Quem aceitou fazer parte do Conselho da Paz de Trump e a estranha posição do Brasil
A proposta de Donald Trump para a criação de um Conselho da Paz está se tornando rapidamente uma das ideias de política externa mais controversas de sua presidência. Idealizada como um novo órgão global de resolução de conflitos, a proposta atraiu o apoio de monarcas do Oriente Médio, líderes autoritários e adversários dos EUA, ao mesmo tempo que alarmou aliados tradicionais. Com a possibilidade de substituir as Nações Unidas e cobrar dos países por assentos permanentes, a iniciativa levanta questões profundas sobre poder, legitimidade e ordem global.
Uma nova experiência global
O Conselho de Paz de Trump é apresentado como um novo órgão internacional com o objetivo de resolver conflitos globais, promover a estabilidade e supervisionar a reconstrução pós-guerra em regiões frágeis ameaçadas pela violência e pelo colapso político.
Origens na guerra contra Gaza
O conceito surgiu pela primeira vez em 2024 como parte da segunda fase de um plano de cessar-fogo em Gaza mediado pelos EUA, destinado a supervisionar a desmilitarização e a reconstrução após a campanha militar de dois anos de Israel.
Apoio inicial da ONU
Inicialmente, a ideia ganhou legitimidade internacional depois que o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou o plano para Gaza em novembro de 2025, conferindo ao conselho proposto um mandato restrito, porém reconhecido.
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