas
    o Agronomia – 2 vagas
    o Assistência Social – 1 vaga
    o Ciências Contábeis – 1 vaga
    o Ciências Sociais/Antropologia – 1 vaga
    o Geoprocessamento – 6 vagas
    o Gestão e Infraestrutura – 7 vagas
    o Jornalismo – 1 vaga
    o Métodos Quantitativos – 1 vaga
    o Tecnologia da Informação – 1 vaga
    o Veterinária/Zootecnia – 1 vaga
Entre as atribuições previstas, destacam-se atividades de planejamento, coleta e análise de dados, elaboração de relatórios técnicos, desenvolvimento de sistemas, produção de conteúdo e apoio às equipes de campo, conforme a área de atuação. Já o Agente Censitário de Qualidade terá papel estratégico no controle e na verificação da qualidade das informações coletadas, supervisionando o trabalho dos recenseadores e assegurando o cumprimento dos padrões metodológicos do IBGE.

Taxa de inscrição

A taxa de inscrição é de R$ 41,76 para a função de Agente Censitário de Qualidade e R$ 37,50 para Analista Censitário. Os interessados devem acessar o site do Instituto Avalia para se inscrever e consultar a versão completa do edital, que contém detalhes sobre as vagas, requisitos e etapas do processo seletivo.

No Brasil

Em todo o país, são oferecidas 1.414 vagas, distribuídas entre as funções de Analista Censitário (1.020 vagas) e Agente Censitário de Qualidade (394 vagas).

O IBGE reforça que todas as informações oficiais sobre a seleção, incluindo comunicados e avisos, serão divulgadas exclusivamente por meio do portal da banca organizadora, no link: https://www.avalia.org.br/concursos/618.

28/05/2026

DESEMPREGO: SE É O IBGE QUE ESTÁ DIZENDO CERTAMENTE A TAXA É MUITO MAIOR

Desemprego sobe para 5,8% no trimestre encerrado em abril, diz IBGE

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,8% no trimestre encerrado em abril de 2026, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da PNAD Contínua. O índice representa alta de 0,4 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em janeiro (5,4%), mas ainda permanece abaixo do registrado no mesmo período de 2025, quando estava em 6,6%.

Apesar da leve piora na comparação trimestral, o mercado de trabalho brasileiro segue mostrando melhora em relação ao ano passado. O número de desempregados chegou a 6,3 milhões de pessoas, alta de 8% frente ao trimestre anterior, mas queda de 11,3% em relação ao mesmo período de 2025 — o equivalente a 809 mil pessoas a menos em busca de trabalho.

A população ocupada foi estimada em 102,3 milhões de pessoas, com recuo de 0,3% no trimestre, o que representa menos 338 mil trabalhadores. Na comparação anual, porém, houve crescimento de 1,1%, com mais 1,07 milhão de pessoas empregadas.

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,8% no trimestre encerrado em abril de 2026, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da PNAD Contínua. O índice representa alta de 0,4 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em janeiro (5,4%), mas ainda permanece abaixo do registrado no mesmo período de 2025, quando estava em 6,6%.

Apesar da leve piora na comparação trimestral, o mercado de trabalho brasileiro segue mostrando melhora em relação ao ano passado. O número de desempregados chegou a 6,3 milhões de pessoas, alta de 8% frente ao trimestre anterior, mas queda de 11,3% em relação ao mesmo período de 2025 — o equivalente a 809 mil pessoas a menos em busca de trabalho.

A população ocupada foi estimada em 102,3 milhões de pessoas, com recuo de 0,3% no trimestre, o que representa menos 338 mil trabalhadores. Na comparação anual, porém, houve crescimento de 1,1%, com mais 1,07 milhão de pessoas empregadas.

O nível de ocupação, que mede o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, ficou em 58,4%, abaixo dos 58,7% registrados no trimestre anterior.

Subutilização permanece estável

A taxa composta de subutilização, que reúne desempregados, subocupados e pessoas disponíveis para trabalhar, mas que não procuram emprego, ficou em 13,8%, mantendo estabilidade frente ao trimestre anterior. Em relação ao mesmo período de 2025, houve queda de 1,7 ponto percentual.

A população subutilizada somou 15,7 milhões de pessoas, número estável no trimestre, mas 11,1% menor do que há um ano. Já o contingente de desalentados — pessoas que desistiram de procurar trabalho — ficou em 2,6 milhões, com queda de 15,3% na comparação anual.

O número de trabalhadores subocupados por insuficiência de horas trabalhadas caiu para 4,2 milhões, redução de 5,5% no trimestre e de 7,3% em um ano.
Informalidade recua e renda cresce

A taxa de informalidade caiu para 37,2% da população ocupada, o equivalente a 38,1 milhões de trabalhadores informais. No trimestre anterior, o índice era de 37,5%, enquanto no mesmo período de 2025 estava em 38%.

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores ficou em R$ 3.732, mantendo estabilidade na comparação trimestral e apresentando alta de 5,3% em relação ao ano anterior. Já a massa de rendimento real habitual alcançou R$ 377 bilhões, também estável no trimestre, mas com crescimento anual de 6,5%.

Entre os grupos com maiores avanços salariais na comparação anual estão alojamento e alimentação, com alta de 7,5%, informação e atividades financeiras, imobiliárias e profissionais, com avanço de 5,9%, e outros serviços, com crescimento de 9,7%.

Carteira assinada segue estável

O número de empregados com carteira assinada no setor privado permaneceu em 39,3 milhões, sem variação significativa no trimestre e no ano. Já os trabalhadores sem carteira assinada totalizaram 13,3 milhões, também estáveis.

O setor público registrou crescimento de 3,4% no número de empregados em relação ao mesmo período de 2025, chegando a 12,9 milhões de trabalhadores. Já os trabalhadores por conta própria somaram 26 milhões, com alta de 2,3% no ano.

Por outro lado, o trabalho doméstico apresentou retração. O número de trabalhadores domésticos ficou em 5,4 milhões, queda de 4,7% em relação ao mesmo trimestre de 2025.

Band

17/04/2026

DANOU-SE: ESTÁ FALTANDO HOMEM NO BRASIL - APONTA DADOS DO IBGE

Dados do IBGE apontam que, sim, está faltando homem no Brasil

Está faltando homem mesmo. A queixa recorrente das mulheres, sobretudo daquelas com mais de 40 anos, tem o respaldo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo novos números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua 2025, divulgados nesta sexta-feira (17), existem 95 homens para cada 100 mulheres no Brasil.

Dependendo do estado e da faixa etária a situação se agrava. No Rio de Janeiro, por exemplo, na faixa com mais de 60 anos, são apenas 70 homens para 100 mulheres. E em São Paulo não é muito diferente: na mesma faixa são 76 para 100.

Os números do último Censo mostraram que, em 2022, a população brasileira era formada por 104.548.325 mulheres e 98.532.431 homens – cerca de 6 milhões de mulheres a mais. Segundo os demógrafos, as chamadas causas externas, como acidentes graves e violência urbana, que vitimam muito mais homens, e o fato de as mulheres cuidarem mais da saúde explicam essa diferença.

O fenômeno não é recente. A série histórica da PNAD mostra que, em 2012, a população residente do país era formada de 48,9% de homens e 51,1% de mulheres. A proporção se manteve até 2018. Em 2019 houve uma ligeira alteração, passando para 48,8% e 51,2%. Até 2024, as porcentagens se mantiveram.

Por razões biológicas, em todo o mundo nascem de 3% a 5% mais homens do que mulheres. No Brasil, essa proporção se mantém até os 24 anos, quando a população feminina ultrapassa a masculina.

Isso acontece porque entre os adultos jovens são registradas muito mais mortes de homens do que mulheres. Essas mortes estão relacionadas às causas não naturais, ou seja, violência e acidentes.

Por outro lado, a expectativa de vida das mulheres é sempre maior do que a dos homens globalmente. Isso é atribuído ao fato de as mulheres se cuidarem mais, se alimentarem melhor e frequentarem mais os médicos. Por isso, na faixa etária acima dos 60 anos, é comum o número de mulheres ser mais elevado.

Com a transição demográfica brasileira – envelhecimento da população e redução dos nascimentos -, essa diferença fica ainda mais evidente.

A tendência se repete em todas as regiões e, praticamente, em todos os estados do país, segundo a PNAD. As únicas exceções são Tocantins, onde são 105,5 homens para 100 mulheres, Mato Grosso, com 101,1, e Santa Catarina, onde são 100,2 homens para 100 mulheres.

Do ponto de vista regional, o tipo de oferta de trabalho pode elevar a proporção de homens, como em lugares com atividades com a mineração e o agronegócio.

A notícia sobre a diferença do tamanho das populações conforme o gênero não é necessariamente ruim para as mulheres. Segundo estudo do professor de Ciência Comportamental da London School of Economics Paul Dolan, as mulheres solteiras e sem filhos tendem a ser mais felizes e saudáveis do que as casadas.

De acordo com o pesquisador, os homens se beneficiam muito mais com o casamento, porque passam a se cuidar melhor, se alimentar de forma mais saudável e ter apoio emocional. As mulheres, por sua vez, ficam mais sobrecarregadas. É comum que elas precisem acumular obrigações profissionais e domésticas, como a casa e os filhos.

AE

12/01/2026

VAGAS TEMPORÁRIAS: IBGE VAI CONTRATAR MAIS DE 39 MIL PESSOAS - VEJA

Concurso do IBGE vai contratar mais de 39 mil temporários; veja o que se sabe sobre cargos e salários

Muita gente se animou ao ver a autorização para mais de 39 mil vagas temporárias no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O aval já foi publicado no Diário Oficial, mas ainda há dúvidas sobre cargos, salários, inscrições e prazos do processo seletivo.

Nesta reportagem, o g1 mostra o que já foi definido e o que ainda depende do edital.

A autorização, publicada no Diário Oficial da União em 17 de dezembro, permite que o IBGE contrate profissionais por tempo determinado para atender a necessidades temporárias de excepcional interesse público, conforme previsto em lei.

➡️ Veja abaixo:









Por que o governo autorizou tantas vagas?

O número elevado de vagas está diretamente ligado à dimensão dos censos que o IBGE pretende realizar. São pesquisas que exigem grande estrutura operacional, com equipes espalhadas por todo o país para coletar dados diretamente com a população.

Esse tipo de trabalho é intenso, mas temporário. Ele ocorre em períodos específicos e, por isso, o instituto costuma reforçar o quadro com contratações por tempo determinado sempre que precisa executar levantamentos dessa magnitude.

Em quais censos os contratados vão trabalhar?

Segundo a portaria, os profissionais selecionados vão atuar na operacionalização de dois censos.

Um deles é o Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola, voltado à coleta de informações sobre a produção no campo.

O outro é o Censo da População em Situação de Rua, que busca mapear um grupo que exige metodologia própria e abordagem diferenciada.

Quais cargos serão oferecidos?

A maior parte das vagas será destinada ao cargo de recenseador, responsável pela coleta de dados. Apenas para essa função, estão previstas 27.330 oportunidades. As demais vagas serão distribuídas entre funções operacionais e de apoio.

O número de vagas por função já foi estabelecido, mas as atribuições detalhadas de cada cargo devem constar apenas no edital, que ainda não foi publicado.

Para ser contratado, será necessário passar por um processo seletivo simplificado.

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10/12/2025

IBGE DIVULGA DOIS EDITAIS PARA CONCURSO COM 9 MIL VAGAS - VEJA CARGOS, CRONOGRAMA E MAIS

Concurso do IBGE tem 9 mil vagas e salários de até R$ 3,3 mil; veja cargos, cronograma e mais

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dois editais de um novo concurso público, que vai selecionar candidatos para preencher mais de 9 mil vagas temporárias de nível médio espalhadas ao redor do Brasil.

As oportunidades são para os cargos de Agente de Pesquisas e Mapeamento e de Supervisor de Coleta e Qualidade.

O prazo para inscrição vai até as 23h59 do dia 17 de dezembro. As provas serão aplicadas em 1º de março de 2026.



Informações sobre o número de vagas, formações exigidas e como serão as provas já estão disponíveis nos editais.

Abaixo, o g1 reuniu as principais informações sobre o concurso.








1. Salários iniciais e benefícios 💸

Os salários iniciais variam conforme o cargo e a função desempenhada:

Agente de Pesquisas e Mapeamento (APM)

Funções: 

realização de coleta de dados estatísticos em domicílios e estabelecimentos, apoio a levantamentos geográficos e cartográficos, registro e transmissão das informações em sistemas eletrônicos e elaboração de relatórios.
Remuneração inicial: R$ 2.676,24.

Supervisor de Coleta e Qualidade (SCQ)

Funções: 

-planejamento e gestão das atividades de coleta, supervisão das equipes, controle da qualidade dos dados, avaliação técnica de questionários e elaboração de relatórios.

-Requisito adicional: possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria B dentro da validade.

-Remuneração inicial: R$ 3.379,00.

Para ambos os cargos, são assegurados benefícios como Auxílio Alimentação (no valor de R$ 1.175); Auxílio Transporte; Auxílio Pré-escolar; férias proporcionais e 13º salário proporcional.

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03/12/2025

IBGE: O MAQUIADOR DE LULA CONTINUA APRONTANDO

Brasil chega aos menores níveis de pobreza e extrema pobreza da série histórica do IBGE

No ano passado, o Brasil atingiu os menores níveis de pobreza e extrema pobreza desde o início da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2012. Os dados fazem parte da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2024, divulgada nesta quarta-feira (3).

Entre 2023 e 2024, a parcela da população em extrema pobreza caiu de 4,4% para 3,5% — uma redução de 0,9 ponto percentual, equivalente a 1,9 milhão de pessoas. Já a pobreza recuou de 27,3% para 23,1%, o que significa 8,6 milhões de brasileiros a menos nessa condição.

🔎 O estudo leva em conta o conceito de "pobreza monetária", que ocorre quando a renda da família não é suficiente para garantir o básico para viver bem. O IBGE considera apenas o dinheiro disponível, sem considerar outros fatores importantes, como qualidade da moradia, acesso à educação ou proteção social.

Como o Brasil não possui uma linha oficial de pobreza, o estudo produzido pelo IBGE adota parâmetros do Banco Mundial, calculados pela Paridade do Poder de Compra (PPC).

Em 2024, foram considerados pobres os domicílios com renda inferior a US$ 6,94 por pessoa ao mês e extremamente pobres aqueles com renda abaixo de US$ 2,18.

Segundo o IBGE, a queda no nível de pobreza no país ocorreu em um contexto de aumento da renda média.

O rendimento domiciliar per capita — a soma da renda da casa dividida pelo número de moradores — chegou a R$ 2.017 mensais em 2024, o maior já registrado pela pesquisa. Em 2012, o rendimento era de R$ 1.697.

💰O avanço foi ainda mais intenso entre os 10% mais pobres, cuja renda cresceu 13,2% em um ano.

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04/11/2025

IBGE: VEJA O RANKING DOS 30 SOBRENOMES MAIS POPULARES DO BRASIL

IBGE divulga pela 1ª vez os sobrenomes mais populares do Brasil; veja o ranking

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça-feira (4), pela 1ª vez, a lista de sobrenomes mais comuns do Brasil.

O sobrenome mais popular do Brasil é Silva, com 34 milhões de brasileiros, ou 17% da população. Derivado do latim, o nome significa selva o floresta e, segundo o IBGE, é provável que as pessoas que passaram a usar o sobrenome viessem de áreas florestais ou de vegetação abundante.

O 2º sobrenome mais popular do Brasil é Santos (21,4 milhões, 10,5% da população). Abreviação de Todos os Santos, era atribuído a quem nascia no Dia de Todos os Santos (1º de novembro) e foi amplamente adotado por convertidos ao cristianismo durante a Inquisição, segundo o IBGE.

Veja abaixo o ranking dos 30 mais populares na lista abaixo ou consulte os 4 mil mais populares no infográfico que vem a seguir.


01- Silva: 34.030.104
02- Santos: 21.367.475
03- Oliveira: 11.708.947
04- Souza: 9.197.158
05- Pereira: 6.888.212
06- Ferreira: 6.226.228
07- Lima: 6.094.630
08- Alves: 5.756.825
09- Rodrigues: 5.428.540
10- Costa: 4.861.083
11- Sousa: 4.797.390
12- Gomes: 4.046.634
13- Nascimento: 3.609.232
14- Araújo: 3.460.940
15- Ribeiro: 3.127.425
16- Almeida: 3.069.183
17- Jesus: 2.859.490
18- Barbosa: 2.738.119
19- Soares: 2.615.284
20- Carvalho: 2.599.978
21- Martins: 2.576.764
22- Lopes: 2.337.914
23- Vieira: 2.102.389
24- Rocha: 2.044.495
25- Dias: 2.035.387
26- Gonçalves: 2.028.298
27- Fernandes: 1.835.974
28- Santana: 1.815.982
29- Andrade: 1.707.452
30- Batista: 1.703.130

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22/08/2025

POBREZA: DADOS DO IBGE APONTAM DISPARADA NO NÚMERO DE BRASILEIROS QUE VIVEM DE ALUGUEL

Dispara número de brasileiros que vivem de aluguel, diz IBGE

O número de brasileiros vivendo de aluguel aumentou nada menos que 45,4% nos últimos oito anos, segundo revelou a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, do IBGE, divulgada na manhã desta sexta-feira (22). Embora a maior parte dos brasileiros ainda viva em casa própria, essa porcentagem também vem caindo na mesma proporção.

De acordo com os dados da PNAD, em 2016, 73,0% da população viviam em domicílios próprios (sejam eles comprados e quitados ou em financiamento) contra 67,6% em 2024, uma queda de 5,2 pontos percentuais. Em compensação, o número de pessoas pagando aluguel passou de 18,4% para 23% no mesmo período. Eram 12,3 milhões de domicílios alugados em 2016; no ano passado já eram 17,8 milhões, um aumento de 45,4%.

Os pesquisadores do IBGE não sabem ainda explicar os fatores por trás desse movimento, mas dizem que é uma tendência nacional, que ocorre em praticamente todas as unidades da federação desde 2010. O fato de ser um processo bem disseminado em território nacional elimina algumas causas, como políticas urbanas específicas e fluxos migratórios.

Também não é necessariamente um indicador de vulnerabilidade social, uma vez que a renda vem aumentando nos últimos anos. Além disso, os estados com maior porcentagem de imóveis alugados estão justamente na região mais rica, o Sudeste. Para os analistas do IBGE, mudanças culturais podem estar por trás do movimento, como, por exemplo, a popularização do Airbnb.

A PNAD também revelou que cada vez mais pessoas vivem sozinhas no Brasil. De acordo com os novos dados, em 2024, 18,6% das unidades domésticas do país eram unipessoais, ou seja, compostas por apenas um morador. Isso representa um aumento de 6,4 pontos porcentuais em relação a 2012, quando representavam 12,2% do total de domicílios.

Segundo os analistas do IBGE, o movimento está relacionado em grande parte ao envelhecimento da população, mas também a mudanças comportamentais, que levam cada vez mais mulheres a optarem por viver só.

– Em boa parte dos domicílios unipessoais vivem pessoas com mais de 60 anos, nesta fase, os filhos já saíram de casa e muitos ficaram viúvos. Não por acaso, nos estados onde vivem mais idosos, como Rio de Janeiro e Minas Gerais, essa porcentagem é maior – analisa o pesquisador do IBGE William Kratochwill, que apresentou a pesquisa.

AE