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17/05/2026

LÁ VEM BOMBA DA OMS: SERÁ MAIS UM FICA EM CASA QUE A ECONOMIA A GENTE VER DEPOIS?

OMS declara surto de ebola na África como emergência global

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou emergência de saúde pública de preocupação internacional, pelo surto de ebola causado por um vírus raro no Congo e em Uganda. No total, são mais de 300 casos suspeitos e pelo menos 88 mortes.

A OMS afirmou que o surto não atende aos critérios de uma emergência pandêmica como a Covid-19 e aconselhou contra o fechamento de fronteiras internacionais.

A OMS afirmou que o surto não atende aos critérios de uma emergência pandêmica como a Covid-19 e aconselhou contra o fechamento de fronteiras internacionais.

Autoridades de saúde dizem que o surto atual é causado pelo vírus Bundibugyo, uma variante rara do Ebola para a qual não há vacinas aprovadas. Embora mais de 20 surtos de Ebola tenham ocorrido no Congo e em Uganda, esta é apenas a terceira vez que o vírus Bundibugyo é detectado.

O vírus Bundibugyo foi detectado pela primeira vez no distrito de Bundibugyo, em Uganda, durante um surto em 2007-2008 que infectou 149 pessoas e matou 37. A segunda ocorrência foi em 2012, em um surto em Isiro, no Congo, no qual foram registrados 57 casos e 29 mortes.

O Ebola é altamente contagioso e pode ser contraído por meio de fluidos corporais como vômito, sangue ou sêmen. A doença que ele causa é rara, porém grave e frequentemente fatal.

AE

12/05/2026

O CORREIO DA MÁ NOTÍCIA CHEGOU

OMS confirma 11 casos ligados a surto de hantavírus em navio e diz que não há sinais de disseminação maior

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou nesta terça-feira (12) que já confirmou 11 casos de hantavírus ligados ao surto no navio de cruzeiro MV Hondius, incluindo três mortes. Apesar do aumento no número de infectados, a entidade disse que não há sinais de uma disseminação maior da doença neste momento.

O anúncio foi feito pelo diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante uma coletiva em Madri.

“Não há sinais de que estejamos vendo o início de um surto maior”, afirmou Tedros. Ele ponderou, porém, que a situação “pode mudar” nas próximas semanas por causa do longo período de incubação do vírus.

Espanhola sintomática é 11º caso

A atualização ocorre no mesmo dia em que a Espanha confirmou um novo caso ligado ao navio: uma passageira espanhola evacuada do cruzeiro testou positivo para o hantavírus após entrar em quarentena em um hospital militar em Madri.

Segundo o Ministério da Saúde espanhol, a paciente desenvolveu febre e dificuldade para respirar, mas segue estável e “sem deterioração clínica evidente”.

Ela está entre 14 espanhóis retirados do navio no domingo. Os outros passageiros testaram negativo até agora.

OMS diz que risco global segue baixo

De acordo com a OMS, nove dos 11 casos já confirmados são da cepa Andes do hantavírus — uma variante rara que pode ser transmitida entre pessoas em situações específicas de contato próximo.

O hantavírus normalmente é transmitido pelo contato com fezes, urina ou saliva de roedores silvestres infectados.

A doença costuma provocar sintomas como febre, calafrios e dores musculares, mas pode evoluir para insuficiência respiratória grave. Segundo a OMS, os sintomas podem aparecer entre uma e oito semanas após a exposição ao vírus.

Tedros recomendou que passageiros evacuados permaneçam em quarentena por 42 dias.

Funcionários de hospital entram em quarentena

Na Holanda, 12 funcionários de um hospital universitário foram colocados em quarentena preventiva após manipularem fluidos corporais de um paciente infectado sem seguir protocolos reforçados de segurança.

O hospital Radboud University Medical Center afirmou que o risco de transmissão é baixo, mas classificou a medida como uma precaução.

Entenda o caso

O surto começou durante uma expedição do navio MV Hondius, que fazia um roteiro entre a Argentina, a Antártida e ilhas remotas do Atlântico Sul.

Segundo autoridades sanitárias, trata-se do primeiro surto de hantavírus registrado em um navio de cruzeiro.

Nos últimos dias, países organizaram operações de evacuação e repatriação de passageiros. Ao todo, 87 passageiros e 35 tripulantes deixaram o navio em Tenerife, na Espanha, usando equipamentos de proteção completos.

Três pessoas morreram desde o início do surto: um casal holandês e um cidadão alemão.

O MV Hondius agora segue para Rotterdam, na Holanda, onde passará por limpeza e desinfecção.

g1

18/05/2025

HOMOSSEXUALIDADE DEIXAVA DE SER DOENÇA PELA OMS HÁ 35 ANOS

Há 35 anos, a homossexualidade deixava de ser doença pela OMS

No dia 16 de maio de 1990, quem consultasse o Código Internacional de Doenças (CID), encontraria o termo homossexualidade ao lado do número 302.0. No dia seguinte, no entanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) revisou a publicação e retirou a palavra da lista de doenças.

Desde 2004, a data passou a ser conhecida como o Dia Internacional de Combate à LGBTfobia.

Em 1948, o Código Internacional de Doenças, em sua sexta edição, passou a considerar homossexualidade um transtorno de personalidade. Quatro anos depois, a Associação Americana de Psiquiatria (APA) lançaria a primeira edição de seu Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), que incluiria a homossexualidade como um “desvio sexual”.

A luta de ativistas LGBT para reverter a situação começou a se intensificar na década de 70. Em 1973, a APA decidiu retirar a palavra homossexualidade do DSM.

Em suas redes sociais, a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, falou sobre a data.

– A data é um momento de reflexão e resistência, mas também de celebração das conquistas obtidas por meio da luta de movimentos sociais e ativistas, que, ao longo das décadas, vêm construindo um Brasil mais justo, diverso e plural – disse.

Com informações da Agência Brasil

02/05/2024

ALGUÉM AINDA CONFIA NESSA 'FAKE' OMS? AS MULTAS IMPOSTAS A BOLSONARO VÃO TER DEVOLUÇÃO?

Atualização da OMS acaba admitindo a ineficácia das máscaras durante a pandemia

Desde 2020, um dos temas mais controversos na dicotomia política e sanitária da pandemia de COVID-19 tem sido o uso de máscaras. Por um lado, houve defensores fervorosos da eficácia inquestionável do uso desses dispositivos, que se tornaram uma característica marcante e até motivo de coerção e represália para quem não os seguia rigidamente, embasados na nova ciência emergente.

Por outro lado, houve aqueles que lutaram para trazer coerência e debate dentro das recomendações dos governantes, questionando a eficácia das máscaras conforme impostas pela ciência moderna. Observou-se, com frequência, pessoas que defendiam apaixonadamente a eficácia das máscaras, mas acabavam contraindo o vírus mesmo usando-as de forma dogmática.

Além disso, era comum ver políticos e autoridades utilizando máscaras em eventos oficiais, apenas para retirá-las logo em seguida fora do escopo das câmeras, o que gerou críticas e acusações de hipocrisia.

O debate central girava em torno da capacidade das máscaras, de todos os tipos, incluindo as não profissionais, de proteger as pessoas da contração do vírus. Conforme os meses e anos de pandemia avançaram, o debate se intensificou, com destaque para a descoberta de e-mails “vazados” do Dr. Anthony Fauci, que questionavam a eficácia das máscaras.

Uma virada significativa ocorreu com o estudo de Katherine Randall e Linsay Marr, que levantou dúvidas sobre a transmissão do vírus por aerossóis. Este estudo, junto com o apelo de centenas de cientistas independentes à OMS desde janeiro de 2020, eventualmente resultou em uma atualização da terminologia e compreensão da transmissão do vírus pelo ar.

No entanto, apesar dessa atualização, a OMS demorou quase um ano para reconhecer a importância dos aerossóis na disseminação da doença, o que não recebeu grande atenção da mídia ou autoridades. Essa falta de divulgação levanta questões sobre o acesso à informação e a comunicação eficaz durante a pandemia.

Essa nova abordagem da OMS reconhece que as partículas respiratórias infecciosas existem em um espectro contínuo de tamanhos e que o tipo de máscara pode influenciar sua capacidade de proteger contra a doença. Isso levanta dúvidas sobre a eficácia das máscaras, especialmente quando usadas indiscriminadamente em ambientes ao ar livre e ventilados.

No entanto, apesar dessas mudanças na compreensão da transmissão do vírus, muitas autoridades e mídias tradicionais ainda não reconheceram publicamente os erros cometidos no passado em relação às medidas de saúde pública. Isso destaca a persistência de agendas políticas e interesses divergentes durante a pandemia, em detrimento da saúde e bem-estar da população.

TBN

09/08/2023

APARECEU O 'CORREIO DA MÁ NOTÍCIA'

OMS rastreia novas variantes do coronavírus

A Organização Mundial da Saúde (OMS) está rastreando várias variantes do coronavírus, incluindo a EG.5, que se espalha nos Estados Unidos e no Reino Unido, disse o diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, nesta quarta-feira 9.

“Permanece o risco de surgir uma variante mais perigosa que pode causar aumento repentino de casos e mortes”, afirmou Tedros, acrescentando que a agência está publicando um relatório de avaliação de risco sobre o tema.

A OMS também emitiu um conjunto de recomendações permanentes para a covid, nas quais pede aos países que continuem relatando dados sobre a doença, especialmente de mortalidade e morbidade, e oferecendo vacinação.

09/08/2022

OMS VAI CORRIGIR MAIS UMA DE SUAS 'MERDAS'

OMS avalia mudar nome da varíola dos macacos para proteger animais

Porta-voz da Organização Mundial de Saúde (OMS), a epidemiologista Margaret Harris informou nesta terça-feira (9) que o atual surto de varíola dos macacos – que ocorre em diversos países do mundo – representa um risco de transmissão que vem de humanos e condenou ataques a animais.

“A transmissão que estamos vendo agora com o grande surto de varíola dos macacos é uma transmissão de pessoa para pessoa. O vírus está em alguns animais, e vemos um salto para os humanos, mas não é isso que estamos vendo agora. O risco de transmissão vem de outro ser humano”, afirmou a especialista.

Em menos de uma semana, sete macacos foram resgatados em áreas de mata em Rio Preto (SP) com sinais de possível intoxicação. Um outro animal também foi encontrado morto no local.

A suspeita é que esses animais tenham sido envenenados depois da confirmação de três casos positivos da varíola dos macacos na cidade, apesar de o atual surto não ter relação nenhuma com os primatas.

Harris informou ainda que a preocupação atual sobre a doença deve se concentrar no fato de que a varíola dos macacos está sendo transmitido na população humana e o que os humanos devem se atentar a medidas sanitárias de proteção ao vírus.

“Certamente, [a preocupação atual] não deveria ser sobre ataques a nenhum animal”, alertou.

Com informações do G1