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23/02/2026

O JOGO COMEÇOU: CENTRÃO DEFINE SEU RUMO ENQUANTO LULA 'FOGE PARA ÍNDIA'

Lula "foge" para Índia e o Centrão define o seu rumo... O jogo começou

Não resta dúvida que a "homenagem" na Sapucaí deu muito errado. O prejuízo foi alto. E prejuízo alto em eleição presidencial significa falta de controle. Quando o time está desnorteado atirando pra todos os lados, a culpa é da liderança. É imperdoável. E custa caro.

As críticas óbvias vieram. O evento se consagrou: um dos piores atos de campanha da história do marketing político. Case acadêmico indelével.

Na esquerda o fundo do poço tem subsolo. O partido não se retratou? Não. Dobrou a aposta. Investiu contra a opinião pública.

Não se responde quem está certo com ameaças judiciais. Isso deveria ser uma máxima. É no mínimo, bom senso. 86% do país é cristão e se ofendeu.

Então o Governo deu outro passo e "lacrou". Sim, lacrou a tampa do caixão.

Acreditando que ninguém percebia, viajou. Voou para Índia para "participar de um encontro".

Novidade zero. Marca registrada de Lula: fugir em momentos de crise.

Errou? Pega o avião e sai de cena. Funcionou até ficar manjado. O termo correto para o momento é "patético".

Se a questão se resumisse à opinião pública, já seria um problema enorme. Mas não é.

Só piora: O Planalto estava bem nas pesquisas antes do carnaval para se dar ao luxo de errar assim? Não. Muito menos para ameaçar críticos.

Fugir de cena provou falta de margem de manobra.

Lula pediu uma guerra. Deliberadamente.

Mas esqueceu a máxima militar: ganha uma guerra quem erra menos.

E a sucessão de erros graves acelerou a decisão do Centrão. Os caciques dos diretórios nacionais perderam as ilusões com a candidatura petista e sinalizaram.

Mas abandonar Lula, não significa apoiar Flávio Bolsonaro.

Pelo contrário: o vácuo de poder gerado na esquerda, abre espaço para duas coisas.

1) Lideranças canhotas disputarem espólio, como Biden e Kamala;

2) Avanço do centro sobre eleitorado decepcionado.

E foi exatamente isso que o Centrão sinalizou.

Kassab publicou um blefe: o PSD terá candidato ao Planalto, apostando em Ratinho Jr, Caiado e Eduardo Leite.

A mensagem é clara: apoiar Lula é saltar sem paraquedas. E o centro nunca joga pra perder.

A contrapartida foi anunciada há uma semana: O vice de Tarcísio em São Paulo.

Se o governador paulista ceder, o cacique volta atrás e o PSD abraça o Flávio.

As vantagens são óbvias:

- 891 prefeituras
- tempo de TV e Rádio
- orçamento de campanha
- bases expandidas

Na prática, o cenário proposto pelo PSD significa vitória no 1º turno.

É ruim? Sim. Risco de impeachment no primeiro desentendimento.

Amor de verão não é casamento. E em Brasília, casamento só com separação total de bens. Capisce?

E no cálculo eleitoral, falseamento científico é dever de casa. A pergunta sempre é: E do contrário? O que acontece? Se Flávio disser não, como o tabuleiro fica?

Fácil. Kassab cumpre o blefe: Lança um candidato pra tirar votos da direita. E volta pra negociar no 2º turno.

A mensagem do Centrão é clara: a decisão foi tomada e a aposta é Flávio.

A tensão com Kassab é questão de ajuste fino.

1) Flávio não pode, obviamente, ceder de cara;
2) Kassab não pode recuar, mas tempo é um produto caro.

O impasse tem sentido e direção. Estratégia é a arte de posicionar recursos.

Sun Tzu manda "conhecer o inimigo e a si mesmo" para ser capaz de prever os próximos passos do adversário.

Miyamoto Musashi diz que só há estratégia quando o inimigo não é capaz de surpreendê-lo.

E o silêncio petista não é desistência ou recuo. É mudança de rota.

O time petista atual demonstrou incompetência total à frente da campanha 2026.

O alarme de incêndio no espectro vermelho é uma convocação... e só um nome é capaz de virar o jogo agora: Dirceu.

A reação da esquerda nos próximos dias será violenta. E dessa vez, eficaz.

Ninguém se iluda: as semanas que antecedem a Copa do Mundo serão épicas. Essa disputa presidencial entrará para a história.

Será o primeiro teste real para Flávio Bolsonaro.

O jogo começou.

Ricardo Roveran. Jornalista. @RicardoRoveran

JCO

22/02/2026

EM SANTA CATARINA O PL QUER DAR UM 'CANGAPÉ' NO PP DE CIRO NOGUEIRA

Ciro Nogueira reage à tentativa do PL de romper acordo com o PP em Santa Catarina

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) está insatisfeito com a recente movimentação de setores do Partido Liberal (PL), que buscam alternativas para romper o acordo firmado com a Federação União-PP em Santa Catarina.

No pacto inicial, o PL indicaria um candidato ao Senado, enquanto a federação escolheria outro. A deputada federal Carol De Toni era a candidata natural à vaga do PL, e Espiridião Amin (PP) seria o escolhido pela federação. Contudo, o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) anunciou a entrada na disputa e busca ocupar a vaga destinada ao PL. Agora, o partido terá de decidir entre preservar o acordo com o União e o PP ou optar por uma chapa pura, com De Toni e Carlos.

Como informou Oeste, líderes do PL vão definir nas próximas semanas o futuro político de De Toni. Ela terá uma reunião com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto; com o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência nas eleições deste ano; com o senador Rogério Marinho, líder da oposição no Senado; e com o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello. No encontro, De Toni espera receber garantias de que concorrerá ao Senado pelo PL.
Os próximos passos do PP de Ciro Nogueira

Ao ser indagado por Oeste, neste sábado, 20, Ciro Nogueira respondeu que o PL havia garantido ao PP a candidatura de Amin ao Senado. Com a iminência do fim do acordo, o PP começa a articular o apoio ao atual prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), como candidato ao governo de Santa Catarina. Apesar de estar fora do PL, este último é prestigiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

O fim da parceria com a Federação União-PP também deve impactar as eleições presidenciais, pois o PL busca acordos nos Estados para construir bases de apoio à campanha de Flávio à Presidência. Sem PP nem União, o PL perde o apoio de vereadores, deputados estaduais e prefeitos da região, que deixarão de percorrer os municípios catarinenses para eleger o filho 01 de Bolsonaro.

PL, União e PP concentram um valor expressivo do fundo eleitoral (R$ 1,8 bilhão) e do tempo de propaganda. Cada legenda recebe sua parcela separadamente, mas, quando atuam na mesma coligação, conseguem direcionar volume significativo de verba e estrutura para as candidaturas prioritárias. Nesse caso, a manutenção do acordo ampliaria a capacidade de financiamento e comunicação da chapa majoritária no Estado. Uma divisão política, contudo, reduziria essa força conjunta.

revistaoeste

21/02/2026

PRÉ-CANDIDATO AO SENADO CORONEL HÉLIO RECEBE APOIO DO DEPUTADO JOSÉ DIAS

Coronel Hélio fortalecendo seu nome para o senado

Cel. Hélio e José Dias
No decorrer desta semana, o deputado estadual José Dias (PL) oficializou seu apoio a pré-candidatura do coronel Hélio (PL) ao Senado Federal.

Coronel Hélio se firma como o segundo voto do PL fazendo dobradinha com Styvenson que consolida-se como primeiro nome conforme as pesquisas.

Deputado José Dias que não disputará mais uma reeleição apoiará o ex-prefeito de Ceará Mirim/RN Júlio César (PSD).

Coronel Hélio já conta com o apoio do deputado Luiz Eduardo (PL) que é tido como concorrente direto do ex-prefeito Júlio César nas regiões de Ceará Mirim e Maxaranguape.

O deputado José Dias é um ferrenho crítico do governo petista de Fátima Bezerra que por sua vez recebe apoio do ex-prefeito de Ceará Mirim Júlio César. O veterano deputado é conhecido por suas posições firmes e respeitado por todos os seguimentos políticos.

Como podemos perceber essa equação é 'meia' complicada para imediata solução. Enquanto o deputado mostra-se antipetista o ex-prefeito é aliado do governo Fátima Bezerra (PT).

Aguardar os próximos capítulos!

13/02/2026

PRÉ-CANDIDATURA DE CORONEL HÉLIO AO SENADO TEM APOIO REAFIRMADO PELO GENERAL GIRÃO

General Girão reafirma apoio à pré-candidatura de Coronel Hélio ao Senado

O deputado federal General Girão (PL-RN) reafirmou, nesta sexta-feira (13), seu apoio à pré-candidatura de Coronel Hélio ao Senado Federal nas eleições de 2026. Em declaração direcionada aos eleitores do Rio Grande do Norte, o parlamentar destacou a trajetória construída em conjunto desde o início do movimento conservador que culminou na eleição de Jair Bolsonaro, em 2018.

Segundo Girão, a parceria política teve início ainda durante os trabalhos na campanha presidencial de Bolsonaro, cuja vitória marcou a consolidação de um novo ciclo político no Brasil. O deputado ressaltou que, ao lado do Brigadeiro Carlos Eduardo, o grupo atuou de forma ativa na construção do projeto que levou Bolsonaro à Presidência da República.

General Girão enfatizou, ainda, que a relação com Coronel Hélio vai além da política. “Somos companheiros da vida militar, parceiros de verdade, da direita raiz”, afirmou, ao destacar os vínculos de lealdade, princípios e identidade ideológica que, segundo ele, norteiam a atuação do grupo.

O parlamentar também mencionou a liderança do pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, e o papel fundamental do secretário-geral do Partido Liberal, Rogério Marinho, apontado como uma das principais lideranças políticas do Rio Grande do Norte e do país.

Para Girão, o Senado Federal precisa de representantes com “firmeza de caráter e compromisso com os valores conservadores”. Ele afirmou que Coronel Hélio reúne experiência, lealdade e compromisso com a população, defendendo que sua presença na Casa fortalecerá a representação do campo conservador.

A declaração do parlamentar reforça a articulação política em torno das eleições de 2026 e sinaliza a manutenção da aliança entre lideranças conservadoras no Rio Grande do Norte e no cenário nacional.

Assecom

11/02/2026

O CANDIDATO FAVORITO DE CIRO GOMES A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA - SAIBA QUEM É!

Ciro Gomes revela quem é seu candidato favorito para a Presidência da República

O ex-governador do Ceará e ex-ministro do presidente Lula (2003 a 2006) Ciro Gomes (PSDB) falou abertamente qual é o seu candidato favorito à Presidência da República para 2026. Até então, ele não vinha divulgando nomes e acordos eleitorais, mas se tornou o principal nome cotado para representar a oposição contra o governador Elmano de Freitas (PT) no estado e com apoio do PL e de Flávio Bolsonaro.

“Votar para presidente, ele gosta do Bolsonaro, o outro gosta do Lula, [é] perfeitamente [possível]. Eu gosto mesmo é do Aldo Rebelo. Vocês nem ouviram falar [sobre ele]. Ah! Não, o [deputado] Danilo [Forte] gosta também [dele]”, declarou durante um evento com lideranças políticas do Ceará que ocorreu em Juazeiro do Norte no último sábado, 7.

Rebelo, que é natural de Alagoas, mas foi deputado federal por São Paulo durante cinco mandatos, chegando a presidir a Câmara, é, atualmente, pré-candidato à Presidência pelo partido Democracia Cristã, legenda de direita e conservadora que diz defender as bases do humanismo. Ele costuma pontuar menos de 1% nas pesquisas de intenção de voto. No últimos anos, o partido alçou a candidatura de José Maria Eymael à Presidência.

“Ninguém quer discutir o problema do Bebeto do Choró, nem a esculhambação das facções e nem o pavor, é Lula ou Bolsonaro: aí, a gente entra pelo cano, mas entra redondo pelo cano. Nós temos que trazer essa eleição [presidencial] para cá, para o chão do Ceará, porque vota quem quiser. Quem quiser vota no presidente, vota no presidente A, no presidente B. Eu não acredito! Esse sistema brasileiro apodreceu: 63 bilhões de reais em emendas, judiciário corrompido — ou pelo menos parte importante. Eu perdi completamente a crença nisso daí enquanto isso não mudar, por dentro, profundamente. Mas aqui [no Ceará], a gente dá jeito!”, continuou Ciro.

Oposição ao PT e a Lula, Ciro Gomes vinha articulando uma aliança em torno de seu nome com o PL do senador Flávio Bolsonaro, inclusive com apoio dele e do ex-presidente Jair Bolsonaro, no entanto, um racha iniciado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) paralisou as negociações. Ainda assim, recentemente, o ex-governador do Ceará também já deu a entender que não abrirá palanque para Flávio no seu estado.

Veja

10/02/2026

GAROTA MENOR DE IDADE FOI USADA EM CONTA LARANJA NA REDE DE PROPINAS QUE PEGA PREFEITO DE MOSSORÓ - DIZ PF

Rede de propinas que pega prefeito de Mossoró usou conta ‘laranja’ de garota menor de idade, diz PF



A Polícia Federal identificou uma conta “laranja”, em nome de uma estudante menor de idade, usada por operadores de uma suposta rede de propinas e fraudes em licitações na área da Saúde que atinge o prefeito de Mossoró e pré-candidato ao governo do Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra (União). Segundo matéria publicada pelo Estadão, o prefeito é o principal alvo da Operação Mederi, deflagrada no fim de janeiro.

De acordo com a investigação, o esquema movimentou R$ 13,5 milhões pagos a uma empresa fornecedora de medicamentos que, de acordo com a Polícia Federal, repassava propinas a agentes públicos. Uma das estratégias para ocultar o fluxo financeiro foi o uso da conta bancária da menor, filha do dono da farmacêutica, utilizada para armazenar e distribuir os valores. A conta movimentou R$ 427 mil em um ano, após contratos firmados com o município de Serra do Mel, a 250 quilômetros de Natal.

No dia 27 de janeiro, quando a Operação Mederi foi deflagrada, o prefeito de Mossoró afirmou que “não há qualquer fato que o vincule pessoalmente” às suspeitas de fraudes e pagamento de propinas.

No centro da investigação está a empresa Dismed, que teria como sócio-administrador o empresário Oseas Monthalggan, apontado como responsável por organizar e determinar a entrega de propinas a agentes públicos.

Segundo a Polícia Federal, o esquema de desvio de recursos da Saúde e fraudes em licitações alcançou os municípios potiguares de Serra do Mel, Mossoró, Paraú, São Miguel, José da Penha e Tibau.

A filha de Oseas Monthalggan e de Roberta Ferreira Praxedes da Costa — mulher do sócio da Dismed e proprietária da Drogaria Mais Saúde — teve a conta bancária utilizada pelos pais para lavagem de dinheiro e sonegação fiscal, de acordo com a investigação.

“O cliente não aparenta possuir capacidade econômico-financeira para movimentar tal volume de recursos. Suspeita-se de movimentação de recursos de terceiros, notadamente de seu pai, para fins de sonegação fiscal”, aponta relatório da Polícia Federal.

A análise das movimentações financeiras da Drogaria Mais Saúde revelou que a maior parte das saídas de recursos da empresa foi direcionada à filha do casal, que recebeu R$ 427 mil entre julho de 2022 e junho de 2023.

Serra do Mel

A Drogaria Mais Saúde tinha como principal cliente o município de Serra do Mel. Entre 2024 e 2025, a cidade, com cerca de 13 mil habitantes, pagou R$ 1,4 milhão à empresa.

Segundo a Polícia Federal, por trás das transferências estaria o ex-vice-prefeito de Serra do Mel e apontado como sócio de fato da Dismed, José Moabe Zacarias Soares (PSD). Candidato a prefeito em 2024, ele teria atuado junto a Oseas Monthalggan nos pagamentos de propina em Mossoró e nos demais municípios investigados.

Em diálogos interceptados, Moabe e Oseas detalham o que chamam de “matemática de Mossoró”, esquema que, segundo os investigadores, atenderia às demandas do prefeito Allyson Bezerra em relação ao repasse de propinas.

Para a Polícia Federal, o prefeito de Mossoró e o vice-prefeito, Marcos Bezerra (PSD), operavam “o topo do esquema”, além de receber “propina em percentuais definidos sobre os contratos”. Marcos Bezerra também foi alvo de buscas e apreensões no âmbito da Operação Mederi.

O Estadão informou que busca contato com a defesa dos investigados citados na apuração. O espaço está aberto.

A Tribuna do Norte também tenta contato com a assessoria da Prefeitura de Mossoró e aguarda posicionamento.

Na decisão que autorizou as diligências, o desembargador do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), Rogério Fialho Moreira, destacou informações da Controladoria-Geral da União (CGU), segundo as quais as práticas ilícitas investigadas teriam sido “encabeçadas pelo alto escalão” das gestões municipais.

TN

07/02/2026

CANDIDATOS AO GOVERNO DO RN EM 2026: VEJA QUEM SÃO OS POLÍTICOS QUE JÁ ANUNCIARAM PRÉ-CANDIDATURA

Quem são os políticos que já anunciaram pré-candidatura ao governo do RN em 2026

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil) confirmou neste sábado (7) que é pré-candidato ao governo do Rio Grande do Norte. A declaração foi feita durante uma entrevista coletiva realizada em Natal, em um evento que reuniu partidos que deverão fazer parte da sua coligação.

Ele se soma à lista de postulantes ao cargo, que já contava com outros dois nomes: o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (Republicanos) e o atual secretário de Fazenda do Estado, Cadu Xavier (PT).

"Hoje a gente está aqui para dizer sim a esse projeto de pré-candidatura, para dizer sim a essa missão de rodar o Rio Grande do Norte, poder chegar para as pessoas, de conversar, dialogar, entender o que as pessoas estão vivendo, conhecer as problemáticas, mas principalmente esse é um projeto para falar de solução. A gente não aguenta mais apenas a classe política discutindo problema. A gente quer discutir solução para o Rio Grande do Norte", afirmou Allyson.

Veja abaixo os perfis dos pré-candidatos já confirmados no Rio Grande do Norte.

Allyson Bezerra (União Brasil)

Allyson Bezerra tem 33 anos, é engenheiro civil e servidor da Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa). Ele está no segundo mandado de prefeito de Mossoró - segunda maior cidade do estado - e também já foi deputado estadual. Allyson começou a se credenciar ao governo ao ser reeleito prefeito em 2024 com mais de 78% dos votos. O pré-candidato a vice dele é o deputado estadual Hermano Morais, que anunciou que vai mudar do PV para o MDB.

Na última semana, Allyson foi alvo de uma operação da Polícia Federal e da Controladoria Geral da União que investiga suposto desvio de recursos federais da saúde na compra de medicamentos em municípios do RN. Um dos mandados foi cumprido na casa dele, onde foi apreendido um celular, um notebook e dois HDs. O prefeito negou qualquer irregularidade.

Álvaro Dias (Republicanos)

Álvaro Dias, de 66 anos, é médico, ex-deputado estadual e ex-prefeito de Natal. Ele foi anunciado como pré-candidato ao governo do grupo de direita mais ligado ao bolsonarismo em janeiro, após o senador Rogério Marinho (PL) anunciar a desistência da sua pré-candidatura para trabalhar na campanha de Flávio Bolsonaro à presidência. Alvaro era vice-prefeito de Natal e assumiu o cargo de chefe do Poder Executivo em 2018, com a renúncia do então prefeito Carlos Edutado. Em 2020, ele foi reeleito com 56,58% dos votos válidos.

Em 2024, Álvaro apoiou e conseguiu eleger como sucessor na prefeitura o então deputado federal Paulinho Freire (União Brasil). Embora seja do partido de Allyson, Paulinho já garantiu apoio a Álvaro. A campanha eleitoral daquele ano rendeu processo do MP contra os dois por suspeita de irregularidades como abuso de poder. Álvaro Dias já anunciou como pré-candidato a vice, Babá Pereira (PL), presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn).

Cadu Xavier (PT)

Carlos Eduardo Xavier, ou Cadu, tem 46 anos, é engenheiro de computação, auditor fiscal do RN e atual secretário estadual de Fazenda. Ele é o pré-candidato do grupo governista à sucessão de Fátima Bezerra (PT). O partido confirmou a pré-candidatura em comunicado emitido em janeiro após o atual vice-governador Walter Alves (MDB) anunciar que não assumirá o governo caso Fátima renuncie ao cargo em abril para se candidatar a senadora.

Carlos Eduardo trabalha na gestão de Fátima Bezerra desde o início do governo, em 2019 e nunca se candidatou a nenhum cargo eletivo. Entre os três pré-candidatos, foi o único até agora a dizer que também pode concorrer ao cargo de governador interino, em eleição indireta na Assembleia Legislativa, caso a governadora e o vice-governador renunciem de fato aos cargos. O partido ainda não confirmou nenhuma pré-candidatura ao cargo de vice.

g1

ALLYSON BEZERRA ASSUME PRÉ-CANDIDATURA A GOVERNADOR/RN E ANUNCIA HERMANO MORAIS COMO VICE

Allyson Bezerra confirma pré-candidatura ao governo do RN e anuncia Hermano Morais como vice

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), confirmou neste sábado (7) sua pré-candidatura ao governo do Rio Grande do Norte, durante o evento RN do Futuro. A declaração, que também anunciou a candidatura de Hermano Morais (MDB) como vice, marca o início formal da sua participação no processo eleitoral estadual de 2026, com a perspectiva de ampliar sua base política em todo o estado.

Durante o encontro, que reuniu lideranças políticas e apoiadores, Allyson afirmou que a pré-candidatura tem como objetivo percorrer o estado e dialogar com a população. Segundo ele, a proposta é “rodar o Rio Grande do Norte, conversar, dialogar, entender o que as pessoas estão vivendo, e conhecer as problemáticas”.

O prefeito também mencionou que, no caso de consolidação da candidatura, deverá se afastar do cargo dentro do prazo legal previsto na legislação eleitoral. “Do ponto de vista legal e do calendário eleitoral, será necessário renunciar ao cargo”, afirmou, destacando que a administração municipal seguirá sob a condução do vice-prefeito Marcos Medeiros.

A movimentação ocorre em um momento de articulações e definições partidárias no cenário político estadual, com outros nomes também confirmando pré-candidaturas ou ganhando destaque nas projeções eleitorais para a disputa pelo governo em outubro de 2026.

TN

VAI FACILITAR A VIDA DE ALGUÉM E PREJUDICR A VIDA DE ALGUÉM

PDT oficializa pré-candidatura de Jean Paul Prates ao Senado

O PDT confirmou na sexta-feira (6) a pré-candidatura de Jean Paul Prates ao Senado pelo Rio Grande do Norte. Recém-filiado à legenda, o ex-presidente da Petrobras deixou o PT após quase 12 anos no partido.

A oficialização foi formalizada por meio de um documento assinado pelas direções nacional e estadual do PDT e encaminhado à base de apoio da governadora Fátima Bezerra (PT), além de partidos como PSB, PCdoB, PV, Rede e PSol.

Segundo o partido, a iniciativa busca dar transparência ao processo político e contribuir para a organização do campo democrático e progressista no estado.

Prates deixou a presidência da Petrobras em 2023, após divergências com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Ao anunciar sua saída do PT, afirmou que percebeu redução de espaço político dentro da sigla, embora tenha ressaltado respeito às decisões partidárias.

PARA ENFRENTAR 'BOLSONARISMO E ROGÉRIO MARINHO' PT NACIONAL CONFIRMA FÁTIMA NA DISPUTA PELO SENADO

PT Nacional bate martelo e confirma Fátima na disputa pelo Senado para enfrentar "Bolsonarismo e Rogério Marinho"

Para quem ainda tem dúvidas, o PT Nacional afirmou de novo: Fátima Bezerra é pré-candidata ao Senado Federal e pronto. 

A informação foi reafirmada nesta sexta-feira (6), com a publicação de uma vídeo do evento nacional da sigla, em Salvador, ressaltando a importância do projeto que envolve a governadora.

Assista:



Na ocasião, o deputado federal José Guimarães, coordenador do Grupo de Trabalho Eleitoral do PT nacional, destacou que o presidente Lula precisa de Fátima Bezerra no Senado e que sua candidatura é prioridade tanto do PT no Rio Grande do Norte quanto do PT no Brasil.

"A declaração reforça a estratégia nacional do partido para a composição do Senado nas próximas eleições", afirmou o PT/RN, em texto enviado.

DESCONFIANÇA INTERNA

Ao que parece, a declaração do PT Nacional vale, principalmente, para a própria esquerda do RN. Afinal, são pessoas com posicionamento mais alinhado a esquerda que tem questionado se Fátima estará realmente na disputa pelo Senado ou se ela ficará no Governo do RN até o final do mandato.

Dúvidas a esse respeito são consequência da falta de um nome que tenha viabilidade na disputa indireta que vai acontecer caso a governadora renuncie - e Walter Alves (MDB) também.

06/02/2026

'PL PODE ELEGER ATÉ QUATRO DEPUTADOS FEDERAIS NO RN' - PROJETA GENERAL GIRÃO CONFORME NOMINATA

Girão projeta que nominata do PL pode eleger até quatro deputados federais no RN

O deputado federal General Girão afirmou que o PL tem condições de eleger três deputados federais de forma direta e alcançar um quarto nome pelas sobras nas eleições de 2026, a partir da composição atual da nominata no Rio Grande do Norte.

Segundo Girão, a nominata do PL reúne nomes competitivos que permitem ao partido repetir ou até ampliar o desempenho obtido em eleições anteriores. “Para isso, nós temos que fazer o trabalho de mostrar o que a gente tem feito e o que a legenda PL pode fazer pelo Estado do Rio Grande do Norte”, disse ele, em entrevista nesta sexta-feira 6 à TV Agora RN.

Coordenada pelo senador Rogério Marinho, a lista de candidatos a deputado federal do PL deverá ter três candidatos à reeleição: General Girão, Sargento Gonçalves e Carla Dickson. Outros nomes já confirmados no grupos são: a secretária de Assistência Social de Natal, Nina Souza; o ex-prefeito de Caraúbas Juninho Alves; a ex-reitora da Ufersa Ludimilla Oliveira; e o tenente-coronel da PM Brilhante Filho.

“É bom que a gente escolha representantes que sejam pessoas que se identifiquem com aquilo que você faz”, afirmou General Girão.

Em 2022, a nominata do PL teve 370 mil votos no Rio Grande do Norte, o que resultou na eleição de quatro nomes. Da bancada eleita, apenas General Girão e Sargento Gonçalves permaneceram no partido. Os deputados João Maia e Robinson Faria, que foram os mais votados, migraram para o PP ao longo do mandato.

Avaliação do mandato

Durante a entrevista, o deputado também fez uma prestação de contas do mandato e destacou o volume de recursos destinados ao Rio Grande do Norte ao longo dos últimos anos. “Nesses meus sete anos de mandato, eu já coloquei, de emendas parlamentares para o Estado, R$ 500 milhões”, afirmou.

De acordo com Girão, uma parte significativa desses recursos foi direcionada para a área da saúde: R$ 170 milhões. Ele também citou recursos para o setor rural e para a segurança pública. “Mais uns R$ 40 milhões para assentamentos da reforma agrária, para que as pessoas deixem de ser moradores do campo e passem a ser produtores rurais”, acrescentou, antes de mencionar que a segurança pública também foi contemplada.

Ao falar sobre seu estilo de atuação política, Girão disse priorizar a presença nos municípios e o contato direto com a população. Ele afirmou que gosta de percorrer o Estado de forma intensa durante o período eleitoral e ao longo do mandato. “Eu gosto de fazer a eleição ou pendurado numa moto ou na carroceria de uma picape”, relatou, ao comentar sua rotina de campanha e visitas.

O deputado também defendeu a transparência como marca do mandato e incentivou o acompanhamento público de suas ações. “Eu faço questão de colocar sempre a prestação de contas do nosso mandato”, afirmou, ao convidar eleitores a questionarem a destinação dos recursos. “Manda pergunta que a gente responde para onde a gente mandou esse meio bilhão de emendas”, disse.

Agora RN

03/02/2026

'ELEIÇÃO INDIRETA NO RN SERIA COM VOTO ABERTO DOS DEPUTADOS' - DIZ EZEQUIEL

Ezequiel diz que eleição indireta no RN seria com voto aberto dos deputados

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN), Ezequiel Ferreira (PSDB), respondeu sobre a possibilidade de eleição indireta ao Governo do Estado, na abertura do ano legislativo, na manhã desta terça-feira (3). Ele explicou que o pleito para o mandato-tampão envolveria os votos dos 24 deputados estaduais e já decidiu que ocorreria de maneira aberta. No entanto, Ezequiel disse que ainda não há certeza que ocorrerá a vacância de chefe do Executivo estadual.

“A eleição indireta só existe se houver vacância. Não houve vacância e ninguém tem a certeza que haverá. Nós temos a governadora do Estado que está na cadeira e pode se retirar, vamos dizer, para ser candidata a senadora. Na sequência, teria o vice-governador. Essa vacância só existe se a governadora sair e o vice-governador sair”, disse o presidente da ALRN.

De acordo com o deputado, havendo a vacância, o trâmite na Casa será: um projeto de lei com as diretrizes do pleito será encaminhado pelo Governo do Estado à Assembleia; Após a aprovação, o Governo vai sancionar o projeto para, depois, haver eleição indireta.

“Diante dessa possibilidade, durante o mês de janeiro eu já me debrucei sobre o assunto com a nossa Procuradoria. Será feito um Projeto de Lei, que será encaminhado pelo Governo. O Governo sanciona esse projeto, e aí tem as diretrizes desta eleição, se isso vier a acontecer. Nós temos que esperar, a Assembleia só se manifesta se houver a vacância”, detalhou Ezequiel Ferreira.

Seriam eleitores na eleição indireta os 24 deputados estaduais, que votariam em uma chapa de governador e vice-governador, devido à vacância dupla. Poderiam ser candidatos qualquer cidadão afiliado a um partido, que tenha mais de 35 anos de idade e com conduta ilibada. A eleição se daria na Assembleia com voto aberto.

Novos membros das comissões permanentes na próxima semana

O presidente da Assembleia Legislativa também informou, na 4ª Sessão Legislativa da 63ª legislatura do parlamento estadual, que os novos membros das comissões permanentes da Casa serão definidos na próxima semana.

Com a eleição do presidente e vice de cada comissão, a Assembleia vai dar andamento à tramitação dos projetos de lei.

TN

02/02/2026

EX-MINISTRO DE BOLSONARO RECEBE SALÁRIO DE R$ 30 MIL DO PL

O salário de R$ 30 mil pago pelo PL a um ex-ministro de Bolsonaro

Pte. do PL Valdemar da Costa
Ex-ministro da Saúde do governo Bolsonaro, o cardiologista Marcelo Queiroga integra a folha de pagamentos do diretório nacional do PL, partido ao qual ele é filiado.

Desde fevereiro de 2025, Queiroga ganha um salário bruto mensal de R$ 30 mil. Após os descontos, o ex-ministro de Jair Bolsonaro recebe R$ 22 mil líquidos por mês.

À Justiça Eleitoral, o PL informou que o salário de Queiroga é pago com recursos públicos do fundo partidário. Oficialmente, ele é contratado como “assessor especial”.

Ex-Ministro Marcelo Queiroga
Atualmente, o ex-ministro da Saúde ocupa o cargo de presidente estadual do PL na Paraíba, reduto político dele. Em 2026, Queiroga pretende disputar uma vaga no Senado.

O que diz o ex-ministro

À coluna, Queiroga afirmou que o salário se deve ao auxílio que presta ao PL “na agenda da Saúde”. “A atuação como dirigente partidário não é remunerada”, ressaltou o ex-ministro.

01/02/2026

SEGUNDO VALDEMAR, MICHELLE, TARCÍSIO E NIKOLAS SÃO IMPORTANTES NA CAMPANHA DE FLÁVIO

A importância de Michelle, Tarcísio e Nikolas para a campanha de Flávio, segundo Valdemar

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, disse acreditar que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não vai conseguir se eleger presidente da República se ele não tiver apoio de sua madrasta, Michelle Bolsonaro, do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

“Michelle, Tarcísio e Nikolas precisam estar na linha de frente da candidatura do Flávio, porque eles têm voto. Eles são importantíssimos para nós, a Michelle com as mulheres, o Tarcísio no maior colégio eleitoral. Ninguém [do PL] ganha a eleição sem esse povo trabalhando, não”, declarou o cacique em entrevista para VEJA.

Questionado sobre o pouco empenho do governador paulista na candidatura de Flávio até o momento, no entanto, Valdemar disse confiar que Tarcísio não trairá o ex-presidente Jair Bolsonaro. “Eu não tenho a menor preocupação com o Tarcísio: ele pode não ser craque na política, porque ele nunca foi político, mas ele é um homem de bem, um homem sério, e não vai fazer um papelão com o Bolsonaro nem por reza braba. Ele não vai fugir à luta”, opinou.

O cacique não falou sobre a falta de empenho de Michelle, mas a ex-primeira-dama também não tem demonstrado forte ligação com a candidatura de Flávio. Recentemente, inclusive, ela protagonizou um racha na família ao discordar de uma aliança que vinha sendo formada no Ceará com o ex-governador Ciro Gomes (PSDB), ficando de um lado da briga e mantendo os enteados do outro.

Nikolas Ferreira, que foi um dos deputados mais bem votados das últimas eleições, passou a ocupar esse espaço de destaque após a caminhada-protesto que mobilizou na semana passada, levando 18 mil pessoas para uma manifestação em favor de Bolsonaro às ruas de Brasília.

Valdemar Costa Neto também disse que, após o Carnaval, Flávio Bolsonaro deve se dedicar a apresentar propostas concretas para o Brasil e que, como mostra reportagem de capa desta semana de VEJA, deverá fugir de temas polêmicos e ligados apenas aos militantes bolsonaristas, como a anistia: “O brasileiro não aguenta mais encrenca”, disse. O motivo será uma tentativa de aproximação com o PP e o União Brasil, de onde Flávio espera conseguir um candidato a vice.

Veja

RACHA NO PT DO MARANHÃO É EXPOSTO EM MENSAGENS DO VICE-GOVERNADOR

‘idiota’, ‘mentiroso’, ‘moleque’: mensagens do vice-governador expõem racha no PT do Maranhão

O vazamento de mensagens atribuídas a Felipe Camarão (PT), vice-governador do Maranhão, dirigindo-se a aliados como “idiota”, “mentiroso”, “moleque” etc, ocorre em um momento de forte tensionamento interno em seu partido no Estado e escancara uma crise que vem sendo construída ao longo dos últimos anos na legenda.

Camarão tenta se viabilizar como pré-candidato ao governo do Estado mesmo sem capilaridade eleitoral ou base política consolidada. 

O movimento ganhou força após seu afastamento do governador Carlos Brandão, principal aliado político que poderia sustentar seu projeto.

De acordo com políticos experientes do Maranhão, o único voto estratégico que Camarão precisava para se tornar governador era justamente o de Brandão, mas optou pelo distanciamento e pela aliança com um grupo minoritário. que se autodenomina “dinista”, ligado ao ministro do STF e ex-governador Flávio Dino.

Esse reposicionamento ocorre em contraste direto com a estratégia nacional do PT e de Lula (PT). O Palácio do Planalto tem deixado claro que o foco para 2026 não está na costura de governos estaduais isolados, mas na ampliação da bancada no Congresso Nacional, especialmente no Senado, e na consolidação de alianças estaduais capazes de garantir governabilidade, base eleitoral robusta e resultados concretos.

Brandão, maior aliado de Lula

Carlos Brandão, assim, consolidou-se como o principal aliado do projeto nacional do PT no Maranhão. O governador mantém mais de 70% de aprovação popular, segundo a última pesquisa da Quaest, conta com o apoio de mais de 190 prefeitos eleitos em 2024, de um total de 217 municípios, e obteve vitórias estratégicas em cidades-chave como Imperatriz, segunda maior do Estado e historicamente associada ao bolsonarismo. O Maranhão, sob sua liderança, figura entre os Estados onde Lula obteve uma das maiores votações proporcionais do país.

É nesse cenário de isolamento político que surgem os prints agora divulgados, mostrando ataques de Felipe Camarão a dirigentes históricos do PT durante discussões internas sobre o possível apoio do partido à pré-candidatura de Orleans Brandão. 

As mensagens revelam um tom agressivo e conflituoso, aprofundando a percepção de descontrole e fragilidade política do vice-governador. 

Nos bastidores do partido, a avaliação é de que o episódio não representa um fato isolado, mas a consequência direta de uma estratégia considerada equivocada. 

Sem base municipal , sem unidade interna e em confronto permanente com setores do próprio PT, Felipe Camarão passa a ser visto como um fator de instabilidade em um momento em que a legenda busca coesão para enfrentar o ciclo eleitoral de 2026.

Dirigentes petistas avaliam que o vazamento das mensagens apenas reforça a leitura já predominante: a tentativa de viabilização de Felipe Camarão não dialoga com a estratégia nacional do partido nem com a realidade política do Maranhão, hoje ancorada na liderança consolidada de Carlos Brandão.


DP

30/01/2026

O VINGADOR KASSAB - QUEM SABE?

Kassab quer vingança

Kassab é vingativo, e achava até o fim que as mensagens plantadas na mídia iriam levar Tarcísio a romper com o Bolsonarismo. Ao ter candidato próprio, ele vai usar a polarização para se colocar como saída. Quem não vota em Lula ou Flávio, facilmente escolheria Caiado.

A aposta é reverter pesquisas no primeiro turno. Antes era todo mundo contra o PT, agora a população tem uma opção no meio, e isso é perigoso. Cangurus e bonecos devem parar de atacar Tarcísio, e se concentrar agora em minar a candidatura de Caiado, sem o atacar diretamente.



Victor Vonn Serran Articulista

jco

28/01/2026

NOTA DE APOIO A ALLYSON BEZERRA É EMITIDA PELO UNIÃO BRASIL, PP, PSD E MDB

União Brasil, PP, PSD e MDB emitem nota em apoio a Allyson Bezerra


Os partidos União Brasil, Progressistas (PP), Partido Social Democrático (PSD) e Movimento Democrático Brasileiro (MDB) emitiram nesta quarta-feira (28) uma nota de apoio ao prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, após o cumprimento de mandado de busca e apreensão contra ele na terça-feira (27).

As legendas reafirma confiança na postura de Allyson e que seguem ao lado do prefeito de Mossoró. Veja a íntegra da nota abaixo:

NOTA DE APOIO

Os partidos União Brasil, Progressistas (PP), Partido Social Democrático (PSD) e Movimento Democrático Brasileiro (MDB) vêm a público manifestar solidariedade e apoio ao prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, diante de investigação que envolve gestores de diversos municípios.

Reafirmamos nossa confiança na postura do prefeito Allyson, que tem pautado sua gestão pelo compromisso com a transparência, pelo respeito às instituições e pela responsabilidade com a coisa pública.

Seguimos ao lado de Allyson Bezerra, com a certeza de que todos os fatos serão devidamente apurados, com absoluto respeito ao devido processo legal, ao contraditório, à ampla defesa e à presunção de inocência, princípios fundamentais do Estado Democrático de Direito.

A verdade prevalecerá.

União Brasil
Progressistas
PSD – Partido Social Democrático
MDB – Movimento Democrático Brasileiro

25/01/2026

ELEIÇÃO INDIRETA PARA O GOVERNO DO RN COM INDICAÇÃO DE DUPLA VACÂNCIA

Dupla vacância poderá indicar eleição indireta para governo

A dupla vacância no governo do Estado, diante da possibilidade da governadora Fátima Bezerra (PT) se desincompatibilizar para disputar uma vaga no Senado Federal, e, o já anunciado afastamento do vice-governador, Walter Alves (MDB) para concorrer ao cargo de deputado Estadual na eleições de 2026; entrou no centro do debate jurídico e político no Estado. O tema foi detalhado pelo procurador-geral da Casa, Renato Guerra, ao esclarecer os procedimentos constitucionais que regem a sucessão provisória e a eventual eleição indireta para o Governo do Rio Grande do Norte.

Segundo Renato Guerra, confirmadas as renúncias, caberá ao Poder Legislativo receber formalmente os pedidos e deflagrar o rito constitucional para a sucessão provisória e a eleição indireta. Pela linha sucessória prevista no artigo 60 da Constituição Estadual, o presidente da ALRN seria o primeiro a assumir temporariamente o governo, seguido pelo presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), caso haja impedimento.

O procurador-geral explicou, no entanto, que em ano eleitoral pode haver um conflito entre o dever institucional de assumir provisoriamente o Executivo e o direito fundamental à elegibilidade. Nesse contexto, se a assunção implicar restrições ao direito de ser votado como a exigência de desincompatibilização, o presidente do Parlamento poderia, de forma justificada, deixar de assumir o cargo interinamente.

“Diante de uma justificativa dessa natureza, a Assembleia Legislativa poderia convocar o presidente do Tribunal de Justiça para exercer a sucessão provisória”, apontou Renato Guerra, citando precedente do Supremo Tribunal Federal (STF) na ADPF 969, que analisou situação semelhante ocorrida no estado do Alagoas em 2022.

Paralelamente à sucessão provisória, a ALRN seria responsável por conduzir o processo de eleição indireta, que deve ocorrer em até 30 dias após a confirmação da dupla vacância.

O procurador destacou que o STF reconhece a autonomia dos estados para disciplinar esse tipo de eleição, desde que respeitados parâmetros constitucionais, como a exigência de chapas completas para governador e vice, além do cumprimento das condições de elegibilidade.

O entendimento apresentado pela Procuradoria da ALRN, contudo, encontra contraponto na avaliação do advogado e professor de Direito Constitucional Erick Pereira. Para ele, a Constituição é clara ao distinguir sucessão de substituição. “Quem sucede o governador é o vice. Se o vice não quiser assumir, ele precisa renunciar. Fora isso, não existe sucessor imediato”, afirma. Segundo o jurista, confirmadas as renúncias de governador e vice nos dois últimos anos do mandato, o que se impõe é a realização de eleição indireta, e o papel do presidente da Assembleia é apenas substituir temporariamente o chefe do Executivo para cumprir esse encargo constitucional.

Erick Pereira sustenta que essa substituição provisória não configura sucessão e, portanto, não gera inelegibilidade. “O presidente da Assembleia não está assumindo para governar politicamente o Estado. Ele apenas substitui para organizar a eleição. Isso não o torna inelegível”, explica o especialista, corroborando que o presidente tem a opção de recusar sem perder o cargo de deputado e presidente da Casa.

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