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04/08/2026

PANDEMIA: NO FINAL OS BANDIDOS DE VERMELHO É QUE ERAM OS GENOCIDAS

Professor da USP teria pedido ajuda de Fauci contra Bolsonaro

Anotações registradas no diário do médico Anthony Fauci, principal autoridade da área da saúde nos Estados Unidos durante a pandemia de Covid-19, apontam que o imunologista e professor da Universidade de São Paulo (USP) Jorge Kalil teria pedido ajuda para o Brasil, porque o até então presidente Jair Bolsonaro (PL) era “terrível”.

A conversa teria ocorrido no dia 30 de março de 2021, dias após o Brasil superar 300 mil mortes causadas pelo coronavírus. Fauci relatou em seu diário que havia participado, naquele mesmo dia, de uma videoconferência com o ministro da Saúde Marcelo Queiroga, que tinha sido recém-empossado.

– Tive uma reunião por Zoom com o ministro da Saúde do Brasil, dr. Marcelo Queiroga. Eles precisam da ajuda dos Estados Unidos porque estão enfrentando um problema terrível, e o presidente Bolsonaro se parece muito com Trump e está prejudicando o país com sua abordagem. Ofereci ajuda por meio da colaboração em pesquisas e da discussão de estratégias – anotou Fauci, que à época era diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA.

Na sequência, relatou que depois da reunião no Zoom, recebeu uma mensagem do doutor Jorge Kalil, pedindo ajuda do país norte-americano.

– Recebi uma mensagem de um dos cientistas deles, o dr. Jorge Kalil. Ele me pediu, por favor, que os ajudasse e permanecesse ao lado deles, já que Bolsonaro é terrível, e disse que a comunidade científica brasileira e o povo brasileiro têm grande consideração por mim e que precisam que eu os defenda – assinalou.

No mesmo trecho, Fauci descreveu ter dito ao Brasil que enviaria doses excedentes da vacina após a população estadunidense ter sido imunizada.

– Eles realmente querem vacinas de nós, mas a política dos Estados Unidos é esperar até que todo o nosso país esteja vacinado antes de doarmos as doses excedentes. Infelizmente, isso foi tudo o que pude oferecer a eles. Eles receberão muitas vacinas da Pfizer, da AstraZeneca e da Johnson & Johnson no fim de maio e no início de junho – ressaltou.

Os registros foram revelados pelo senador republicano Rand Paul durante audiência no Senado dos EUA na última quarta-feira (29). Na ocasião, Fauci foi interrogado pelos parlamentares, mas se recusou a responder aos questionamentos respaldando-se na Quinta Emenda da Constituição do país, que permite que réus e testemunhas fiquem em silêncio para evitar a autoincriminação.

Fauci é acusado pelos republicanos de ocultar informações sobre a origem da pandemia de Covid-19 e tomar decisões equivocadas durante o combate à Covid-19.

Kalil, por sua vez, é professor titular de Imunologia Clínica e Alergia da Faculdade de Medicina da USP. Ele também dirige o Laboratório de Imunologia do InCor e já esteve à frente do Instituto Butantan. À época de seu contato com Fauci, ele participava de um conselho formado pelo governo dos EUA que tinha como objetivo monitorar os testes de vacinas contra o coronavírus.

AINDA SOBRE OS RESPIRADORES DA BAHIA: PF RASTREIA VERBA PARA RESPIRADORES DA COVID

Os recursos foram desviados para faturas de cartões de crédito e compra de carros 

Segundo reportagem do UOL detalhada nesse vídeo, a Polícia Federal rastreou a verba de R$ 48 MILHOES que deveria comprar respiradores para o Consórcio Nordeste em 2020 e encontrou desvios para faturas de cartões de crédito, mensalidade escolar e até compra de carros. 

O dinheiro foi pago antecipadamente, sem licitação, para uma empresa que vendia produtos à base de cannabis e que NUNCA entregou os respiradores. 

O caso ganhou repercussão novamente após decisão do TCU na semana passada. 

O chefe da Casa Civil Rui Costa, que na época era governador da Bahia e presidia o consórcio, é citado nas reportagens sobre o caso.

O JULGAMENTO DO DR. FALCI, O HOMEM QUE SABE TUDO SOBRE AS SACANAGENS DA COVID-19

O julgamento do Dr. Fauci e o Brasil

Nos Estados Unidos, o Dr. Anthony Fauci foi sabatinado no dia 29 de julho no senado americano, acerca da procedência do vírus da covid-19. O senador Rand Paul preside a comissão que o interrogou. Na prática, o senador busca um culpado pela epidemia e identifica, como muitos republicanos, esse culpado na figura do Dr. Fauci — personalidade que durante a pandemia dirigia o laboratório do NIH (National Studies of Health) que respondia por doenças infectocontagiosas.

O senador acredita que o médico escondeu da população americana a real origem do vírus e inclusive também se colocou contra os melhores tratamentos que deveriam ser adotados (cloroquina, ivermectina, etc.) e conta o uso de máscaras e a política do isolamento. Na opinião abalizada do senador, o médico esconde da população americana as relações que o NIH estabeleceu com um laboratório de segurança máxima, um nível P4 (grau máximo de segurança biológica) chinês em Wuhan e que em colaboração com o laboratório americano estudava os vírus dos morcegos — sempre grandes candidatos a saltarem dos animais e habitarem os homens e outros mamíferos. Muitas famílias de vírus dos morcegos são candidatos a isso e devem ser estudados. E se os países têm fronteiras, a doenças não têm.

Daí a importância de estabelecer pesquisas com laboratórios de outros países e investigar o potencial de doenças que poderão aparecer em qualquer local do mundo e dar origem a pandemias. Está aí também o interesse dos EUA pelo vírus nipah, típico de morcegos asiáticos e que eventualmente salta para mamíferos e para homens, mas que até hoje não fez o salto definitivo de um homem para o outro – ainda bem! Mas está sendo continuamente observado.

Da mesma maneira, essa é a razão pela qual os laboratórios americanos acompanhavam, até o início da atual gestão, o vírus ebola da estirpe Bundibugyo na África. Sim, existe algo humanitário por trás, mas a preocupação na verdade é se preparar para o fato de que ele poderá se transformar em uma ameaça mundial e o CDC (“Centro de Controle e Prevenção de Doenças”) de Atlanta, ligado à Marinha americana, deve monitorar o que ocorre.

No Brasil, em diversos momentos, tivemos a assessoria do CDC para nos ajudar a entender doenças que apareceram por aqui — como a peste negra de Lábrea (uma forma rara e grave de hepatite que ocorreu na Amazônia ocidental) e os episódios aqui e na América do Sul com os frequentes casos de hantavírus. Enfim, a cooperação entre países para entender os ciclos que ocorrem na natureza envolvendo micro organismos são muito frequentes.

O Dr. Fauci, comandando o importante laboratório de moléstias infectocontagiosas do NIH, era o responsável pelas relações entre os laboratórios americanos, chineses e de vários outros lugares do mundo, com protocolos de cooperação e inclusive de cofinanciamento. A tese do senador e de muitos conservadores dentro e fora dos EUA é de que os chineses estavam produzindo uma arma em seu laboratório de segurança máxima com intenções não declaradas, usando dinheiro americano fornecido pelo Dr. Fauci e de que esse experimento fugiu do controle. E no caminho para colocar a China no centro do alvo, está o Dr. Fauci. E também as acusações de uso inadequado de vacinas, máscaras e lockdown.

E por que esse assunto interessa aos brasileiros?

O Brasil precisa construir seu CDC. Uma entidade científica e ágil que seja capaz de monitorar os nossos seis biomas (Amazônia, Pantanal, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica e Pampa) todos sob ataque – sendo devastados, destruídos e pressionando a vida aí existente a encontrar caminhos alternativos. Além de criar uma estrutura científica capaz de monitorar a vida nos biomas, que desenvolva uma rede de laboratórios com capacidade de sequenciar microrganismos existentes nesses biomas e acompanhar de maneira mais efetiva a destruição e sua recomposição.

Os americanos, dentro de algum tempo, terão condição de recompor, espero, suas estruturas científicas. A democracia é assim: de quatro em quatro anos passa por testes de funcionamento. Nós que estamos construindo nosso modelo civilizatório não podemos cometer mais erros. Temos pouco tempo para nos colocar em condição de enfrentar os difíceis tempos que teremos pela frente.

Já cometemos erros suficientes. É tempo de acertar.

CNN

19/04/2025

'CORONAVÍRUS SURGIU EM LABORATÓRIO DA CHINA E BIDEN ENCOBRIU O CASO' - AFIRMA TRUMP

Governo Trump afirma que coronavírus surgiu em laboratório da China e acusa Biden de encobrir o caso

A Casa Branca lançou, nesta sexta-feira, 18, um site intitulado “As verdadeiras origens da covid-19”

Por meio da página, o governo norte-americano, sob comando do presidente Donald Trump, afirma que o coronavírus escapou de um laboratório de Wuhan, na China.



Além disso, o site sugere que o governo do ex-presidente dos Estados Unidos Joe Biden trabalhou para encobrir o caso. A mesma acusação se dá contra Anthony Fauci, ex-diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas.

A origem da pandemia de covid-19 já foi alvo de investigações por diversas agências federais, organizações de saúde internacionais e comitês do Congresso dos EUA.

A Agência Central de Inteligência norte-americana chegou a divulgar um relatório no qual sugere que o vírus vazou de algum laboratório. A avaliação está em conformidade com análises anteriores dos departamentos de Energia e Estado dos EUA.

A nova página da Casa Branca

O novo site substitui o antigo covid.gov, que fornecia informações sobre vacinas, testes e tratamentos contra a doença. Agora, explora o que os norte-americanos chamam de “teoria do vazamento laboratorial”.

Durante uma entrevista à emissora Fox News, Marty Makary, comissário da Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA, comentou a mudança da página.

“As pessoas querem alguma conclusão”, disse Makary. “O pesadelo inteiro da covid-19 por mais de três anos foi totalmente evitável.”

O site também afirma que o vírus possui características biológicas não naturais e que, se houvesse evidências de uma origem natural, elas já teriam sido apresentadas.

Críticas ao lockdown

O novo site da Casa Branca destaca falhas na resposta à covid-19, o que inclui lockdown, obrigatoriedade do uso de máscaras. Além disso, a página apresenta questões relacionadas ao financiamento de pesquisas em doenças infecciosas.

Algumas teorias que o site apresenta são: o vírus possui uma característica biológica que não é encontrada na natureza;

os dados mostram que todos os casos de covid-19 decorrem de uma única introdução em humanos. Isso contrasta com pandemias anteriores, nas quais houve múltiplos eventos de contágio;

Wuhan abriga o principal laboratório de pesquisa sobre os sintomas da covid-19 da China, que tem um histórico de condução de pesquisas de ganho de função (alteração genética e sobrecarga de organismos) em níveis de biossegurança inadequados;

pesquisadores do Instituto de Virologia de Wuhan adoeceram com sintomas semelhantes aos da covid-19, meses antes de o vírus ser descoberto no mercado de alimentos; e

por quase todos os critérios científicos, se houvesse evidências de uma origem natural, elas já teriam surgido.

Revista Oeste

21/03/2025

CASOS DE COVID PÓS-CARNAVAL AUMENTA 80,4% - BESTEIRA, É SÓ COMPRAR MÁSCARA, ÁLCOOL GEL E FECHAR O COMÉRCIO

Pós-Carnaval tem aumento de 80,4% nos casos de Covid

Após o carnaval, houve aumento de 80,4% nos casos de Covid no Brasil. Dados do Ministério da Saúde analisados pela plataforma SP Covid-19 Info Tracker, na semana epidemiológica que compreende o período de 23 de fevereiro a 1º de março, aponta que foram confirmados 6.354 casos no país.

Já na semana epidemiológica seguinte, encerrada em 8 de março, o número de casos saltou para 11.467. Os dados são provisórios, visto que casos em investigação ainda podem ser confirmados.

O aumento do número de casos também foi observado nos anos anetriores. No pós-Carnaval de 2024 houve aumento de 53,2% no número de infecções por Covid no país (de 45.177 casos para 69.234 após a folia). Já em 2023 a alta foi de 82%, passando de 34.092 para 62.055 no pós-carnaval.

As informações são da Folha de S.Paulo.

23/02/2025

RIDÍCULOS: COMO EXIGIR QUE A POPULAÇÃO TOME A VACINA DA COVID SE NEM ELES TOMAM?

Nísia Trindade não tomou todas as doses da vacina contra Covid

Nísia Trindade, ministra da Saúde, não seguiu a recomendação oficial de sua própria pasta para a vacinação contra a Covid-19, estando com as doses da vacina atrasadas.

De acordo com informações obtidas via a Lei de Acesso à Informação (LAI) pelo Metrópoles, a ministra de 67 anos recebeu apenas uma dose da vacina em fevereiro de 2024. No entanto, a orientação do Ministério da Saúde é para que pessoas a partir dos 60 anos recebam duas doses por ano, com intervalo de seis meses.

Nísia foi imunizada com duas doses da AstraZeneca e quatro doses de reforço.

A pasta se pronunciou em nota, dizendo que Nísia “atualizará sua caderneta nesta semana”.

– A ministra Nísia Trindade tomou 6 doses da vacina contra Covid-19 e atualizará sua caderneta nesta semana – diz a nota do ministério.

04/02/2025

DANOU-SE: CONTRA A COVID GOVERNO LULA UTILIZA VACINAS DESATUALIZADAS

Governo Lula utiliza vacinas desatualizadas contra a Covid

No Brasil, as doses de vacinas contra o Covid-19 estão desatualizadas. O motivo é a espera que o Ministério da Saúde por um aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a fim de receber a versão mais recente dos imunizantes, que foram adquiridos numa compra de quase 60 milhões de unidades.

Atualmente, as doses disponíveis nos postos de saúde são direcionadas para a cepa da Ômicron XBB.1.5. Os imunizantes foram desenvolvidas no final de 2023 e receberam o aval para uso no país no início de 2024.

Em abril de 2024, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou a atualização para a cepa JN.1, que é a mais prevalente no momento – orientação que foi seguida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em setembro de 2024.

A Anvisa já autorizou versões atualizadas da vacina para a JN.1, em novembro de 2024, mas apenas para as que são produzidas pela Pfizer e pela Moderna.

O contrato vigente do Ministério da Saúde para aquisição de doses contra a Covid-19, após licitação feita em novembro de 2024, é com a Zalika Farmacêutica para recebimento da vacina Covovax, desenvolvida pela Novavax, que ainda não tem a versão para a JN.1 aprovada no país.

As informações são do jornal O Globo.

27/01/2025

'MAIS PROVÁVEL QUE COVID TENHA ORIGEM EM LABORATÓRIO CHINÊS' - CONSIDERA CIA

CIA considera “mais provável” que Covid tenha origem em laboratório chinês

A CIA (Agência Central de Inteligência) dos Estados Unidos concluiu ser “mais provável” que a pandemia de Covid tenha origem em um vazamento do Instituto de Virologia de Wuhan, na China, do que em causas naturais.

A notícia é d'O Antagonista. A avaliação foi divulgada no sábado, 25, após um relatório elaborado durante o governo do ex-presidente Joe Biden, a pedido do Congresso, e publicado pelo novo diretor da CIA, John Ratcliffe, nomeado por Donald Trump.

Em comunicado, a agência afirmou que, com base nos relatórios disponíveis, o vazamento de laboratório parece ser a explicação mais plausível, embora os cenários de origem natural e de vazamento ainda sejam considerados possíveis.

A CIA se junta ao FBI na conclusão de que o coronavírus pode ter vazado de um laboratório em Wuhan, embora a agência tenha ressaltado a confiança nessa conclusão é limitada.

Principais hipóteses

Cinco anos após o início da pandemia, a origem do coronavírus SARS-CoV-2 continua sendo um mistério. As investigações apontam duas principais hipóteses: o vírus teria se originado de um mercado em Wuhan, transmitido por animais como morcegos ou pangolins, ou vazado de um laboratório da cidade.

A comunidade de inteligência dos EUA, composta por 18 agências, tem analisado essas possibilidades ao longo dos últimos quatro anos.

Responsabilidade da China

Ratcliffe, que assumiu a direção da CIA sob o governo Trump, já defendia anteriormente a teoria do vazamento do laboratório.

A mudança na avaliação da CIA foi recebida com apoio de políticos republicanos, como o senador Tom Cotton, que destacou a necessidade de responsabilizar a China pela pandemia.

A embaixada chinesa em Washington repudiou a conclusão, acusando os EUA de politizarem o assunto e de promover uma narrativa infundada contra a China.

Embora a teoria do vazamento de laboratório seja agora considerada mais plausível, a CIA disse que continuará a revisar novas informações.

20/09/2024

COVID: LÁ VEM 'ARMAÇÃO' (!?)

Casos graves de Covid-19 voltam a subir, alerta Fiocruz

O novo Boletim InfoGripe desta semana destaca que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por Covid-19 crescem e se ampliam no país. A atualização mostra aumento dos casos de SRAG associado à Covid-19 no Distrito Federal, Goiás, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Os estados de Minas Gerais e Paraná também apresentam leve aumento de casos SRAG em idosos, provavelmente associado à Covid-19. Os dados foram divulgados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (19).

A manutenção do aumento dos casos de SRAG em crianças e adolescentes de até 14 anos de idade em muitos estados da região Centro-Sul e em alguns estados do Norte-Nordeste está associada ao rinovírus. No entanto, já é possível observar sinais de desaceleração no crescimento de SRAG pela doença em alguns desses estados e até mesmo a queda das hospitalizações por rinovírus em outras regiões do país.

Entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos de idade, os vírus sincicial respiratório (VSR) e o rinovírus continuam sendo as principais causas de internações e óbitos. A mortalidade da SRAG permanece mais elevada entre os idosos, com predomínio de Covid-19, seguido pela influenza A.

No agregado nacional, há sinal de aumento de SRAG na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) e de curto prazo (últimas três semanas). Esse aumento se deve a um crescimento das SRAG por rinovírus e Covid-19 em muitos estados.

A análise aponta que 14 unidades federativas apresentam indícios de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo: Amapá, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins.

Pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do Boletim InfoGripe, Tatiana Portella ressalta que o crescimento dos casos graves por rinovírus já começam a dar sinais de desaceleração em alguns estados ou até de queda em algumas regiões. Em relação aos vírus da influenza A, informa Tatiana, os casos graves do vírus continuam em baixa na maior parte do país.

No entanto, segundo a pesquisadora, o estudo observou aumento de casos graves por influenza A no Rio Grande do Sul.

– Por isso, é importante que todas as pessoas do grupo de risco do Rio Grande do Sul que ainda não tomaram a vacina contra o vírus da influenza A procurem um posto de saúde para se vacinarem contra o vírus. Além disso, diante do cenário de aumento de casos graves de Covid-19 em muitos estados do país, é muito importante que todas as pessoas do grupo de risco também estejam em dia com a vacina.

Agência Brasil

19/06/2024

NO BRASIL TAMBÉM FOMOS FORÇADOS A ACREDITAR

Kansas acusa Pfizer de enganar população sobre vacina contra Covid-19

O Estado norte-americano do Kansas abriu um processo judicial, nesta segunda-feira (17), contra a Pfizer, acusando a empresa de enganar o público sobre sua vacina contra Covid-19 ao esconder os riscos e fazer alegações falsas sobre sua eficácia.

Em uma ação aberta no Tribunal Distrital do Condado de Thomas, o Estado disse que as supostas declarações falsas da farmacêutica sediada em Nova York violaram a Lei de Proteção ao Consumidor do Kansas. O Estado está buscando indenizações financeiras não especificadas.

O Kansas também disse que a Pfizer alegou falsamente que sua vacina, desenvolvida com a parceira alemã BioNTech 22UAy.DE para a cepa original do vírus, mantinha uma alta eficácia contra variantes e que impediria não apenas a doença, como também a transmissão. A BioNTech não é ré no caso.

Infomoney

01/06/2024

LASCOU: APÓS 3 ANOS PODERÁ ACONTECER SINTOMAS DURADOURO DA COVID - INDICA ESTUDO

Estudo indica risco de sintomas duradouros da Covid após 3 anos

Um estudo publicado na revista Nature Medicine, na última quinta-feira (30), com o monitoramento de sequelas da Covid-19 em um grupo de 135 mil pessoas, indicou um risco aumentado de 5% de que pacientes não hospitalizados pela doença, ou seja aqueles que a desenvolveram em grau leve, tenham sintomas prolongados da patologia mesmo passados três anos da contaminação.

Além desse índice, o levantamento também apontou um risco 23% maior de que sintomas da doença ainda persistam um ano após a infecção, e 16%, após dois anos. Os efeitos persistentes na saúde no terceiro ano, de acordo com o estudo, afetam principalmente os sistemas gastrointestinal, pulmonar e neurológico.

– Não sabemos ao certo por que os efeitos do vírus duram tanto tempo. Possivelmente, tem a ver com persistência viral, inflamação crônica, disfunção imunológica ou tudo isso junto – disse Ziyad Al-Aly, epidemiologista clínico da Universidade de Washington e autor-sênior do estudo.

Outra constatação do estudo foi o de que pacientes com Covid que foram hospitalizados nos primeiros 30 dias após a infecção enfrentam um risco 29% maior de morte no terceiro ano em comparação com pessoas que não contraíram o vírus.

A pesquisa foi feita a partir da análise de milhões de registros médicos de uma base de dados mantida pelo Departamento de Assuntos de Veteranos dos Estados Unidos. O estudo incluiu mais de 114 mil veteranos com Covid-19 leve que não necessitaram de hospitalização; mais de 20 mil pacientes hospitalizados com a doença; e 5,2 milhões de veteranos sem diagnóstico de Covid.

Os pacientes foram incluídos no estudo de 1° de março de 2020 a 31 de dezembro de 2020, e acompanhados por pelo menos três anos, até 31 de dezembro de 2023.

29/04/2024

AGORA? EFEITOS COLATERAIS DA VACINA CONTRA A COVID É ADMITIDO PELA PRIMEIRA VEZ PELA ASTRAZENECA

AstraZeneca admite pela 1ª vez ‘efeitos colaterais raros’ da vacina contra covid

Pela primeira vez, a AstraZeneca admitiu à Justiça que sua vacina contra a covid pode causar “efeito secundário mortal”. O laboratório farmacêutico é alvo de ação coletiva movida por dezenas de famílias que culpam a companhia por supostos efeitos colaterais que podem ter provocado “danos à saúde ou até mesmo a morte” de pacientes vacinados. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

Os advogados que representam os familiares acreditam que alguns deles podem receber indenização de até £ 20 milhões (R$ 128 milhões).

Apesar de contestar as alegações, a AstraZeneca, com sede em Cambridge, no Reino Unido, reconheceu em um documento legal apresentado em fevereiro ao Tribunal Superior que a sua vacina pode, “em casos muito raros”, causar Síndrome de Trombose com Trombocitopenia (TTS)”.

A condição leva à formação de coágulos, o que provoca uma redução do número de plaquetas no sangue. As plaquetas ajudam o sangue a coagular. Uma vez que admitiu a reação, a AstraZeneca pode ter de indenizar cada caso, de acordo com o jornal inglês The Telegraph.

A notícia veio à tona poucos dias depois de a empresa informar que receita no primeiro trimestre de 2024 foi de £ 10 bilhões (R$ 641 bilhões), o que representa um aumento de 19%.

De acordo com o Daily Mail, um dos pacientes que buscam indenização por lesões relacionadas à vacina da AstraZeneca é o engenheiro de TI Jamie Scott. Ele teria ficado com uma lesão cerebral permanente após receber a vacina, em abril de 2021. Ele é pai de dois filhos e não consegue trabalhar desde então.

Cerca de 50 milhões de doses da vacina AstraZeneca foram distribuídas no Reino Unido no total. Dados oficiais mostram que mais de 80 britânicos teriam morrido por complicações de coágulos sanguíneos possivelmente ligados à vacina da AstraZeneca, segundo a Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde do Reino Unido,

Como as autoridades de saúde não encomendaram mais doses, isso significa que a vacina foi praticamente retirada no Reino Unido.

A AstraZeneca diz que sua vacina é responsável por salvar cerca de 6 milhões de vidas em todo o mundo durante a pandemia de Covid.

Com informações de Revista Oeste

18/04/2024

NO GOVERNO DO 'BOZO' NÃO PODIA, MAS AGORA PODE

Governo adia campanha de vacinação da Covid após atraso na compra de doses

O Ministério da Saúde adiou o começo da campanha nacional de vacinação contra a Covid por causa de atraso na compra das doses.

O plano era abrir a campanha aos grupos prioritários neste mês. Mas uma compra emergencial de 12,5 milhões de doses, disputada por Pfizer e Moderna, está travada na Saúde.

A nova projeção é começar em maio a imunização contra a Covid, mas não está certo que a nova compra será concluída e quando as doses serão entregues. A última aquisição de vacinas da Covid da Pfizer foi feita em 2022, ainda na gestão Jair Bolsonaro (PL). O governo Lula assinou contrato em 2023 para receber doses da Coronavac.

A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, disse que o plano é receber as doses cerca de 7 dias após a assinatura do contrato. Ela atribui o atraso na entrega a dificuldades no processo de compra.

Ethel afirmou que o ministério não tem mais doses da vacina bivalente no estoque. Ainda há cerca de 1,5 milhão de unidades do imunizante pediátrico, segundo a secretária.

Sem novos repasses de doses da Saúde, o município do Rio já avisou a população que não há vacinas disponíveis para pessoas com mais de 12 anos. Os governos do Rio Grande do Sul e do Maranhão também afirmaram que estão sem imunizantes para este público para entregar aos municípios.

Ethel reconheceu que a falta de doses mudou planos da pasta sobre o começo da campanha da Covid e disse que já havia publicidade pronta para estimular a vacinação. “Está tudo pronto, a gente achou que fosse dar tudo certo. É a primeira vez que a gente tem uma concorrência”, disse a secretária.

Após a publicação deste texto, Ela disse à Folha que a campanha não foi adiada, pois não havia sido anunciada. Ela também corrigiu uma informação que havia repassado e disse que o processo atual de compra não será anulado. O ministério afirma que o contrato deve ser assinado nos próximos dias.

Em fevereiro, a secretária ainda disse em publicação no X, antigo Twitter, que as doses atualizadas já estavam compradas e tinham previsão de chegar ao Brasil no mês seguinte, o que não ocorreu.

A postura negacionista do governo Bolsonaro na pandemia foi um dos principais alvos de crítica do presidente Lula (PT) durante a campanha eleitoral de 2022. Questionada sobre críticas que a atual gestão pode receber pela falta de doses, Ethel disse que o ministério fez todo o possível para acelerar o contrato.

“A gente depende da aprovação da Anvisa [do registro da vacina atualizada], que aconteceu em dezembro. A gente iniciou a compra, que está acontecendo agora. Tivemos essa questão do pregão, com duas concorrentes. Do ponto de vista do Ministério da Saúde, tudo o que poderia ser feito para que o processo fosse o mais célere possível, foi feito”, disse a secretária.

A vacina bivalente, atualmente entregue pela Saúde, não é a mais atualizada para variantes da doença. “Está vindo de forma muito atrasada [a dose preparada para a variante XBB], porque a gente já sabia desde o início do ano passado que as vacinas de Covid seriam atualizadas e começariam a ser oferecidas em setembro de 2023 nos Estados Unidos”, disse Monica De Bolle, professora de economia na Universidade Johns Hopkins e mestre em Imunologia e Microbiologia pela Universidade de Georgetown.

“O nome disso é má gestão. Por mais que a gente possa gostar da Ministra da Saúde, possa gostar da coordenadora do PNI [Programa Nacional de Imunizações], elas não estão gerindo bem a situação”, afirmou ainda.

O ministério discutiu a compra de vacinas bivalentes no segundo semestre de 2023, mas travou o processo por recomendação da área técnica de esperar o registro do modelo atualizado do imunizante, já adaptado à variante XBB.

Em dezembro, a Anvisa aprovou a atualização da vacina da Pfizer contra a Covid para esta variante. Em março, a agência concedeu o registro para o imunizante da Moderna também atualizada.

Ethel disse que o ministério começou a preparar uma compra emergencial de vacinas no começo de 2024. As propostas das empresas foram entregues no começo de março.

A secretária afirma que o registro da vacina da Moderna embaralhou a compra, pois se tornou a primeira disputa de empresas por um contrato de imunizantes da Covid do ministério —antes não havia concorrência, pois só uma farmacêutica detinha os registros para o modelo que a Saúde buscava.

Mais de um mês após a abertura da disputa e quase quatro meses após a Anvisa dar aval para a vacina atualizada, a Saúde ainda não assinou o contrato de compra das doses. O ministério afirma que deve fechar a aquisição nos próximos dias.

A secretária afirmou que a orientação do ministério é, para quem está em grupo de risco, tomar a vacina que estiver disponível no posto de saúde. “Você vai ficar protegido. E depois vai ter a oportunidade de tomar, ainda neste ano, outra dose”, afirmou.

Folha de S. Paulo

01/04/2024

PELA SEGUNDA VEZ O XUXU É DIAGNOSTICADO COM COVID

Geraldo Alckmin é diagnosticado com Covid-19 pela segunda vez

A assessoria de imprensa do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) informou neste domingo (31) que o político foi diagnosticado com Covid e não cumprirá agendas nesta segunda-feira (1º). Apesar da decisão de cancelar os compromissos, Alckmin passa bem.

O vice de Lula (PT), que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços vai se recuperar da doença em sua casa, o Palácio do Jaburu, onde mora com sua esposa, Lu Alckmin.

Médico e vacinado, esta é a segunda vez que Geraldo Alckmin é diagnosticado com Covid, a primeira vez foi em 2022, na mesma época do lançamento da chapa que saiu vencedora das eleições presidenciais.

Leia a nota da assessoria:

O vice-presidente Geraldo Alckmin foi diagnosticado com Covid e, portanto, não cumprirá agendas na Vice-Presidência e no Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, na segunda-feira.

O vice-presidente tem sintomas leves e passa bem. Ele permanecerá em casa, para uma pronta recuperação, de acordo com recomendação médica.

19/03/2024

COVID REGISTRA 30 MORTES POR DIA NO BRASIL

Covid-19: Brasil registra média de 30 mortes por dia

De acordo com dados da Plataforma Coronavírus do Ministério da Saúde, entre 31 de dezembro de 2023 e 9 de março de 2024, o Brasil contabilizou 2.066 mortes decorrentes da Covid-19, resultando em uma média de 30 óbitos diários. As informações são da Folha de São Paulo, com análise da plataforma SP Covid-19 InfoTracker, desenvolvida por pesquisadores da USP e da Unesp.

Apenas na semana de 3 a 9 de março deste ano, foram registradas 277 mortes no país, o que corresponde a uma média de 40 óbitos por dia. Em comparação com a primeira semana epidemiológica de 2024, que teve 101 óbitos e uma média diária de 14 mortes, houve um aumento significativo de 174,2%.

O último período em que o Brasil registrou um número elevado de mortes foi de 19 a 25 de novembro de 2023, com 319 óbitos confirmados, aproximadamente 45 por dia.

Quanto aos casos confirmados de Covid-19, o pico ocorreu na semana epidemiológica 9, de 25 de fevereiro a 2 de março de 2024, com 70.570 infectados. Na semana seguinte, esse número caiu para 53.873, representando uma redução de 26,6%.

01/02/2024

ELA NÃO TOMOU A CENTÉSIMA DOSE

Ministra de Lula, Marina Silva recebe diagnóstico de Covid-19

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, foi diagnosticada, nesta quinta-feira (1º), com Covid-19, informou a assessoria de imprensa da pasta. De acordo com nota divulgada, a ministra não apresenta sintomas graves e se recupera em casa.

– A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, foi diagnosticada com Covid-19 nesta quinta-feira, 1º de fevereiro. Com vacinação em dia e sem sintomas graves, ela se recupera em casa e despacha remotamente – informou a assessoria do Ministério do Meio Ambiente.

De acordo com a pasta, por causa do diagnóstico, a participação da ministra no balanço do Fundo Amazônia em 2023, na tarde desta quinta, foi cancelada.

Em maio do ano passado, Marina foi internada no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (InCor), em São Paulo, após testar positivo para Covid-19. Ela recebeu alta hospitalar depois de quatro dias.

AE

25/11/2023

PRONTO, FECHA TUDO E FICA EM CASA - AUMENTA CASOS DE COVID NO RN

Casos de Covid-19 estão aumentando no Rio Grande do Norte, aponta Ministério da Saúde

O Rio Grande do Norte está entre os estados que apresentaram aumento de casos de Covid-19, de acordo com o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais divulgado pelo Ministério da Saúde. O relatório, referente ao período de 12 a 18 de novembro, revela que o Brasil registrou 26.496 novos casos, uma diminuição em relação aos 27.921 da semana anterior e consideravelmente menor do que os 44.412 casos entre 29 de outubro e 4 de novembro. Embora essa tendência seja esperada, especialistas alertam para a necessidade de cautela.

Sete estados desafiaram a tendência nacional de declínio, registrando aumento de casos entre 17 de setembro e 4 de novembro. Seis desses estados estão na região Nordeste – Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Paraíba e Sergipe – e um na região Norte, Rondônia.

Apesar da queda nas taxas de mortalidade e novos casos, o Brasil ainda enfrenta desafios significativos na luta contra a Covid-19. Somente no período de 8 de outubro a 4 de novembro, foram confirmadas 615 mortes em todo o país por meio de exames laboratoriais. A situação exige atenção contínua das autoridades de saúde e da população para garantir a eficácia das medidas preventivas.

Com informações do Via Certa Natal

19/08/2023

PRONTO: AULAS SÃO SUSPENSAS EM CIDADE GOIANA POR AUMENTO DE CASOS DE COVID

Cidade decide suspender aulas por aumento de casos de Covid

Em Goiás, a Prefeitura de Avelinópolis decidiu suspender as aulas nas escolas municipais por sete dias. A medida se deve ao aumento dos casos de Covid-19. As informações são do G1.

Na cidade, os casos confirmados passaram de dois para 23. Avelinópolis tem quase 3 mil habitantes, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc) disse, em nota, que as aulas do colégio estadual da cidade não foram suspensas.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) também emitiu nota e apontou que não há registros nos painéis e sistemas oficiais da pasta sobre aumento de casos de Covid-19 na cidade.

18/08/2023

COVID: TUDO QUE ELES PLANTAM, COLHEM. DIZEM QUE CHEGOU ÉRIS NO BRASIL

Ministério da Saúde confirma primeiro caso da nova variante Éris da covid-19 no Brasil

O Brasil confirmou o primeiro caso da variante EG.5 da covid-19, uma subvariante da Ômicron, conhecida popularmente como Éris, no Estado de São Paulo, segundo informações do Ministério da Saúde.

Conforme a pasta, a notificação veio do Estado de São Paulo na noite desta quinta-feira, 17. Trata-se de uma paciente do sexo feminino, com 71 anos de idade, que reside na capital paulista. Atualmente, este é o tipo mais comum no mundo todo. A Organização Mundial de Saúde (OMS) já registrou casos desta nova cepa em ao menos 51 países.

De acordo com o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), a paciente já está curada, tendo apresentado os primeiros sintomas de febre, tosse, fadiga e dor de cabeça em 30 de julho, sendo que fez a coleta para exame laboratorial em 8 de agosto. “A informação é de que a senhora está com o esquema vacinal completo”, afirma o ministério.

Apesar da confirmação, o ministério reforça que a situação permanece estável no País e afirma que monitora permanentemente o cenário epidemiológico da doença.

COVID: VAI COMEÇAR O 'CABARÉ' DE NOVO? FARMACÊUTICA DIZ QUE TEM VACINA EFICIENTE

Moderna diz ter vacina eficiente contra novas variantes da Covid

A farmacêutica Moderna anunciou, nesta quinta-feira (17), que dados de estudos clínicos preliminares sugerem que sua vacina mais atualizada contra a Covid-19 é eficiente contra as novas variantes do vírus. A empresa espera que as doses estejam disponíveis nos Estados Unidos dentro das próximas semanas.

O imunizante mostrou impulsionar significativamente os anticorpos neutralizadores da variante Eris (EG.5) e da Fornax (FL 1.5.1), disse a Moderna em comunicado à imprensa.

A vacina em questão é a versão atualizada para a temporada de vacinação do outono (no hemisfério norte) e ainda não foi aprovada nos Estados Unidos.

A ação da companhia subiu 7,40% no mercado à vista e avançava 0,62% nos after hours em Nova York, às 18h. A valorização das fabricantes de vacina na bolsa ocorre à medida que crescem os casos de infecção pelas novas variantes.

AE