16/01/2026

RESUMO DE NOTÍCIAS


*A Prefeitura do Natal anunciou, nesta sexta-feira (16), as primeiras atrações confirmadas para o Carnaval 2026. Os shows de Wesley Safadão e Natanzinho Lima estão garantidos na prévia que acontece na Avenida da Alegria, nos dias 6, 7 e 8 de fevereiro. Segundo o prefeito Paulinho Freire, a estrutura do evento será ampliada, com três trios elétricos circulando ao mesmo tempo — um a mais que no ano passado. A medida busca melhorar o fluxo do público e fortalecer a festa. Haverá mudanças nos polos do carnaval. O palco da Praça Cláudio Porfírio será transferido para a área da engorda de Ponta Negra. Já o percurso alternativo sairá do Praia Shopping, com pranchão e atrações locais ao som de frevo e músicas carnavalescas. A programação será distribuída em três polos: Praia de Ponta Negra, entorno do Ginásio Nélio Dias e Avenida da Alegria, na Redinha. Um pranchão também circulará em Ponta Negra. A prefeitura informou que os demais detalhes, como datas, horários e novas atrações, serão divulgados em breve no portal oficial do município.


*Professor denuncia perseguição e campanha por expulsão na UFRN: 'Militantes comunistas da UFRN se somam a grupo político nacional para exigir a minha expulsão. O motivo? Não toleram uma opinião divergente.' A fala é do professor doutor Tassos Lycurgo, que afirma estar no centro de uma campanha de perseguição ideológica após expor posições políticas e religiosas contrárias ao pensamento dominante em setores da universidade. Em publicação nas redes sociais, o docente aponta o que chama de ‘ódio do bem’: a tentativa de silenciar quem não se alinha à militância de esquerda, travestida de ativismo acadêmico. Segundo o professor, não é por causa do seu desempenho em sala de aula ou à sua qualificação técnica. A universidade estaria sendo usada como instrumento político, e não como espaço de debate. 'Isso não é movimento estudantil. É projeto de poder', escreveu. A reação, afirma Lycurgo, revela um ambiente onde o contraditório incomoda e a divergência vira alvo. 'Não querem diálogo, querem intervir. Não defendem pluralismo, defendem mobilização permanente', declarou.


*Alexandre de Moraes abriu mesmo, de ofício, outro inquérito sigiloso, agora para investigar se houve vazamento de dados financeiros dele e da sua família pela Receita Federal ou pelo Coaf, assim como o de informações sobre parentes do colega Dias Toffoli. Ele está chateado porque a imprensa revelou que a sua mulher advogada assinou um contrato com o Banco Master, sem escopo definido, no valor de inéditos e fabulosos R$ 130 milhões de reais. O país foi inteirado, ainda, de que, graças aos dividendos gerados pelo contrato multimilionário, a doutora Viviane Barci de Moraes passou a ser dona de uma patrimônio pessoal de quase R$ 80 milhões de reais. Quais são as grandes ações que o escritório dela conduz para o Master? Nenhuma, ao que se tem até o momento. Não figura nem mesmo entre os escritórios que defendem esse extraordinário Daniel Vorcaro no inquérito que apura as fraudes cometidas pelo “banqueiro” e a sua turma da pesada. A única iniciativa de um Moraes em prol do Master teria sido do próprio ministro. Já na vigência do contrato do escritório da sua mulher com o banco, ele teria feito pressões sobre o BC para que o Master pudesse ser vendido para o BRB. Alexandre de Moraes negou veementemente que tenha feito essas pressões, e foi só. O ministro não se dignou a dar qualquer explicação sobre o contrato. Aparentemente, Moraes não vê problema na mulher de um ministro do STF receber uma bolada de Mega-Sena de um banco enroladíssimo na Justiça para não fazer nada de compatível que seja visível a olho nu. O que incomoda Moraes é apenas que o Brasil inteiro tenha sido informado sobre a existência do contrato magnífico — e, assim, tome outro inquérito sigiloso aberto de ofício, como se fosse o STF o atingido, não o ministro, na sua pessoa física, o interessado em causa própria.


*Um vídeo do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes viralizou nas redes sociais após ele afirmar que “já fez o que tinha que fazer”, poucas horas depois de autorizar a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para a Papudinha, no Distrito Federal. A declaração foi feita durante a colação de grau da 194ª turma de Direito da Universidade de São Paulo (USP), realizada na noite de quinta-feira (15), em São Paulo. “Mas eu me contive hoje, né. Acho que hoje eu já fiz o que tinha que fazer”, disse Moraes, sendo aplaudido pelos formandos. A transferência de Bolsonaro foi determinada por Moraes, relator responsável pela execução da pena do ex-presidente. Ele ficará em uma sala de Estado-Maior no Complexo Penitenciário da Papuda, estrutura semelhante à ocupada por Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, e Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF. Segundo o STF, o espaço comporta até quatro pessoas, mas será utilizado exclusivamente por Bolsonaro. O ministro também autorizou assistência médica integral, 24 horas por dia, por profissionais previamente cadastrados, além de deslocamento imediato para hospitais em caso de urgência, com comunicação ao STF em até 24 horas.


*A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo confirmou a morte de um homem por dengue na cidade de Nova Guataporanga, na região oeste do estado, próxima de Presidente Prudente, área de divisa com o estado do Mato Grosso do Sul. Trata-se da primeira morte pela doença neste ano. Embora os sintomas tenham iniciado no dia 3 de janeiro a data é computada como 2025 para fins epidemiológicos, por ser a semana iniciada no ano passado. Em 2025, o estado de São Paulo teve 881.280 casos confirmados, 1122 óbitos confirmados e 56 em investigação, além de 1461 casos de dengue grave. Em 2026, o estado já registra 971 casos confirmados e 3.389 em investigação, dentre os quais dois óbitos. Há até o momento três casos de dengue graves confirmados em território paulista. As regiões de Araçatuba e Presidente Prudente, no Oeste do estado, têm as maiores taxas de incidência, respectivamente com 13,58 e 8,57 casos por 100 mil habitantes. Segundo o Ministério da Saúde os casos de dengue no país, em 2026, somam 9.667 casos prováveis com três óbitos em investigação. Em 2025 foram 1.665.793 casos prováveis e 1780 óbitos.

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