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03/02/2026

ENCONTRO COM TRUMP: EDUARDO BOLSONARO IRONIZA NOTÍCIA DA VEJA

Eduardo ironiza Veja por notícia sobre encontro com Trump

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro ironizou a notícia da revista Veja sobre um suposto encontro dele com Donald Trump, durante o Latino Gala, evento que acontecerá no dia 10 de fevereiro em Mar-a-Lago, resort do presidente dos Estados Unidos na Flórida.

A notícia, publicada neste domingo (1º), diz que Eduardo é aguardado no evento juntamente com outros líderes conservadores, entre eles, o presidente da Argentina, Javier Milei.

Ao compartilhar a notícia, o ex-deputado declarou:

– Não estava sabendo, mas insh’Allah! Rs.

Apesar da mensagem irônica, Eduardo está confirmado no evento de gala e escreveu nas redes sociais a satisfação de poder retornar à residência do líder norte-americano. Mas, não citou encontro com Trump.

– Satisfação retornar à residência do Presidente Donald Trump e participar do mesmo evento que o melhor presidente da Argentina de todos os tempos Javier Milei – escreveu ele.




PROCESSO DOS EUA: RUMBLE PEDE PARA NOTIFICAR MORAES

Rumble pede para notificar Moraes em processo dos EUA

As empresas Rumble e Trump Media, que processam o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na Justiça Federal dos Estados Unidos, pediram para notificar o magistrado brasileiro por email. A petição enviada à Justiça da Flórida, nesta segunda-feira (2), é uma tentativa de destravar a queixa da qual Moraes é alvo por, supostamente, emitir “ordens secretas de censura” contra a plataforma de vídeos.

O processo está parado desde agosto de 2025, quando uma intimação contra Moraes foi remetida ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em outubro do ano passado, a PGR emitiu um parecer recomendando a rejeição da notificação.

Procurado por meio do STF, Moraes não respondeu. Durante o julgamento da ação de tentativa de golpe de Estado no STF, o ministro afirmou que “milícias digitais ou estrangeiras” não intimidariam sua atuação na Corte.

– A especialidade dessas milícias digitais é a produção de fake news para tentar intimidar o Poder Judiciário. Não perceberam que, se até agora não intimidaram o Judiciário, não vão intimidar, seja com milícias digitais ou estrangeiras, porque o Brasil é um país soberano e independente – afirmou Moraes em março de 2025.

A fala do magistrado foi registrada durante o julgamento do recebimento da denúncia da PGR.

Segundo a petição, Moraes pode ser notificado no processo pelo email institucional do STF por ter usado esse canal para notificar a Rumble de ordens de remoção de conteúdo.

– Tendo usado o email para tentar afirmar jurisdição extraterritorial, o réu agora não pode negar que o email lhe forneça notificação efetiva – argumenta o advogado Martin de Luca, que representa as empresas autoras do processo.

Desde fevereiro de 2025, Moraes é alvo de uma ação civil na Justiça Federal da Flórida por suposta censura e violação à soberania americana.

A Rumble é uma plataforma de vídeos que funciona de modo parecido ao YouTube. A rede surgiu com a proposta de ser “imune à cultura do cancelamento” e passou a abrigar produtores de conteúdo restritos em outras redes, como os comentaristas Paulo Figueiredo, Rodrigo Constantino e Bruno Aiub, conhecido como Monark. A plataforma descumpriu determinações da Justiça brasileira e não indicou um representante legal no país. Por essas razões, foi proibida de atuar em território nacional.

Ligada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Trump Media administra a rede Truth Social. Assim como a Rumble, a Truth propõe diretrizes mais brandas na moderação de conteúdo e passou a abrigar pessoas dos mais diversos posicionamentos. Desde janeiro de 2025, quando retornou à presidência dos Estados Unidos, Trump tem utilizado a plataforma para fazer anúncios oficiais da sua gestão.

Rumble e Trump Media pedem que Moraes seja responsabilizado por emitir “ordens secretas de censura extraterritorial”. As autoras pedem à juíza do caso que reconheça as ordens de Moraes para a remoção de conteúdo e de contas como inexequíveis em território americano, sob a proteção da Primeira Emenda à Constituição do país, que garante o direito à expressão em termos mais flexíveis que o da legislação brasileira.

Com informações AE

01/02/2026

CUBA SANCIONADA

Trump declara emergência nacional contra Cuba e amplia sanções sobre o petróleo

O presidente Donald Trump assinou na quinta-feira, 29 de janeiro, um decreto presidencial que declara estado de emergência nacional em relação a Cuba, baseado na legislação de emergência dos EUA.

O texto afirma que as políticas e ações do governo cubano constituem uma “ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional e à política externa dos Estados Unidos”, razão pela qual medidas econômicas adicionais foram ativadas.

O novo decreto autoriza um sistema de tarifas adicionais sobre produtos importados pelos EUA de países que vendem ou oferecem petróleo (diretamente ou por meio de terceiros) para a ilha caribenha.

Essa ferramenta tem o objetivo explícito de interromper o acesso de Cuba a combustíveis essenciais, pressionando economias estrangeiras a reconsiderar a exportação de petróleo ao regime de Havana.

O governo norte-americano justifica a ação com base em ameaças associadas à cooperação de Cuba com atores considerados hostis aos interesses dos EUA, incluindo alianças com Rússia, China, Irã e grupos como Hamas e Hezbollah.

A declaração presidencial ressalta ainda alegadas violências sistemáticas, repressão política e ações que desestabilizam a ordem democrática na região.

O decreto prevê que o Departamento de Comércio identifique os países fornecedores de energia ao regime cubano, enquanto o Departamento de Estado determinará o nível e a aplicação das tarifas adicionais a essas nações. A medida entra em vigor a partir de 30 de janeiro de 2026.

A estratégia faz parte de uma política externa mais ampla promovida pela administração Trump para dificultar o funcionamento econômico do regime comunista em Havana, reduzindo seus recursos financeiros e suas conexões internacionais.

Autoridades da Casa Branca afirmaram que a iniciativa visa proteger interesses de segurança nacional e conter práticas que consideram prejudiciais às democracias hemisféricas.

Internamente em Cuba, o anúncio provocou reações oficiais de repúdio, com o governo de Miguel Díaz-Canel qualificando a medida como um ato de “bloqueio total” e agravamento das condições já existentes na economia da ilha, que enfrenta prolongados cortes de energia e escassez de combustíveis, Havana classificou a iniciativa como “agressão econômica”.

Em termos geopolíticos, a ação americana já desencadeou incertezas sobre o papel de fornecedores de petróleo à ilha.

Países como México, que vinham apoiando Havana com remessas de combustível, estão reavaliando suas políticas diante da perspectiva de tarifas adicionais e pressão diplomática americana.

A medida do governo Trump representa uma intensificação da pressão econômica dos EUA sobre Cuba, com foco no corte de recursos energéticos essenciais ao funcionamento da economia e no uso de instrumentos tarifários como forma de influência global.

DP

31/01/2026

ANTES DE CONHECER DONALD TRUMP, QUEM ERA MELANIA?

Quem era Melania antes de conhecer Donald Trump?

Melania Trump é conhecida como esposa de Donald Trump e primeira-dama dos Estados Unidos da América. Mas quem era ela antes de se casar com o atual presidente e entrar na Casa Branca?

Bem, para começar, ela não se chamava Melania; na verdade, ela já teve vários nomes diferentes. Também teve diversas carreiras, incluindo modelo e vendedora de joias. Então, como uma jovem que abandonou os estudos em uma pequena cidade da Eslovênia se tornou primeira-dama pela segunda vez?

Melanija Knavs

Melania Trump nasceu Melanija Knavs em 26 de abril de 1970. Seu pai, Viktor Knavs, trabalhava como vendedor de carros e motorista, e sua mãe, Amalija Knavs, atuava como modelista em uma fábrica de roupas infantis.

Vida em cidade pequena

Melania cresceu na pequena cidade de Sevnicain, em Novo Mesto. Na época, a cidade fazia parte da Iugoslávia comunista, que hoje é a Eslovênia, e seu ambiente inicial foi moldado pelas restrições políticas da Europa do Leste durante a Guerra Fria.

Educação de classe média

Ela cresceu em uma família modesta de classe média com seus pais (na foto) e uma irmã mais velha. Inspirada pelo trabalho da mãe, ela se fascinou por moda e design desde jovem.

Formação

Esse interesse a levou a frequentar a Escola Secundária de Design e Fotografia em Ljubljana, onde estudou estética visual. Essa formação ajudou a refinar sua paixão pela moda e a construir o caminho para sua futura carreira.

Clique no link abaixo e veja a matéria completa:

29/01/2026

'EUA GOSTARIAM DE VER MUDANÇA DE REGIME EM CUBA' - DIZ SECRETÁRIO DE ESTADO, MARCO RUBIO

Rubio diz que EUA gostariam de ver mudança de regime em Cuba

Nesta quarta-feira (28), o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que o governo do presidente Donald Trump gostaria ver uma mudança de regime em Cuba, embora tenha esclarecido que isso não significa que Washington vá provocá-la.

– Gostaríamos, mas isso não significa que vamos provocar uma mudança, embora adorássemos vê-la. Não há dúvida de que seria um grande benefício para os Estados Unidos se Cuba deixasse de ser governada por um regime autocrático – afirmou Rubio.

Ele deu declarações durante sua audiência no Senado para informar sobre os planos do governo na Venezuela.

Questionado pelos congressistas sobre se os EUA pretendem recorrer ao poder militar ou a outros mecanismos de coerção para promover uma mudança de governo na ilha, Rubio respondeu que isso está previsto na legislação americana.

– O embargo americano contra Cuba está codificado. Foi codificado na lei e exige uma mudança de regime para que possamos levantar o embargo – declarou o secretário de Estado, que é filho de imigrantes cubanos.

Trump afirmou, na terça-feira (27), que Cuba está prestes a cair porque, após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro por parte dos EUA, a ilha não recebe mais petróleo venezuelano. Essas declarações foram respondidas pelo Ministério das Relações Exteriores de Cuba, que reiterou sua “posição anti-imperialista firme e inabalável”.

Havana e Washington estão no momento de maior confronto verbal em décadas, desde que, em 3 de janeiro, uma operação militar dos Estados Unidos capturou Maduro, que mantinha uma forte aliança política e apoio com o envio de petróleo para a ilha caribenha.

*Com informações da Agência EFE

27/01/2026

CONSELHO DE PAZ DE TRUMP: VEJA QUEM ACEITOU E A ESTRANHA POSIÇÃO DO BRASIL

Quem aceitou fazer parte do Conselho da Paz de Trump e a estranha posição do Brasil

A proposta de Donald Trump para a criação de um Conselho da Paz está se tornando rapidamente uma das ideias de política externa mais controversas de sua presidência. Idealizada como um novo órgão global de resolução de conflitos, a proposta atraiu o apoio de monarcas do Oriente Médio, líderes autoritários e adversários dos EUA, ao mesmo tempo que alarmou aliados tradicionais. Com a possibilidade de substituir as Nações Unidas e cobrar dos países por assentos permanentes, a iniciativa levanta questões profundas sobre poder, legitimidade e ordem global.

Uma nova experiência global

O Conselho de Paz de Trump é apresentado como um novo órgão internacional com o objetivo de resolver conflitos globais, promover a estabilidade e supervisionar a reconstrução pós-guerra em regiões frágeis ameaçadas pela violência e pelo colapso político.

Origens na guerra contra Gaza

O conceito surgiu pela primeira vez em 2024 como parte da segunda fase de um plano de cessar-fogo em Gaza mediado pelos EUA, destinado a supervisionar a desmilitarização e a reconstrução após a campanha militar de dois anos de Israel.

Apoio inicial da ONU

Inicialmente, a ideia ganhou legitimidade internacional depois que o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou o plano para Gaza em novembro de 2025, conferindo ao conselho proposto um mandato restrito, porém reconhecido.

Clique no link abaixo e veja a matéria completa:

25/01/2026

TRUMP BARRA ENTRADA DE ATRIZ PORNÔ BRASILEIRA NOS EUA

Andressa Urach é barrada por Trump de entrar nos EUA e desabafa: "É crime"

A atriz de vídeos Andressa Urach foi barrada pelo governo Trump de entrar nos EUA e desabafou nas redes sociais. Ela já foi muitas vezes ao país, mas foi barrada pelo atual governo.

A beldade declarou que acredita ser por causa do seu trabalho. “Sei que o que faço incomoda muita gente. As letras que canto falam de temas que nem todo mundo aceita bem“, lamentou a musa. “Acredito que isso pese, principalmente, porque em alguns estados americanos a prostituição é crime“, prosseguiu.

Andressa também comentou sobre a questão imigratória atual, e que talvez seja melhor nem ir para não sofrer violência, como tem acontecido. “Com esse cenário atual, fico até com receio de tentar de novo. Se pessoas sem histórico nenhum já enfrentam dificuldades, imagina alguém que publicamente trabalha com conteúdo adulto“, disse ela.

Andressa Urach desabafa após ato de Trump

“Meu visto ainda estava dentro do prazo. Eu já tinha ido outras vezes aos Estados Unidos, sem nenhum problema, assim como meu ex-marido e meu filho“, relatou a artista. “Acredito que o fato de eu ter contado em livro que fui garota de programa no passado foi suficiente para cancelarem o meu visto“, ressaltou.

“Eu não estava cometendo nenhum crime, tinha família, trabalho, empresa e vida estruturada. Mesmo assim, fui impedida de entrar no país e agora tive o pedido negado novamente”, concluiu MC Ímola.

Vale dizer que ela já gravou um vídeo ano passado pedindo perdão para Donald Trump, veja abaixo.


msn

22/01/2026

CONSELHO DE PAZ PARA GAZA JÁ TEM ADESÃO DE OITO PAÍSES

Oito países confirmam adesão ao Conselho de Paz para Gaza

Os ministros das Relações Exteriores do Paquistão, Egito, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Indonésia, Turquia, Arábia Saudita e Catar acolhem o convite estendido a seus líderes pelo presidente americano, Donald Trump, para se juntarem ao Conselho de Paz de Gaza.

Em comunicado, os ministros anunciam a decisão compartilhada de aderirem ao Conselho de Paz, e que cada país assinará os documentos de adesão de acordo com seus respectivos procedimentos legais.

– O objetivo é consolidar um cessar-fogo permanente, apoiar a reconstrução de Gaza e promover uma paz justa e duradoura baseada no direito dos palestinos à autodeterminação e à soberania, de acordo com o direito internacional – acrescentou a nota.

20/01/2026

'PATÉTICO ARTIGO DE LULA NO NYT' - DIZ ASSESSOR DE TRUMP

Assessor de Trump chama de ‘patético’ artigo de Lula no NYT

A publicação de artigo assinado com o nome de Lula (PT) no jornal norte-americano New York Times criticando a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, provocou reação dura de Jason. Miller, assessor próximo ao presidente Donald Trump, chamou o texto atribuído ao petista de “patético” e sugeriu que o presidente brasileiro deveria “ficar de fora” de debates que, segundo ele, são de interesse dos aliados ocidentais e da ordem regional.

No artigo publicado, Lula descreveu a operação que resultou na captura de Nicolás Maduro e sua companheira, Cilia Flores, em Caracas, no dia 3 de janeiro, como “mais um capítulo lamentável na contínua erosão do direito internacional e da ordem multilateral estabelecida depois da Segunda Guerra Mundial”.

Na crítica, Miller fez menções diretas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmando que acontecimentos no Brasil, como a prisão de Bolsonaro e questões de assistência médica ao ex-mandatário, seriam exemplos de um “capítulo lamentável” muito mais relevante do que a intervenção americana na Venezuela.

A operação americana feita no início de janeiro foi justificada pela Casa Branca como parte de um esforço de combate ao narcoterrorismo e de restabelecimento da ordem democrática na Venezuela.

Até o momento, líderes de países da região reagiram de maneiras variadas à ação, com alguns elogiando o resultado e outros condenando a intervenção por suposta violação de soberania.

O confronto de narrativas entre o presidente brasileiro e o aliado de Trump intensifica o debate sobre o papel do Brasil na política externa latino-americana, sobretudo diante de questões envolvendo a Venezuela e a influência dos Estados Unidos na região.

DP

'SE TOMAR A GROELÂNDIA TRUMP ENTRARÁ PARA A HISTÓRIA' - DIZ GOVERNO RUSSO

Trump entrará para história se tomar a Groenlândia

Nesta segunda-feira (19), o governo da Rússia disse que é difícil discordar de especialistas que apontaram que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrará para a história se assumir o controle da Groenlândia.

– Há especialistas internacionais que acreditam que, ao resolver a questão da incorporação da Groenlândia, Trump certamente entrará para a história. E não apenas na história dos Estados Unidos, mas também na história mundial – declarou Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin.

Ele falou ainda que não estava discutindo se a medida do americano seria boa ou ruim, mas que estava apenas declarando um fato.

Questionado sobre o que Trump disse a respeito de uma suposta ameaça russa, o porta-voz do governo russo destacou que o Kremlin não comentaria sobre a possibilidade de projetos da Rússia na Groenlândia. As informações são da CNN Brasil.

19/01/2026

DANOU-SE: 'NÃO SOU OBRIGADO A PENSAR NA PAZ' - DIZ TRUMP EM CARTA À NORUEGA

Em carta à Noruega, Trump diz que “não se sente obrigado” a pensar na paz

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse em uma carta ao primeiro-ministro da Noruega que não se sente mais obrigado a “pensar puramente na paz” por não ter recebido o Prêmio Nobel da Paz, e reiterou sua exigência de controle da Groenlândia.

A carta, vista pela agência de notícias Reuters, foi uma resposta a uma breve mensagem enviada a Trump pelo premiê norueguês, Jonas Gahr Störe, e pelo presidente da Finlândia, Alexander Stubb, opondo-se à sua decisão de impor tarifas a aliados europeus por se recusarem a permitir que os EUA assumam o controle da Groenlândia, disse Störe em um comunicado.

“Considerando que seu país decidiu não me conceder o Prêmio Nobel da Paz por ter impedido mais de 8 guerras, não me sinto mais obrigado a pensar puramente na paz, embora ela sempre seja predominante, mas agora posso pensar no que é bom e apropriado para os Estados Unidos da América”, escreveu o presidente americano na carta.

Stoere afirmou ter dito repetidamente a Trump que o Comitê Norueguês do Nobel, responsável pela atribuição do prêmio da paz, é independente e que o governo da Noruega não tem controle sobre ele.

Trump fez campanha abertamente pelo Prêmio Nobel da Paz, que no ano passado foi concedido à líder da oposição venezuelana, Maria Corina Machado.

Machado entregou sua medalha de ouro a Trump durante uma reunião na Casa Branca na semana passada, embora o Comitê Nobel Norueguês tenha afirmado que o prêmio não pode ser transferido, compartilhado ou revogado.

Em sua carta, Trump também questionou novamente a soberania dinamarquesa sobre a Groenlândia, dizendo: “A Dinamarca não pode proteger essa terra da Rússia ou da China, e por que eles teriam um ‘direito de propriedade’ afinal?”

“Não existem documentos escritos, apenas se sabe que um barco atracou lá há centenas de anos, mas nós também tivemos barcos atracando lá.”

“O mundo não estará seguro a menos que tenhamos controle total e completo da Groenlândia”, acrescentou Trump.

A Groenlândia, uma vasta ilha ártica rica em minerais, é uma parte autônoma do Reino da Dinamarca.

Trump concluiu a mensagem para Stoere afirmando: “Eu fiz mais pela OTAN do que qualquer outra pessoa desde a sua fundação, e agora, a OTAN deveria fazer algo pelos Estados Unidos. O mundo não estará seguro a menos que tenhamos o controle completo e total da Groenlândia. Obrigado! Presidente DJT.”

CNN

18/01/2026

UNIÃO EUROPEIA EM PÂNICO APÓS 'AMEAÇA' DE TRUMP

“Ameaça” de Trump põe UE em pânico e reunião de emergência com 27 países é convocada para amanhã

Embaixadores dos 27 países da União Europeia realizarão uma reunião de emergência neste domingo (18) para formular resposta coordenada às ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifas a oito aliados europeus como forma de pressão para a venda da Groenlândia aos EUA. A convocação partiu do Chipre, atual detentor da presidência rotativa do bloco.

O plano anunciado por Trump prevê taxação de 10% sobre produtos da Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Holanda e Finlândia a partir de 1º de fevereiro. As tarifas aumentariam para 25% em 1º de junho caso não haja acordo para a aquisição da ilha.

Trump declarou que as cobranças permanecerão "até que um acordo seja firmado para a compra total da Groenlândia". Todos os países ameaçados são membros da OTAN e tradicionalmente aliados dos Estados Unidos.

A medida provocou reações imediatas entre líderes europeus. O presidente da França, Emmanuel Macron, classificou as medidas como "inaceitáveis" e afirmou:

"Nenhuma intimidação nem ameaça nos influenciará, nem na Ucrânia, nem na Groenlândia."

O primeiro-ministro britânico Keir Starmer considerou "completamente errada" a estratégia de Trump de impor tarifas como retaliação à oposição europeia quanto ao controle americano sobre o território da Groenlândia.

A Suécia iniciou articulações diplomáticas com o Reino Unido e outros países europeus para desenvolver uma resposta conjunta. O primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, declarou em suas redes sociais:

"Não vamos nos deixar chantagear".

Kristersson também enfatizou a questão da soberania ao afirmar que "apenas a Dinamarca e a Groenlândia decidem sobre questões relativas à Dinamarca e à Groenlândia".

A Groenlândia, território autônomo pertencente à Dinamarca, está no centro desta disputa diplomática que ameaça afetar as relações comerciais transatlânticas. A ilha localizada no Ártico é rica em recursos naturais e já havia despertado o interesse de Trump durante seu primeiro mandato.

jco

17/01/2026

'TRUMP VAI TE JOGAR NA CADEIA' - RECADO DE TRUMP PARA O BRASIL

EUA manda recado para o Brasil: "Trump vai te jogar na cadeia"

O Governo de Washington, capitaneado por Donald Trump, publicou uma ameaça direto para o Brasil nesta quinta (15).

Isso porque o governo dos EUA fez uma publicação em português, ameaçando imigrantes no país. A postagem foi realizada pelo Departamento de Estado, que disse que pessoas não fossem para os EUA com a meta de “roubar os americanos”.

“Se você vier aos Estados Unidos para roubar os americanos, o presidente Trump vai te jogar na cadeia e te mandar de volta para o lugar de onde você veio”, declarou o governo dos EUA, que publicou uma imagem em preto e branco de Donald com os dizeres: “Envia-os de volta”. A mensagem também foi exposta nas versões em inglês e espanhol.
Trump manda recado para o Brasil

O texto em português ressalta a política de “América para os americanos” e de imposição de restrições contra os países da América do Sul e do Caribe. Além disso, reforça a retórica trabalhada pelo governo estadunidense de que os imigrantes estariam roubando os americanos através de benefícios sociais ou literalmente assaltando mesmo.

16/01/2026

'LÍDERES DA VENEZUELA TEM COOPERADO' - DIZ CASA BRANCA

Casa Branca afirma que líderes da Venezuela têm cooperado

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o governo interino da Venezuela tem sido “extremamente cooperativo” com os Estados Unidos e que o presidente norte-americano Donald Trump “gosta do que está vendo”.

– Nós esperamos que essa cooperação continue – adicionou Leavitt durante coletiva de imprensa, após ser questionada se o republicano confia no governo liderado pela presidente interina Delcy Rodríguez e outros nomes chavistas.

A fala de Leavitt ocorre no mesmo dia em que Trump recebe a líder opositora da Venezuela, María Corina Machado, na Casa Branca.

A reunião ocorreu a portas fechadas, e Corina limitou-se a dizer que tratou-se de uma conversa “muito boa”. Mais detalhes sobre o encontro devem ser comunicados em coletiva de imprensa ainda nesta quinta.

15/01/2026

POR REPRESSÃO A MILITANTES EUA APLICAM SANÇÕES AO IRÃ

EUA aplicam sanções ao Irã por repressão a manifestantes

Os Estados Unidos subiram o tom contra o Irã nesta quinta-feira (15). O Departamento do Tesouro anunciou sanções contra cinco autoridades iranianas, incluindo o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, comandantes das forças policiais e o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, acusados de liderar a repressão brutal aos protestos pelo país.

Washington também mirou a prisão de Fardis, onde mulheres teriam sido submetidas a tratamento cruel e desumano, segundo informações da CNN.

O secretário do Tesouro, Scott Bessent, disse que os líderes iranianos estariam transferindo às pressas dinheiro roubado para bancos internacionais “como ratos em um navio que afunda”. Avisou que o Tesouro está de olho e falou que ainda há tempo de apoiar o povo iraniano e acabar com a violência.
Mais de 2,4 mil mortes até o momento

Os protestos, que começaram por causa do aumento de preços, já se tornaram um dos maiores desafios ao regime clerical desde a Revolução Islâmica de 1979. Organizações de direitos humanos relatam mais de 2,4 mil mortos, enquanto o governo tenta culpar os EUA e Israel pela instabilidade e promete ajustes econômicos e combate à corrupção.

A ação faz parte da estratégia de “pressão máxima” de Donald Trump, que visa zerar as exportações de petróleo do Irã e impedir qualquer avanço nuclear, usando sanções também contra quem lava dinheiro das vendas de petróleo e petroquímicos.

O 'BARBICHA' ARREGOU NA EXECUÇÃO DE MANIFESTANTE APÓS AMEAÇA DE TRUMP

Trump ameaça e Irã recua

O manifestante Erfan Soltani, de apenas 26 anos, que seria executado nesta quarta-feira (14) pelo regime iraniano, continua vivo e preso.

O Irã adiou a execução, segundo a ONG de direitos humanos Hengaw. Essa seria a primeira vez que a pena de morte seria aplicada contra um opositor do regime desde o início da onda de protestos que abala o país.

Soltani foi preso no último dia 8 na cidade de Karaj, nos arredores de Teerã, e sua família havia sido comunicada a respeito de sua execução, de acordo com a Iran Human Rights (IHR), entidade com sede na Noruega. Agora, a Hengaw afirma que a execução de Soltani, que se daria por meio de enforcamento, foi adiada. A organização diz estar em contato com a família do manifestante preso.

Dias antes, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia dito que retaliaria caso o Irã executasse manifestantes.

"Se eles os enforcarem, vocês vão ver algumas coisas… Tomaremos medidas muito duras se fizerem algo assim".

O adiamento aconteceu horas depois de Trump dizer que não haveria execuções de manifestantes no Irã e que as mortes estavam diminuindo.

14/01/2026

SUSPENSÃO DE VISTOS PARA BRASILEIROS TEM EXPLICAÇÃO DA EMBAIXADA AMERICANA

Embaixada explica suspensão de vistos para brasileiros

Nesta quarta-feira (14), a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil explicou a suspensão de vistos de imigração de brasileiros e de cidadãos de outros 74 países. Segundo a representação diplomática, a medida foi adotada pelo Departamento de Estado para evitar o uso excessivo de programas de assistência social.

Em nota, a embaixada informou que o congelamento seguirá em vigor até que o governo norte-americano tenha garantias de que novos imigrantes não se tornem um custo para os contribuintes dos EUA.

– A medida afeta dezenas de países – incluindo Somália, Haiti, Irã e Eritreia – cujos imigrantes frequentemente se tornam encargos para os cofres públicos dos EUA logo após a chegada – diz a Embaixada.

E continua:

– Estamos trabalhando para garantir que a generosidade do povo americano não seja mais abusada. A Administração Trump sempre colocará os EUA em primeiro lugar.

BRASIL E MAIS 74 PAÍSES TEM CONCESSÃO DE VISTOS DE CIDADÃOS CONGELADOS PELOS EUA

Governo Trump congela concessão de vistos para cidadãos do Brasil e de mais 74 países, diz TV

O governo dos Estados Unidos congelou a emissão de vistos para 75 países, incluindo o Brasil, segundo reportagem da rede de TV norte-americana Fox News publicada nesta quarta-feira (14).

Segundo a TV, o congelamento foi determinado pelo Departamento de Estado dos EUA, que ainda não havia se pronunciado oficialmente até a última atualização desta reportagem.

Ao g1, a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil informou que ainda não havia sido oficialmente notificada da nova restrição pelo governo dos EUA. O g1 também procurou o Itamaraty, mas ainda não havia obtido resposta até a última atualização desta reportagem.

A medida deve entrar em vigor a partir de 21 de janeiro e não tem data para terminar, de acordo com a reportagem da Fox News. Não há informações se os vistos para turistas serão afetados pelo congelamento.

Com base em um memorando do Departamento de Estado ao que a Fox News disse ter tido acesso, a medida é uma pausa temporária para que o governo dos EUA avalie os critérios que utiliza atualmente para conceder vistos de entrada no país a estrangeiros.

O memorando afirma ainda que Washington pode começar a barrar pessoas mais velhas e com sobrepeso, segundo a TV — em novembro, a agência de notícia Associated Press afirmou que o governo de Donald Trump considerava uma nova diretriz para restringir a entrada de pessoas obesas.

Além do Brasil, outros 74 países também entraram no congelamento de vistos, diz a Fox News, e a lista inclui Irã, Rússia, Afeganistão, Iraque, Somália e Tailândia.

G1

13/01/2026

'OCUPEM SUAS INSTITUIÇÕES, AJUDA ESTÁ A CAMINHO' - TRUMP AOS IRANIANOS QUE ESTÃO PROTESTANDO

Trump pede que iranianos continuem protestando: “Ocupem suas instituições, ajuda está a caminho”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu nesta terça-feira (13) que os iranianos continuem protestando contra o governo. Em publicação na Truth Social, ele escreveu:

“Patriotas iranianos, CONTINUEM PROTESTANDO — OCUPEM SUAS INSTITUIÇÕES!!!… A AJUDA ESTÁ A CAMINHO”, escreveu Trump em uma publicação na Truth Social.

Imagem: reprodução


Trump também afirmou que cancelou todas as reuniões com autoridades iranianas até que termine o que chamou de “assassinato sem sentido” de manifestantes.

Uma organização de direitos humanos sediada nos EUA informou que os protestos já deixaram 1.850 mortos e 16.784 presos.

Um funcionário iraniano disse à agência Reuters que o número de mortos pode chegar a cerca de 2 mil. Segundo ele, parte das vítimas seriam integrantes das forças de segurança, e as mortes teriam sido causadas por pessoas classificadas como “terroristas”. O governo não apresentou provas nem detalhes.

É RUIM, MAS É BOM: BRASIL PODE LEVAR UM TIRO NA GUERRA TARIFÁRIA COM SANÇÃO DE TRUMP NO IRÃ - DIZ LEITÃO

Miriam Leitão: Brasil tem enorme superávit com Irã e pode levar um tiro na guerra tarifária com sanção de Trump

A possibilidade de novas tarifas impostas pelos Estados Unidos a países que mantêm comércio com o Irã pode trazer impactos relevantes para o Brasil, que hoje é altamente superavitário na relação comercial com o país do Oriente Médio. A avaliação é da jornalista Miriam Leitão, em comentário no Bom Dia Brasil desta terça-feira (13).

Segundo Miriam, o Irã é um parceiro importante para o Brasil, especialmente nas exportações do agronegócio. Enquanto as importações brasileiras vindas do país somam menos de US$ 100 milhões, as exportações chegam a cerca de US$ 2,9 bilhões, o que torna a balança comercial amplamente favorável ao lado brasileiro.

“É quase US$ 3 bilhões de comércio global, sendo que US$ 2,9 bilhões são de exportações brasileiras. O Brasil é altamente superavitário”, afirmou.

O risco surge diante de declarações recentes do ex-presidente Donald Trump, que voltou a ameaçar a aplicação de tarifas adicionais de 25% a todos os países que mantiverem relações comerciais com o Irã. Segundo Míriam, não há detalhes claros sobre como a medida seria aplicada nem quais países seriam atingidos.

“Ele não explicou nada. Só colocou isso na rede social. Está todo mundo esperando para saber se serão os maiores parceiros ou se será todo mundo”, disse.


Se a medida for ampla, o Brasil pode acabar sendo afetado mesmo sem estar no centro do conflito geopolítico.

“Se for todo mundo, o Brasil acaba levando mais um tiro nessa guerra. Como disse a China, ninguém ganha”, afirmou.

O Irã tem ganhado relevância diplomática para o Brasil, inclusive com a recente aproximação no âmbito do Brics, grupo do qual o país passou a fazer parte com apoio brasileiro. Esse contexto, segundo Miriam, aumenta a complexidade do cenário para o comércio exterior brasileiro.

“O que está acontecendo no Irã é terrível, e a comunidade internacional tem que se mobilizar, mas não dessa forma”, avaliou a jornalista, ao criticar o uso de tarifas como instrumento de pressão.

Na análise de Miriam Leitão, o ambiente de incerteza no comércio internacional funciona como um “fogo cruzado”, no qual países como o Brasil podem ser atingidos economicamente mesmo tentando apenas manter mercados e preservar relações comerciais estratégicas.