08/09/2026

AS 'MUNGANGAS' DAS PESQUISAS

A Quaest deu empate técnico entre Lula e Flavio nesta segunda-feira (07/09). E como estava na mesma época de 2022?


Na pesquisa Genial/Quaest divulgada em 7 de setembro de 2022, a simulação de segundo turno dava:

Lula (PT): 51% 
Bolsonaro (PL): 39% 
Indecisos: 3% 
Branco/nulo/não votaria: 7%

A diferença era de 12 pontos. A margem de erro era de 2 pontos percentuais. Na rodada seguinte, divulgada em 14 de setembro, Lula caiu para 48% e Bolsonaro foi a 40%. No dia da eleição, o resultado foi:

Lula: 60.345.999 votos (50,90% dos votos válidos) Bolsonaro: 58.206.354 votos (49,10% dos votos válidos)

A diferença foi de cerca de 2,14 milhões de votos. Foi a eleição presidencial mais apertada desde a redemocratização.

Tirem suas conclusões...

MORAES VENDEU A ALMA E A FAMÍLIA - POR ALEXANDRE GARCIA

Moraes vendeu a alma e a família 

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), que tirou na semana passada a ofensiva de Alexandre de Moraes contra André Mendonça do inquérito das fake news, foi cúmplice da manutenção do Inquérito do Fim do Mundo.

Só para lembrar: foi um inquérito inventado por Dias Toffoli com base no regimento interno do Supremo. Como se fosse algo: “Alguém roubou uma caneta do ministro no gabinete dele, vamos investigar quem roubou”. Algo administrativo interno, para apurar um pequeno crime dentro do prédio do Supremo.

Mas isso serviu para pegar gente no mundo inteiro, o tempo todo. Um inquérito dura 30 dias; este está durando mais de sete anos.

A Constituição Federal, nos artigos 127 e 129, estabelece que a iniciativa de qualquer inquérito é do Ministério Público, e não do Supremo. Mas Toffoli inventou o inquérito, usando um artiguinho do regimento interno que foi derrogado pela Constituição de 88. Então, foi algo totalmente inconstitucional.

Por isso que foi apelidado de Inquérito do Fim do Mundo pelo ministro aposentado Marco Aurélio Mello, quando ainda estava lá. Ele foi voto vencido, e o resto do Supremo aprovou a abertura do inquérito.

E mais: os relatores são escolhidos por sorteio. Só que Alexandre de Moraes não foi escolhido por sorteio, foi nomeado pelo Toffoli. E a maioria do Supremo convive com isso. Vergonha! Isso é ilegal! Não é devido processo legal!

E aí, o senhor Alexandre de Moraes, que acha que o ataque é a melhor defesa, foi para cima do ministro André Mendonça, relator do inquérito do Caso Master e que só aplicou o artigo 37 da Constituição, que manda haver publicidade em tudo no serviço público. 

Gazeta do Povo

07/09/2026

CEARÁ-MIRIM: TÁ PERTINHO TÁ NO BOM VIZINHO REDEMAIS OPÇÃO - OFERTAS DE 02 A 10/09/2026

RESUMO DE NOTÍCIAS

Resumo

*Parlamentares não têm um pingo de dó do pagador de impostos e gastam sem piedade mesmo quando nem mesmo precisam pisar em Brasília, em razão de inventada sessão remota. Gastos com o cotão parlamentar já superam os R$123 milhões este ano. A oficialmente chamada “Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar” (CEAP) banca uma infinidade de despesas, como passagens aéreas, contas de celulares, combustíveis para os carrões e propaganda dos deputados. Em agosto, a Câmara não teve sessões presenciais obrigatórias, tudo por app. Mesmo assim, gasto astronômico com o cotão: R$1,6 milhão. Por conta do pagador de impostos, os nobres torraram mais de R$50,6 milhões este ano com a propaganda do mandato parlamentar. Os deputados não colocam a mão no bolso nem mesmo para bancar os belos carrões, que, aliás, já nos custaram mais de R$26,8 milhões. Se os carros são bancados, o combustível também é. E aí as excelências deitam e rolam. Lá se vão mais R$15,4 milhões.


*O pastor Silas Malafaia criticou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, durante manifestação nesta segunda-feira (7), na Avenida Paulista e questionou a validade de um documento utilizado para acusar o ministro André Mendonça. Malafaia também fez críticas ao contrato milionário envolvendo a mulher de Moraes, Viviane Barci, e afirmou que o acordo seria uma demonstração de influência e poder exercidos pelo ministro. “Isso mostra que a mulher de Alexandre não tem nenhum saber jurídico. Isso mostra que esse contrato é uma prova da compra do poder e da influência desse ditador”, afirmou o pastor. Na sequência, Malafaia questionou o documento que, segundo ele, teria sido utilizado por Moraes para acusar André Mendonça. O pastor classificou o material como “apócrifo”. “Isso aqui é sério. Povo brasileiro, o ministro Alexandre Moraes pega um documento apócrifo, um documento sem valor, um documento que não tem cabeçalho, que não tem assinatura de delegado de Polícia Federal. E pra sair da lama que ele tá envolvido, ele acusa André Mendonça”, declarou. Malafaia também citou o caso envolvendo Débora do Batom e o uso de mensagens secretas em investigação para fazer uma comparação com a atuação de Moraes. Mensagens atribuídas ao banqueiro preso Daniel Vorcaro e o ministro, foram divulgadas nesta semana. O pastor então questionou a atuação do ministro e afirmou que Moraes estaria fazendo uma acusação contra si próprio ao classificar como criminosa uma pessoa envolvida em um caso relacionado a mensagens sigilosas. “Se Alexandre de Moraes diz que Débora é criminosa, pegou 14 anos de cadeia por mensagens secretas, o que é Alexandre de Moraes? Ele tá falando dele mesmo”, concluiu Malafaia.


*A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, acompanhou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no desfile cívico-militar de 7 de Setembro, nesta segunda-feira, em Brasília, usando um vestido branco vendido por R$ 2.360. O modelo escolhido pela primeira-dama é o Vestido Midi Bordado Branco – Pietra, da marca brasileira Marie Mercié. A peça possui mangas 3/4, gola, saia na altura da panturrilha e bordados em tons de verde. Segundo a fabricante, o vestido é confeccionado com fibras naturais de linho e algodão. A Marie Mercié mantém sua produção em Pernambuco e destaca o trabalho artesanal e a produção local. A empresa também afirma adotar medidas para reduzir desperdícios e utilizar materiais e processos de menor impacto ambiental. A marca mantém ainda uma escola gratuita de costura voltada à comunidade onde está instalada. De acordo com a empresa, jovens selecionados recebem formação profissional e remuneração durante o período de aprendizado, podendo posteriormente iniciar estágio e seguir carreira na própria companhia. O desfile deste ano teve como temas principais a soberania nacional, o combate ao feminicídio e a Copa do Mundo Feminina de 2027. A programação também contou com a participação do personagem Zé Gotinha, símbolo das campanhas de vacinação.


*O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachiin, foi o único ministro da Corte a participar do desfile do Dia da Independência nesta segunda-feira (7), em Brasília. Ele acompanhou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na tribuna de honra montada na Esplanada dos Ministérios para receber as autoridades durante a cerimônia. A presença de Fachin ocorre em meio à crise que envolve integrantes do Supremo após a divulgação de mensagens trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. Os demais ministros da Corte não compareceram ao desfile, embora tradicionalmente sejam convidados para acompanhar a solenidade na tribuna presidencial. Antes do início da cerimônia, Fachin conversou com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o advogado-geral da União, Jorge Messias. A ausência dos ministros também ocorreu em outros momentos recentes. Em 2025, durante o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), nenhum integrante da Corte participou do desfile. Em 2024, o então presidente do STF, Luís Roberto Barroso, e Moraes estiveram na tribuna de honra. Já em 2023, primeiro ano do terceiro mandato de Lula, apenas a então presidente do Supremo, Rosa Weber, compareceu. A atual crise no STF ganhou força depois que André Mendonça determinou o levantamento do sigilo de uma ação relacionada às investigações sobre Daniel Vorcaro e tornou públicas mensagens trocadas entre o banqueiro e Alexandre de Moraes. O desfile cívico-militar começou às 9h e teve como temas a soberania nacional, o combate ao feminicídio e a Copa do Mundo Feminina de 2027. A programação também contou com a participação do personagem Zé Gotinha, símbolo das campanhas nacionais de vacinação.


*Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7) mostra Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT) empatados com 41% das intenções de voto no 2º turno da eleição presidencial. No cenário de primeiro turno a pesquisa mostra Lula na liderança, com 36%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 29%. Augusto Cury aparece com 8%, enquanto Renan Santos e Ronaldo Caiado têm 3% cada. Romeu Zema soma 2% e Pablo Marçal, 1%. Entre os entrevistados, 8% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não compareceriam às urnas, enquanto 9% estão indecisos. Os candidatos Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO) e Wilson Grassi (Democrata) não pontuaram. A pesquisa Quaest foi encomendada pela Globo e entrevistou 2.004 eleitores entre os dias 03 de setembro a 06 de setembro. O registro no TSE é BR-01720/2026. A margem de erro é de dois pontos e o nível de confiança, de 95%.

NEM LULA ESTÁ SUPORTANDO MORAES

Planalto já trabalha para Moraes abrir vaga no STF e Lula indicar mais um ministro

Mobilizada no impeachment de Alexandre de Moraes, a oposição tem se surpreendido com discreto apoio de governistas. É que, temendo impacto do escândalo Vorcaro/Moraes em sua campanha, Lula orientou que, “sem tripudiar”, petistas defendam a investigação do escandaloso relacionamento que transformou um ministro do no Supremo Tribunal Federal (STF) em consultor e informante de fraudador. Lula esfrega as mãos de ansiedade pela abertura de nova vaga de ministro do STF.

Terceira vaga

Lula também sonha com uma terceira vaga, de Dias Toffoli, enrolado com Vorcaro no Tayayá. Para Lula, não se pode “cassar” apenas Moraes.

‘Traição’ na conta

A bronca de Lula é do tempo de cadeia, quando Toffoli tomou decisões que o revoltaram. Ainda se diz “traído” e quer ver o ministro pelas costas.

‘Nem com 81 votos’

Somente o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tem a prerrogativa de abrir processo de impeachment de ministro do STF. E ele não quer.

Morre de medo

Alcolumbre só abre processo se Lula mandar ou o STF pedir. Alcolumbre é temente a Moraes e ao STF como um todo, nessa ordem.

ATENTAI-VOS: EM POUCO MAIS DE UM ANO CHILE AFASTOU E ATÉ PRENDEU MINISTROS DA SUPREMA CORTE

Chile afastou e até prendeu ministros da suprema corte em pouco mais de 1 ano

Entre outubro de 2024 e dezembro de 2025, o Chile destituiu três ministros da Corte Suprema por meio de acusação constitucional, o mecanismo equivalente ao impeachment previsto na Constituição do país. O terceiro caso, o do ministro Diego Simpertigue, foi aprovado pelo Senado em 22 de dezembro de 2025.

A ex-ministra Ángela Vivanco, destituída em outubro de 2024, foi detida em janeiro de 2026 e permanece em prisão preventiva, investigada por cohecho (corrupção) e lavagem de dinheiro no chamado “caso bielorrusso” ou “trama bielorrusa”. As três destituições ocorreram em um intervalo de cerca de 14 meses.

Os três casos

Ángela Vivanco foi destituída em outubro de 2024 após a revelação de mensagens com o advogado Luis Hermosilla no “caso audios”. O Senado a considerou responsável por “notable abandono de deveres”. Em janeiro de 2026, a Fiscalía a formalizou por três delitos de cohecho e um de lavagem de ativos, acusando-a de ter recebido pagamentos em troca de decisões favoráveis ao consórcio chileno-bielorrusso Belaz-Movitec em litígio contra a estatal Codelco. Ela se tornou a primeira ex-integrante da Corte Suprema a ficar em prisão preventiva no Chile.
Sergio Muñoz, destituído no mesmo mês de outubro de 2024, foi acusado de ter passado informação privilegiada à filha, também juíza, sobre um projeto imobiliário no qual ela tinha interesse, e de não ter se inabilitado. O Senado aprovou a acusação por notable abandono de deveres.

Diego Simpertigue foi destituído em 22 de dezembro de 2025. O Senado aprovou por unanimidade o capítulo da acusação relativo à sua atuação no mesmo litígio Belaz-Movitec contra a Codelco. Os acusadores apontaram falta de imparcialidade e de probidade, incluindo viagens e relações próximas com os advogados da empresa após decisões favoráveis a ela. Ele também foi inabilitado por cinco anos para cargos públicos.

O que ocorre em 2026

Em 2026, a Corte Suprema chilena, presidida por Gloria Ana Chevesich, abriu 56 a 58 “cuadernos de remoción” contra juízes de instâncias inferiores (e alguns ministros de Cortes de Apelaciones) acusados de viajar ao exterior enquanto estavam de licença médica. O processo, baseado no artigo 80 da Constituição (“buen comportamiento”), ainda está em andamento e gerou alertas da relatora da ONU para independência judicial e de entidades internacionais sobre riscos ao devido processo. Não se trata de novos impeachments de ministros da própria Corte Suprema.

A onda de destituições de 2024-2025 e a posterior prisão de Vivanco ocorreram em meio a uma crise de credibilidade do Poder Judicial chileno, marcada pelo caso Hermosilla e por questionamentos de imparcialidade em causas de alto valor econômico. O mecanismo de acusação constitucional exige aprovação da Câmara e do Senado e tem sido usado com frequência inédita contra a cúpula da magistratura.

DP

SÉRIE A: CAMPEONATO BRASILEIRO - VEJA O CAMINHO DOS CANDIDATOS AO TÍTULO ATÉ A ÚLTIMA RODADA

Flamengo ou Palmeiras? Veja o caminho dos candidatos ao título até a última rodada

O Flamengo ultrapassou o Palmeiras e assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro, mas o calendário mostra equilíbrio entre os principais candidatos ao título. Separados por apenas um ponto, os dois ainda disputarão 12 partidas, terão sete jogos como mandantes, enfrentarão quatro integrantes do atual G-6 e sairão de suas regiões somente quatro vezes. A diferença mais significativa aparece fora do campeonato: enquanto o Rubro-Negro divide suas atenções com a Libertadores, o time de Abel Ferreira continua vivo também na Copa do Brasil.

A troca de posições aconteceu no domingo. O Flamengo venceu o Remo por 1 a 0, no Mangueirão, enquanto o Palmeiras empatou sem gols com o Botafogo, no Nilton Santos. Com os resultados, o Rubro-Negro chegou aos 54 pontos e abriu um de vantagem sobre o Verdão, que ocupava a liderança desde a sétima rodada.

A diferença é mínima, mas o calendário apresenta nuances importantes. Os dois clubes terão sete partidas como mandantes e cinco como visitantes. Considerando também os clássicos disputados fora de casa, o Flamengo fará oito jogos no Rio, enquanto o Palmeiras terá oito compromissos dentro do estado de São Paulo.

Para o Rubro-Negro, isso significa apenas quatro viagens interestaduais: Santos, Salvador, São Paulo e Curitiba. O Palmeiras também sairá de seu estado somente quatro vezes, para enfrentar Grêmio, Athletico-PR, Cruzeiro e Chapecoense.

Número de confrontos contra o G-6 é igual

Não existe grande diferença na quantidade de adversários mais bem colocados. Cada candidato ao título ainda enfrentará quatro integrantes do atual G-6.

O Flamengo terá pela frente Fluminense, Bahia, Athletico-PR e o próprio Palmeiras. Dois desses compromissos serão no Maracanã, contra Fluminense e Athletico. O duelo com o Bahia será em Salvador, enquanto a partida contra o Palmeiras acontecerá na casa do adversário.

O caminho palmeirense inclui Bahia, Athletico-PR, Cruzeiro e Flamengo. O Verdão receberá Bahia e Flamengo, mas precisará visitar o Athletico em Curitiba e o Cruzeiro em Belo Horizonte.

Nesse recorte, há equilíbrio absoluto: quatro adversários do G-6 para cada lado, sendo dois jogos em casa e dois fora.

O Palmeiras, entretanto, terá uma sequência de clássicos estaduais potencialmente desgastante. São Paulo, Corinthians e Santos aparecem no caminho da equipe de Abel Ferreira. O Flamengo ainda terá dois clássicos no Rio, diante de Fluminense e Vasco.

Confrontos contra ameaçados também equilibram a disputa

Considerando o bloco que chega à reta final pressionado na parte inferior da classificação, o cenário volta a ser semelhante.

O Flamengo enfrentará Santos, Vasco, Grêmio e Chapecoense. O Palmeiras terá Grêmio, Santos, Remo e Chapecoense pela frente. Na fotografia atual da tabela, antes do encerramento completo da 26ª rodada, Vasco e Chapecoense aparecem entre os adversários rubro-negros que vivem situação mais delicada. Do lado palmeirense, Remo e Chapecoense estão mergulhados na luta contra a queda.

Essas partidas, porém, não representam necessariamente facilidade. Equipes ameaçadas costumam disputar as últimas rodadas sob pressão máxima, especialmente quando atuam diante de suas torcidas.

Palmeiras terá peso maior no calendário

A principal diferença entre os concorrentes está fora do Brasileirão. O Flamengo permanece vivo na Libertadores e enfrentará o Independiente del Valle pelas quartas de final.

O Palmeiras, além de encarar a LDU na Libertadores, está classificado para a semifinal da Copa do Brasil, na qual enfrentará o Vasco. Portanto, o time de Abel Ferreira segue simultaneamente em três competições.

O Verdão já possui ao menos quatro compromissos eliminatórios confirmados: dois pela Libertadores e dois pela Copa do Brasil. Caso avance, o número aumentará. O Flamengo tem duas partidas garantidas nas quartas da competição continental e poderá ampliar sua agenda se chegar às semifinais.

Essa sobrecarga pode obrigar Abel a administrar titulares, controlar minutos e conviver com intervalos menores de recuperação. Por outro lado, o elenco palmeirense foi montado justamente para suportar diferentes frentes e poderá chegar às rodadas decisivas ainda disputando três troféus.

Confronto direto pode valer a taça

O grande ponto de ruptura da disputa aparece na 36ª rodada. Palmeiras e Flamengo se enfrentarão com mando do clube paulista, quando restarão apenas mais duas partidas para cada equipe.

Até esse duelo, o Flamengo enfrentará Corinthians, Red Bull Bragantino, Santos, Fluminense, Bahia, Atlético-MG, Vasco, Grêmio e Athletico-PR. O Palmeiras terá São Paulo, Grêmio, Bahia, Corinthians, Athletico-PR, Red Bull Bragantino, Santos, Remo e Cruzeiro.

O Flamengo chega à reta final com a vantagem concreta de estar à frente na tabela e possuir, neste momento, uma vitória a mais, primeiro critério de desempate. O Palmeiras, no entanto, controla uma carta poderosa: receberá o líder no confronto direto.

Jogos restantes do Flamengo no Brasileirão

  • 27ª rodada: Flamengo x Corinthians
  • 28ª rodada: Flamengo x Red Bull Bragantino
  • 29ª rodada: Santos x Flamengo
  • 30ª rodada: Flamengo x Fluminense
  • 31ª rodada: Bahia x Flamengo
  • 32ª rodada: Flamengo x Atlético-MG
  • 33ª rodada: Vasco x Flamengo
  • 34ª rodada: Flamengo x Grêmio
  • 35ª rodada: Flamengo x Athletico-PR
  • 36ª rodada: Palmeiras x Flamengo
  • 37ª rodada: Coritiba x Flamengo
  • 38ª rodada: Flamengo x Chapecoense

Jogos restantes do Palmeiras no Brasileirão

  • 27ª rodada: Palmeiras x São Paulo
  • 28ª rodada: Grêmio x Palmeiras
  • 29ª rodada: Palmeiras x Bahia
  • 30ª rodada: Palmeiras x Corinthians
  • 31ª rodada: Athletico-PR x Palmeiras
  • 32ª rodada: Palmeiras x Red Bull Bragantino
  • 33ª rodada: Santos x Palmeiras
  • 34ª rodada: Palmeiras x Remo
  • 35ª rodada: Cruzeiro x Palmeiras
  • 36ª rodada: Palmeiras x Flamengo
  • 37ª rodada: Chapecoense x Palmeiras
  • 38ª rodada: Palmeiras x Coritiba

Estadão Conteúdo

NA AVENIDA PAULISTA MILHARES PROTESTAM COM FLÁVIO BOLSONARO CONTRA LULA E MORAES

Milhares protestam com Flávio Bolsonaro contra Moraes e Lula na Avenida Paulista



Milhares de pessoas participam de uma manifestação na Avenida Paulista com o candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na tarde desta segunda-feira (7). Os protestos se voltam principalmente contra o ministro do STF Alexandre de Moraes e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A mobilização ocorre em meio às novas revelações envolvendo o ministro Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, que ampliaram os questionamentos sobre sua atuação.

Manifestantes e políticos também estão fazendo calorosas manifetações de apoio ao ministro André Mendonça, responsável pelo pedido de investigação do escândalo, que pode levar Moraes a ser investigado.

O ato começou pouco antes das 15h com o hino nacional e tem Flavio e Silas Malafaia em um carro de som próximo ao MASP. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF) cancelou sua participação de última hora para cuidar de Jair Bolsonaro em Brasília.

A concentração de manifestantes se extende por quarteirões desde a região do MASP até o prédio da Fiesp. Há bonecos gigantes, inclusive do presidente americano Donald Trump e faixas de “Fora, Lula”.

Gazeta do Povo

ZEMA DIZ CONFIAR EM CÁRMEN LÚCIA E CHAMA MORAES DE BANDIDO

Zema chama Moraes de bandido e diz confiar em Cármen Lúcia

O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) criticou o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (7), e afirmou confiar no voto da ministra Cármen Lúcia, tido como decisivo no desenrolar da crise no Tribunal.

Neste domingo (6), Dino criticou quem “promete” encerrar inquéritos por motivo de “tramitação longa”, em uma referência indireta ao presidente da Corte, Edson Fachin, que afirmou na sexta-feira (4) ser favorável ao fim do inquérito das fake news.

Para Zema, Dino “faz parte da turminha que quer que tudo continua como está”.

– É a mesma turminha que nós já conhecemos e estamos vendo do que são capazes de fazer – disse o presidenciável, que promoveu um ato de campanha na avenida Paulista na manhã desta segunda (7).

Sobre Cármen Lúcia, Zema afirmou esperar “que a consciência dela fale mais alto do que o espírito corporativista”.

– Tenho certeza que ela não vai caminhar nesse sentido. Sei que é uma pessoa do bem.

O voto de Cármen Lúcia é visto como o fiel da balança no julgamento sobre o prosseguimento das apurações contra os ministros Alexandre de Moraes, alvo de um pedido de investigação de André Mendonça, que é, por sua vez, alvo de um pedido de inquérito protocolado por Moraes.

Zema voltou a dizer que Moraes, a quem chamou de “bandido”, devia estar preso.

– O lugar dele é esse – disse o candidato, que criticou o ministro do STF por fazer negócios com o banqueiro Daniel Vorcaro “exercendo um cargo pelo qual já é muito bem remunerado”.

AE

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QUEM JULGA OS JULGADORES? O TAPETE NÃO É MAIS SUFICIENTE... CRISE NO STF!

Crise no STF – Quem Julga os Julgadores? O tapete não é mais suficiente...

Nos últimos meses, veio à tona um dos maiores escândalos a envolver o sistema de Justiça brasileiro, alcançando integrantes da mais alta corte do país, o procurador-geral da República e o diretor-geral da Polícia Federal.

A imprensa já vinha noticiando o suposto envolvimento de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) no caso do Banco Master, sobretudo em razão de suas relações pessoais com o controlador da instituição, Daniel Vorcaro — alvo da Operação Compliance Zero, deflagrada em novembro de 2025 após apuração de fraude bilionária na venda de carteiras de crédito ao BRB. Segundo as reportagens, houve um esforço hercúleo de autoridades para abafar as apurações.

O inquérito, que tramitava em primeiro grau, foi avocado pelo STF por decisão do ministro Dias Toffoli, atendendo recurso de Vorcaro, sob o argumento de que envolvia deputado federal com prerrogativa de foro. Toffoli impôs sigilo absoluto e designou os peritos responsáveis por examinar o celular de Vorcaro.¹

Pouco depois, veio a público que um fundo ligado ao Master havia adquirido participação no Resort Tayayá (PR), no qual o ministro e seus irmãos detinham cotas — vendidas em 2021 a um fundo com aportes do cunhado de Vorcaro.² Toffoli negou irregularidades e afirmou nada ter recebido do banqueiro.³ Relatório da PF encaminhado ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, aponta pagamento de R$ 35 milhões pela participação no empreendimento.

Revelou-se também o contrato firmado entre o Master e o escritório Barci de Moraes, comandado pela esposa do ministro Alexandre de Moraes e integrado por dois filhos do casal como sócios: R$ 131,3 milhões brutos em três anos, com vigência a partir de janeiro de 2024, cuja cópia foi apreendida no celular do banqueiro.⁵ Dados da Receita Federal indicam repasses de R$ 80,2 milhões até a liquidação da instituição.⁶ A banca sustenta ter prestado ampla consultoria e nega qualquer atuação perante o STF.⁷

Em 12 de fevereiro de 2026, após a PF informar a Fachin sobre menções a Toffoli nas mensagens extraídas do aparelho, os ministros reuniram-se a portas fechadas. Toffoli manifestou intenção de permanecer na relatoria, mas cedeu à pressão pública. Em nota, a Corte externou apoio ao colega e afastou a suspeição. O inquérito acabou redistribuído por sorteio ao ministro André Mendonça.

Sob a condução de Mendonça, o procedimento ganhou novo ritmo. O relator reuniu-se com delegados no dia seguinte, reforçou a equipe técnica da PF, destituiu o perito e o delegado outrora indicados por Toffoli e restringiu o repasse de dados sigilosos a instâncias superiores e a terceiros, passando a cobrar diligências e celeridade.

A postura rigorosa cindiu a Corte entre a ala alinhada a Moraes e os pares favoráveis a Mendonça.

Segundo o portal Metrópoles, em 31 de agosto, Moraes teria confrontado Mendonça em seu gabinete ao tomar ciência de que este determinara o aprofundamento das investigações sobre os diálogos mantidos com Vorcaro. Questionado sobre como obtivera acesso a autos sigilosos alheios, Moraes teria respondido que dispunha de fontes próprias e lembrado sua passagem pelo Ministério da Justiça.

Em 1º de setembro, diante de relatório da PF que recuperou mensagens e metadados do aparelho do banqueiro — 52 delas com indícios de envio a Moraes —, Mendonça levantou o sigilo do material. Na abertura do Jornal Nacional, César Tralli e Renata Vasconcellos destacaram: ao longo de treze dias, o banqueiro solicitara intervenção do ministro para conter as investigações, citara o diretor-geral da PF e o procurador-geral da República e propusera um encontro às vésperas de sua prisão. As mensagens apontavam ainda que Moraes teria participado da revisão da minuta do contrato do escritório familiar.

Mendonça ordenou a cisão do material em petição autônoma — a PET 16.662 — e seu encaminhamento ao plenário para apreciação estritamente técnica e jurídica, independentemente de prévia manifestação da PGR.

A PGR, por sua vez, postulou a nulidade do procedimento, sustentando que a determinação direta à polícia para investigar alvos específicos, à míngua de representação ministerial ou provocação da autoridade policial, exorbitaria as atribuições do magistrado na fase inquisitorial.

Com a devida venia, a tese de nulidade carece de suporte consistente: os elementos foram colhidos fortuitamente no curso de apuração regular. Como bem assinala o processualista Aury Lopes Jr., STJ e STF consolidaram jurisprudência rechaçando nulidades em hipóteses de encontro fortuito de provas (serendipidade). Ademais, Mendonça não quebrou o sigilo telefônico de Moraes, mas do investigado originário; ao constatar menções a autoridades com prerrogativa de foro, remeteu incontinenti os elementos ao órgão colegiado competente.

Na noite de 3 de setembro, o embate escalou. Moraes tornou pública decisão no âmbito do Inquérito 4.781 (das fake news) e a enviou a Fachin, apontando supostos indícios de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade na condução dos casos Master e INSS por Mendonça. Amparado em informes de inteligência da PF, imputou ao colega o direcionamento das apurações para constranger o próprio Moraes, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e Fábio Luís Lula da Silva.⁹ Em contrapartida, conforme noticiado pela jornalista Natuza Nery, Mendonça teria formalizado a Fachin pedido de afastamento cautelar de Moraes, ad referendum do plenário.

O conflito ameaça aprofundar-se, em prejuízo direto da credibilidade do Judiciário e da higidez do Estado Democrático de Direito. Para resguardar a própria instituição, impõe-se que as autoridades nominadas nos diálogos declarem-se impedidas, afastem-se temporariamente de suas funções e exerçam a plenitude de sua defesa. Indícios, por mais graves que soem, exigem respeito irrestrito ao devido processo legal para legitimar qualquer juízo de responsabilidade. O que se mostra intolerável é o eventual uso de prerrogativas funcionais para embaraçar apurações ou acossar magistrado que tão somente cumpriu o dever de processar indícios de ilicitude.

Tenho Dito!!!

Notas e Fontes

[1] Revista Oeste.

[2] Agência Brasil; CartaCapital; Gazeta do Povo.

[3] CartaCapital; Migalhas.

[4] Revista Oeste; Poder360.

[5] Coluna de Malu Gaspar, O Globo; Poder360, a partir dos documentos anexados ao relatório da PF.

[6] CNN Brasil.

[7] Terra; CNN Brasil.

[8] Poder360; Jornal Nacional, 1º.set.2026.

[9] Agência Brasil; Gazeta do Povo.


Bady Elias Curi - Advogado fundador do Esc. Bady Curi Advocacia Empresarial, Prof. Mestre de Direito, ex-juiz do TRE/MG, escritor.

JCO

GIRÃO FALANDO A REAL - 'MORAES TEM 130 MILHÕES DE RAZÕES PARA SER AFASTADO'

'Moraes tem 130 milhões de razões para ser afastado', diz Girão

Nesta segunda-feira, 7, o senador Eduardo Girão (Novo-CE) defendeu o afastamento do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em entrevista a Oeste, em Brasília, Girão citou o contrato de mais de R$ 130 milhões entre o Banco Master e o escritório da advogada Viviane Barci, mulher do juiz do STF.

“Eu acho que tem 130 milhões de razões aí para ser afastado imediatamente”, afirmou o parlamentar, em referência ao valor do acordo.

A declaração ocorre em meio aos protestos da oposição na capital federal e depois que o ministro André Mendonça liberou para julgamento no plenário do STF o caso que envolve as mensagens entre Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Um relatório da Polícia Federal (PF) revelou mensagens de Vorcaro com referências a Moraes. O material também menciona alterações em um contrato de R$ 131 milhões entre o Banco Master e o escritório de Viviane.



O documento da PF, porém, ainda vai passar por análise do plenário, que poderá decidir sobre a abertura de investigação contra o ministro.

Portanto, na esfera jurídica, as informações ainda não equivalem a uma conclusão de responsabilidade de Moraes.

Girão também cobra afastamento de Alcolumbre

Na entrevista, o senador ampliou as críticas ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Girão defendeu a saída do parlamentar e citou sua atuação diante das investigações envolvendo o Banco Master.

A PF investiga a aplicação de R$ 400 milhões da Amapá Previdência em letras financeiras do banco.

O então presidente da autarquia, Jocildo Silva Lemos, tinha sido tesoureiro da campanha de Alcolumbre em 2022 e chegou ao cargo com indicação do senador.

O irmão de Alcolumbre, Alberto, integra o conselho fiscal da Amprev.

Girão afirma que essas relações criam conflito de interesses e ajudam a explicar a falta de avanço da CPI do Banco Master.

O requerimento da comissão reúne 53 assinaturas, acima das 27 necessárias, mas depende de leitura em plenário para avançar.

Senadores já recorreram ao STF para cobrar a instalação.

O senador também citou uma representação contra Alcolumbre no Conselho de Ética. Carlos Viana apresentou outra representação em 3 de setembro, por causa da atuação do presidente do Senado nos pedidos de impeachment de Moraes.

“Por que foram enviados R$ 400 milhões da Amprev para o Master a fundo perdido, e quem foi que fez isso?”, interpelou Girão, à reportagem. “Trata-se do tesoureiro da campanha de Alcolumbre e o irmão dele, que é o conselheiro fiscal.”

revistaoeste

QUADRILHA UNIDA UM DIA SERÁ VENCIDA

Fachin, Alcolumbre e Motta vão a desfile de 7 de Setembro com Lula

O desfile de 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, começou às 9h10 desta segunda-feira (7), com a chegada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e diversas autoridades da República também compareceram ao evento.

Em meio à crise instalada no Supremo Tribunal Federal (STF), após o ministro André Mendonça derrubar o sigilo das investigações do envolvimento do ministro Alexandre de Moraes com a investigação das fraudes bilionárias do Master, o presidente da Corte, Edson Fachin, esteve presente na cerimônia.

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que também está envolto nas novas revelações do Master por suposta proteção ao banqueiro dono do Master, Daniel Vorcaro, foi outra presença no desfile cívico. Quem também esteve na tribuna de autoridades foi o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Lula estava acompanhado pelos seguintes ministros e integrantes do governo:

– Alexandre Padilha (Saúde)
– Alexandre Silveira (Minas e Energia)
– Celso Amorim (Assessoria Especial da Presidência)
– Dario Durigan (Fazenda)
– Eloy Terena (Povos Indígenas)
– Esther Dweck (Gestão e Inovação)
– Fernanda Machiaveli (Desenvolvimento Agrário)
– Frederico Siqueira Filho (Comunicações)
– George Santoro (Transportes)
– Gustavo Feliciano (Turismo)
– João Paulo Capobianco (Meio Ambiente)
– Jorge Messias (AGU)
– José Múcio (Defesa)
– Leonardo Barchini (Educação)
– Luciana Santos (Ciência e Tecnologia)
– Luiz Marinho (Trabalho e Emprego)
– Márcia Lopes (Mulheres)
– Márcio Elias (Desenvolvimento, Indústria e Comércio)
– Marcos Amaro (GSI)
– Maria Laura da Rocha (Relações Exteriores)
– Miriam Belchior (Casa Civil)
– Paulo Henrique Cordeiro (Esportes)
– Paulo Pereira (Empreendedorismo)
– Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação Social)
– Tomé França (Portos e Aeroportos)
– Vladimir Lima (Cidades)
– Wellington César Lima e Silva (Justiça e Segurança Pública)
– Wellington Dias (Desenvolvimento Social)
– Wolney Queiroz (Previdência Social).

AE

'PEIDANDO' NA CUECA(!?)

Moraes se declara impedido de votar recurso que pede a liberdade de Bolsonaro

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre Moraes se declarou impedido de votar um recurso em habeas corpus que busca libertar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Moraes se declarou impedido na manhã desta segunda-feira (7) porque é o relator do inquérito que prendeu o ex-presidente.

No sábado, Cristiano Zanin acompanhou o voto da ministra Cármen Lúcia, relatora do caso. Por enquanto, o julgamento está em 2 votos a 0 contra o recurso.

O caso está sob análise da Primeira Turma do STF. O ministro Flávio Dino ainda votará no plenário virtual, aberto até 14 de setembro.

Cármen Lúcia votou contra o recurso por entender que a própria defesa de Bolsonaro não reconheceu o habeas corpus. O pedido de liberdade foi protocolado por Claudio Leme Cavalheiro, que não faz parte da equipe jurídica que defende o ex-presidente.

O autor do pedido alega constrangimento ilegal no processo contra o ex-presidente. Diz que, independentemente da admissibilidade da ação constitucional proposta por terceiro, a corte deveria reconhecer “coação ilegal à liberdade” a que estaria submetido Bolsonaro.

No voto, Cármen Lúcia afirmou que Bolsonaro tem advogados regularmente constituídos e não autorizou a apresentação da ação. Segundo a relatora, “qualquer pessoa, mesmo sem autorização, detém legitimidade ativa para impetrar ação de habeas corpus, desde que, por óbvio, não o faça contra a vontade do paciente [a pessoa restrita de liberdade]”.

A ministra já havia negado o primeiro pedido em 24 de agosto. Cármen rejeitou o habeas corpus impetrado por Claudio Lemes, sob o argumento de que a proteção prevista nesse tipo de ação não pode substituir a vontade do paciente.

Cármen Lúcia também considerou inviável usar um habeas corpus contra decisão de ministro ou órgão colegiado do STF. “Não há sequer lastro probatório do alegado pelo impetrante”, justificou.

Bolsonaro está preso em regime domiciliar por questões de saúde. O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

UOL

DEU NO X

Deu no X



- Vorcaro confirmou na delação que repassou 155 milhões para Alcolumbre. Vamos exigir que Alcolumbre seja retirado da presidência do Senado




- Provável futura líder da Alemanha: “Nos meus primeiros 100 dias, fecharei as fronteiras, eliminarei os benefícios sociais para migrantes e realizarei as maiores deportações da Alemanha.” Hoje, seu partido teve uma vitória histórica nas eleições.




- Hoje completam-se 8 anos da facada contra Bolsonaro em Juiz de Fora (MG), e o caso continua cercado de perguntas sem resposta.




- URGENTE! Mendonça libera votação do caso Moraes com Vorcaro no STF




- LULA mudou a regra de análise dos benefícios do INSS, para dizer que "a fila foi zerada". Mas o pior, que muitos não sabem, é que a Previdência está à beira do colapso. Assistam a essa matéria da JP News.




- Apenas 4% do material didático escolar tem base científica, os outros 96% é doutrinação. É assim que a extrema esquerda prepara seus eleitores.