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29/06/2026

PARA REFORÇAR RESGATES APÓS TERREMOTOS MILITARES DOS EUA CHEGAM À VENEZUELA

Militares dos EUA chegam à Venezuela para reforçar resgates após terremotos

Um vídeo publicado pelo SOUTHCOM (Comando Sul dos EUA) neste domingo (28) mostra militares americanos chegando à Venezuela para prestar apoio nas operações de busca e resgate após os terremotos que atingiram o país na última quarta-feira (24).

Segundo a publicação, fuzileiros navais desembarcam para participar dos esforços de assistência humanitária liderados pelo Departamento de Estado americano em apoio às autoridades venezuelanas.

Em atualização divulgada neste domingo (28), o comando informou que um Elemento de Resposta de Contingência já está na Venezuela para auxiliar o governo do país e autoridades de aviação na ampliação da capacidade operacional do Aeroporto Internacional Simón Bolívar, facilitando a chegada e saída de voos humanitários.

Ainda segundo o SOUTHCOM, aeronaves militares americanas continuam realizando missões de transporte aéreo para apoiar as operações de socorro.

O comando também anunciou que cerca de 130 fuzileiros navais dos EUA devem chegar ao Porto de La Guaira nas próximas 24 horas para ajudar na reabertura da estrutura, que foi fechada após os terremotos. A expectativa é que o porto volte a receber suprimentos e equipamentos destinados às regiões mais atingidas.


Desde os terremotos, equipes de diversos países se mobilizaram para auxiliar nas buscas por sobreviventes e no envio de ajuda humanitária à Venezuela.
Terremotos deixaram mais de 1.400 mortos

O resgate acontece enquanto as equipes internacionais seguem procurando sobreviventes após os fortes terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram a Venezuela.

Segundo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, o número de mortos chegou a 1.450, enquanto 3.150 pessoas ficaram feridas e 12.721 ficaram desalojadas.

Desde quarta-feira, o país registrou 430 réplicas, com La Guaira concentrando a maior parte da destruição.

Mais de 1.600 socorristas de diversas nações já chegaram ao país para reforçar as operações de busca e resgate. Equipes do Brasil, Colômbia, México, Estados Unidos, Espanha, Suíça, Equador, Chile, República Dominicana, Panamá e El Salvador participam dos trabalhos.

CNN Brasil

28/06/2026

EQUIPE DA RUMBLE REFORÇA EQUIPE EM PROCESSO CONTRA MORAES

Rumble reforça equipe em processo contra Moraes

A plataforma de vídeos Rumble, em conjunto com a Trump Media & Technology Group, expandiu a sua equipe de advogados na ação judicial que move contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A movimentação ocorre em um tribunal federal da Flórida, nos Estados Unidos (EUA).

Moraes é acusado de impor censura

As empresas norte-americanas acusam Moraes de impor “censura transfronteiriça” por meio de decisões judiciais que ordenaram a suspensão de perfis e a remoção de conteúdos em redes sociais, culminando no bloqueio da própria Rumble no Brasil.

A Trump Media, que pertence ao presidente dos EUA, integra a causa sob a alegação de que depende do suporte tecnológico da Rumble para a operação da rede Truth Social.

Recentemente, a juíza federal responsável pelo caso na Flórida autorizou a Advocacia-Geral da União (AGU) a ingressar na ação para realizar a representação do Estado brasileiro.

Sob a condução do escritório internacional Foley Hoag LLP, contratado pela União, a AGU protocolou um pedido formal de extinção imediata do processo.

O principal argumento da defesa do Estado é o da soberania nacional, sustentando que os atos questionados não foram de cunho pessoal, mas, sim, decisões jurisdicionais oficiais tomadas em nome da República Federativa do Brasil, as quais não podem ser revistas ou invalidadas por tribunais estrangeiros.

Com a aceitação da Advocacia-Geral da União como parte interessada, a Justiça norte-americana suspendeu temporariamente o pedido de julgamento à revelia formulado pelas empresas de tecnologia.

A Rumble e a Trump Media haviam solicitado que o ministro fosse julgado sem direito a defesa prévia, alegando dificuldades de notificá-lo formalmente pelos canais tradicionais de cooperação internacional jurídica — o que as levou a obter uma autorização especial para realizar a citação via e-mail.

O reforço da equipe jurídica por parte da Rumble visa responder à ofensiva legal do governo brasileiro.

O tribunal estabeleceu o prazo limite de 7 de julho para que as corporações apresentem a sua contestação formal aos argumentos apresentados pela AGU.

revistaoeste

26/06/2026

GOVERNO TRUMP ENVIA PARA FLÁVIO RESPOSTA OFICIAL SOBRE TARIFAS

Flávio avança nas negociações contra tarifas e recebe resposta oficial do governo Trump

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) intensificou a articulação junto ao governo dos Estados Unidos para buscar o fim das tarifas comerciais impostas ao Brasil e recebeu uma resposta oficial do secretário de Estado americano, Marco Rubio.

Em carta enviada ao parlamentar, à qual o Diário do Poder teve acesso, Rubio agradece a correspondência e a recente visita de Flávio a Washington, reafirma a disposição da administração americana de aprofundar o diálogo bilateral, aborda a questão tarifária, elogia a cooperação entre os dois países e reconhece a atuação do senador em pautas de interesse comum entre Brasil e Estados Unidos.

Em contrapartida ao esforço de Flávio contra a taxação, a oposição tem criticado o governo Lula (PT) por não enviar representantes para a audiência no Congresso dos Estados Unidos sobre a medida. O próprio senador chegou a afirmar que o petista “não move uma palha para evitar as tarifas, pois acredita que isso pode beneficiá-lo nas urnas em outubro, mesmo que isso custe quebrar as empresas brasileiras”.

No documento, datado de 23 de junho, Rubio destaca que a audiência pública marcada para 6 de julho, conduzida pelo Representante de Comércio dos EUA (USTR), Jamieson Greer, é o canal institucional para discutir as medidas comerciais em análise.

Na carta, o secretário lembra que a investigação comercial iniciada pelos Estados Unidos, por determinação do presidente Donald Trump em julho de 2025, concluiu que determinadas políticas e práticas brasileiras são consideradas “irracionais ou discriminatórias” e impõem restrições ao comércio americano.

Segundo ele, continuam sem solução divergências relacionadas ao comércio digital, serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais, combate à corrupção, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal.

O secretário ressalta ainda que qualquer interessado no Brasil poderá participar do período de consulta pública sobre as medidas propostas e da audiência marcada para 6 de julho. As contribuições poderão ser enviadas até 1º de julho.

Rubio também agradeceu o apoio manifestado por Flávio Bolsonaro à decisão dos Estados Unidos de classificar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como Organizações Terroristas. Segundo ele, a medida busca fortalecer o combate às redes financeiras, de tráfico de drogas e de armas dessas facções, consideradas uma ameaça à segurança de cidadãos brasileiros e americanos.

No documento, o secretário afirma compartilhar da visão do senador sobre a importância da relação entre Brasil e Estados Unidos, baseada em valores comuns, respeito mútuo e cooperação para a segurança e prosperidade do Hemisfério Ocidental.

Rubio também registra que os Estados Unidos desejam um Brasil “próspero, seguro e economicamente estável”. Na carta, ele menciona o otimismo de Flávio Bolsonaro em relação às eleições de outubro e agradece a oferta do senador de colocar uma equipe de transição à disposição de Washington caso seja eleito, afirmando que o governo americano está preparado para trabalhar de forma cooperativa com os líderes escolhidos pelo povo brasileiro.

Veja abaixo a carta na íntegra:


25/06/2026

ELEIÇÕES BRASILEIRAS - DONALD TRUMP ESTÁ DE OLHO

Donald Trump de olho na eleição brasileira

Nesta terça-feira (23), o presidente dos Estados Unidos compartilhou em sua rede social um artigo publicado pela emissora NewsMax que cita o Brasil como o próximo “teste” de Trump no processo de “ressurgimento conservador” da América Latina. É mais um sinal de que a Casa Branca está com a eleição brasileira na mira. A relação entre Trump e Lula, que já foi descrita pelo americano como uma “excelente química”, agora está estremecida – depois do encontro do G-7, ele também disse que “não pensa” e “não se importa” com Lula. Na relação entre os países, as últimas semanas registraram o anúncio de um novo tarifaço sobre produtos brasileiros e a classificação das facções CV e PCC como organizações terroristas por parte do governo americano.

23/06/2026

'TRIUNFOS' NA AMÉRICA LATINA SÃO COMEMORADOS POR TRUMP - BRASIL É O PRÓXIMO DESAFIO

Trump comemora “triunfos” na América Latina e Brasil é o próximo desafio

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), repercutiu em sua rede Truth Social, durante a madrugada desta terça-feira (23), um artigo que analisa a expansão de governos alinhados ao conservadorismo na América Latina e aponta o Brasil como um dos principais focos de atenção para os próximos anos.

O texto, assinado por John Gizzi e publicado pelo portal Newsmax, sustenta que Trump acumulou “8 vitórias em 7 anos” na região. Segundo a análise, a recente eleição de Abelardo de la Espriella, do partido Defensores de la Patria, na Colômbia, consolidou uma sequência de mudanças políticas que favoreceram lideranças identificadas com a centro-direita e próximas à agenda defendida pelo presidente norte-americano.

De acordo com o colunista, a Colômbia tornou-se a oitava nação latino-americana a substituir administrações de esquerda por governos alinhados ao campo conservador. Entre os países citados estão El Salvador, Argentina, Equador, Honduras, Bolívia, Chile e Peru.

No caso peruano, entretanto, a definição eleitoral ainda não foi oficialmente concluída. Embora o segundo turno tenha sido realizado em 7 de junho, a candidata Keiko Fujimori (Fuerza Popular, direita) mantém uma vantagem apertada de aproximadamente 40.600 votos sobre Roberto Sánchez (Juntos por el Perú), representante da esquerda, com 99,716% das urnas apuradas.

O artigo compartilhado por Trump afirma que sua influência política ultrapassa as fronteiras dos Estados Unidos e vem ganhando relevância em diferentes países do continente.

“Em muitos aspectos, Trump está emergindo como uma figura hemisférica moderna cuja influência se estende cada vez mais para além das fronteiras dos Estados Unidos”, afirma o artigo.

Apesar do cenário considerado favorável pelos autores da análise, o texto ressalta que o avanço conservador ainda enfrenta obstáculos importantes na região.

“Apesar do ímpeto, o ressurgimento conservador permanece incompleto”, acrescenta a publicação, citando Venezuela, Cuba e Nicarágua como desafios para esse movimento político.

Ao abordar o cenário brasileiro, o colunista destaca que a disputa presidencial de 2026 deverá atrair atenção internacional. Segundo o texto, o processo eleitoral no país já provoca debates sobre o funcionamento do sistema eleitoral e as condições da disputa.

“A eleição já está gerando intenso debate sobre a integridade do sistema eleitoral brasileiro e se a disputa será conduzida de maneira considerada livre e justa por todos os lados”.

Outro ponto destacado foi a realização da chamada “Cúpula Escudo das Américas”, promovida por Trump em 7 de março deste ano. Conforme divulgado pela Casa Branca, a iniciativa reúne países interessados em coordenar ações contra interferências estrangeiras, organizações criminosas transnacionais, narcoterrorismo e fluxos migratórios considerados ilegais.

O encontro contou apenas com chefes de Estado e de governo alinhados à política externa defendida pelo presidente norte-americano. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não participou do evento nem foi convidado para a reunião.

Entre os presentes estavam Javier Milei, da Argentina; Rodrigo Paz, da Bolívia; José Antonio Kast, do Chile; Rodrigo Chaves Robles, da Costa Rica; Luis Rodolfo Abinader, da República Dominicana; Daniel Noboa, do Equador; Nayib Bukele, de El Salvador; Irfaan Ali, da Guiana; Nasry “Tito” Asfura, de Honduras; José Raúl Mulino Quintero, do Panamá; Santiago Peña, do Paraguai; e Kamla Persad-Bissessar, primeira-ministra de Trinidad e Tobago.

O artigo também relembra outras iniciativas de Trump voltadas ao fortalecimento de alianças políticas e econômicas no continente. Entre elas está o apoio ao governo de Javier Milei durante as eleições legislativas argentinas de outubro de 2025 e a formalização de um swap cambial de US$ 20 bilhões para reforçar a estabilidade financeira do país.

A publicação menciona ainda os elogios feitos pelo presidente norte-americano à política de segurança pública e controle migratório implementada por Nayib Bukele em El Salvador.

JCO

ENQUANTO NO BRASIL A JUSTIÇA FAZ 'FARRA' COM PENDURICALHOS NOS EUA JUIZ SÓ RECEBE O SALÁRIO

Remuneração de juízes nos EUA se atém ao salário

Enquanto membros das diversas Cortes brasileiras discutem quanto devem receber além dos seus salários, juízes nos Estados Unidos, que ocupam diversas posições no sistema judicial, não têm qualquer penduricalho. Estão proibidos, por lei, de receber bônus, adicional ou auxílio. Juízes de lá têm direito a plano de saúde, seguro de vida e à aposentadoria especial e podem até ser pagos por aulas ministradas em universidades ou cursos jurídicos. Nada de palestra para bancões.

Royalties

O único extra autorizado é através de livros publicados, juíz de instâncias inferiores não pode ganhar mais de 15% do salário anual.

Só no Brasil

Não existe nos EUA auxílios moradia, alimentação, combustível, creche, gratificações, licenças compensatórias ou folgas convertidas em dinheiro.

Suficiente

Os salários anuais variam entre US$250 mil e US$ mil (R$1,5 milhão), a depender do cargo ocupado pelo juiz.

DP

21/06/2026

SE ACORDO COM IRÃ NÃO FOR FECHADO EUA PODEM ASSUMIR O CONTROLE DE ORMUZ

EUA podem assumir o controle de Ormuz se acordo com Irã não for fechado, diz Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (21) que os EUA podem assumir o controle do Estreito de Ormuz caso não haja acordo com o Irã.

Durante entrevista à Fox News, Trump declarou que, se necessário, os Estados Unidos poderão controlar a importante rota marítima e até cobrar pedágio pela passagem de navios.

A declaração ocorre após a mídia estatal iraniana informar que o comando militar do país pretende fechar o estreito em resposta a supostas violações do cessar-fogo no Líbano por parte de Israel e ao descumprimento de termos do acordo provisório pelos EUA.

Trump também ameaçou retomar ações militares contra o Irã e fez um alerta direto aos negociadores iranianos. “Se vocês fecharem isso, não terão mais país.”

O presidente ainda afirmou que os EUA poderiam atuar como “anjo da guarda” do estreito e ficar com 20% do petróleo transportado pela região.

Mais cedo, em publicação na Truth Social, Trump voltou a pressionar o governo iraniano e exigiu que o país contenha seus aliados no Líbano. “O Irã deve impedir imediatamente que seus representantes muito bem pagos no Líbano causem problemas. Se não o fizerem, atingiremos o Irã com muita força novamente”, escreveu.

19/06/2026

DANOU-SE: TRUMP CHAMA LULA DE 'VOLÁTIL' APÓS DIZER QUE NÃO SE IMPORTA COM ELE

Trump diz que não se importa com Lula e o chama de “volátil”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou o mandatário brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de muito volátil e afirmou não pensar no gestor. A declaração ocorreu em entrevista ao The Axios Show, divulgada nesta sexta-feira (19).

Perguntado sobre Lula, o republicano demonstrou indiferença e afirmou ter observado mudanças recentes de postura.

— Não sou fã dele, nem desgosto. Para ser sincero, não penso nele. Não me importo. Mas ele é uma pessoa diferente agora. Muito volátil. Assisti a um discurso dele. Foi muito volátil — afirmou.

O comentário do líder estadunidense ocorreu em meio a uma resposta sobre outros líderes globais. Trump citou o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, como referência quando se fala em liderança firme e duradoura. O nome de Lula é mencionado como um comparativo entre perfis de gestão.

Apesar da crítica, Trump destacou que todos os políticos que chegam ao cargo máximo do Executivo de um país devem ser considerados inteligentes.

— Quando você fala sobre líderes e sobre tudo o que eles têm em comum, eles são todos inteligentes. Não se chega a esse nível sem inteligência. Esse presidente da China, Xi Jinping, é um homem muito inteligente. Não é todo dia que se chega a esse nível de governar um país; mesmo que seja pequeno, é preciso ter algo especial. (…) Não é uma tarefa fácil — afirmou.

Na última quarta-feira (19), Trump afirmou que o Brasil se tornou um país “difícil politicamente” ao comentar, durante a Cúpula do G7, a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro por coação no curso do processo.

Na ocasião, o chefe da Casa Branca foi indagado por uma jornalista como havia sido sua interação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o encontro internacional.

– Eu passei bastante tempo com Lula, na verdade. E o país está ficando um pouco difícil, né? Politicamente. Tem sido um pouco perigoso politicamente. Tem sido feio – declarou o republicano.

Na sequência, Trump mencionou ter chegado ao seu conhecimento que a Justiça brasileira quer prender um dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Trump se referia à decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que condenou o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

A sentença aplicada foi de quatro anos e dois meses de prisão e a oito anos de inelegibilidade pelo crime de coação no curso do julgamento em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi condenado por tentativa de golpe de Estado. A decisão foi unânime, com os votos dos ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino.

18/06/2026

'LULA DEU CHILIQUE APÓS FALA NO G7' - DIZ CONSELHEIRO DE TRUMP

Conselheiro de Trump diz que Lula deu ‘chilique’ após fala no G7

O conselheiro de Donald Trump, Jason Miller, afirmou, nesta quarta-feira (17), que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria se irritado após ser interrompido durante um fórum sobre inteligência artificial realizado na reunião do G7, na França. A declaração foi publicada na rede social X.

Segundo Miller, o presidente francês, Emmanuel Macron, precisou encerrar a fala de Lula porque o discurso teria se estendido além do previsto. O aliado de Trump também criticou o conteúdo da apresentação do petista.

– Você soube do que aconteceu hoje no G7? Lula tentou fazer um discurso longo, confuso e prolixo no fórum de IA. Foi tão ruim — e Lula estava tão incoerente — que Emmanuel Macron teve que intervir e cortá-lo porque ele não parava de falar – revelou.

E continuou:

– Lula ficou chateado, fez um chilique como uma criança e depois se levantou e saiu. Então, sim, Lula é alguém que fala demais.

Durante o encontro, Lula defendeu a regulamentação das plataformas digitais e afirmou que a participação das grandes empresas de tecnologia é necessária para que o ambiente digital seja desenvolvido de forma segura e alinhada ao interesse público.

O presidente também citou o Pix como exemplo de inovação brasileira. Segundo ele, o sistema de pagamentos criado pelo Banco Central demonstra como a integração de dados pode ampliar a inclusão financeira e melhorar a eficiência digital.

Além disso, Lula alertou para o risco de aumento das desigualdades com o avanço da inteligência artificial e criticou a concentração de poder econômico nas grandes empresas de tecnologia. O petista ainda defendeu o fortalecimento da Organização das Nações Unidas (ONU) na governança global.

16/06/2026

EX-CHEFE DO PCC E CV É PRESO NOS EUA

ICE prende ex-chefe do PCC e do CV nos Estados Unidos

A polícia migratória dos Estados Unidos (ICE) deteve o brasileiro Felipe Linares De Oliveira Dell Aquilla na Carolina do Norte. Conhecido como “Don”, ele é apontado como ex-chefe das facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) e possuía um mandado de prisão internacional emitido pela Interpol.

A prisão ocorreu na cidade de Mooresville durante uma abordagem de trânsito. O suspeito tentava fugir de carro em direção ao México e mantinha a própria esposa sequestrada dentro do veículo. Ao tentar escapar dos agentes, Dell Aquilla sofreu um acidente e acabou capturado.

No automóvel, as autoridades norte-americanas apreenderam uma arma de fogo, dinheiro em espécie e telefones celulares. O preso responde em território brasileiro por acusações de associação criminosa e extorsão, conforme dados divulgados em comunicado oficial da polícia.

A captura acontece após o governo do presidente Donald Trump classificar o PCC e o CV como organizações terroristas internacionais, em 28 de maio. As duas facções são as maiores do país, e o PCC figura como a maior organização criminosa da América Latina, com cerca de 40 mil integrantes, atuando em 29 países.

09/06/2026

E AGORA LULA, TU VAI OU FICA?

Rubio promete R$ 2,7 bilhões para o Brasil combater PCC e CV com apoio direto de Trump


Imagem: Reprodução/X


O secretário de Estado dos Estados Unidos afirmou que o Brasil poderá receber ajuda do governo Trump no combate ao narcotráfico, com verba de R$ 2,7 bilhões prevista para cooperação policial com países da América do Sul em 2027.

O anúncio vem logo após Trump classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas e acende o debate sobre até onde vai a disposição do Brasil em aceitar interferência americana no combate ao crime organizado.



Veja

08/06/2026

GUERRA: IRÃ DÁ RÉ APÓS ALERTA DE TRUMP

Após alerta de Trump, Irã anuncia "interrupção" de ataques contra Israel

O comando das Forças Armadas iranianas anunciou, nesta segunda-feira (8/6), a suspensão dos ataques contra Israel, após ambos os países retomarem os ataques diretos pela primeira vez desde o cessar-fogo de 8 de abril.

O Irã "respondeu com veemência" aos bombardeios israelenses nos subúrbios do sul de Beirute, afirmou o comando em comunicado, acrescentando que "consequentemente, a operação está interrompida". O comando advertiu que o Irã retaliará em caso de novos ataques israelenses no Líbano.

Também nesta segunda, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Israel e Irã precisam interromper os disparos "imediatamente". O republicano disse, ainda, que as partes querem um "cessar-fogo imediato" e que as negociações "estão avançando, sujeitas à ignorância ou estupidez que atrapalham o caminho".

O Irã lançou no domingo vários mísseis contra Israel. Israel, por sua vez, ameaçou responder a esses lançamentos, apresentados por Teerã como retaliação pelos bombardeios israelenses no Líbano, que deixaram dois mortos e 20 feridos, entre eles quatro crianças e quatro mulheres, segundo o Ministério da Saúde libanês.

Com informações da AFP*

05/06/2026

URGENTE: RECADO CLARO AOS 'INIMIGOS' É DEIXADO POR MARCOS RUBIO AO ANUNCIAR NOVAS SANÇÕES

Marco Rubio anuncia novas sanções e deixa recado claro aos "inimigos"

O secretário de Estado dos Estado Unidos, Marco Rubio, acaba de publicar no X:

"Por décadas, Cuba tem sido a capital mundial do terrorismo de extrema esquerda. O regime em Havana recrutou, treinou e apoiou movimentos violentos marxistas e tercermundistas em todo o nosso hemisfério e além. Hoje, estamos mirando a rede que possibilita e financia as operações subversivas e radicais de Cuba.

Com base nas autoridades de sanções criadas pela histórica Ordem Executiva de Cuba do Presidente Trump, eu estou designando as seguintes entidades:

1. Ministério das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba (MINFAR)
2. Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP)
3. Amistur Cuba S.A.
4. Comitês para a Defesa da Revolução (CDR)
5. Minera La Victoria S.A."

Para finalizar, Rubio subiu o tom e deu um recado que, certamente, serve para o regime brasileiro sob comando de Lula:

"Qualquer pessoa que forneça serviços a esses atores sancionados corre o risco de ser sancionada. Bancos estrangeiros e outras empresas que forneçam serviços a essas entidades devem congelar essas atividades.

A Administração Trump não tolerará mais regimes marxistas radicais em nosso hemisfério que busquem ameaçar a segurança nacional dos EUA e se envolver em operações de influência para exportar sua "revolução" venenosa e maligna para o nosso país e o mundo inteiro."

NESTA SEXTA-FEIRA (05) OS EUA PASSAM A TRATAR PCC E PV COMO TERRORISTAS - VEJA O QUE MUDA

EUA passam a tratar PCC e CV como terroristas a partir de hoje: o que muda

Entra em vigor nesta sexta-feira (5) a designação do PCC (Primeiro Comando da Capital) e do CV (Comando Vermelho) como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO, na sigla em inglês) pelos Estados Unidos.

Essa é a etapa que faltava desde o anúncio feito pelo Departamento de Estado americano, em 28 de maio, quando as duas facções já haviam sido enquadradas como "Terroristas Globais Especialmente Designados" (SDGT), classificação que passou a valer de imediato.

O comunicado, assinado pelo secretário de Estado, Marco Rubio, afirma que o CV e o PCC estão entre as organizações criminosas mais violentas do Brasil e que sua atuação se estende para além das fronteiras brasileiras, alcançando o território americano. Segundo o governo dos EUA, a medida busca interromper o fluxo de recursos que financiam "narcoterroristas violentos".

O que muda com as duas classificações

As designações são complementares e têm bases legais distintas. A de SDGT, em vigor desde maio, está ancorada em decreto editado por George W. Bush após os atentados de 11 de setembro de 2001, dispensa aval do Congresso americano e bloqueia todos os bens e interesses das facções que estejam sob controle de pessoas ou entidades dos EUA.

Já a designação de FTO, que passa a valer hoje, é prevista na Lei de Imigração e Nacionalidade desde 1996, exige notificação ao Congresso e torna crime federal o fornecimento de "apoio material" aos grupos.

Na prática, as duas classificações viabilizam congelamento de ativos, proíbem transações com os grupos designados, vetam a entrada de integrantes nos EUA — que podem ser deportados — e obrigam instituições financeiras americanas a reportar fundos ligados às facções ao Departamento do Tesouro. Violações dessas medidas podem render penalidades civis e criminais.

A medida não altera a legislação brasileira. Classificações unilaterais de um país não produzem efeitos automáticos sobre o ordenamento jurídico de outro: para valer no Brasil, seria preciso incorporá-las por lei, tratado ratificado ou resolução vinculante do Conselho de Segurança da ONU — nenhuma dessas hipóteses está em curso no país.

Com a decisão, PCC e CV passam a integrar uma lista de mais de 90 organizações tratadas como terroristas estrangeiras pelos EUA, ao lado de grupos como Hamas, Hezbollah, Al Qaeda e Estado Islâmico, além de cartéis latino-americanos como Sinaloa e Tren de Aragua, incluídos na esteira da pressão do governo Trump contra o narcotráfico na região.

Clique no link abaixo e veja a matéria completa:

03/06/2026

VEJA 60 PAÍSES QUE PODEM TER TAXAS DOS EUA - INCLUSIVE O BRASIL

Brasil, China e Reino Unido: Veja 60 economias que podem ter taxa dos EUA

Brasil, China, Argentina, India, Russia e Reino Unidos são alguns dos países que foram mencionados na proposta de imposição de tarifas adicionais, por parte dos Estados Unidos, por terem se omitido ao tomar medidas contra o comércio de mercadorias provenientes de trabalho forçado.

A recomendação foi feita pelo USTR (Representante Comercial dos Estados Unidos), em documento divulgado na noite desta terça-feira (2), para um total de 60 países. A decisão dos EUA acontece um dia após o órgão de comércio do governo Trump sugerir a taxação de 25% sobre todas as importações do Brasil.

De acordo com o embaixador Jamieson Greer, houve uma falha nos parceiros comerciais dos Estados Unidos em lidar com a importação de bens fabricados com trabalho forçado, o que seria "inaceitável".

"Isso cria uma dinâmica em que os trabalhadores americanos são forçados a competir globalmente em condições desiguais”, afirmou o Embaixador.

Como resposta, o USTR propôs tarifas adicionais sobre todos os produtos das economias investigadas. Para as economias que impõem uma proibição à importação de produtos provenientes de trabalho forçado, que se comprometeram a impor e fazer cumprir tal proibição ou para as economias que impuseram um regime parcial com o efeito de impedir a importação desses produtos, o USTR propõe uma alíquota de 10% para as tarifas adicionais. É o caso de Canadá, Equador, Indonésia, México, Paquistão e União Europeia.

Para todas as outras economias, propõe uma alíquota de 12,5% para as tarifas adicionais. Este grupo é composto por Brasil, Argentina, China, Japão, Reino Unido, Rússia, entre outros países.

Veja abaixo a lista completa:

Economias que não conseguiram impor nem aplicar eficazmente uma proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado (12,5% de tarifa adicional):

África do Sul
Arábia Saudita
Argélia
Angola
Argentina
Austrália
Bahamas
Bahrein
Bangladesh
Brasil
Camboja
Catar
Chile
China
Cingapura
Colômbia
Coréia do Sul
Costa Rica
Egito
El Salvador
Emirados Árabes Unidos
Filipinas
Guatemala
Guiana
Honduras
Hong Kong
Índia
Iraque
Israel
Japão
Jordânia
Cazaquistão
Kuwait
Líbia
Malásia
Marrocos
Nova Zelândia
Nicarágua
Nigéria
Noruega
Omã
Peru
Reino Unido
República Dominicana
Rússia
Sri Lanka
Suíça
Taiwan
Tailândia
Trinidad e Tobago
Turquia
Uruguai
Venezuela
Vietnã.

Economias que não conseguiram aplicar efetivamente uma proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado (10% de tarifa adicional):

Canadá
Equador
Indonésia
México
Paquistão
União Europeia

'UM TAL MARCO RUBIO', COMO DIZ LULA, REBAIXA BRASIL E ISOLA PLANALTO NA AMÉRICA LATINA

Marco Rubio rebaixa Brasil e isola Planalto na América Latina

Em depoimento prestado ao Comitê de Relações Exteriores do Senado dos Estados Unidos, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, declarou formalmente que o Brasil comandado pelo governo atual figura como uma das exceções na lista de nações aliadas e parceiras de Washington no hemisfério ocidental.

A fala do chefe da diplomacia da gestão de Donald Trump evidencia o nítido distanciamento ideológico e estratégico entre o Palácio do Planalto e a Casa Branca.

Durante sua manifestação parlamentar, Rubio celebrou a consolidação de uma robusta coalizão de países amigos na região, composta por mais de uma dezena de governos alinhados em pautas cruciais como cooperação em segurança pública e promoção da prosperidade econômica de livre mercado.

No entanto, o secretário foi cirúrgico ao delimitar as fronteiras desse bloco de cooperação com os americanos, isolando diplomaticamente a atual condução do Estado brasileiro.

“É uma história impressionante a de que, basicamente, com exceção da Nicarágua, de Cuba, obviamente da Venezuela… e, claro, do Brasil, embora eles estejam no meio de um ciclo eleitoral, nós temos uma região cheia de aliados e amigos dos Estados Unidos“, asseverou Marco Rubio aos senadores americanos.

A inclusão do Brasil no mesmo grupo de regimes de esquerda radical da América Latina ocorre em paralelo a um endurecimento das políticas comerciais americanas voltadas para a proteção de seu próprio mercado.

Recentemente, a conclusão de uma investigação comercial conduzida pelas autoridades dos EUA sugeriu a aplicação de uma sobretaxa aduaneira de 25% sobre a entrada de diversos produtos brasileiros em território norte-americano.

A sinalização de isolamento dada por Washington provocou forte reação de Luiz Inácio Lula da Silva.

Em discurso realizado em Catalão, no estado de Goiás, o petista atacou abertamente o chefe do Departamento de Estado norte-americano, classificando Marco Rubio como um líder “anti-América Latina” e alegando que ele não nutre simpatia pelo Brasil.

O presidente brasileiro admitiu que já havia levado essa queixa diretamente a Donald Trump no início do mês de maio.

Apesar do forte atrito institucional com o Poder Executivo brasileiro, a direita americana tem mantido canais abertos e amistosos com a oposição conservadora do país.

No final de maio, o senador Flávio Bolsonaro (PL) cumpriu agenda oficial em Washington, onde foi recebido pelo próprio Marco Rubio e pelo vice-presidente eleito JD Vance.

O alinhamento mútuo foi chancelado pelo próprio Donald Trump que, ao quebrar o silêncio sobre a visita, publicou uma foto ao lado do parlamentar brasileiro na Casa Branca, definindo-o publicamente como “um jovem inteligente que ama muito o seu país”.

DP

02/06/2026

'JOVEM INTELIGENTE QUE AMA MUITO SEU PAÍS' - DIZ TRUMP APÓS PUBLICAR FOTO COM FLÁVIO

Trump publica foto com Flávio: "Jovem inteligente que ama muito o seu país"


O presidente americano Donald Trump publicou nesta terça (2) a foto da visita do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) à Casa Branca.

"Foi muito bom receber Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca — Um jovem inteligente que ama muito seu país, o Brasil!", escreveu Trump.



Dias depois após o encontro entre Flávio e Trump, o governo americano classificou as facções PCC (Primeiro Comando da Capital) e Comando Vermelho (CV) como terroristas globais. Na ocasião da visita, Flávio Bolsonaro disse que esse foi um de seus pedidos durante a conversa entre os dois.

Em uma entrevista à Itatiaia, o pré-candidato também disse pediu ao presidente americano para que não taxasse as empresas brasileiras.

"Eu pedi expressamente 'não taxem as empresas brasileiras'. Em 2027 vocês vão ter um governo que vai sentar aqui com vocês, vai negociar de igual para igual. O nosso agro alimenta o mundo e não é justo taxar as nossas empresas. Temos que valorizar a nossa tecnologia, o nosso pix, o nosso etanol, que é uma energia limpa. A gente tem que incentivar esse nosso capital que é o etanol. Nós temos tudo para sentar de igual para igual", destacou o senador e pré-candidato.

01/06/2026

FUNDO ANTITERRORISMO DE US$ 8,8 MILHÕES PARA AMÉRICA LATINA É CRIADO PELOS EUA

EUA criam fundo antiterrorismo de US$ 8,8 milhões para América Latina

O governo dos Estados Unidos criou um fundo de US$ 8,8 milhões (equivalente a cerca de R$ 44,2 milhões) para financiar investigações contra organizações terroristas na América Latina e no Caribe.

A iniciativa coincide com a inclusão, na semana passada, do Primeiro Comando da Capital e do Comando Vermelho nessa categoria.

O programa oferecerá treinamento para investigadores, promotores e juízes da região, e o foco será a investigação, acusação e julgamento de casos de terrorismo, bem como o desmantelamento de redes de grupos terroristas estrangeiros, incluindo suas conexões com o financiamento do terrorismo e com organizações criminosas transnacionais.

Ele também busca aprimorar o compartilhamento de informações com órgãos dos Estados Unidos.

Intitulado Programa de Interrupção Jurídica e Financeira do Contraterrorismo no Hemisfério Ocidental, ele ficará a cargo do Escritório de Contraterrorismo do Departamento de Estado.

O programa tem como objetivo "fortalecer a capacidade dos beneficiários de responsabilizar organizações terroristas estrangeiras, por meio do aprimoramento dos marcos legais e da interrupção de suas redes financeiras", afirma declaração do Escritório de Contraterrorismo.

"Essa iniciativa apoia a Estratégia Nacional de Segurança de 2025 e o Plano Estratégico da Agência do Departamento, aprofundando parcerias regionais para reforçar a segurança, combater ameaças transnacionais e proteger os interesses dos Estados Unidos no Hemisfério Ocidental", acrescenta o documento.

A Estratégia Nacional de Segurança prevê o deslocamento de capacidades de defesa, incluindo militares e de inteligência, de regiões longínquas como a Ásia e a Europa para as Americas, com o objetivo de proteger o território dos EUA.

CNN Brasil