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27/12/2025

PUTIN ATACA KIEV UM DIA ANTES DE REUNIÃO SOBRE PAZ

Rússia ataca Kiev com mísseis e drones antes de reunião entre Ucrânia e EUA

A Rússia atacou a capital da Ucrânia, Kiev, com mísseis e drones na madrugada deste sábado (27), ferindo pelo menos 11 pessoas, um dia antes de negociações entre a Ucrânia e os Estados Unidos, informaram autoridades locais.

Explosões foram ouvidas por toda Kiev durante horas na manhã deste sábado pelo horário local (início da madrugada pelo horário de Brasília), à medida que mísseis balísticos e drones atingiam diferentes áreas da cidade.

O ataque ocorreu enquanto o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, se prepara para se reunir com o presidente dos EUA, Donald Trump, no domingo, para novas negociações com o objetivo de encerrar a guerra que já dura quase quatro anos.

Zelensky afirmou que o encontro deve tratar de temas como garantias de segurança e questões territoriais nas regiões de Donetsk e Zaporizhzhia.

Polônia envia caças

Por conta dos ataques, a Polônia anunciou ter enviado caças para a fronteira com a Ucrânia.

O Exército polonês afirmou que sua Força Aérea tomou uma medida "preventiva" para garantir a segurança do espaço aéreo, após pelo menos uma pessoa ter sido morta e outras 28 terem ficado feridas em Kiev, segundo informações do Serviço Estatal de Emergência da Ucrânia.

Enquanto os combates continuam, também prosseguem os esforços para se chegar a um acordo de paz que seja aceitável para todas as partes. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, tem um encontro marcado com Donald Trump na Flórida neste domingo.

Mas, após os últimos ataques russos, Zelensky reiterou sua afirmação de que a Rússia "não quer o fim da guerra e está tentando aproveitar todas as oportunidades para infligir ainda mais sofrimento à Ucrânia".

Criança entre feridos

Uma adolescente de 16 anos foi uma das pessoas feridas no ataque, que atingiu sete locais diferentes da cidade de Kiev, afirmou em comunicado no Telegram o chefe da Administração Militar da Cidade de Kiev, Tymur Tkachenko.

Um incêndio atingiu um prédio residencial de 18 andares no distrito de Dnipro, mobilizando equipes de emergência para conter as chamas. Outro edifício residencial, de 24 andares, foi atingido no distrito de Darnytsia. Também houve registros de incêndios nos distritos de Obolonsky e Holosivsky.

Na região mais ampla de Kiev, os ataques atingiram prédios industriais e residenciais, segundo o Serviço de Emergência da Ucrânia. Na área de Vyshhorod, equipes de resgate salvaram uma pessoa encontrada sob os escombros de uma casa destruída.

g1

14/12/2025

A DÚVIDA QUE FICA; ERA UM HOMEM OU UM FRANGO?

Israel confirma ter abatido comandante do grupo terrorista Hamas



As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) confirmaram a morte do “chefe da sede de produção de armas da ala militar do Hamas”, Raed Saad, em um bombardeio com um drone na Cidade de Gaza.

– Hoje, 13 de dezembro de 2023, as IDF e a Agência de Segurança Interna (Shin Bet) atacaram e eliminaram o chefe da sede de produção de armas do braço armado do Hamas e um dos arquitetos do massacre de 7 de outubro (de 2023), Raed Saad – indica um comunicado militar.

Israel bombardeou com um drone o veículo em que Saad se encontrava, na altura do cruzamento de Nablus (a sudoeste da Cidade de Gaza), na estrada de Rashid, que atravessa Gaza de norte a sul, paralela à costa.

– Saad era um dos últimos altos cargos veteranos na Faixa de Gaza e estava associado a Marwan Issa, vice-chefe do braço armado do Hamas (as Brigadas al-Qassam) – informaram as IDF no texto.

Ele é acusado de criar a Brigada al-Qassam de Gaza, bem como de trabalhar para estabelecer uma força naval. Além disso, as IDF afirmam que Saad participou na elaboração da operação denominada Muros de Jericó, que continha um plano semelhante ao do ataque de 7 de outubro de 2023, que as forças armadas rejeitaram na altura.

Agência EFE

09/12/2025

GUERRA: BOMBARDEIOS CONTRA HEZBOLAH NO LÍBANO É LANÇADO POR ISRAEL

Israel lança onda de bombardeios contra o Hezbollah no Líbano

As Forças de Defesa de Israel (FDI) lançaram na madrugada desta terça-feira (9) uma onda de bombardeios contra “estruturas pertencentes” à milícia xiita Hezbollah em várias zonas do sul do Líbano, informou a instituição em um comunicado.

Além disso, em sua nota, Israel afirma ter atacado um “complexo de treinamento e qualificação” utilizado pela Radwan, a força de elite do Hezbollah, que era usado “para ministrar treinamento a terroristas da organização destinados a planejar e executar atividades terroristas contra tropas e civis israelenses”.

– Como parte do treinamento no complexo, os terroristas realizaram exercícios de tiro e treinamento adicional sobre o uso de diversos tipos de armas – acrescenta a nota das FDI.

Nesse sentido, Israel considera que “os objetivos atacados e o treinamento militar realizado como preparação contra o Estado de Israel constituem uma violação dos entendimentos entre Israel e Líbano”.

– O Exército continuará operando para eliminar qualquer ameaça que se apresente contra o Estado de Israel – conclui.

Apesar de ter completado recentemente um ano do cessar-fogo entre Israel e Líbano, os bombardeios das forças israelenses em território libanês, onde ainda mantém posições perto da fronteira, são praticamente diários e especialmente intensos há semanas. O governo de Benjamin Netanyahu justifica esses bombardeios assegurando que a milícia xiita está tentando se rearmar.

EFE

25/11/2025

FALANDO SÉRIO: ACABARÃO A GUERRA SEM SENTAR EM MESA DE BAR

Ucrânia aceita base de plano dos EUA para encerrar guerra com a Rússia

A Ucrânia aceitou nesta terça-feira, 25, a base de uma proposta de paz mediada pelos Estados Unidos para encerar a guerra com a Rússia, segundo o secretário de Segurança Nacional ucraniano, Rustem Umerov.

“Agradecemos as reuniões produtivas e construtivas realizadas em Genebra entre as delegações da Ucrânia e dos EUA, bem como os esforços firmes do Presidente Trump para pôr fim à guerra”, disse em publicação nas redes sociais. “Nossas delegações chegaram a um entendimento comum sobre os termos essenciais do acordo discutido em Genebra”.

Agora, segundo Umerov, Kiev espera apoio de parceiros europeus para as “próximas etapas” e espera organizar uma visita do presidente Volodymyr Zelensky aos Estados Unidos “na data mais conveniente de novembro” para concluir etapas finais do documento e firmar um acordo.

À imprensa americana, uma autoridade que participou das negociações confirmou que a delegação ucrania concordou com os EUA sobre os termos de um possível acordo de paz, embora alguns detalhes ainda tenham que ser trabalhados.

Mais cedo, também em publicação nas redes sociais, Zelensky disse ver “muitas perspectivas que podem tornar o caminho para a paz uma realidade”, mas ressaltou que há “ainda muito trabalho pela frente”.

Nesta terça, como parte de um novo e intenso esforço do governo Trump para encerrar a guerra, o secretário do Exército americano, Dan Driscoll, realizou uma reunião com autoridades russas em Abu Dhabi.

As tratativas ocorrem após Trump apresentar um plano de paz costurado com Moscou, que o governo ucraniano considerou inaceitável. Washington e Kiev iniciaram negociações no último domingo para reduzir as divergências, mas questões centrais seguem sem solução. A Ucrânia e seus aliados europeus se preocupam de que o país seja pressionado a aceitar um acordo nos termos do Kremlin.

Segundo a emissora americana ABC News, o plano de paz de 28 pontos apresentado pelos EUA teria sido revisado para 19 pontos, que não inclui mais a questão da anistia para atos cometidos durante a guerra, assim como limites para o tamanho das Forças Armadas ucranianas no futuro.

A natureza exata das conversas em Abu Dhabi, que não foram anunciadas ao público, mas confirmadas pela agência de notícias Reuters, não ficou clara. Também não se sabe quem compôs a delegação russa. Em condição de anonimato, uma autoridade americana disse ainda à agência que Driscoll, que se tornou um dos principais nomes no recente esforço diplomático dos Estados Unidos, também se reuniria com autoridades ucranianas na capital dos Emirados Árabes.

Enquanto isso, a capital ucraniana, Kiev, foi atingida por uma saraivada de mísseis e centenas de drones durante a madrugada, em um ataque amplo que matou pelo menos seis pessoas. Habitantes da cidade foram obrigados a se abrigarem em locais subterrâneos, como estações de metrô, vestindo enormes casacos de inverno para se proteger do frio do inverno que se aproxima.
Impasse

Na segunda-feira, Zelensky afirmou que a versão mais recente do plano de paz proposto pelo governo Trump incorporou pontos “corretos” após negociações no final de semana em Genebra, mas sublinhou que questões sensíveis ainda precisavam ser discutidas com o presidente dos Estados Unidos. Ele reconheceu que o processo de elaboração de um documento final seria difícil.

O Kremlin, por sua vez, afirmou que ainda não tinha nada a declarar sobre as notícias da reunião em Abu Dhabi.

“Atualmente, a única coisa substancial é o projeto americano, o projeto Trump”, disse o porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov. “Acreditamos que isso poderá se tornar uma base muito boa para as negociações.”

A política dos Estados Unidos em relação à guerra no Leste Europeu tem oscilado nos últimos meses.

Em agosto, uma cúpula organizada às pressas entre Trump e o presidente Vladimir Putin, no Alasca, gerou preocupações em Kiev e nas capitais europeias de que a Casa Branca pudesse aceitar muitas das exigências russas, embora, no fim das contas, tenha resultado em mais pressão americana sobre a Rússia.

Já a mais recente proposta de paz dos Estados Unidos, um plano de 28 pontos divulgado na semana passada, pegou muitos em Kiev e na Europa de surpresa e reacendeu o temor de que Trump estaria disposto a pressionar a Ucrânia a assinar um acordo desfavorável.

O plano exigiria que Kiev cedesse território, aceitasse restrições ao tamanho de suas Forças Armadas e fosse impedida de ingressar na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) – condições que os ucranianos consideram equivalentes a uma rendição. A pressão repentina aumenta a tensão no governo de Volodymyr Zelenskiy, que se encontra agora em seu momento mais vulnerável desde o início da guerra, após um escândalo de corrupção que levou à demissão de dois de seus ministros. Enquanto isso, a Rússia faz avanços lentos, mas consistentes, no campo de batalha.
O alerta de Macron

Um grupo de países que apoiam a Ucrânia, conhecido como a “coalizão dos dispostos” e liderado pelo Reino Unido e a França, deve realizar uma reunião virtual nesta terça-feira.

“Vemos uma iniciativa que vai na direção certa: a paz. No entanto, há aspectos desse plano que merecem ser discutidos, negociados e aprimorados”, disse o presidente francês, Emmanuel Macron, à rádio RTL sobre o roteiro apresentado pelos Estados Unidos. “Queremos a paz, mas não queremos uma paz que seja uma capitulação.”

Ele acrescentou que somente os ucranianos podem decidir quais concessões territoriais estão dispostos a fazer.

“O que foi colocado à mesa nos dá uma ideia do que seria aceitável para os russos. Isso significa que é o que deve ser aceito pelos ucranianos e pelos europeus? A resposta é não”, acrescentou o líder da França.

Veja

01/11/2025

ARSENAL MILITAR DA VENEZUELA - CONHEÇA QUAL SEU PODER

Conheça qual é o poder do arsenal militar da Venezuela

O maior porta-aviões do mundo, o USS Gerald R. Ford, que pertence aos Estados Unidos, foi enviado ao Caribe, perto da costa da Venezuela. Aviões de combate também começaram a chegar à região, onde EUA e Venezuela mantêm uma escalada crescente de tensões.

O Pentágono alega que a força militar tem o objetivo de combater o tráfico internacional de drogas. De acordo com a apuração do WSJ (Wall Street Journal), os EUA identificaram alvos dentro da Venezuela que podem ser atacados, incluindo instalações militares que seriam usadas para contrabando de drogas.

Os EUA consideram Maduro como fugitivo e dobraram a recompensa para US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão do chavista.

Por enquanto, analistas de risco internacional não enxergam uma invasão da Venezuela por tropas americanas no horizonte. E se esse cenário mudasse algum dia? Como o país de Nicolás Maduro poderia se defender de uma ação militar americana? Abaixo trazemos as informações do arsenal militar venezuelano.

Qual é o tamanho do Exército da Venezuela?

O site GFP (Global Fire Power), especializado em análises militares, que utiliza estatísticas ou estimativas oficiais, classifica a Venezuela em 50º lugar em poder militar no ranking de 2025, entre 145 países.

Os Estados Unidos estão em primeiro lugar, seguidos pela Rússia em segundo e pela China em terceiro.

A Venezuela possui as FANB (Forças Armadas Nacionais Bolivarianas). A CIA (Agência Central de Inteligência dos EUA) diz que as informações sobre o Exército do país variam. Há aproximadamente 125 a 150 mil membros ativos das forças armadas venezuelanas.

Na força aérea venezuelana há 20 mil integrantes, enquanto na Marinha 25.500, outros 220 mil seriam paramilitares -- também segundo o Global Fire.

Como é o arsenal militar da Venezuela?

A Venezuela opera uma frota de caças de diversas origens. É um dos dois países que possuem modelos F-16 (tem 18 versões A e B), mas também voa com 21 aviões Sukhoi Su-30 de origem russa.

Entre caças, aeronaves de ataque e helicópteros, o país possui ao todo 229 aeronaves em estoque, com 126 consideradas operacionais.

Nas forças terrestres, Caracas possui 8.974 veículos, sendo 172 tanques e 8.802 veículos blindados e logísticos. Destes, 103 tanques e 5.281 veículos são operacionais, afirma o site.

Conforme o Global Fire Power, a Venezuela possui 34 ativos navais e ocupa a 55ª posição do ranking mundial de poder naval. O site estima que o país possui ao menos um submarino, um navio de guerra, 25 navios de patrulha e outros modelos de embarcações logísticas e multipropósito.

Falta de preparo do Exército venezuelano

O professor Ricardo Salvador De Toma-García, doutor em Estudos Estratégicos Internacionais, explica que a Venezuela enfrenta um grande problema de melhorias e manutenção.

“A maioria desses equipamentos não passam pelas revisões periódicas, técnicas […] a Venezuela não tem os sistemas de manutenção logísticos”, disse.

Segundo o especialista, o país enfrenta grandes problemas com questões de suprimentos, alimentação e de equipamentos como pneus, combustível e até uniformes.

Em um possível cenário de conflito com os Estados Unidos, o professor afirma que não vê Maduro preparado.

“Não existe uma capacidade de tomada de decisões estratégicas. O que existe é uma narrativa, um conjunto de discursos que têm perdido muita força e não têm credibilidade dentro do próprio estamento militar”, Ricardo Salvador De Toma-García

Para Toma-García, não existe nenhum tipo de preparo. “Acredito e tenho a convicção de que é uma situação muito crítica para o regime”.

Com informações da CNN

28/10/2025

TRUMP MANDA RECADO PARA PUTIN

Trump ameaça Putin

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a pressionar o Kremlin ao afirmar que a Rússia deveria interromper a guerra na Ucrânia, em vez de testar armamentos nucleares. Durante conversa com jornalistas no avião presidencial, Trump revelou que os EUA mantêm um submarino nuclear “bem na costa russa”, em resposta ao recente teste de míssil anunciado por Vladimir Putin.

No domingo (26), o líder russo informou que seu país testou com sucesso o míssil de cruzeiro Burevestnik — equipamento de longo alcance e capacidade nuclear, apresentado como capaz de driblar qualquer sistema de defesa. O Kremlin sustenta que o projeto é uma resposta direta à expansão da Otan e às estratégias de defesa antimísseis lideradas por Washington.

Questionado sobre o lançamento, Trump ironizou a demonstração russa.

“Eles sabem que temos um submarino nuclear, o maior do mundo, bem na costa deles. Então, não precisamos percorrer 12.800 quilômetros”, declarou.

O republicano ainda sugeriu que Putin deveria focar em encerrar o conflito, iniciado em 2022.

“A guerra que deveria ter durado uma semana já entra em seu quarto ano. É isso que ele deveria resolver, não testar mísseis”, acrescentou.

O presidente norte-americano reiterou que busca encerrar o confronto, considerado o mais devastador da Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Contudo, reconheceu que alcançar a paz tem se mostrado mais complexo do que as negociações para um cessar-fogo em Gaza ou o fim das tensões entre Índia e Paquistão.

“Eles não estão brincando conosco, e nós também não estamos brincando com eles”, afirmou.

Fontes da agência Reuters indicam que o governo americano prepara um novo pacote de sanções direcionado a setores essenciais da economia russa, caso o Kremlin insista em prolongar a ofensiva militar. Questionado sobre a possibilidade de novas medidas, Trump limitou-se a responder:
“Vocês descobrirão”.

jornaldacidadeonline

19/10/2025

ISRAEL ATACA SUL DE GAZA APÓS ACUSAR HAMAS DE ROMPER CESSAR-FOGO - TERRORISTA É TERRORISTA!

Israel acusa Hamas de romper cessar-fogo e ataca sul de Gaza

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou neste domingo (19) uma “ação enérgica contra alvos terroristas” em Gaza, nove dias após a entrada em vigor do cessar-fogo, sem esclarecer se isto representa o fim do acordo.

Após a violação do cessar-fogo por parte do Hamas, o primeiro-ministro Netanyahu realizou uma consulta com o ministro da Defesa e os chefes do sistema de segurança, e ordenou uma ação enérgica contra alvos terroristas na Faixa de Gaza – detalhou seu escritório em um comunicado.

Nesta manhã, ocorreu fogo cruzado entre terroristas e as Forças de Defesa de Israel (FDI) em Rafah, sul do enclave, depois que os primeiros lançaram contra as tropas “um míssil antitanque e disparos” na área, segundo detalhou um comunicado militar, que classificou o incidente como “uma flagrante violação” do acordo de cessar-fogo.

Em resposta, o Exército começou a bombardear a área para eliminar a ameaça e desmantelar entradas de túneis e estruturas militares utilizadas para atividade terrorista – diz o texto.

Por sua vez, a força Radea, uma unidade da Polícia dependente do Ministério do Interior do Hamas, assegurou ter realizado nesta manhã “uma operação de segurança” em Rafah contra um esconderijo de Yasser Abu Shabab, líder da milícia rival conhecida como “Forças Populares”.

– Não temos conhecimento de nenhum incidente ou confronto [com Israel] – disse o Al-Qassam em um comunicado oficial, assegurando ter perdido o contato com seus homens em Rafah desde que Israel rompeu o cessar-fogo anterior no último mês de março.

Consequentemente, não temos conexão com nenhum evento que ocorra nessas áreas e não podemos contatar nenhum de nossos combatentes lá, se é que algum ainda está vivo – acrescentou o grupo armado.

Yasser Abu Shabab é conhecido por se apropriar – junto com sua milícia – de caminhões de ajuda humanitária em Rafah. Neste domingo, após a operação da Radea e os bombardeios israelenses em Rafah, Abu Shabab transmitiu um vídeo ao vivo em seu perfil no Facebook para demonstrar que nada havia acontecido com ele.

EFE

18/10/2025

'PAREM AGORA MESMO COM A MATANÇA E FECHEM ACORDO' - PEDE TRUMP A PUTIN E ZELENSK

Trump pede a Zelensky e Putin que parem agora mesmo com “matança” e fechem acordo

Após se encontrar com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky na Casa Branca na sexta-feira (17), o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que sua mensagem para ele e para o presidente russo, Vladimir Putin, é “parem agora mesmo na linha de batalha”.

Ao chegar à Flórida, Trump disse a repórteres que a guerra deveria parar e que ambas as partes deveriam “seguir a linha de batalha, onde quer que ela esteja. Caso contrário, é muito complicado. Vocês nunca conseguirão entender”.

Embora Trump não tenha descartado o fornecimento dos mísseis Tomahawk de longo alcance que Zelensky solicitou aos EUA, ele pareceu indiferente à perspectiva, antecipando um encontro com Putin na Hungria em questão de semanas.

Após conversar com o presidente ucraniano por mais de duas horas, Trump fez um apelo severo a ambos os lados nas redes sociais para “pararem com a matança e fecharem um ACORDO!”

17/10/2025

O GOVERNO BRASILEIRO APOIA ESSES VERMES

Ex-refém diz ter sido coagido a aderir ao Islã em troca de comida

De volta aos seus lares, os últimos reféns israelenses a serem trazidos para Israel com vida têm feito relatos angustiantes sobre o período em cativeiro. Parte deles conta ter passado os últimos dois anos dentro dos túneis de Gaza privados da luz solar e em condições desumanas. Entre esses testemunhos, está o do refém Rom Braslavski, que detalhou ter sido pressionado a se converter ao Islã em troca de alimento.

Em entrevista à mídia israelense, a mãe de Rom, Tami Braslavski, disse que ele foi “mantido sozinho” pela Jihad Islâmica Palestina e levado para fora dos túneis apenas dois dias antes de sua libertação. Rom era segurança do festival Nova, alvo do ataque no 7 de outubro de 2023.

– Seus captores exigiram que ele se convertesse ao islamismo. Ele se recusou. Ele sofreu abusos, e não quero me aprofundar mais. (…) Nada o faz sentir bem, exceto uma coisa: ele fica parado perto da janela olhando para o céu – declarou ela ao Canal 13 News.

Segundo Tami, os terroristas faziam manipulações psicológicas para forçá-lo a jejuar durante o Ramadã ou ler o Alcorão em troca de melhores condições. Como parte dessas manipulações, diziam que o Irã tinha bombardeado Israel e exibiam vídeos selecionados para convencê-lo de que seus pais haviam desistido dele.

– Assim que ele voltou, continuou dizendo: “Sou judeu, sou forte”, e colocou [o seu] tefilin – descreveu Tami.

De acordo com ela, “durante parte do tempo, Rom foi mantido com os corpos de outros reféns ao lado dele”. Ao retornar para Israel, ele indicou o lugar onde esses cadáveres estavam mantidos, haja vista que o governo de Israel busca repatriar os corpos dos reféns que morreram no enclave.

Outro relato repercutido pela imprensa israelense foi o de Elkana Bohbot, que contou ter permanecido em túneis durante todo o período de cativeiro. Já Alon Ohel relatou ter ficado um período sozinho nos túneis até que o também refém Guy Gilboa-Dalal foi posto junto dele. Ele foi informado que seria solto um dia antes e sofre com problemas de visão devido ao longo período privado da luz do Sol. Há também testemunhos de reféns que ficaram constantemente acorrentados.

O soldado Nimrod Cohen, por sua vez, contou ter sido mantido em cativeiro junto com os irmãos Horn, Sagui Dekel-Chen e David Cunio inicialmente, e que os guardas chegaram a permitir que eles assistissem às Olimpíadas em alguns momentos. Também relatou ter sido falsamente informado de que seu pai havia atacado o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

pleno.news

15/10/2025

LULA É AMIGO DOS 'CARAS', SERIA UMA BOA OPORTUNIDADE PRA TOMAR CERVEJA COM ELES E ACABAR COM ISSO

Hamas faz execuções públicas e briga com facções pelo poder

O grupo terrorista palestino Hamas tem usado o cessar-fogo estabelecido, pela primeira fase do acordo de paz e o processo de retirada das tropas israelenses, para buscar restabelecer seu controle na Faixa de Gaza. Desde a assinatura do tratado, a organização vem entrando em confronto com facções palestinas rivais em diversas partes do enclave, evidenciando uma disputa de poder na região.

Nesse cenário, o Hamas tem recorrido a demonstrações de força para reafirmar sua autoridade. Em diferentes cidades de Gaza, homens encapuzados, alguns dos quais com faixas verdes – símbolo do grupo -, realizaram execuções em praças públicas diante de dezenas de testemunhas. As cenas, registradas em vídeo, foram divulgadas em perfis oficiais ligados ao Hamas.

Segundo informações da Agence France-Presse (AFP), o grupo terrorista iniciou, logo após a assinatura do acordo de paz, uma operação a fim de reocupar as zonas de onde as Forças de Defesa de Israel (FDI) estão se retirando. A ação inclui a mobilização de 7 mil combatentes das Brigadas Izzedine al-Qassam, braço armado da organização.

Além disso, foi criado um corpo de segurança do Hamas intitulado Força de Dissuasão. A justificativa seria realizar “operações de campo” visando a “segurança e estabilidade”, a fim de restaurar a ordem e a lei.

Na prática, porém, combatentes do Hamas têm se envolvido em choques diretos com outros grupos armados.

Nesta terça-feira (14), confrontos foram registrados no distrito de Shejaiya, no leste da Cidade de Gaza. No fim de semana anterior, o grupo entrou em conflito com o clã Dughmush, resultando em mais de 20 mortos.

Segundo a emissora al-Aqsa, ligada ao próprio Hamas, as execuções públicas foram justificadas como punição a criminosos e supostos espiões a serviço de Israel.

O Hamas controla a Faixa de Gaza desde 2007 – quando expulsou o Fatah do enclave -, mas tem em sua lista de rivais uma série de grupos armados e clãs familiares. O governo israelense já admitiu, em junho deste ano, ter fornecido armas para parte dos clãs opositores, como parte dos esforços para enfraquecer a organização. Um dos grupos beneficiados seria a Força Popular, liderada por Yasser Abu Shabab.

Sem uma autoridade formal no comando da Faixa de Gaza, a população permanece vulnerável — não apenas às disputas de poder entre facções, mas também à ação de ladrões e outros criminosos. O plano de paz proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prevê a formação de um governo palestino tecnocrático para administrar o território.

No entanto, a implementação do projeto ainda é incerta e depende do avanço das etapas iniciais, que incluem a devolução dos corpos de todos os reféns mortos no enclave e esbarra na dificuldade de localizar os restos mortais.

Veja o que diz o plano de Donald Trump para a governança em Gaza:
Gaza será governada sob a governança transitória temporária de um comitê palestino tecnocrata e apolítico, responsável pela administração diária dos serviços públicos e municípios para o povo em Gaza.

Este comitê será composto por palestinos qualificados e especialistas internacionais, com supervisão e fiscalização por um novo órgão internacional transitório, o “Conselho da Paz”, que será liderado e presidido pelo presidente Donald J. Trump, com outros membros e chefes de Estado a serem anunciados, incluindo o ex-primeiro-ministro Tony Blair.

Este órgão estabelecerá o quadro e lidará com o financiamento para o redesenvolvimento de Gaza até que a Autoridade Palestina tenha completado seu programa de reforma, conforme delineado em várias propostas, incluindo o plano de paz do presidente Trump em 2020 e a proposta Franco-Saudita, e possa retomar o controle de Gaza de forma segura e eficaz. Este órgão convocará os melhores padrões internacionais para criar uma governança moderna e eficiente que sirva ao povo de Gaza e seja propícia a atrair investimentos.

pleno.news

14/10/2025

HAMAS: NEM OS CORPOS OS 'FILHOS DO CAPETA' QUEREM ENTREGAR

Israel cobra Hamas por 24 corpos de reféns ainda não entregues

Israel recebeu, nesta segunda-feira (13), os corpos de quatro reféns entregues pelo grupo Hamas na Faixa de Gaza. As vítimas foram repassadas ao Exército israelense pela Cruz Vermelha. O governo de Israel acusou o Hamas de descumprir o acordo de cessar-fogo ao não devolver todos os corpos prometidos.

Os caixões com os restos mortais de Guy Illouz, Yossi Sharabi, Bipin Joshi e Daniel Perez chegaram a Tel Aviv sob escolta policial. Eles foram levados ao Instituto Forense Abu Kabir, onde passarão por identificação.

Segundo o Exército israelense (IDF), os corpos foram recebidos durante a noite, e uma breve cerimônia militar foi realizada na fronteira antes da transferência. Os caixões estavam cobertos com bandeiras de Israel, e soldados prestaram homenagens.

Apesar da entrega, outros 24 corpos de reféns continuam em poder do Hamas. Autoridades israelenses afirmam que o grupo não cumpriu o prazo de 72 horas previsto no acordo, que exigia a devolução de todos os cativos, vivos ou mortos, após a retirada das tropas israelenses de Gaza.

O ministro da Defesa, Israel Katz, afirmou que o atraso é “uma violação do acordo”.

– A missão urgente agora é garantir o retorno de todos os reféns mortos – escreveu ele em sua conta no X.

O porta-voz da IDF, general Effie Defrin, reforçou que Israel exige o cumprimento integral do compromisso firmado. Segundo a imprensa local, o Hamas alegou ter “limitações no campo” e necessidade de mais tempo para localizar os demais corpos.

Entre as vítimas devolvidas, está Bipin Joshi, estudante nepalês cuja morte ainda não havia sido confirmada por Israel. Daniel Perez, de 22 anos, servia como comandante de pelotão e foi morto em combate no dia 7 de outubro de 2023. Sharabi e Illouz foram sequestrados durante os ataques do Hamas contra civis israelenses.

VEJA FOTOS DE REFÉNS SOLTOS PELO HAMAS - ANTES E DEPOIS DO CATIVEIRO

Antes e depois do cativeiro: Veja fotos de reféns soltos pelo Hamas

Como parte do acordo de paz firmado com Israel, o grupo terrorista Hamas libertou nesta segunda-feira (13) um total de 20 reféns que estavam sob cativeiro em Gaza desde o ataque de 7 de outubro de 2023.

Segundo o braço armado da organização, as Brigadas Al-Qassam, trata-se de uma demonstração do compromisso por parte do grupo com o plano de paz elaborado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Entre os reféns que retornaram, estão Eitan Mor, Alon Ohel, Ziv Berman, Gali Berman, Guy Gilboa Dalal, Omri Miran e Matan Angrest. Eles foram levados pelas Forças de Defesa de Israel (FDI) para a base de Reim, junto à fronteira com Gaza, a fim de passar por uma avaliação de saúde e posteriormente se reunir com suas famílias.

A seguir, confira as fotos dos reféns registradas antes e depois do cativeiro:

Clique no link abaixo e confira as fotos dos reféns:

13/10/2025

APÓS DOIS ANOS EM CATIVEIRO REFÉNS ISRAELENSES SÃO LIBERTADOS PELO HAMAS

Reféns israelenses são libertados após dois anos em cativeiro

Reféns que serão libertados pelo Hamas 

Vinte reféns israelenses foram libertados nesta segunda-feira (13) pelo Hamas, após dois anos em poder da facção. Os grupos foram entregues em dois momentos — sete nas primeiras horas do dia e outros 13 em Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza.

A libertação faz parte de um acordo de trégua firmado na semana passada, mediado por funcionários da Cruz Vermelha. Metade dos corpos de reféns mortos também deve ser devolvida nesta etapa. Os sobreviventes foram levados para a base militar de Re’im, onde reencontram seus familiares.

O plano de paz, com 20 pontos, foi proposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump, e prevê que Israel liberte 250 prisioneiros palestinos e 1.700 moradores de Gaza. O republicano desembarcou em Tel Aviv nesta segunda e participou de cerimônias oficiais ao lado do premiê israelense, Binyamin Netanyahu.

Nos últimos dias, milhares de israelenses foram às ruas em Tel Aviv para celebrar o acordo e cobrar o retorno dos demais reféns.

O acordo

O plano de paz entre Israel e Hamas foi apresentado no fim de setembro pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e negociado com a mediação de Egito, Catar e Turquia. Veja alguns pontos a seguir.

🟢 Reféns: Segundo Israel, o Hamas mantinha 48 dos 251 sequestrados no ataque terrorista em 2023. As demais vítimas foram libertas durante a vigência de outros dois acordos de cessar-fogo ou por meio de operações militares israelenses.

12/10/2025

GUERRA: QUERO ESTAR VIVO PARA VER OS TERRORISTAS ACEITAREM A TRÉGUA

Terroristas do Hamas atacam civis palestinos em áreas recém-desocupadas pelas tropas israelenses

O grupo Hamas tem promovido ataques contra civis e clãs palestinos nas regiões recentemente desocupadas pelas tropas israelenses, acusando-os de colaboração com Israel.

Relatos locais indicam que, em algumas dessas áreas, o confronto interno já assume contornos de guerra civil, aumentando o clima de tensão e insegurança entre a população.

Nos últimos dias o Hamas mobilizou cerca de 7 mil homens para reocupar áreas evacuadas por Israel, em uma ação pode dificultar plano de paz em Gaza.

Uma força de segurança afiliada ao Hamas, conhecida como Rad’a, foi flagrada nas ruas da Cidade de Gaza. Canais de mídia social afiliados ao Hamas relataram confrontos na área de Sabra, também na Cidade de Gaza

Em um comunicado, a força afirmou: “De norte a sul, a mão de Rad’a está golpeando os antros da traição e da colaboração neste exato momento”.

11/10/2025

NEGOCIAR COM TERRORISTA NÃO É TAREFA FÁCIL

Líder diz que desarmamento do Hamas “está fora de discussão”

O desarmamento do grupo terrorista Hamas, conforme previsto no plano de paz para Gaza do presidente americano Donald Trump, está “fora de discussão”, disse um líder do movimento islamista palestino à AFP neste sábado (11).

– A proposta de entregar as armas está fora de discussão e não é negociável – disse o alto funcionário sob condição de anonimato.

Trump afirmou que o desarmamento do Hamas seria abordado na segunda fase do plano de paz.

O acordo de cessar-fogo entre Israel e o grupo terrorista Hamas na Faixa de Gaza entrou em vigor às 12h no horário local (6h no horário de Brasília) desta sexta-feira (10).

As tropas do Exército israelense começaram a se reposicionar dentro de Gaza para as linhas acordadas no acordo de trégua após aprovação do cessar-fogo pelo gabinete do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu durante a madrugada.

Milhares de pessoas que haviam se reunido em Wadi Gaza, no centro do território palestino, pela manhã, começaram a caminhar para o norte após o anúncio do Exército.

A aprovação do plano do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo gabinete israelense marca um passo importante para o fim de uma guerra devastadora de dois anos que desestabilizou o Oriente Médio.

AE

PARA EVITAR RECONSTRUÇÃO DE INFRAESTRUTURA DO HEZBOLLAH ISRAEL ATACA SUL DO LÍBANO

Israel faz ataque aéreo no sul do Líbano; uma pessoa morre e sete ficam feridas

As forças militares israelenses realizaram ataques aéreos no sul do Líbano na madrugada deste sábado, matando uma pessoa, ferindo sete e atingindo uma rodovia que liga Beirute a regiões do sul do país, disse o Ministério da Saúde libanês.

Segundo o exército israelense, o ataque visava um local que armazenava máquinas para serem usadas na reconstrução de infraestrutura do grupo Hezbollah, com quem um cessar-fogo mediado pelos EUA está em vigor, ainda que Israel esteja realizando ataques aéreos quase diários. Os israelenses acusam o Hezbollah de tentar se reconstruir após pesadas perdas durante o conflito.

A guerra mais recente entre Israel e Hezbollah matou mais de quatro mil pessoas no Líbano, incluindo centenas de civis, e causou uma destruição estimada em US$ 11 bilhões, de acordo com o Banco Mundial. Em Israel, 127 pessoas morreram, incluindo 80 soldados.

A guerra começou quando o Hezbollah começou a disparar foguetes através da fronteira em 8 de outubro de 2023, um dia após a incursão liderada pelo Hamas no sul de Israel ter desencadeado a guerra em Gaza. Israel respondeu com bombardeios e ataques aéreos no Líbano, e os dois lados escalaram um conflito que se tornou uma guerra no fim de setembro de 2024.

Estadão Conteúdo.

'ACABOU': COM MAIS DE 67 MIL MORTOS, INCLUINDO CRIANÇAS, CHEGA AO FIM CONFLITO EM GAZA

Conflito em Gaza chega ao fim com mais de 67 mil mortos, incluindo crianças

Após dois anos de confrontos, Israel e Hamas assinaram um acordo de cessar-fogo que encerra a guerra na Faixa de Gaza. Segundo o Ministério da Saúde da Palestina, o conflito deixou 67.211 mortos desde o início da ofensiva, em 7 de outubro de 2023, incluindo quase 5 mil crianças, cerca de 10 mil mulheres e mais de 20 mil homens. Os feridos somam aproximadamente 57 mil.

O acordo prevê um cessar-fogo imediato, a retirada gradual das Forças de Defesa de Israel (IDF) da Faixa de Gaza e o fim do bloqueio israelense à entrada de ajuda humanitária no enclave palestino. Esta fase inicial do cessar-fogo se soma a tentativas anteriores, incluindo um acordo de novembro de 2023, que não foi cumprido integralmente.

Especialistas indicam que, embora não seja possível garantir, as chances de retomada do conflito são consideradas baixas. João Miragaya, mestre em história pela Universidade de Tel-Aviv, destacou que o Hamas se comprometeu a liberar todos os sequestrados vivos em um curto período e que as garantias para a manutenção do cessar-fogo foram amplamente divulgadas.

Miragaya também apontou que fatores externos, como a posição de aliados do Oriente Médio — incluindo Catar, Turquia e Egito —, dificultam qualquer retomada das hostilidades, mesmo diante de decisões imprevisíveis de países como os Estados Unidos.

O cessar-fogo abre caminho para a entrada de ajuda humanitária em Gaza e a gradual reconstrução de serviços essenciais na região, embora a situação humanitária ainda exija monitoramento contínuo.

09/10/2025

URGENTE: TRUMP ANUNCIA ASSINATURA DA 1ª FASE DO PLANO DE PAZ ENTRE ISRAEL E O HAMAS

"Israel e o Hamas assinam 1ª fase do Plano de Paz", anuncia Trump

Donald Trump acaba de anunciar que primeira fase do acordo de paz entre Israel e Hamas foi assinada.

“Tenho muito orgulho em anunciar que Israel e o Hamas assinaram a primeira fase do nosso Plano de Paz.

Isso significa que TODOS os reféns serão libertados em breve e Israel retirará suas tropas para uma linha acordada, como os primeiros passos em direção a uma paz forte, duradoura e duradoura.

Todas as partes serão tratadas com justiça!”, escreveu o presidente.

Histórico!

05/10/2025

'MENTIRAS DESCARADAS' - DIZ ISRAEL NEGANDO MAUS-TRATOS A LACRADORA GRETA

Israel nega maus-tratos a Greta Thunberg: “Mentiras descaradas”

Neste domingo (5), o Ministério das Relações Exteriores de Israel assegurou que os direitos legais dos ativistas da flotilha humanitária Global Sumud, classificada como a flotilha Hamas-Sumud, “são plenamente respeitados”. O país se manifestou depois que ativistas falaram sobre as condições de sua detenção no país e supostos abusos contra a ativista sueca Greta Thunberg.

– As acusações sobre os maus-tratos a Greta Thunberg e outros detidos da flotilha Hamas-Sumud são mentiras descaradas. Todos os direitos legais dos detidos são plenamente respeitados – afirmou o ministério em um comunicado publicado em sua conta na rede social X.


A pasta acrescentou que “a própria Greta e outros detidos se recusaram a acelerar sua deportação e insistiram em prolongar sua estadia sob custódia”, e ressaltou que a ativista sueca “não apresentou nenhuma queixa às autoridades israelenses sobre as acusações absurdas e infundadas, porque nunca ocorreram”.

No sábado (4), vários ativistas da flotilha Global Sumud deportados para a Turquia denunciaram ter sido mantidos com as mãos amarradas nas costas e sem acesso a água ou alimentos por um período entre 36 e 40 horas. Alguns afirmaram que, diante da falta de líquidos, tentaram beber água do vaso sanitário.

Os ativistas também acusaram as forças israelenses de terem agredido e tratado de forma degradante Greta Thunberg, que teria sido arrastada pelo chão e forçada a beijar uma bandeira de Israel.

As embarcações da flotilha, que transportavam ajuda humanitária, foram interceptadas na última quinta e sexta-feira pela Marinha de Israel em águas internacionais, a cerca de 70 milhas náuticas da costa de Gaza, em uma área onde Israel mantém patrulhas navais, embora sem jurisdição legal.

As Forças de Defesa de Israel justificaram a operação alegando que as embarcações se dirigiam a “uma zona de combate ativa”.

EFE

04/10/2025

'FLOTILHA NÃO LEVAVA AJUDA HUMANITÁRIA' - DIZ ISRAEL DE BARCOS INTERCEPTADOS POR SUA FORÇA

Israel diz que barcos da flotilha não levavam ajuda humanitária

A Embaixada de Israel no Brasil afirmou neste sábado (4) que os barcos da Flotilha Global Sumud, apoiada por Greta Thunberg, não transportavam ajuda humanitária quando foram interceptados pelas forças israelenses. A informação foi compartilhada com base em nota oficial do Ministério de Assuntos da Diáspora (MDA) de Israel.

– Procedimentos estão em andamento para encerrar a provocação do Hamas-Sumud e finalizar a deportação dos participantes dessa farsa. Quatro cidadãos italianos já foram deportados. Os demais estão em processo de deportação. Israel está empenhado em encerrar esse procedimento o mais rápido possível – diz o comunicado.

A mensagem acrescenta que todos os participantes, incluindo Greta Thunberg, chegaram em segurança a Israel.

– Todos estão seguros e com boa saúde. Como Israel, Itália, Grécia e o Patriarcado Latino de Jerusalém declararam repetidamente, qualquer ajuda que esses barcos pudessem ter transportado, por menor que fosse, poderia ter sido transferida pacificamente para Gaza. Isso não passou de uma provocação – completou o MDA.

No meio da semana, o governo israelense já havia divulgado documentos que, segundo as Forças de Defesa de Israel (IDF), mostram que a flotilha recebeu financiamento do Hamas por meio de uma empresa de fachada espanhola.