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09/07/2026

DITADOR: PARA QUE LEI SE ELE TEM A DELE?

Ministro autorizou busca na casa de Bolsonaro sem ouvir a PGR antes

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou uma operação de busca e apreensão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro sem que a Procuradoria-Geral da República (PGR) tivesse apresentado manifestação prévia.

A informação foi confirmada pela assessoria da PGR, que informou não ter apresentado parecer antes da decisão porque, segundo o órgão, não houve abertura de prazo para manifestação do Ministério Público Federal, conforme o Metrópoles.

A operação, realizada na quarta-feira (8), teve como objetivo localizar armas, munições, documentos de registro e outros materiais relacionados à investigação.

Segundo a defesa de Bolsonaro e informações divulgadas após a operação, nenhum armamento ou material relacionado à investigação foi localizado durante as diligências.

Na decisão, Moraes afirmou que a medida era necessária diante de informações divergentes sobre a quantidade de armas registradas em nome do ex-presidente.

Pessoas próximas ao ministro afirmaram que não seria necessária a consulta prévia à PGR, comparando a situação às regras aplicadas em prisões comuns, nas quais buscas podem ser determinadas de ofício em determinadas circunstâncias.

Após a operação, Moraes comunicou a PGR sobre a decisão tomada.

Esta não foi a primeira vez que uma decisão envolvendo Bolsonaro foi tomada sem manifestação prévia da Procuradoria. Em 2025, a decretação da prisão domiciliar do ex-presidente também ocorreu sem manifestação anterior do órgão, medida que gerou críticas de alguns especialistas em direito.

07/07/2026

ELE AINDA NÃO ESTIPULOU OS DIAS PARA A MULHER DELE EXPLICAR OS R$ 129 MILHÕES DE VORCARO

Moraes dá 10 dias para PF ouvir Flávio Bolsonaro por calúnia a

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal (PF) realize a oitiva — colha o depoimento — do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ), no prazo máximo de 10 dias.

A decisão atende a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e ocorre no âmbito do Inquérito 5.045, que investiga a suposta prática do crime de calúnia contra o atual presidente e pré-candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A investigação se baseia em uma publicação feita pelo parlamentar na rede social X (antigo Twitter) em 3 de janeiro. Na ocasião, Flávio postou uma imagem do ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro — que havia sido capturado por forças dos Estados Unidos naquela data — ao lado de uma notícia sobre uma reunião de emergência do governo brasileiro.

Na postagem, o senador afirmou que “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…”.

Em relatório final enviado ao Supremo no dia 26 de junho, a PF concluiu que há provas de materialidade e autoria que apontam que o senador imputou falsamente ao presidente Lula crimes como tráfico internacional de drogas, tráfico de armas e lavagem de dinheiro.

Diante disso, a conduta foi tipificada no artigo nº 138, combinado com o artigo nº 141, inciso I e parágrafo 2º, do Código Penal, o que configura calúnia cometida contra o presidente da República e propalada em rede social.

Na análise técnica, a corporação destacou que o parlamentar utilizou o termo "delatado" para se referir à colaboração premiada, um artifício jurídico que pressupõe, necessariamente, a participação da pessoa citada em crimes específicos.

Histórico

O inquérito teve origem em uma representação da Polícia Federal, instruída com requisição do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e um ofício da deputada federal Dandara Castro (PT-MG). Antes desta fase atual, a defesa de Flávio Bolsonaro chegou a solicitar diversas diligências, que foram indeferidas por Moraes.

A regulamentação do depoimento deverá observar o artigo nº 221 do Código de Processo Penal, que assegura a autoridades a prerrogativa de agendar data e local para o ato.

correiobraziliense

06/07/2026

QUANDO ELE VAI DAR 48HS PRA EXPLICAR OS R$ 139 MILHÕE DE VORCARO?

Moraes dá 48 horas para sete tribunais de justiça explicarem pagamentos de 'penduricalhos'

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu nesta segunda-feira (6) prazo de 48 horas para os presidentes de sete tribunais de justiça explicarem o pagamento dos chamados "penduricalhos" – verbas indenizatórias que ultrapassam o teto constitucional de remunerações.

O ministro tomou a decisão após reportagem do jornal "Folha de S.Paulo" que apontou que diversos tribunais estaduais teriam desrespeitado o entendimento firmado pelo STF contra os penduricalhos em julgamento ocorrido no dia 25 de março de 2026.

Segundo a reportagem, teriam sido autorizados pagamentos remuneratórios e indenizatórios que, somados, ultrapassariam os parâmetros fixados pelo Supremo, atingindo valores de até R$ 495 mil em alguns casos.

O ministro determinou a intimação imediata dos presidentes dos Tribunais de Justiça das seguintes unidades da federação:

Distrito Federal;
Goiás;
Maranhão;
Paraná;
Rio de Janeiro;
Rio Grande do Norte;
Rondônia.

Os tribunais têm prazo de 48 horas para atender à determinação. Caso a ordem não seja cumprida, os responsáveis poderão sofrer o afastamento imediato do cargo de direção, além de responderem nas esferas penal, civil e disciplinar.

De acordo com o despacho, as instituições devem fornecer dados sobre valores e verbas pagas a cada magistrado da ativa, aposentado e pensionistas, referentes aos meses de abril, maio, junho e julho de 2026.

Devem também indicar, de forma individualizada, as verbas remuneratórias e indenizatórias. E anexar aos processos cópias das folhas de pagamento dos meses citados.

g1

05/07/2026

O QUE MUDOU, ALEXANDRE DE MORAES?

Deu ré(!?)
 
Alexandre de Moraes - Ministro do STF


“Quem não quer ser criticado, quem não quer ser satirizado, fique em casa, não seja candidato, não se ofereça ao público, não se ofereça para exercer cargos políticos. Essa é uma regra que existe desde que o mundo é mundo. Querer evitar isso por meio de uma ilegítima intervenção estatal na liberdade de expressão é absolutamente inconstitucional.” Alexandre de Moraes


*A declaração foi feita pelo ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2018, durante um evento público anterior à sua posse na Corte. 

04/07/2026

ESMOLA GRANDE TODO CEGO DESCONFIA

Moraes, falsamente magnânimo, mantém Bolsonaro em prisão dentro de casa, mas incomunicável

Falsamente magnânimo e demonstrando hipócrita preocupação com a saúde de Bolsonaro, o ministro Alexandre de Moraes decidiu manter a prisão domiciliar do ex-presidente, mas exige que ele permaneça incomunicável:

- Não pode receber ninguém, não pode usar telefone, não pode usar a internet, tem que permanecer com tornozeleira eletrônica 24 horas por dia, não pode dar entrevistas e não pode sair de casa, não pode ser candidato a nada e nem apoiar candidato algum, além de manter o ministro informado sobre seu estado de saúde, mas ele pode respirar sem aparelhos.

Se melhorar muito, voltará para o xadrez da Papudinha.

Deve ficar assim durante 27 anos e 3 meses, ou seja, até completar 100 anos.

CLIQUE AQUI para ler o despacho de Moraes.

03/07/2026

MORAES ESTÁ COM FEBRE(!?)

Alexandre de Moraes mantém prisão domiciliar humanitária de Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou a prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A decisão foi assinada nesta sexta-feira (3/7), após a defesa reiterar o pedido para que Bolsonaro permanecesse em prisão domiciliar.

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde 27 de março, por decisão de Moraes, após permanecer internado no Hospital DF Star, em Brasília, para tratamento de uma broncopneumonia bacteriana.

O prazo inicial de 90 dias expirou na última quinta-feira (25/6). Durante esse período, Bolsonaro cumpriu as regras impostas por Moraes.

Nas últimas semanas, porém, a defesa informou que o ex-presidente voltou a apresentar crises de soluço e pediu a realização de novos exames.

No mesmo período, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) apreendeu uma arma registrada em nome de Bolsonaro durante uma abordagem envolvendo um agente de segurança, o que levou à abertura de um inquérito.

Ao longo da prisão domiciliar, Bolsonaro recebeu a visita de quase todos os filhos, com exceção de Eduardo Bolsonaro, que permanece nos Estados Unidos.

Os encontros na residência ficaram restritos a um grupo autorizado por Moraes. Além dos filhos e netos autorizados, profissionais de saúde, prestadores de serviço, seguranças e funcionários puderam ingressar no imóvel.

Bolsonaro mora com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, a filha Laura e uma sobrinha. Como vivem na residência, eles não dependem de autorização judicial para permanecer no local. A exigência vale para outros familiares, como ocorreu com as netas do ex-presidente, cuja entrada precisou ser autorizada por Moraes.

Conforme determinação do ministro, Bolsonaro permaneceu proibido de utilizar celular, telefone ou qualquer outro meio de comunicação externa, direta ou indireta, inclusive por intermédio de terceiros. Relatórios da PMDF não apontam descumprimento dessas restrições.

O ex-presidente deixou a residência apenas uma vez, para realizar um procedimento no ombro. Ele permaneceu internado por quatro dias e, em seguida, retornou ao cumprimento da prisão domiciliar.

Diferentemente do período em que Bolsonaro cumpriu prisão domiciliar em 2025, desta vez ele não recebeu visitas de aliados políticos. A restrição foi imposta por Moraes ao conceder a prisão domiciliar humanitária, sob o argumento de evitar a exposição do ex-presidente a novas doenças, diante do quadro de saúde considerado vulnerável.

Metrópoles

02/07/2026

SAIBA QUANTO O CONTRIBUINTE VAI PAGAR PARA ESCRITÓRIO QUE VAI DEFENDER MORAES NOS EUA

Vaza o valor milionário que será pago pelo Brasil ao escritório contratado para atuar no caso Moraes nos EUA

O Brasil firmou um contrato milionário com um escritório norte-americano, o Foley Hoag LLP, para atuar nos Estados Unidos na ação movida pelas empresas Trump Media e Rumble contra o ministro Alexandre de Moraes. O valor foi estipulado em US$ 2,9 milhões (15 milhões de reais). O escritório contratado atuou para impedir que o magistrado fosse julgado à revelia, no processo.

A AGU informou que a ampliação mais recente do valor ocorreu em 29 de agosto de 2025, quando a quantia estimada passou de US$ 2,3 milhões para US$ 2,9 milhões, o equivalente a R$ 15,8 milhões pela cotação do Banco Central na data. Especialistas consultados dizem que, como o valor é fixado em dólares, seu equivalente em reais varia conforme o câmbio. O aumento foi formalizado seis meses depois de Trump Media e Rumble ajuizarem a ação contra Moraes, na qual acusam o ministro de expedir ordens sigilosas que violam a Constituição dos EUA.

30/06/2026

QUEREM FAZER UMA ELEIÇÃO COM CHAPA ÚNICA

Moraes abre prazo para PGR analisar inquérito contra Flávio

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, deu prazo de 15 dias à Procuradoria-Geral da República (PGR) para se manifestar sobre o inquérito da Polícia Federal (PF) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A PF afirma que o senador, que também é pré-candidato à Presidência da República, cometeu o crime de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A acusação baseia-se em uma publicação de Flávio sobre Nicolás Maduro, ex-ditador venezuelano.

Na publicação nas redes sociais, Flávio escreveu que Lula “será delatado”. A Polícia Federal afirmou que o senador atribuiu falsamente ao presidente crimes como tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e apoio a terroristas.
Defesa de Flávio contesta inquérito

A defesa do senador pediu novas diligências durante a investigação. Os advogados solicitaram o depoimento de Lula, mas Moraes indeferiu os pedidos.

Em nota, a defesa afirmou que a investigação não promoveu oitivas, perícias, produção de prova documental nem outras diligências investigativas consideradas relevantes.

A PGR avaliará o caso a partir de agora. O órgão poderá apresentar denúncia, solicitar novas diligências ou defender o arquivamento da investigação.

revistaoeste

18/06/2026

MORAES DEVE SER JULGADO A REVELIA POR PERDER PRAZO PARA SE DEFENDER

Moraes perde prazo para se defender e deve ser julgado à revelia nos EUA

A Trump Media e a plataforma de vídeos Rumble protocolaram, nesta quinta-feira (18), um pedido junto à Justiça Federal da Flórida para que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), seja considerado revel no processo movido contra ele nos Estados Unidos.

As empresas sustentam que o magistrado não apresentou defesa nem adotou qualquer medida formal dentro do prazo estabelecido pela legislação processual americana. Segundo os autores da ação, Moraes foi notificado por e-mail em maio e deveria ter se manifestado até a última segunda-feira (15).

De acordo com Martin de Luca, advogado que representa as duas plataformas, a ausência de resposta do ministro autorizaria o prosseguimento do processo sem sua participação direta. Na petição apresentada ao tribunal, o defensor argumentou que o réu não respondeu à ação nem solicitou prazo adicional para apresentar sua contestação.

“O réu não compareceu, respondeu, solicitou tempo adicional ou defendeu esta ação dentro do prazo prescrito pelas Regras Federais de Processo Civil. A inação do réu é injustificada”, afirmou o advogado no documento encaminhado à Justiça norte-americana.

Enquanto isso, a Advocacia-Geral da União (AGU) busca participar do processo em nome do Estado brasileiro. O órgão apresentou pedido para ser habilitado na ação, defendendo que a discussão envolve atos praticados por um integrante da Suprema Corte brasileira no exercício de suas funções institucionais.

Segundo a AGU, permitir que decisões do Judiciário brasileiro sejam analisadas ou invalidadas por tribunais estrangeiros representaria afronta ao princípio da imunidade de jurisdição, amplamente reconhecido pelo Direito Internacional e também pela legislação dos Estados Unidos.

Em manifestação oficial, o órgão argumentou que a apreciação de atos da Justiça brasileira por cortes estrangeiras poderia gerar impactos relevantes na soberania nacional e no equilíbrio das relações entre os países.

As empresas autoras da ação, contudo, contestam essa posição. Na avaliação da Trump Media e da Rumble, a AGU não possui legitimidade para substituir Alexandre de Moraes no processo, uma vez que a ação teria sido direcionada especificamente ao ministro, e não ao Estado brasileiro.

O caso gira em torno de decisões judiciais que determinaram bloqueios de perfis e remoções de conteúdos em plataformas digitais. As empresas alegam que tais medidas alcançaram usuários e serviços localizados nos Estados Unidos, levantando questionamentos sobre possíveis impactos na liberdade de expressão garantida pela Primeira Emenda da Constituição americana.

Em publicação nas redes sociais, Martin de Luca destacou que o processo poderá influenciar futuras discussões sobre a atuação de autoridades nacionais em ambientes digitais que ultrapassam fronteiras geográficas.

“Em todo o mundo, os governos estão cada vez mais tentando regular a expressão além de suas fronteiras. O que diferencia o caso de Moraes é que um oficial estrangeiro pode agora ser responsabilizado em um tribunal dos EUA por tentar regular a expressão de pessoas americanas dentro dos Estados Unidos.”

Nos próximos passos, caberá ao tribunal federal responsável pela ação decidir se aceita o pedido de revelia apresentado pelas empresas ou se autoriza a participação da Advocacia-Geral da União no processo. A disputa jurídica reúne temas sensíveis, como soberania estatal, imunidade jurisdicional, liberdade de expressão e os limites da atuação de autoridades nacionais em plataformas globais de comunicação.

Quer descobrir qual o maior medo de Alexandre de Moraes? Acredite... Trata-se de um conteúdo que em breve pode ser censurado: o polêmico livro "Supremo Silêncio".

O que Moraes sempre tentou esconder sobre o Inquérito das Fakes News está nessa incrível obra. Se apresse! Clique no link abaixo:


da Redação - JCO

17/06/2026

APÓS DECISÃO DA JUSTIÇA ITALIANA SOBRE ZAMBELLI OPOSIÇÃO QUER IMPEACHMENT DE MORAES

Oposição quer impeachment de Moraes depois de decisão da Justiça italiana sobre Zambelli

O líder da oposição na Câmara dos Deputados, Cabo Gilberto (PL-PB), protocolou nesta quarta-feira, 17, um novo pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A representação foi protocolada no Senado e utiliza como principal fundamento a decisão da Justiça da Itália que rejeitou o pedido de extradição de Carla Zambelli.

O documento apresentado pela oposição sustentou que a decisão da Justiça italiana teria apontado falhas relacionadas à imparcialidade do julgador, ao contraditório e à ampla defesa no processo que resultou na condenação da parlamentar brasileira.

Para os parlamentares conservadores, a recusa italiana de extraditar a ex-deputada Carla Zambelli ultrapassou uma simples divergência jurídica entre países e representa um questionamento internacional à condução do processo.

“A decisão da Corte italiana alcança diretamente a credibilidade do sistema de justiça brasileiro perante a comunidade internacional e lança dúvidas sobre a observância, pelo Estado brasileiro, dos compromissos assumidos nos tratados internacionais de proteção aos direitos humanos dos quais é signatário”, ressaltou.

O pedido enquadra a conduta de Moraes nos itens 2, 4 e 5 do artigo 39 da Lei nº 1.079/1950, norma que regula os crimes de responsabilidade de ministros do da Suprema Corte.

Imparcialidade

No mérito, a denúncia sustentou que a atuação de Moraes teria concentrado funções incompatíveis com o sistema acusatório previsto na Constituição, uma vez que a Corte italiana teria identificado problemas relacionados à acumulação de funções investigatórias, cautelares e jurisdicionais.

“O que se questionou foi a concentração de funções investigatórias, cautelares e jurisdicionais em torno da mesma autoridade judicial, circunstância considerada incompatível com os padrões internacionais contemporâneos de proteção ao devido processo legal”, apontou o ofício da oposição.

A representação afirma ainda que o ministro teria participado de diferentes etapas da persecução estatal envolvendo Zambelli, comprometendo, na visão dos parlamentares, a imparcialidade objetiva exigida de um magistrado.

“O juiz não investiga. O juiz não acusa. O juiz não conduz estratégias persecutórias. O juiz julga.”

Oposição cita decisão italiana

Durante a apresentação da denúncia, Cabo Gilberto afirmou que a decisão da Justiça italiana reforçou críticas que, segundo ele, vêm sendo feitas pela oposição desde o início da legislatura.

“A Justiça da Itália escancarou aquilo que estamos alegando e falando todos os dias aqui: que o ministro Alexandre de Moraes é parcial, é vítima, é violador de direitos humanos e do devido processo legal”, declarou. “Como líder da oposição, tenho a obrigação de lutar pelo restabelecimento do Estado de Direito e pela democracia de fato no Brasil.”

A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) declarou que a decisão da justiça italiana “mostrou que o Brasil virou uma zona jurídica”. “Não estou dizendo que a Corte utilizou exatamente essas palavras, mas foi isso que demonstrou ao mundo.”

“O Brasil precisa reequilibrar as forças entre os Poderes”, ressaltou a parlamentar. “Cada Poder é importante. Mas hoje existe um juiz, Alexandre de Moraes, que se apresenta como vítima, acusador e julgador, desempenhando todos os papéis ao mesmo tempo.”

O que os deputados solicitam

No documento encaminhado ao presidente Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), os parlamentares requerem:
  • O recebimento da denúncia por crime de responsabilidade;
  • A abertura de processo de apuração contra Alexandre de Moraes;
  • A criação de comissão especial para analisar o caso;
  • A notificação do ministro para apresentação de defesa;
Ao final, a perda do cargo e a inabilitação para exercício de função pública por oito anos.

A admissibilidade da denúncia depende de decisão do presidente do Senado, responsável por analisar pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal.

revistaoeste

07/06/2026

PARA ELES EXISTE JEITO PRA TUDO, ATÉ SANGRAR O CONTRIBUINTE EM BENEFÍCIO PRÓPRIO

Defesa de Moraes pode custar milhões de dólares e conta pode cair no colo do contribuinte

A defesa do ministro do STF, Alexandre de Moraes, em uma ação judicial que tramita nos Estados Unidos pode gerar custos elevados, segundo análise do jornalista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

De acordo com a coluna, a AGU recebeu a missão de atuar no caso envolvendo uma ação movida pelas empresas Rumble e Trump Media na Justiça da Flórida. A avaliação apresentada é que a AGU poderá precisar contratar um advogado americano para representar Moraes no processo.

Assim, existe a possibilidade de a Justiça americana não reconhecer a legitimidade da AGU para atuar diretamente na defesa do ministro, já que o órgão integra a estrutura do Poder Executivo federal.

A coluna destaca que honorários de advogados com atuação em processos desse porte nos Estados Unidos costumam variar entre US$ 300 e US$ 600 por hora.

Em grandes escritórios, os valores podem partir de US$ 1.000 por hora e superar US$ 1.300, dependendo do profissional responsável pelo caso.

Conforme a análise, a depender da duração e da complexidade do processo, os gastos podem alcançar milhões de dólares.

Cláudio Humberto também registra que o caso levanta discussões sobre a atuação da AGU em defesa de um integrante do STF, citando debates relacionados à separação entre os Poderes prevista na Constituição Federal.

A ação movida pelas empresas Rumble e Trump Media questiona decisões atribuídas a Moraes e alega supostas violações a garantias relacionadas à liberdade de expressão previstas na legislação dos Estados Unidos.

05/06/2026

NADA MAIS JUSTO, MORAES TAMBÉM É 'ENROLADO' COM VORCARO E MASTER

Flávio Bolsonaro pede ao STF que declare Moraes suspeito para julgar Vorcaro e caso Master

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ministro Alexandre de Moraes seja declarado suspeito para analisar fatos relacionados ao empresário Daniel Vorcaro e ao Banco Master.

A solicitação foi apresentada após Moraes encaminhar à Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), que defende a apuração de supostas ligações entre Flávio e Vorcaro no financiamento do filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro.

Na petição, a defesa do senador argumenta que a suspeição se justificaria por uma suposta proximidade entre Moraes e o Banco Master. Os advogados citam contratos de prestação de serviços advocatícios firmados entre a instituição financeira e o escritório da esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes. A defesa ressalta, porém, que não aponta qualquer irregularidade na relação.

Os advogados afirmam que o objetivo é garantir a observância das regras processuais e pedem que o caso seja redistribuído ao ministro André Mendonça.

04/06/2026

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO VAI DEFENDER MORAES EM PROCESSO NOS EUA

Fachin autoriza Advocacia-Geral da União defender Moraes em processo nos EUA

A plataforma Rumble, em conjunto com a Trump Media, move uma ação judicial na Justiça Federal da Flórida (EUA) acusando o ministro Alexandre de Moraes (STF) de censura ilegal. - (crédito: Gustavo Moreno/STF)

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, autorizou a Advocacia-geral da União (AGU) a defender o ministro Alexandre de Moraes em um processo movido contra ele nos Estados Unidos pelo grupo Trump Média e a plataforma Rumble. A decisão foi tomada depois de a justiça norte-americana autorizar a notificação formal do ministro sobre a abertura do processo, etapa que permite o avanço da tramitação no exterior.

Na ação aberta em um tribunal federal do estado da Flórida, as empresas alegam que Moraes tenta censurar cidadãos americanos com ordens de restrição e bloqueio de perfis na internet, ferindo a liberdade de expressão garantida pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos.

Para o presidente do Supremo, o caso ultrapassa uma questão pessoal e representa uma ameaça à independência do judiciário. “O que está em questão, para além da figura individual de Ministro do STF, são a independência do Poder Judiciário brasileiro, a integridade do Estado de Direito no Brasil e, no limite, a própria soberania nacional”, escreveu Fachin.

O embasamento jurídico para atuação consta na lei brasileira, que não autoriza que magistrados sejam processados pessoalmente por decisões tomadas no exercício de suas funções. Mediante a isso, a própria AGU se prontificou a atuar no caso representando a República e o próprio Supremo.

Uma das autoras da ação, a plataforma de vídeos Rumble, está com os serviços suspensos no Brasil desde fevereiro de 2025, determinado em meio a disputas judiciais sobre as regras de moderação de conteúdo no país e ao descumprimento de decisões do SFT.

correiobraziliense

26/05/2026

PARA NÃO PERDER A VIAGEM, APROVEITA E COLOCA TAMBÉM MICHELLE, A FILHA, JAIR RENAN, O PAPAGAIO E O CACHORRO!

Moraes pede parecer da PGR sobre incluir Jair e Flávio em ação de Eduardo

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), deu cinco dias para que a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifeste sobre a possível inclusão de Flávio e Jair Bolsonaro no inquérito que apura a atuação de Eduardo nos Estados Unidos.

O pedido para ampliar os alvos da investigação foi feito pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ).

Eduardo é réu no Supremo após ter sido acusado de articular sanções ao Brasil e autoridades brasileiras nos Estados Unidos.

O ex-deputado está em território norte-americano desde fevereiro de 2025 e, segundo a denúncia, teria atuado no país para interferir no julgamento do pai, Jair Bolsonaro, por tentativa de golpe de Estado.

Nas últimas semanas, o portal Intercept Brasil revelou que Daniel Vorcaro, dono do Banco Master e investigado por fraudes financeiras, teria financiado um filme biográfico sobre Jair, que tem produção americana. Segundo o jornal, Eduardo seria o principal operador dos valores cedidos pelo banqueiro.

Em petição enviada ao Supremo, Lindbergh Farias pede, portanto, que o inquérito contra Eduardo seja ampliado para abranger a investigação de uma possível conexão entre o financiamento do filme, a atuação internacional de Eduardo Bolsonaro e a campanha de sanções contra autoridades brasileiras.

No documento, o Lindbergh Farias requer ainda o compartilhamento, com o processo contra Eduardo, de todas as provas produzidas na investigação sobre o Banco Maser, além da exigência de análise de fluxos financeiros entre Vorcaro, Flávio e pessoas e empresas ligadas ao filme.

O objetivo é apurar se valores formalmente destinados ao filme tenham sido desviados, total ou parcialmente, para "financiar a campanha internacional de sanções, restrições de vistos, tarifas e coação contra autoridades brasileiras".

Se o pedido for aceito, Flávio e Jair passariam a ser investigados no mesmo processo.

CNN Brasil

25/05/2026

RUMBLE E TRUMP MEDIA NOTIFICAM JUDICIALMENTE ALEXANDRE DE MORAES

Moraes é notificado judicialmente por Rumble e Trump Media, nos EUA

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes foi notificado judicialmente, por e-mail, para responder ao processo movido pela rede social Rumble e pela Trump Media & Technology Group, nos Estados Unidos.

Em publicação nas redes sociais na noite de domingo (24), o advogado Martin de Luca, que representa as plataformas, confirmou a intimação judicial.




"Hoje, de acordo com uma ordem do Tribunal Federal dos EUA, Rumble e Trump Media notificaram o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes por e-mail", escreveu Martin de Luca.

Ainda no post, de Luca anexou o documento do processo, indicando que Moraes deve responder à petição inicial em até 21 dias. O documento também diz que caso Moraes não apresente defesa, as empresas poderão solicitar o registro de revelia, mecanismo que permite a continuidade do processo sem participação da defesa.


Procurado, o ministro Alexandre de Moraes ainda não se manifestou.

Como mostrou a CNN, na sexta-feira (22), a Justiça Federal da Flórida autorizou a citação por e-mail de Moraes na ação movida pelas plataformas Rumble e Trump Media, dona da Truth Social.

A decisão foi assinada por uma juíza da Corte Distrital da Flórida e destrava o andamento do processo após meses de tentativa frustrada de notificação pelas vias diplomáticas previstas na Convenção da Haia.

O despacho não entra no mérito das acusações feitas contra Moraes. A decisão trata exclusivamente da autorização para a citação do ministro brasileiro por meio eletrônico e da manutenção de documentos sob sigilo no processo. A disputa entre Moraes e a Rumble ganhou dimensão internacional nos últimos meses e já provocou repercussões no Brasil, incluindo decisões envolvendo a atuação da plataforma no país.

CNN Brasil

24/05/2026

DIZ CONSELHEIRO DE TRUMP; 'MORAES FICARÁ ÓTIMO COM UMA TORNOZELEIRA ELETRÔNICA E EM PRISÃO DOMICILIAR'

“Moraes ficará ótimo com uma tornozeleira eletrônica e em prisão domiciliar”, diz conselheiro de Trump

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, voltou a ser criticado internacionalmente após declarações do conselheiro político do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Jason Miller.

Em mensagem publicada nas redes sociais, Miller afirmou: “Moraes ficará ótimo com uma tornozeleira eletrônica e em prisão domiciliar”, comentário que rapidamente ganhou repercussão.

A fala veio acompanhada de uma publicação com imagem gerada por Inteligência Artificial (IA), onde o magistrado aparece triste e usando uma tornozeleira.

“Uh-oh, @STF_oficial @Alexandre de Moraes! As paredes estão se fechando!!! Talvez não tenha sido uma ideia tão boa banir o Trump Media e o Rumble no Brasil???”, diz Miller em um trecho da postagem, em referência a decisões judiciais brasileiras envolvendo plataformas digitais.


As declarações de Miller ocorrem após ele divulgar que a Justiça Federal da Flórida autorizou o prosseguimento de uma ação movida pelo Trump Media e pelo Rumble contra Moraes.

As empresas alegam decisões do ministro brasileiro que teriam impactado suas operações e levantam acusações de censura e de “coerção extraterritorial”.

Segundo o contexto, a Justiça americana permitiu que a citação ao ministro fosse feita por e-mail.

Caso não haja resposta dentro do prazo estabelecido, as empresas poderão solicitar uma decisão à revelia — o que, na prática, significa avançar sem a manifestação da parte citada.

Diário do Poder

23/05/2026

SOLTURA DE ZAMBELLI: MORAES DEIXOU DE SER INTOCÁVEL(!?)

No dia da soltura de Zambelli, Moraes deixou de ser ‘intocável’

Alexandre de Moraes (ADM), ministro do STF, usou e abusou de todo o poder institucional a ele conferido pelo Estado, a modo de se furtar e impedir fosse ele citado da ação que lhe move empresas de redes sociais sediadas nos EUA.

Com a justiça da Flórida (EUA), autorizando que seja citado por meio de e-mails institucionais do STF, ele será considerado parte ré, dando início à fase processual propriamente dita, na qual se fecha a relação processual Estado-Juiz e partes.

No caso, se ADM for condenado a indenizar as partes que se lhe opõem em juízo em quantia milionária, estará sujeito ao bloqueio de seus bens e ativos financeiros a si titulados, bem como, de familiares, se forem considerados como constituídos por meio de sua contribuição ou fruto de atos ilícitos, supostos e, também, de bens e ativos de pessoas jurídicas a si vinculadas, com a sua participação direta ou de forma societária oculta.

Contudo, o que assombra é que ADM tenha usado de todo o seu poder estatal e institucional para bloquear o ato de citação válida, o que, para cada um de nós, simples mortais, seria considerado como ato atentatório à dignidade da justiça (Art. 77, inciso IV e parágrafo 1°, do Código de Processo Civil), implicando em sanções processuais, e isto, praticado por um magistrado da mais alta Corte do país.

Fato é que uma vez considerada válida a citação, ADM deverá constituir prestigiada banca de advogados na Flórida ou nos EUA, já ingressando no processo pela porta dos fundos, o que lhe custará alguns milhões de dólares, proporcionais ao tamanho do pedido indenizatório, afora implicações sancionatórias a lhe impedir ulteriores desmandos, isto se não houver, também, reflexos e sanções penais.

Com ou sem Lei Magnitsky, é fato que ADM iniciará uma fase, a esta altura de sua vida, ladeira acima, em dia de chuva, escorregando, como reflexo especular de seus atos imperiais, sendo ele visto pelas instituições internacionais como um magistrado que viola as leis e os princípios constitucionais das nações democráticas e livres do Ocidente, e tudo isto, em um dia em que Carla Zambelli foi livrada solta pelas ruas da Itália por decisão categórica da Corte de Cassação italiana, restabelecendo a lei e a ordem constitucional.

Paulo Emendabili Souza Barros De Carvalhosa.

URGENTE: MAIS UMA DERROTA INTERNACIONAL PARA MORAES - AGORA, NOS EUA!

Moraes tem mais um revés internacional, desta vez nos EUA

A situação do ministro Alexandre de Moraes a nível internacional está ficando cada vez mais complicada. Nesta sexta-feira (22), a Justiça Federal da Flórida tomou uma decisão que rompe às completas a blindagem que a Justiça brasileira construiu para evitar a sua citação numa ação movida pelas plataforma Rumble e Trump Media.

Foi autorizada a sua citação através de e-mail derrubando o impasse que travava a notificação do magistrado e abrindo caminho para que o processo avançasse rumo a uma análise de mérito — ou a uma condenação à revelia.

Se Moraes não responder após ser citado, a Rumble e a Trump Media deverão pedir a decretação de revelia, dentro de um prazo de 21 dias.

A Corte reconheceu que as empresas tentaram, ao longo de meses, realizar a citação formal pelos canais previstos na Convenção da Haia, mas concluiu que o processo no Brasil se tornou "politizado e efetivamente indisponível".

As empresas alegam que Moraes impôs ordens de censura secretas a plataformas americanas, afetando conteúdos protegidos pela Primeira Emenda da Constituição dos EUA.

Segundo a petição, o magistrado teria agido de forma extraterritorial, ignorando o governo e os tribunais americanos, ao determinar bloqueios de contas e remoção de publicações sem passar pelos canais diplomáticos adequados.

JCO