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31/12/2025

CPMI DO BANCO MASTER É PEDIDA POR PSOLISTA E POR HELOÍSA HELENA

Heloísa Helena e psolista pedem CPMI do Banco Master

A deputada federal Heloísa Helena (Rede-RJ), suplente do deputado suspenso Glauber Braga (PSOL-RJ), publicou um vídeo nas redes sociais, nesta terça-feira (30), manifestando apoio ao pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre o caso envolvendo o Banco Master.

Na gravação Heloísa disse que “quem não deve não teme”. A parlamentar destacou que o requerimento é dela e da deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS).

– Não desonrem a esquerda defendendo os que roubam bilhões da vida do povo pobre para encher suas panças capitalistas, defendendo a lama dos que chafurdam alegremente roubando aposentados e pensionistas. (…) Quem for inocente se tornará gigante depois da CPI e quem não for encontrará seu lugar na história. (…) Assine a petição que está aí na bio e pressione os parlamentares do seu estado para assinar o nosso requerimento, meu e da valente deputada Fernanda Melchionna – falou.




Confira:


OUTROS PEDIDOS

Após o procurador-geral da República, Paulo Gonet, arquivar um pedido de investigação sobre a suposta atuação de Moraes para favorecer os interesses do Banco Master, novas solicitações para apurar a conduta do ministro foram feitas por políticos. Também na Procuradoria-Geral da República (PGR), o vereador Guilherme Kilter (Novo), de Curitiba (PR), protocolou pedido para que a atuação de Moraes seja investigada.

No Conselho Nacional de Justiça (CNJ), foi feita uma solicitação semelhante pelo vice-líder da oposição na Câmara, o deputado federal Ubiratan Sanderson (PL-RS).

Os pedidos surgem após os jornais O Globo e O Estado de São Paulo apontarem que Moraes conversou sobre o caso Master com o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo. O escritório de advocacia da esposa de Moraes, Viviane Barci, tinha um contrato de R$ 129 milhões com o banco.

pleno.news

30/12/2025

SENADO: EM 2025 PL FINALIZA O ANO SUPERANDO O PSD COM MAIOR BANCADA

PL superou PSD em 2025 e finaliza ano com maior bancada

Sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o Partido Liberal (PL) finalizará o ano de 2025 como a maior bancada do Senado, com 15 das 81 cadeiras. Em razão de trocas partidárias no decorrer de 2025, a legenda ultrapassou o Partido Social Democrático (PSD), que hoje possui 14 representantes na Casa Legislativa.

A liderança é importante porque, em 2026, direita e esquerda terão como missão ganhar mais espaço no Senado especialmente devido à competência da Casa para julgar impeachments de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). É necessária uma maioria de 41 votos para a destituição de magistrados. Nestas eleições de 2026, será possível renovar 2/3 da Casa.

Presidido por Valdemar Costa Neto, o PL ultrapassou o PSD após algumas mudanças partidárias, incluindo a posse da senadora Eudócia Caldas (PL-AL), que assumiu a vaga de Rodrigo Cunha (Podemos-AL) após o parlamentar se tornar vice-prefeito de Maceió. Além disso, a senadora Daniella Ribeiro (PP-PB) se desfiliou do PSD e migrou para o Partido Progressistas por discordar da ideia da sigla de se fundir com o PSDB.

Além de ser maioria no Senado, o PL também lidera na Câmara. No decorrer do ano de 2025, houve nove baixas, entretanto a sigla, que iniciou o ano com 93 parlamentares, fechou o ano com 86 deputados, número suficiente para se manter como a maior bancada da Casa.

pleno.news

28/12/2025

QUANTO MAIS UNIDA É A QUADRILHA, MAS BENEFICIADA ELA É!

Deputados que salvaram Glauber receberam mais emendas

Deputados do Centrão e da direita que votaram a favor de Glauber Braga (PSOL-RJ), no dia 10 de dezembro, tiveram mais emendas empenhadas pelo governo Lula no fim do ano. Em média, esses parlamentares receberam R$ 1,92 milhão em emendas individuais após a votação. Já deputados dos mesmos partidos que votaram contra Glauber tiveram R$ 1,75 milhão, uma diferença de 9,8%.

O levantamento feito pelo Metrópoles considerou apenas os votos do primeiro requerimento analisado na sessão. Na ocasião, o PSOL pediu que o plenário votasse primeiro a suspensão do mandato por seis meses, em vez da cassação sugerida pelo Conselho de Ética.

O requerimento teve 226 votos favoráveis e 220 contrários, mas não atingiu os 257 votos necessários. Com isso, ficou evidente que não havia maioria para a cassação do deputado.

Entre os parlamentares do Centrão e da direita que participaram da votação, 91 votaram a favor de Glauber. Deputados de partidos de esquerda foram os que mais receberam emendas no período, com média de R$ 3,33 milhões.

Glauber Braga teve seu mandato suspenso por seis meses por quebra de decoro em razão de uma briga registrada em abril de 2024, quando o deputado expulsou da Câmara, com chutes, o ex-integrante do MBL Gabriel Costenaro, após uma discussão.

Com a decisão da Câmara, a vaga do psolista será ocupada pela suplente Heloisa Helena (Rede-RJ).

26/12/2025

DEPUTADO LUIZ EDUARDO CONFIRMA IDA PARA O PL

Confirmo minha ida ao Partido Liberal (PL/RN)

Hoje, em reunião com o senador Rogério Marinho, firmamos o compromisso e ficou acertada minha filiação ao Partido Liberal do Rio Grande do Norte, que acontecerá no dia 23 de janeiro de 2026.

No PL, seguirei como pré-candidato à reeleição para deputado estadual, fortalecendo um projeto político comprometido com o desenvolvimento do Rio Grande do Norte.

Na ocasião, também confirmei meu apoio à pré-candidatura do senador Rogério Marinho ao Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por acreditar em sua liderança, experiência e capacidade de conduzir o RN por um novo caminho.

Vamos juntos fazer um Rio Grande do Norte melhor para todos.

JUNTOS MAIS UMA VEZ - EM NOME DA CORRUPÇÃO(!?)

Após abalo com crise do INSS, PT se reaproxima do PDT e articula acordo para 2026, mas enfrenta impasses regionais

Após o desgaste provocado pela crise no INSS e a saída de Carlos Lupi do Ministério da Previdência, o PT iniciou um movimento de reaproximação com o PDT visando a construção de alianças para a eleição de 2026. O presidente nacional do PT, Edinho Silva, tem buscado dirigentes pedetistas para restabelecer a parceria nacional, considerada estratégica para a reeleição do presidente Lula. Apesar do abalo, aliados de Lupi avaliam que o apoio ao projeto presidencial está encaminhado.

A relação entre os partidos, no entanto, ainda enfrenta entraves em estados-chave como Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. No território gaúcho, o PDT lançou a pré-candidatura de Juliana Brizola ao governo, enquanto o PT trabalha o nome de Edegar Pretto, atual presidente da Conab. Ambos os lados resistem à possibilidade de abrir mão da cabeça de chapa, o que dificulta uma composição local, mesmo com o discurso público de diálogo entre as legendas.

Em Minas Gerais, as conversas avançaram após o PSD filiar o vice-governador Mateus Simões, adversário do PT. O partido avalia apoiar Alexandre Kalil, recém-filiado ao PDT, enquanto Lula ainda vê com simpatia o nome do senador Rodrigo Pacheco, que, por ora, descarta disputar o governo estadual. Paralelamente, há resistências internas no PT mineiro, que defende alternativas como alianças com o MDB ou PSB.

No Paraná, o cenário é mais favorável ao entendimento. O deputado estadual Requião Filho, pré-candidato do PDT ao governo, anunciou acordo com o petista Enio Verri para a formação de chapa em 2026, prevendo Verri como candidato ao Senado. Ainda assim, o PT local tenta acomodar outras lideranças internas, como o grupo do deputado Zeca Dirceu, o que mantém as negociações em aberto.

A tentativa de recompor a aliança também gerou tensões internas no PDT. O ex-ministro Ciro Gomes deixou o partido no Ceará, rejeitando qualquer aproximação com o PT e criticando o tratamento dado a Lupi durante a crise do INSS. Mesmo com as rusgas, a cúpula petista avalia que a reconstrução do diálogo com o PDT é essencial para fortalecer o palanque de Lula e ampliar a base de apoio em 2026.

Com informações do O Globo

23/12/2025

NOTÍCIA-CRIME E PEDIDO DE IMPEACHMENT CONTRA MORAES SERÁ PEDIDO POR PARLAMENTARES

Parlamentares de direita preparam notícia-crime contra Moraes e pedido de impeachment

Políticos da direita no Congresso Nacional começaram nesta segunda-feira (22) a coletar assinaturas para protocolar um novo pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), além de uma notícia-crime ao Ministério Público Federal, anunciou o deputado federal Marcel van Hattem, acrescentando que o senador Eduardo Girão faz parte da ofensiva contra o magistrado.

Ela surge após informações de que Moraes teria procurado o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, com o objetivo de interceder em favor do Banco Master, instituição que é alvo de investigações por suspeita de fraude.

Em postagem nas redes, Van Hattem alega que Moraes praticou "advocacia administrativa" em favor do Master. "Diante das novas revelações de que o Ministro do STF praticou advocacia administrativa junto ao Banco Central em favor do Banco Master, com quem sua esposa Viviane Barci de Moraes tem contrato de quase 130 milhões de reais, nossa responsabilidade como fiscais do poder público é inescapável", escreveu o deputado na rede X.

"Já recebemos manifestações de dezenas de colegas querendo assinar as peças a serem protocoladas e estamos considerando a possibilidade de abri-las para assinatura também de quaisquer cidadãos, direito preconizado pela Constituição que o ministro Gilmar Mendes tentou, na canetada monocrática, abolir antes de voltar atrás diante da pressão popular", acrescentou.

19/12/2025

SAIBA QUEM SÃO OS SUPLENTES QUE ASSUMIRÃO VAGAS DE EDUARDO E RAMAGEM

Conheça os suplentes de Eduardo e Ramagem na Câmara

A Câmara dos Deputados confirmou nesta quinta-feira (18) os suplentes que assumem as vagas deixadas por Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Delegado Ramagem (PL-RJ), após a declaração de perda de mandato feita pela Mesa Diretora.

Em São Paulo, a cadeira de Eduardo Bolsonaro passa a ser ocupada por Missionário José Olimpio (PL-SP). Ele já exercia o mandato como suplente desde 23 de março e foi efetivado após a decisão da Mesa.

José Olimpio nasceu em Itu (SP) e iniciou a carreira política como vereador em 1982. Já foi subprefeito de Guaianases, vereador na capital paulista e cumpriu dois mandatos como deputado federal, entre 2011 e 2019. Ele é ligado à Igreja Mundial do Poder de Deus, onde atua como missionário.

No Rio de Janeiro, a vaga de Delegado Ramagem será assumida por Dr. Flávio (PL-RJ), que já exerceu o mandato como suplente entre maio e setembro de 2024. Agora, ele retorna à Câmara como titular da vaga.

Dr. Flávio, nome político de Flávio Campos Ferreira, é médico e já foi prefeito de Paracambi e secretário municipal de Saúde. Durante sua passagem pela Câmara, atuou em comissões como Saúde e Agricultura.

A Mesa Diretora da Câmara declarou a perda dos mandatos com base no artigo 55, inciso III e § 3º, da Constituição Federal. No caso de Eduardo Bolsonaro, a decisão considerou a ausência em um terço das sessões deliberativas da atual legislatura. Já em relação a Ramagem, a Mesa apontou que o deputado deixará de atingir o limite mínimo de presença na próxima sessão legislativa.

18/12/2025

CASSADOS: EDUARDO PODERÁ DISPUTAR AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES - RAMAGEM FICARÁ 16 ANOS FORA

Cassados, Eduardo Bolsonaro mantém direitos políticos; Ramagem fica fora da eleição por 16 anos

A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados cassou, nesta quinta-feira (18), os mandatos de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Alexandre Ramagem (PL-RJ). Mas o efeito da medida é diferente para cada um: Eduardo mantém os direitos políticos e segue elegível, enquanto Ramagem perde a chance de disputar cargos por 16 anos.

Eduardo teve o mandato cassado por decisão administrativa da Câmara, devido ao acúmulo de faltas às sessões. Ele está nos Estados Unidos desde fevereiro e não tinha autorização para votar remotamente. A cassação administrativa pune o comportamento do parlamentar, mas não suspende os direitos políticos, ou seja, ele ainda pode concorrer a eleição em 2026.

Já Ramagem não teve a mesma sorte. A perda do mandato decorreu de condenação judicial pelo STF, com trânsito em julgado. Pela Constituição, quando a cassação é resultado de sentença criminal, o parlamentar perde os direitos políticos, ficando inelegível pelo período da pena. No caso de Ramagem, a sentença é de 16 anos, 1 mês e 15 dias, em regime fechado.

EM DECISÃO DA MESA DIRETORA O 'MAR' MOTTA CASSA EDUARDO E RAMAGEM

Deputados Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem são cassados

Eduardo e Ramagem
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), cassou, por meio da Mesa Diretora da Casa, nesta quinta-feira (18), os mandatos dos deputados Eduardo Bolsonaro (PL) e Alexandre Ramagem (PL).

No caso de Eduardo Bolsonaro, Motta justificou a cassação pelo número de faltas. Ao todo, são 59 faltas não justificadas a sessões deliberativas do plenário. O parlamentar está nos Estados Unidos desde fevereiro, sem autorização para votação à distância. Ele já havia sido notificado sobre a perda do mandato e tinha cinco dias para se manifestar.

No caso de Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), a cassação foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), após condenação por participação na tentativa de golpe de Estado. Ele foi condenado a mais de 16 anos de prisão e teve sua prisão preventiva decretada em novembro, depois de fugir para os Estados Unidos.

O PL DA DOSIMETRIA É APROVADO POR 48 A 25 PELO SENADO

Senado aprova o PL da Dosimetria

O plenário do Senado aprovou, na noite desta quarta-feira, 17, o Projeto de Lei (PL) da Dosimetria, que reduz as penas dos condenados pelo 8 de janeiro e do ex-presidente Jair Bolsonaro. O placar ficou em 48 votos a favor e 25, contra. Houve uma abstenção.

Agora, a proposta seguirá direto para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em linhas gerais, o PL altera a Lei de Execução Penal, fixando novas condições e porcentuais mínimos para a progressão do regime das penas.

A legislação vigente prevê que a progressão de regime pode ocorrer depois do cumprimento de 25% da pena.

Com o novo texto, esse porcentual cai para 16% (um sexto), desde que não se trate de crimes hediondos, feminicídio, constituição de milícia privada ou reincidência específica. Dessa forma, Bolsonaro, que fora condenado a 27 de prisão pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), cumpriria apenas dois anos e quatro meses em regime fechado.

Além disso, o projeto altera a forma de cálculo das penas nos casos de concurso de crimes, priorizando a pena mais grave com acréscimo proporcional, em vez da soma aritmética integral, mecanismo que, segundo defensores da proposta, levou a condenações consideradas desproporcionais.

Acordo para votação do PL da Dosimetria

Mais cedo, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou ter articulado um acordo de procedimento para viabilizar a votação do projeto. Conforme o petista, não haveria razão para postergar a análise da matéria. De acordo com ele, governistas não contavam com a reprovação do tema na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

“A mim não me motiva empurrar com a barriga aquilo que já está claro que vai acontecer”, disse o senador pelo PT baiano, em entrevista coletiva. “Fiz um acordo de procedimento, sem consultar o presidente da República ou a ministra Gleisi Hoffmann. Quem está na política tem que se arriscar.”

Apesar disso, Wagner reiterou que o governo orientou voto contrário ao projeto e classificou a proposta como “um absurdo”. “Prefiro um final trágico a uma tragédia sem fim.”

Projeto “corrige distorções”, diz relator

Relator da proposta, o senador Esperidião Amin (PP-SC) disse mais cedo que o projeto busca “corrigir distorções”.

“Embora o projeto não configure a desejada anistia, ele busca corrigir distorções, como foi salientado aqui na reunião da CCJ”, disse Amin. “A mão pesada, se foi culpa da lei ou se foi culpa do juiz, eu não sei. Mas há um consenso de que a mão foi pesada, muito pesada.”

O relatório de Amin incorporou uma emenda apresentada pelo senador Sergio Moro (União Brasil-PR), que limita os efeitos do PL da Dosimetria ao 8 de janeiro.


revistaoeste

15/12/2025

PT QUER HADDAD NO SENADO E CRIA CONFUSÃO COM OUTROS NOMES QUE JÁ ESTÃO NA FILA

PT se anima e quer Haddad candidato ao Senado

Parte do PT paulista quer aproveitar que Fernando Haddad se animou com a campanha de Lula para lançar o ministro da Fazenda como candidato ao Senado por São Paulo. Haddad dava sinais de que iria se manter na pasta, sem maior envolvimento eleitoral, mas procurou Lula para dizer que, no início do ano, deve se afastar para coordenar a campanha do chefe. O PT desenhou alguns estados onde cogita disputar a majoritária, governo ou Senado, e São Paulo é um dos listados.

Melhor assim

O burburinho tranquilizou o PSB, já que o PT queria lançar o ministro na disputa pelo governo, posto que os socialistas reivindicam desde sempre.

Cobras e lagartos

Claro que dentro do próprio PT sobra quem fala mal do ministro. Há outros nomes cogitados para o posto, antes de Haddad flexibilizar.

Marta no páreo

Marta Suplicy, que meteu o pé do partido para não se queimar com os escândalos de corrupção, é um nome que está na fila para se candidatar.

Padilha quer

Até Alexandre Padilha, ministro da Saúde, eleito deputado federal pelo Estado, tem se assanhado para concorrer a uma cadeira no Senado.

ADILSON BARROSO ASSUME VAGA DE ZAMBELLI NA CÂMARA - SAIBA QUEM É ELE

Quem é o suplente que assume a vaga de Carla Zambelli na Câmara

Carla Zambelli renunciou ao cargo de deputada federal, neste domingo (14). Com a decisão, a Câmara dos Deputados determinou a convocação do suplente, Deputado Adilson Barroso (PL/SP), para tomar posse.

Entenda

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Mores anulou nesta quinta-feira (11) a votação da Câmara dos Deputados que livrou Carla Zambelli da cassação. Além disso, ele determinou a perda imediata do mandato dela e deu 48 horas para que o presidente da Casa, Hugo Motta, dê posse ao suplente. Trate-se de Adilson Barroso, também do PL de São Paulo.

Quem é Adilson Barroso

Com 40 anos, político paulista tem formação em teologia e administração e foi vereador e vice-prefeito de Barrinha antes de se eleger deputado estadual.

Adilson Barroso, de 40 anos, é um empresário com formação técnica em administração de empresas e teologia que preside o Partido Social Cristão (PSC) no estado de São Paulo. Antes de se dedicar à política, ele trabalhou como cortador de cana e colhedor de algodão e de amendoim, e atualmente atua no ramo de isolamento térmico industrial. Barroso é membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Ribeirão Preto.

Sua carreira política começou em 1988, quando se elegeu vereador na cidade de Barrinha, interior de São Paulo. Ele foi reeleito para o cargo em 1992.

Trajetória Política e Projetos de Lei

  • Em 1996, Adilson Barroso ascendeu ao cargo de vice-prefeito de Barrinha, sendo reeleito novamente em 2000.
  • Em 2002, elegeu-se deputado estadual. Em seu mandato no legislativo paulista, é autor de projetos de lei importantes, entre eles o que cria a Câmara Comum das Regiões Metropolitanas e o que institui o Dia do Evangelho.

O político consolidou sua trajetória tanto na esfera municipal quanto na estadual e, atualmente, é a principal liderança do PSC no estado.

14/12/2025

CONTRA REDUÇÃO DE PENAS DO 8 DE JANEIRO E CONTRA O CONGRESSO, ESQUERDA FARÁ PROTESTO HOJE (14/12)

Esquerda ocupa ruas contra Congresso e tenta barrar redução de penas do 8 de Janeiro

Grupos de esquerda voltam às ruas neste domingo (14) para pressionar o Congresso Nacional contra o avanço do chamado PL da Dosimetria, aprovado nesta semana pela Câmara dos Deputados. O principal ato ocorre na Avenida Paulista, em São Paulo, a partir das 14h, com manifestações simultâneas em outras capitais do país.

Com o lema “Congresso Inimigo do Povo”, o protesto é uma reação direta ao projeto que reduz as penas dos condenados pelos atos do 8 de Janeiro. Movimentos acusam o Parlamento de favorecer golpistas e apontam o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como um dos principais beneficiados pelo texto, que pode reduzir significativamente sua pena.

A convocação foi feita pela Frente Povo Sem Medo, ligada ao ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol). O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), virou alvo central das críticas após decidir pautar a proposta. Além do PL da Dosimetria, os atos também defendem o fim da escala 6×1 e políticas de combate ao feminicídio.

A mobilização segue a estratégia adotada em setembro, quando protestos semelhantes ajudaram a enterrar no Senado a chamada PEC da Blindagem e frear o avanço do PL da Anistia. Agora, a expectativa da base governista é repetir a pressão popular para impedir que o PL da Dosimetria avance no Senado, onde a votação está prevista para quarta-feira (17).

Com informações do Metrópoles

13/12/2025

A PARTIR DE 2026 O RJ, REDUTO DO CLÃ BOLSONARO, PODERÁ FICAR SEM NENHUM REPRESENTANTE

Reduto do clã, Rio de Janeiro pode ficar sem nenhum Bolsonaro a partir de 2026

Reduto eleitoral da família Bolsonaro, o estado do Rio de Janeiro pode ficar sem nenhum integrante político do clã representando o estado nas urnas a partir de 2026.

A mais recente baixa foi a do vereador Carlos Bolsonaro (PL), que na última quinta-feira, 11, anunciou que vai renunciar ao mandato na Câmara Municipal do Rio. A decisão se deu porque o filho Zero Dois de Jair Bolsonaro está de mudança marcada para Santa Catarina, estado pelo qual deve disputar uma vaga ao Senado nas próximas eleições.

“Vou para Santa Catarina para cumprir um chamado que não poderia realizar aqui, pois fiz uma escolha sempre guiada pelo meu coração. Uma [escolha] que me levou a um estado que sempre amei e fez grande parte da minha vida”, disse o parlamentar em seu discurso de despedida na sessão de quinta.

No Legislativo carioca desde 2000, Carlos Bolsonaro foi o vereador eleito mais jovem da história do país, aos 17 anos, e atualmente cumpria seu sétimo mandato consecutivo.

Ao que tudo indica, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também poderá deixar o Rio a partir do próximo ano. Como mostra a reportagem de capa de VEJA desta semana, o filho Zero Um de Bolsonaro anunciou na última semana sua pré-candidatura à Presidência da República. Caso tenha sucesso na empreitada, passará a ter Brasília como residência principal.

Independentemente do resultado, se seguir com a candidatura ao Planalto, Flávio não poderá disputar a renovação do mandato no Senado, que vence em 2026, e não mais representará o estado do Rio de Janeiro no Legislativo. Antes, ele foi deputado estadual de 2003 a 2018.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) já não estava no Rio de Janeiro desde que foi eleito para a Câmara, por São Paulo, em 2014 — atualmente, ele está em seu terceiro mandato consecutivo. Pela conjuntura atual, no entanto, o filho Zero Três de Bolsonaro deve continuar ainda mais longe de seu estado natal. Autoexilado nos Estados Unidos desde março deste ano, Eduardo já disse que por ora não pretende voltar ao Brasil, por medo de ser preso por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ao mesmo tempo, Eduardo também está em vias de perder seu mandato no Legislativo federal por faltas. Na quarta-feira, 10, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), deu prazo de cinco dias para que o deputado se manifestasse sobre sua ausência no parlamento.

Apesar de carioca, o filho mais novo do clã, Jair Renan (PL), cumpre mandato de vereador por Balneário Camboriú, em Santa Catarina, e deve disputar uma vaga na Câmara dos Deputados pelo estado nas próximas eleições.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), que deverá disputar a sua primeira eleição em 2026, não o fará como representante do Rio de janeiro — ela será candidata a senadora pelo Distrito Federal, onde tem domicílio eleitoral.

Já o patriarca Jair Bolsonaro também não deve voltar ao Rio de Janeiro tão cedo. O ex-presidente cumpre uma pena de 27 anos e três meses de prisão na Superintendência da Polícia Federal de Brasília após condenação na trama golpista. Mesmo se aprovado o PL da Dosimetria, que pode reduzir a pena quase que pela metade, um dos caminhos para o ex-capitão deverá ser a prisão domiciliar, mas que neste caso seria também na capital federal.

12/12/2025

APÓS ACORDO COM O PL ROMÁRIO SE AFASTA DO SENADO

Romário se afasta do Senado após acordo com o PL; veja o suplente

O senador Romário (PL-RJ) anunciou, nesta quinta-feira (11), que irá se licenciar do cargo até março de 2026. De acordo com nota à imprensa, o acordo já havia sido estabelecido com o partido desde o início do mandato.

No comunicado também foi anunciada a substituição do ex-jogador pelo suplente, Bruno Bonetti.

– Ficou definido que o meu suplente, Bruno Bonetti, também teria a oportunidade de representar o Rio de Janeiro no Senado, e este será o momento. Durante este período, estarei no Rio, ouvindo as pessoas, visitando cidades e fortalecendo o trabalho que realizo pelo meu estado – disse Romário em nota.

– A licença é apenas uma pausa na rotina em Brasília, não no meu compromisso com o Rio de Janeiro e com o Brasil – concluiu.

Bruno Bonetti é presidente municipal do PL no Rio e considerado homem de confiança do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e de Altineu Côrtes, líder estadual da legenda.

Bonetti acaba atendendo demandas do PL na sede da legenda no Rio de Janeiro, devido às demandas de Altineu no Distrito Federal.

No dia a dia, como Altineu Côrtes é deputado federal e passa parte da semana em Brasília, é Bonetti quem atende demandas do PL na sede local do partido.

Ele já presidiu a empresa pública RioLuz na gestão do prefeito Eduardo Paes (PSD) e se envolveu ativamente na candidatura de Alexandre Ramagem (PL) à Prefeitura do Rio, em 2024.

Waldemar teceu elogios ao suplente nas redes sociais.

– É a primeira vez que Bonetti assume um cargo eletivo, mas ele já é conhecido por seu talento na articulação política e sabemos que fará um ótimo trabalho, agora, também na capital! – escreveu.

pleno.news

10/12/2025

QUEM VAI DECIDIR CASSAÇÕES DE EDUARDO BOLSONARO, RAMAGEM, ZAMBELLI E GLAUBER É O PLENÁRIO

Motta diz que plenário vai decidir sobre mandatos de Eduardo, Ramagem, Zambelli e Glauber

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que deve dar andamento nos próximos dias aos casos de quatro parlamentares, os deputados federais Alexandre Ramagem (PL-RJ), Carla Zambelli (PL-SP), Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Glauber Braga (PSOL-RJ).

“Para proteger as prerrogativas parlamentares, nós estamos trazendo essas condenações para que o Plenário da Câmara possa dar o seu veredito final acerca desses mandatos. Então, concluindo amanhã na CCJ o posicionamento acerca da deputada Carla Zambelli, nós já traremos diretamente ao plenário”, explicou Motta.

A decisão foi comunicada em pronunciamento à imprensa, após a realização de uma reunião com o colégio de líderes partidários. Veja as decisões de Motta:

Em relação à cassação do deputado Eduardo Bolsonaro, o processo deverá ser deliberado por ato da Mesa Diretora. O parlamentar mudou-se para os Estados Unidos e faltou a mais de 1/3 das sessões da Câmara neste ano, ultrapassando o limite de faltas permitido pela Constituição.

“O deputado Eduardo Bolsonaro já tem o número de faltas que são suficientes para a cassação do seu mandato. Como todos sabem, ele está no exterior por decisão dele, foi para os Estados Unidos, não tem frequentado as sessões da Casa, é impossível o exercício do mandato parlamentar fora do território nacional e com esse cumprimento de faltas”, disse o Motta.

O processo contra Zambelli será finalizado na Comissão de Constituição e Justiça, e o parecer será encaminhado ao Plenário imediatamente. Zambelli foi condenada pelo STF a dez anos de prisão por violação do sistema do Conselho Nacional de Justiça e à perda do mandato parlamentar. A cassação de Zambelli exige pelo menos 257 votos.

No caso do deputado Delegado Ramagem, Motta explicou que o Plenário vai avocar a decisão sem passar pela CCJ, para abreviar o rito de análise. Ramagem foi chefe da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo Bolsonaro e foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo de tentativa de golpe de estado e sua pena inclui a perda do mandato.

‘Nós estamos publicando hoje o processo do deputado Ramagem no Diário Oficial para que ele tenha o prazo de defesa de cinco sessões e vamos levar o caso direto ao Plenário na próxima quarta-feira, que é quando se cumpre esse prazo”, disse o presidente.

Motta afirmou que também vai pautar amanhã (quarta-feira) o pedido de cassação do deputado Glauber Braga. O parlamentar foi acusado pelo partido Novo de ter faltado ao decoro parlmentar ao expulsar da Câmara, em abril do ano passado, com empurrões e chutes, o integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) Gabriel Costenaro.

Braga afirma que a pena é desproporcional, pois o próprio regimento estabelece a punição de censura verbal ou escrita para atos que infrinjam as regras de boa conduta, para ofensas físicas ou morais e desacato nas dependências da Câmara dos Deputados.

“É também um processo que já deveria ter sido levado ao plenário desde o dia 22 de abril deste ano. Todos sabem que esse processo foi concluído lá no Conselho de Ética e que o Plenário precisa dar o seu veredito final. Vamos enfrentar esse caso do deputado Glauber nesta semana, para que o Plenário possa dar a sua posição”, anunciou Motta.

Com Agência Estado e Agência Câmara

PROJETO QUE REDUZ PENAS DE CONDENADOS POR ATOS DO 08/01 É APROVADO PELA CÂMARA

Câmara aprova projeto que reduz penas de condenados por atos golpistas

A Câmara dos Deputados aprovou nas primeiras horas desta quarta-feira, 10, o projeto que reduz as penas dos condenados por tentativa de golpe. O projeto deve beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão. Segundo cálculo do relator do projeto, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), o tempo de prisão que Bolsonaro teria que cumprir cairá para pouco mais de dois anos. O PL foi aprovado com 291 votos a favor e 148 contrários. O texto segue para análise do Senado.

O projeto, que nasceu como um projeto de anistia aos envolvidos no 8 de Janeiro, foi alterado pelo relator e passou a ser chamado de PL da Dosimetria. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou no começo da tarde que pautaria o projeto para a sessão desta terça.

“Esse projeto não tratará de anistia, mas sim de uma possibilidade de redução de penas para essas pessoas que foram condenadas pelo ato de 8 de janeiro”, disse Motta. “Eu penso que o Plenário da Casa é soberano para decidir sobre essas questões. Quero aqui também deixar de público que a nossa decisão foi tomada única e exclusivamente por vontade do presidente, que tem poder de pauta. Ela não foi tomada para atender ao pedido de ninguém. Nós entendemos que é o momento em que a matéria está madura.”
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O que acontecerá com Bolsonaro

O relatório prevê que os crimes de golpe de Estado e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito não sejam cumulativos. Bolsonaro foi condenado pelo STF pelos dois, além de também por liderar organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

Se a condenação de Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado for extinta, a redução pode chegar a até doze anos, a pena máxima prevista pelo Código Penal para este crime.

Com a diminuição da pena, o ex-presidente também poderia progredir para o regime semiaberto mais rapidamente. Se a Justiça considerar que os crimes dele foram cometidos sem violência ou grave ameaça, ele poderia progredir para o regime semiaberto quando cumprir 25% da pena, ou seja, em 2 anos e 3 meses, na melhor projeção. O cálculo da Vara de Execuções Penais de Brasília, divulgado na semana passada, previa que Bolsonaro tivesse direito à progressão de pena só a partir de abril de 2033.

Mais cedo, o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) afirmou que Bolsonaro deu aval para a bancada do partido votar a favor do PL da Dosimetria mesmo sem o texto contemplar a anistia pretendida pela ala bolsonarista.

Votação no Senado

O projeto será encaminhado para análise do Senado. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou no fim da tarde de terça que tão logo o PL fosse aprovado pela Câmara, seria pautado também no Senado. “Temos que buscar um meio-termo para modernizarmos a legislação, para melhorarmos, para suprirmos as lacunas estabelecidas na lei dos crimes contra o Estado Democrático de Direito”, afirmou Alcolumbre em pronunciamento.

Veja

09/12/2025

TARCÍSIO ROMPE O SILÊNCIO E DIZ QUE FLÁVIO PODE CONTAR COM ELE

Enfim, Tarcísio rompe o silêncio

Tarcísio de Freitas finalmente se manifestou sobre a decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de lançar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato à Presidência da República.

O governador disse que conversou com Flávio e que ele poderá contar com seu apoio.

"O próprio Flávio disse isso, ele esteve comigo na sexta-feira passada, nós conversamos sobre isso.

O presidente Bolsonaro, que é uma pessoa que eu respeito muito e eu sempre disse que eu ia ser leal ao Bolsonaro, que eu sou grato ao Bolsonaro e eu tenho essa lealdade, é inegociável", disse.

"O Flávio vai contar com a gente, o Flávio tem uma grande responsabilidade a partir de agora, ele se junta a grandes outros nomes da oposição que já colocaram seus nomes a disposição, a gente tem o Romeu Zema, a gente tem o Ronaldo Caiado", completou.

O governador avaliou que Flávio tem agora uma grande "responsabilidade" que se resume em "discutir o futuro do Brasil". Dentre as problemáticas atuais, Tarcísio destacou a desigualdade social, a necessidade de uma reaproximação de liderança com a sociedade e o que chamou de "crise fiscal".

"São muitas questões que vão demandar projeto, esforço, que vão demandar liderança e o Flávio agora se apresenta para encabeçar também esse projeto e para isso vai contar com nosso suporte e o que a gente precisa é afastar o que está aí, que não deu certo", afirmou.

08/12/2025

PARA ACALMAR MERCADO PL SUGERE 'ROAD SHOW' DE FLÁVIO

PL defende “road show” de Flávio para acalmar mercado

A cúpula nacional do PL tem defendido que o senador Flávio Bolsonaro (RJ) faça, no início do ano que vem, um “road show” junto ao mercado financeiro.

A ideia é que o pré-candidato de oposição promova encontros com fundos de investimentos e com o setor produtivo para acalmar os ânimos.

Para isso, defendem deputados bolsonaristas, Flávio poderia contar com a ajuda de ex-ministros do pai, como Paulo Guedes (Economia) e Adolfo Sachsida (Minas e Energia).

O anúncio de que Jair Bolsonaro escolheu Flávio Bolsonaro, e não Tarcísio de Freitas (Republicanos), para a sucessão presidencial causou impacto negativo no mercado financeiro.

O dólar teve alta e a Bolsa registrou queda. Até o momento, o governador de São Paulo ainda não se posicionou publicamente sobre o assunto.

A ideia é que Flávio demonstre uma postura de moderação e equilíbrio. E que reafirme que sua intenção é dar continuidade à política econômica do pai, com reformas estruturais de caráter privatista e liberalizante.

O presidenciável de direita também pode dar início à formulação de um plano de governo econômico para apresentar a potenciais doadores de campanha.

CNN

06/12/2025

'VAI ANIQUILAR A DIREITA' - DIZ JANAINA PASCHOAL SOBRE ESCOLHA DE FLÁVIO BOLSONARO

Janaína Paschoal lamenta escolha de Flávio: ‘Vai aniquilar a direita’

Nesta sexta-feira (5), a vereadora Janaína Paschoal (PP-SP), de São Paulo, comentou o anúncio feito pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de que ele foi escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para disputar a Presidência em 2026. Para a vereadora, a escolha “vai aniquilar a direita” novamente.

Mais cedo, ao anunciar que seria o candidato da direita nas próximas eleições, Flávio afirmou ter recebido do pai a missão de conduzir o projeto político iniciado em 2018. O anúncio foi feito por meio das redes sociais do próprio senador.

Ao criticar a decisão, a vereadora pediu às lideranças do Partido Liberal (PL) que barrassem a escolha.

– Se Bolsonaro insistir em lançar Flávio, vai aniquilar a direita novamente. Peço a Deus que ilumine a mente dos líderes partidários e barre essa insanidade – afirmou.