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15/03/2026

BANCO MASTER: PROGRAMA DE FAMÍLIA!

Cunhada de Moraes é autora do Código de Ética do Banco Master

A advogada Ana Claudia Consani de Moraes, cunhada do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, aparece como autora do Código de Ética do Banco Master. Ela é casada com Leonardo de Moraes, irmão do magistrado.

Ana Claudia atua como consultora no escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF. Esse escritório firmou contrato de prestação de serviços com o banco que resultou no pagamento de cerca de R$ 80 milhões ao longo de 22 meses.

De acordo com metadados de um arquivo em PDF disponível no site do Banco Master e analisados pelo Poder360, Consani está listada como “autora” do Código de Ética da instituição. O documento teria sido criado em 8 de abril de 2025.

Em nota divulgada em 9 de março de 2026, o escritório Barci de Moraes confirmou que a elaboração do código fazia parte dos materiais entregues ao banco, controlado pelo empresário Daniel Vorcaro. A autoria do código, no entanto, não consta na nota.

– A equipe jurídica ajudou a implementar o Novo Código de Ética e Conduta do banco, com apresentação presencial às Superintendências, e realizou consultoria sobre temas do mercado financeiro, como questionário AMBIMA, revisão de formulários de Due diligence; a elaboração de modelos de relatório regulatório sobre remuneração; preenchimento de auto avaliação do Pacto Brasil (25 de setembro e 09 de outubro de 2025), entre outros – diz trecho da nota.

Além da atuação no escritório, Ana Claudia Consani integra comissões relacionadas a integridade, ética e compliance em diferentes entidades, entre elas a Petrobras, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) –seccional de São Paulo –, o Instituto Brasileiro de Direito e Ética Empresarial e o Instituto de Direito Administrativo Sancionador Brasileiro.

O deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil – SP) já afirmou ter protocolado, na última quarta-feira (11), um requerimento para convocar Consani a prestar esclarecimentos na CPMI do INSS. Segundo ele, também foi apresentado pedido para que o ministro Alexandre de Moraes seja chamado a depor na mesma comissão.

pleno.news

NÃO ESTÁ FÁCIL, NEM A ESQUERDA PUXA MAIS O SACO DE XANDÃO

Situação atual de Xandão a nível internacional é a pior possível

Xandão já foi reconhecido como perseguidor de jornalistas e opositores políticos pela Espanha, ao recusarem a extradição de Osvaldo Eustaquio.

Idem pelos EUA, no caso Allan dos Santos, onde ainda continua sancionado como violador dos direitos humanos, com o visto cassado. Em relação à Magnitsky, apenas as sanções financeiras foram suspensas, mas ainda é considerado oficialmente um violador dos direitos humanos pelo Estado norte-americano, que poderá retomar as sanções financeiras a qualquer momento.

Argentina acaba de reconhecer a perseguição política realizada por Xandão e o STF aos manifestantes do 08/01, recusando extradição e dando asilo político ao refugiado brasileiro que lá se encontra.

Em breve essa situação poderá se repetir na Itália, no caso Zambelli e também com Tagliaferro, lá refugiados.

Como podemos falar de "Estado de Direito" em um país que tem juízes da mais alta corte sancionados por vários países, por descumprirem leis nacionais e internacionais?

Fora do país a situação desses senhores não é nada boa.

Aqui continuam julgando, decidindo, condenando, prendendo e interferindo nos outros poderes, como se nada anormal estivesse ocorrendo.

Enquanto isso, Bolsonaro, o presidente que mais combateu o crime organizado segue preso.

Anderson Torres, o Ministro da Justiça que mais prendeu criminosos, preso.

Silvinei Vasquez, chefe da PRF que mais combateu e apreendeu drogas, preso.

General Heleno, ex-chefe da ABIN, preso.

General Braga Neto, que comandou a intervenção no Rio contra o narcotráfico, preso.

O Brasil virou o país em que se prende os policiais e premia os bandidos.

Até quando?

Pedro Possas. Médico.

13/03/2026

MORAES NEGA VISITA DE ASSESSOR DE TRUMP A BOLSONARO - 'VISTO FOI CONCEDIDO PARA FINS OFICIAIS'

Moraes reconsidera decisão e barra visita de assessor de Trump a Bolsonaro

Após manifestação do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, Alexandre de Moraes reconsiderou a decisão e barrou a visita de Darren Beattie, assessor do governo dos Estados Unidosde Donald Trump, a Jair Bolsonaro na prisão. Aliado de Trump, Beattie trabalha para o Departamento de Estado norte-americano e é responsável pelos assuntos ligados ao Brasil.

O Ministro das Relações Exteriores afirma que visto foi concedido apenas para fins oficiais e alerta que encontro em prisão seria "ingerência indevida" nos assuntos internos

De acordo com o documento enviado ao STF, o Itamaraty informou que a concessão do visto de entrada no país foi baseada estritamente na justificativa apresentada pelo governo americano. No momento da solicitação feita ao Consulado-Geral, não havia menção a encontros que fugissem dos objetivos institucionais comunicados oficialmente.

Mauro Vieira destacou que o processamento do pedido seguiu os protocolos normais para funcionários de Estado estrangeiros, mas ressaltou a gravidade de uma eventual alteração na agenda. Para o chanceler, o uso de uma viagem oficial para visitar um ex-mandatário detido, especialmente em ano eleitoral, extrapola os limites diplomáticos.

O ministro foi enfático ao afirmar que tal conduta poderia configurar uma "indevida ingerência nos assuntos internos do Estado brasileiro". A manifestação ocorre em meio à vigilância das autoridades brasileiras sobre movimentações políticas que possam interferir na estabilidade institucional e no processo eleitoral em curso.

Band

11/03/2026

08/01: CINCO OFICIAIS DA PM DO DISTRITO DEFERAL VÃO PARA CADEIA A MANDO DE MORAES

URGENTE: Moraes prende mais cinco

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que cinco oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal, condenados por omissão durante os acontecimentos de 8 de Janeiro, iniciem o cumprimento de suas penas ainda nesta quarta-feira (11/3). A ordem foi expedida após o esgotamento das possibilidades de recurso dentro do processo judicial.

De acordo com informações, os militares devem se apresentar espontaneamente à Corregedoria da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Até o momento, foi confirmada a chegada dos coronéis Fábio Augusto, Marcelo Casimiro e Klepter Rosa ao local indicado pelas autoridades.

Após o procedimento de apresentação, os condenados deverão passar por exames no Instituto Médico Legal (IML). Em seguida, serão encaminhados ao 19º Batalhão da PM, unidade conhecida como Papudinha. No mesmo local também estão detidos o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-ministro Anderson Torres, ambos condenados no processo relacionado à chamada trama golpista.

A decisão da Primeira Turma do STF, tomada de forma unânime, atingiu cinco oficiais: os coronéis Fábio Augusto Vieira — que ocupava o cargo de comandante-geral da PMDF no dia 8 de Janeiro —, Klepter Rosa Gonçalves, então subcomandante-geral da corporação; Jorge Eduardo Barreto Naime, ex-chefe do Departamento de Operações; além de Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra e Marcelo Casimiro Vasconcelos.

Segundo o entendimento dos ministros, os policiais militares foram responsabilizados por diversos crimes relacionados aos acontecimentos daquele dia. Entre eles estão abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado mediante violência e grave ameaça com uso de substância inflamável contra patrimônio da União, deterioração de patrimônio tombado e violação de dever funcional relacionado à garantia da ordem pública.

Como resultado da condenação, foi fixada uma pena de 16 anos de prisão para cada um dos réus, além da aplicação de 100 dias-multa. A sentença também estabelece a perda dos cargos públicos e determina o pagamento solidário de R$ 30 milhões por danos morais coletivos, valor que deverá ser dividido entre os demais condenados pelos atos de 8 de janeiro.

O que dizem as defesas

Em nota, a defesa do coronel Klepter Rosa declarou que discorda “de alguns fundamentos da decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal”, mas afirmou que irá cumpri-la, “como sempre cumpriu a Constituição da República e as leis do país”.

Os advogados também sustentam que a consciência do coronel “permanece tranquila, uma vez que foi ele próprio quem determinou e conduziu a prisão de manifestantes ainda no dia 08 de janeiro, bem como nos dias subsequentes aos fatos. A defesa confia que os equívocos possam ser devidamente corrigidos pelo próprio Supremo Tribunal Federal”.

Já os representantes legais do coronel Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues lamentaram “os efeitos da decisão condenatória, uma vez que permanece convicta da inocência do coronel Marcelo Casimiro”. Em comunicado, a defesa declarou que “lamenta-se que um pai de família e oficial que dedicou mais de três décadas de sua vida à Polícia Militar do Distrito Federal, sempre com conduta funcional ilibada e sem qualquer mácula em sua carreira, esteja hoje obrigado a iniciar o cumprimento de uma pena que a defesa considera incompatível com a realidade dos fatos apurados nos autos”.

Por sua vez, a defesa de Jorge Eduardo Naime afirmou que a decisão judicial “permanece cercada de contradições que jamais foram devidamente enfrentadas”.

No mesmo posicionamento, os advogados informaram que a defesa “apresentou laudos periciais técnicos demonstrando a quebra da cadeia de custódia do celular de Naime — elemento que deveria ter sido tratado com absoluto rigor jurídico”. Ao final da nota, acrescentaram:

“A história ainda haverá de mostrar, com clareza, quem de fato tentou evitar o pior naquele 8 de janeiro”.

MORAES ARQUIVA PROCESSO CONTRA ELON MUSK NO STF

Moraes toma decisão final sobre inquérito contra Elon Musk no STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou o arquivamento do inquérito aberto para investigar o bilionário Elon Musk, dono do X (ex-Twitter), e sua rede social pelos delitos de suposta obstrução à Justiça, organização criminosa e incitação ao crime.

Tramitando na Corte há dois anos, a investigação apurava se a plataforma havia sido utilizada para instrumentalizar ataques virtuais contra ministros do STF e também uma possível desobediência a decisões que determinaram a suspensão de perfis de usuários investigados.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou pelo arquivamento no início do mês, sustentando que não ficou provado que houve resistência deliberada do X em acatar determinações da Corte ou do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo o procurador-geral, Paulo Gonet, as inconsistências que permitiram acessos a conteúdos suspensos não tiveram intenção fraudulenta.

Diante do parecer, Moraes entendeu que o arquivamento do inquérito deve ocorrer de forma automática. “Assim, tendo o Ministério Público requerido o arquivamento no prazo legal, não cabe ação privada subsidiária, ou a título originário, sendo essa manifestação irretratável, salvo no surgimento de novas provas”, disse o magistrado em sua decisão.

Com informações da Agência Brasil

EX-PROFESSOR DE MORAES FAZ PEDIDO A ELE

Ex-professor de Moraes faz pedido ao ministro que pode resolver todo o escândalo dentro do STF

O ministro Alexandre de Moraes acaba de receber um pedido de seu ex-professor.

Miguel Reale Jr, jurista, afirmou ao vivo no UOL:

"Alexandre de Moraes foi meu aluno e colega na Faculdade de Direito.

Eu gostaria que ele apresentasse o seu celular e que se pusesse à disposição para que houvesse apuração."

Veja:

09/03/2026

FORAM 94 REUNIÕES DO MASTER COM ESCRITÓRIO DA ESPOSA DE MORAES

Escritório de esposa de Moraes diz que teve 94 reuniões com Master

O escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados, da advogada Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), divulgou, nesta segunda-feira (9), uma nota pública na qual descreveu a prestação de serviços jurídicos ao Banco Master, instituição controlada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, atualmente preso.

No comunicado, o escritório afirmou categoricamente que “nunca conduziu nenhuma causa para o Banco Master no âmbito do Supremo Tribunal Federal”. Segundo a nota, a contratação ocorreu entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025 e teve como objeto a realização de consultoria e atuação jurídica para a instituição financeira.

O trabalho, de acordo com o escritório, teria sido realizado por uma equipe de 15 advogados, além da contratação de três outros escritórios especializados em consultoria, que atuaram sob coordenação do Barci de Moraes Sociedade de Advogados.

O documento divulgado detalha algumas atividades realizadas ao longo do contrato, mas não informa os valores pagos pelos serviços. De acordo com o escritório, os trabalhos foram desenvolvidos até novembro do ano passado, quando ocorreu a liquidação extrajudicial do Banco Master, momento em que o contrato foi encerrado.

A nota também apresenta dados sobre reuniões realizadas durante o período. Segundo o texto, foram promovidos 94 encontros, sendo 79 deles presenciais na sede do banco, cada um com duração aproximada de três horas, envolvendo representantes das áreas de compliance e corporativa da instituição e advogados do escritório, para análise de documentos e discussão de questões jurídicas.

Além disso, ocorreram 13 reuniões com a presidência do banco e a equipe jurídica. Outras duas reuniões virtuais também foram realizadas entre o departamento jurídico do banco e a equipe do escritório. Em dezembro, o jornal O Globo divulgou que o contrato fechado entre a firma e a instituição bancária teria um valor de cerca de R$ 3,6 milhões mensais, que somaria um total global de R$ 129 milhões.

A nota afirma ainda que o escritório produziu 36 pareceres e opiniões legais “acerca de uma ampla gama de temas, como aspectos previdenciários, contratuais, negociais, trabalhistas, regulatórios, de compliance, proteção de dados e crédito, entre outros”.

Além disso, a firma declarou que trabalhou em atividades técnicas como a “elaboração e apresentação de processos para certificação de ética e governança, com mapeamento das atividades, levantamento de documentação-base, análise das oportunidades, elaboração e revisão e treinamentos do público-alvo sobre as novas políticas, a partir da revisão do Código de Ética e Conduta”, além de outras atuações.

Confira, na íntegra, a nota do escritório:

O escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados esclarece que foi contratado, no período entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, pelo cliente Banco Master, para o qual realizou ampla consultoria e atuação jurídica, por meio de uma equipe composta por 15 (quinze) advogados. Para a realização dos serviços, também contratou outros três escritórios especializados em consultoria, que ficaram sob sua coordenação.

As duas equipes jurídicas responsáveis pela consultoria e atuação jurídicas, entre o início do contrato, em 2024, e a liquidação extrajudicial do banco, em novembro de 2025, com o consequente encerramento contratual, realizaram:

94 (noventa e quatro) reuniões de trabalho, sendo:

I.1) 79 (setenta e nove) reuniõespresenciais na sede do Banco Master, todas com duração aproximada de 3 (três) horas, entre o banco, por meio de suas superintendências de Compliance e Corporativa e gerência de Compliance, e a equipe jurídica do escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados, para análise de documentos, discussão dos problemas jurídicos e desenvolvimento do objeto do contrato;

I.2) 13 (treze) reuniões com a presidência da instituição e a equipe jurídica, sendo 2 (duas) presenciais na sede do escritório e 11 por videoconferência, com duração aproximada de 2 (duas) horas;

I.3) 2 (duas) reuniões por videoconferência entre o jurídico do Banco Master e a equipe jurídica do escritório Barci de Moraes, com duração aproximada de 2 (duas) horas.

A atuação de uma das equipes jurídicas, juntamente com os consultores contratados, englobou a elaboração de Opiniões Legais nos casos solicitados pelo Departamento de Compliance; Revisão da Política de Captação para o Regime Próprio da Previdência Social – RPPS; Revisão do Programa de Compliance & PLDFT para a obtenção do Selo Pro-Ética, implicando em: Revisão da Estrutura do Departamento de Compliance; Revisão do Código de Ética e Conduta; Elaboração das Políticas necessárias – Política de relacionamento com Poder Público; Política de licitações e contratos; Política de contato com concorrentes; Política de conflito de interesses; Política de Partes Relacionadas, entre outras; Revisão das demais políticas e procedimentos da área de Compliance para adequação ao exigido pela Corregedoria Geral da União – CGU.

Foram produzidos 36 (trinta e seis) pareceres e opiniões legais acerca de uma ampla gama de temas, como aspectos previdenciários, contratuais, negociais, trabalhistas, regulatórios, de compliance, proteção de dados e crédito, entre outros.

Elaboração e apresentação de processos para certificação de ética e governança, com mapeamento das atividades, levantamento de documentação-base, análise das oportunidades, elaboração e revisão e treinamentos do público-alvo sobre as novas políticas, a partir da revisão do Código de Ética e Conduta, políticas de integridade, estruturação do departamento de compliance e apoio à alta administração.

Elaboração e revisão do Manual de Gestão e Captação de Recursos do RPPS, Política de Relacionamento com o Poder Público, Política de treinamento, capacitação e certificação continuada, Política de PLDFT, Política de Risco Operacional, Política de Sucessão de Administradores, Política de Transação com Partes Relacionadas, Política de Canais de Denúncia e Investigações, Política de Gestão de BNDU, Política de fusões e aquisições, Política de Gestão de Consequências, Política de investimentos pessoais, Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática, Política de Suitability, Política de Comunicação, Política de Saúde e Segurança no Trabalho, Manual de Contratação de Parceiros, Manual de Procedimentos Conheça seu Parceiro – KYP, Manual de Procedimentos Conheça seu Prestador de Serviço Terceirizado.

A equipe jurídica ajudou a implementar o Novo Código de Ética e Conduta do banco, com apresentação presencial às Superintendências, e realizou consultoria sobre temas do mercado financeiro, como questionário AMBIMA, revisão de formulários de Due diligence; a elaboração de modelos de relatório regulatório sobre remuneração; preenchimento de autoavaliação do Pacto Brasil (25 de setembro e 09 de outubro de 2025), entre outros.

Outra equipe do escritório Barci de Moraes, juntamente com os consultores, atuou, principalmente, na área penal e administrativa, na análise consultiva e estratégica de inquéritos policiais, ações penais, inquérito civis, ações civis públicas e ações de interesse ou que pudessem produzir reflexos na atuação do Banco Master e de seus dirigentes, vários deles sigilosos, bem como na atuação contenciosa específica em ação penal, cujo ajuizamento ocorreu em 17/10/2024, e inquérito policial federal específico, cuja habilitação se deu em 8/4/2024.

O escritório esclarece ainda que nunca conduziu nenhuma causa para o Banco Master no âmbito do STF (Supremo Tribunal Federal).

O Barci de Moraes Sociedade de Advogados tem uma trajetória de quase duas décadas prestando serviços altamente qualificados para grandes clientes, unindo visão jurídica e abordagem estratégica.

pleno.news

08/03/2026

ACABOU O AMOR(!?): LAURO JARDIM (O GLOBO) 'ABRE FOGO' CONTRA MORAES

Lauro Jardim "abre fogo" contra Moraes

O colunista do jornal O Globo Lauro Jardim "abriu fogo" contra Alexandre de Moraes.

Nesta manhã de domingo (08), o jornalista afirmou que "não era apenas a mansão brasiliense de Daniel Vorcaro que Alexandre de Moraes frequentava":

"O ministro conheceu também a casa de R$ 300 milhões que o banqueiro liquidado alugava em Trancoso — um imóvel de 40 mil metros quadrados, 12 suítes, cinco bangalôs e muito, muito mais", revelou.

Agora, Lauro Jardim acaba de fazer uma nova revelação sobre o ministro:

"Todo cuidado é pouco: em 9 de fevereiro, pouco menos de um mês antes de suas complicadas ligações telefônicas com Daniel Vorcaro se tornarem públicas, Alexandre de Moraes trocou o seu número de celular."

A COISA ESTÁ FICANDO FEIA: 'EMENDA PIOR QUE O SONETO' - DIZ ALA DO STF SOBRE NOTA DE MORAES

Ala do STF sobre nota de Moraes: “Emenda pior que o soneto”

Integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) consideram que a nota divulgada por Alexandre de Moraes sobre a suposta troca de mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, trouxe explicações insuficientes e não deve encerrar a crise que envolve a Corte.

Nos bastidores, parte dos magistrados avalia que o esclarecimento deveria ter sido mais direto quanto à existência – ou não – de contato entre Moraes e o empresário no dia da prisão, em 17 de novembro. especialmente sobre mensagens enviadas no formato de visualização única.

Um magistrado, que não teve seu nome divulgado, disse à CNN Brasil que o texto divulgado não convence e resumiu a situação com o ditado de que “a emenda saiu pior que o soneto”.

A percepção interna é de que Moraes continua sob pressão devido à relação com Vorcaro, preso por determinação do ministro André Mendonça.

Em nota divulgada na última sexta-feira (6) pela Secretaria de Comunicação do Supremo Tribunal Federal (STF), as mensagens não foram destinadas a Moraes, mas a outros contatos que constam na agenda de Vorcaro. A conclusão ocorre após uma análise dos dados sigilosos que foram divulgados pela reportagem do jornal O globo. O STF não informou quem realizou a análise.

pleno.news

QUEM DIRIA, PARA A GLOBO MORAES PASSOU DE 'HERÓI' A 'VILÃO!'

Mulher de Moraes diz não ter recebido mensagens atribuídas a Daniel Vorcaro

A advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes, afirmou que não recebeu mensagens atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro encontradas no celular dele. O material foi analisado no âmbito da CPI do INSS.

As mensagens teriam sido escritas no bloco de notas do aparelho no dia 17 de novembro de 2025, data em que Vorcaro foi preso. Segundo reportagem do jornal O Globo, após escrever os textos, o banqueiro teria feito capturas de tela e enviado como imagens de visualização única para contatos, entre eles o número atribuído a Moraes.

Em nota divulgada na sexta-feira (6), Moraes negou ter recebido qualquer mensagem. O ministro afirmou que os prints estavam vinculados a pastas com contatos diferentes nos arquivos entregues à CPI, o que, segundo ele, indicaria que poderiam ter sido destinados a outras pessoas.

Uma das capturas de tela, por exemplo, estava na mesma pasta que o contato de Viviane Barci de Moraes. Questionada, a advogada informou por meio de sua assessoria que também não recebeu o conteúdo. Outros nomes citados nos arquivos, como o presidente do União Brasil, Antônio Rueda, e o senador Irajá Abreu, também negaram ter recebido mensagens.

Peritos da Polícia Federal do Brasil afirmam que a organização dos arquivos nas pastas não indica necessariamente o destinatário das mensagens. Segundo especialistas, o material foi reorganizado automaticamente pelo programa IPED, utilizado para análise de evidências digitais, o que pode ter alterado a estrutura original dos arquivos extraídos do celular.

O Globo

DESENHADO: A ESTRADA ESTÁ FICANDO ESTREITA PARA MORAES

Mensagem de Daniel Vorcaro está em pasta com Viviane Barci

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou ter trocado mensagens com o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, em 17 de novembro de 2025 – data em que o banqueiro foi preso pela primeira vez na operação Compliance Zero. Há, porém, indícios de que o diálogo ocorreu por meio do WhatsApp.

Segundo apuração divulgada pela jornalista Malu Gaspar, Vorcaro escrevia mensagens no aplicativo de notas do celular, capturava a tela e enviava a imagem pelo WhatsApp com configuração de visualização única.

As capturas, no entanto, permaneciam salvas na galeria do aparelho, com registro de horário. A Polícia Federal encontrou essas imagens, e os horários coincidiam com mensagens enviadas pelo ex-banqueiro.

Mesmo diante dos indícios, Moraes afirmou a políticos e jornalistas em 6 de março de 2026 que não foi destinatário das mensagens.

Documentos enviados pela PF à CPMI do INSS mostram que a mesma imagem aparece em duas pastas distintas: em uma delas, ao lado do contato do senador Irajá (PSD-TO), filho da ex-senadora Kátia Abreu; em outra, junto ao cartão de contato da advogada Viviane Barci, esposa de Moraes.

O ministro sugeriu que as mensagens poderiam ter sido destinadas ao senador, mas o mesmo critério também permitiria associá-las à advogada.

pleno.news

07/03/2026

MORAES FREQUENTAVA CASA DE VORCARO? MENSAGEM SUGERE QUE SIM - VEJA

Mensagem sugere que Moraes frequentava casa de Vorcaro

Entre as mensagens apontando intrigante proximidade entre o banqueiro Daniel Vorcaero e Alexandre de Moraes, uma não escapou a políticos de oposição porque indica que o ministro do STF era visitante habitual em endereços do dono do Banco Master. Em troca de mensagens com a namorada Martha Graeff, em 29 de abril de 2024, Vorcaro diz estar recebendo Moraes em sua nova casa em Campos (do Jordão) e que o ministro havia gostado do que viu, observando: “E ele adorava (o) apto”.



Visita habitual

Para a oposição, esse trecho mostra que Moraes costumava visitar o investigado Vorcaro, cliente do escritório de advocacia da esposa.

Impeachment

A ligação de Vorcaro a Moraes está entre as alegações do governador de Minas, Romeu Zema, para pedir impeachment do ministro do STF

Caso é grave

“Não é possível tratar um caso dessa gravidade com silêncio ou omissão”, diz o presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, signatários do impeachment.

Reação a críticas

A iniciativa de Zema e suas críticas ao STF fez o decano Gilmar Mendes reagir fortemente, atacando o governador e falando em “hipocrisia”.

DP

ESSA CORTE TEM QUE FECH@R. NÃO É COM UM JIPE, UM CABO E UM SOLDADO. MAS COM TODOS CONGRESSISTAS QUE TEM VERGONHA NA CARA!

Análise de técnicos e peritos contradiz explicação de Moraes sobre mensagens de Vorcaro

Três técnicos e peritos criminais ouvidos pela Folha contradizem a explicação apresentada pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), para negar que mensagens encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, no dia de sua prisão, tenham sido enviadas a ele.

Em nota divulgada nesta sexta-feira (6), o gabinete afirmou que os prints das mensagens encontrados no telefone de Vorcaro “estão vinculados a pastas de outras pessoas de sua lista de contatos e não constam como direcionados” ao ministro.

As mensagens eram enviadas por meio de prints dessas anotações, em imagens que desaparecem automaticamente após serem vistas (a chamada visualização única). Os textos eram escritos no bloco de notas, depois transformados em print e enviados no formato instantâneo.

“A mensagem e o respectivo contato estão na mesma pasta do computador de quem fez os prints (Vorcaro). Ou seja, fica demonstrado que as mensagens (prints) estão vinculadas a outros contatos telefônicos no computador de Daniel Vorcaro, jamais ao ministro Alexandre de Moraes”, diz o comunicado.

A jornalista Malu Gaspar, de O Globo, revelou que Vorcaro enviou mensagens a Moraes no mesmo horário em que as notas foram salvas no bloco de notas, de acordo com imagem obtida pelo jornal. A jornalista descreveu que houve nove mensagens trocadas entre os dois via WhatsApp entre as 7h19 e as 20h48 do dia 17 de novembro. A troca de mensagens entre Vorcaro e Moraes no dia da prisão do ex-banqueiro foi confirmada pela Folha.

Segundo os especialistas ouvidos pela reportagem, porém, a forma como arquivos aparecem organizados após a extração de dados de um celular não permite concluir automaticamente quem seria o destinatário de uma mensagem.

Nos metadados do WhatsApp, há uma pasta dedicada às mídias enviadas em todos os chats, outra dedicada às fotos de perfil do contato e outra dedicada aos contatos, com nome e número de telefone. São três pastas diferentes.

O software Cellebrite, usado pelas autoridades policiais brasileiras para desencriptar dados de smartphones, coloca todos os dados em uma única pasta, de acordo com especialistas ouvidos pela reportagem.

Os dados da CPI do INSS estão organizados pelo índice MD5, uma codificação que gera sequências aleatórias para identificar arquivos. Por ser um critério técnico e não temático, os arquivos do bloco de notas de Vorcaro podem ter acabado, por acaso, ao lado de contatos diversos. A imagem que mostra a troca de mensagens entre Moraes e o ex-banqueiro não está nessa mesma base de dados.

As autoridades embaralham os dados para garantir que as evidências não sejam contaminadas no correr da investigação, protegendo a cadeia de custódia.

Por exemplo: os contatos do senador Carlos Viana e de João Doria Neto estão na mesma pasta, porque os arquivos têm as iniciais “BC” (“BC68BAD379F51D35DA1177521D1F138F.vcf” e “BC68BAD379F51D35DA1177521D1F138F.vcf”). Nesse caso, elas seguem este caminho: Arquivos>B>C. Isso não significa que eles tenham alguma relação.

Print de bloco de notas apreendido no celular de Daniel Vorcaro, dono do Master, com frase que ele teria enviado a Moraes – Reprodução


Segundo os peritos ouvidos pela reportagem, o que importa são as informações armazenadas no WhatsApp, que conecta o arquivo ao chat específico, ao identificador do contato (telefone/código identificador do usuário) e ao horário do envio.

Esse vínculo fica armazenado nos bancos de dados do próprio WhatsApp e permite identificar para quem a mensagem foi enviada.

No caso específico das mensagens entre Moraes e Vorcaro, foi possível ligar o horário do envio das mensagens ao momento em que houve a captura de tela das anotações feitas no bloco de notas.

Segundo o jornal O Globo, a Polícia Federal usou um software que exibe conjuntamente as mensagens e os arquivos enviados, o que permite reverter a visualização única da mensagem.

No iPhone, imagens capturadas pela câmera costumam ser armazenadas em HEIC (formato HEIF), dependendo da configuração do aparelho. Capturas de tela salvas na galeria são normalmente PNG. Já imagens salvas de conversas do WhatsApp costumam estar em JPEG (quando enviadas como foto) e não contêm dados que as identifiquem com o contato com quem foram compartilhadas; se enviadas como documento, mantêm o formato original.

As capturas de tela com mensagens que Vorcaro teria enviado a Moraes estão no formato PNG.

Pesquisadores do direito digital ressalvam que é muito difícil provar juridicamente que as gravações de tela do bloco de notas foram as imagens que Vorcaro enviou no modo de visualização única.

A coincidência temporal é um vínculo apenas circunstancial. A polícia consegue triangular mais indícios e fortalecer seu argumento, mas sem estabelecer um nexo causal. Com isso, as defesas devem ter espaço para levantar controvérsias.

Folhapress

ESSA É A MAIS PURA VERDADE

Se fossem ilações, Malu estaria presa

O ministro Alexandre de Moraes, através de sua assessoria, refutou as matéria publicadas pela jornalista Malu Gaspar, sobre as mensagens que teria trocado com o banqueiro Daniel Vorcaro.

'São ilações mentirosas para atacar o STF'.

Ora, se fossem ‘ilações’ alguém tem dúvida de que o magistrado já teria tomado medidas contra a jornalista da Rede Globo? Certamente, Malu, no mínimo, estaria presa.

Nada aconteceu com a jornalista, que segue denunciando e desafiando o ministro. Parece óbvio que está com a verdade.

Ademais, os prints das conversas deixam claro que Moraes trilhou por um caminho tortuoso e obscuro.

O ministro precisa se posicionar e tornar público o conteúdo das suas mensagens enviadas ao banqueiro. Do contrário, parece não restar outro caminho senão a renúncia. Esse é o ponto.

ESSA É A FORMA MORAES DE INVESTIGAR E CONDENAR - COM ELE NÃO PODE. COM OS OUTROS PODE!

Moraes diz que contato de conversa vazada com Vorcaro não é dele

Moraes e Débora
O gabinete do ministro Alexandre de Moraes afirmou, em nota divulgada ontem à noite, que as mensagens de visualização única enviadas por Daniel Vorcaro em 17 de novembro de 2025 não teriam sido trocadas com o ministro, pois os dados de contato não bateriam com o número de telefone de Moraes.

Contraponto

O jornal o Globo publicou, na noite desta sexta-feira (6), uma reportagem informando que os dados das mensagens trocadas no dia 17 de novembro entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram retirados do celular do dono do Master por meio de análise técnica da Polícia Federal (PF), e que essa análise permite visualizar, ao mesmo tempo, a tela de whatsapp com as mensagens e as imagens de visualização única nela contida.

O jornal informa também que, diferentemente do material enviado à CPMI do INSS, o conteúdo a que o Globo teve acesso não é fruto de comparação entre os horários dos textos que constam em blocos de nota de Vorcaro e as mensagens enviadas por ele, embora coincidam, e sim resultado da extração realizada por um software específico que exibe conjuntamente as mensagens e os arquivos enviados, revertendo, na prática, a visualização única da mensagem.

No material exibido pelo Globo, constam, no envio das mensagens, o número e o nome do ministro Alexandre de Moraes, que foi conferido e checado pelo jornal.

O Globo informa ainda que, para proteger informações pessoais do ministro, o número de Moraes usado à época dos diálogos com Vorcaro foi coberto nos prints publicados nas edições impressa e digital da reportagem. E que as informações foram checadas ao longo da última quinta-feira (5), com fontes que acompanham de perto os desdobramentos do caso.

Moraes usou mensagens ‘apagadas’ contra Débora

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, utilizou em uma decisão judicial a ausência de mensagens em um celular como elemento que indicaria tentativa de ocultação de provas.

O argumento apareceu no julgamento da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, condenada por participar dos atos de 8 de janeiro de 2023 em Brasília.

Na decisão, Moraes afirmou que o fato de não existirem conversas no período investigado poderia demonstrar desprezo pelo Poder Judiciário e pela ordem pública.

COM ELE VAI SER SEMPRE ASSIM. VOCÊ VAI MOSTRAR, DESENHAR E VAI SEMPRE NEGAR!

Moraes nega ter recebido mensagens de Vorcaro no dia da prisão do banqueiro

Nesta sexta-feira (6), o Supremo Tribunal Federal (STF) apontou que não foram identificadas mensagens enviadas do banqueiro Daniel Vorcaro para o ministro Alexandre de Moraes. Segundo a Corte, uma análise técnica dos dados telemáticos não encontrou as conversas.

O STF se manifestou depois que uma reportagem da coluna da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, ter indicado uma suposta troca de mensagens entre o banqueiro e o magistrado. De acordo com a publicação, a conversa teria ocorrido no dia da prisão de Vorcaro, em novembro de 2025.

– Análise técnica realizada nos dados telemáticos de Daniel Vorcaro, tornados públicos pela CPMI do INSS, constatou que as mensagens de visualização única enviadas por ele no dia 17 de novembro de 2025 não conferem com os contatos do ministro Alexandre de Moraes nos arquivos apreendidos – disse a Secretaria de Comunicação do STF, em nota.

O texto diz ainda que “os nomes e contatos das pessoas vinculadas aos respectivos arquivos não serão mencionados na presente nota em virtude do sigilo decretado pelo Ministro André Mendonça, mas constam no arquivo que a CPMI do INSS disponibilizou para toda a imprensa”. As informações são da CNN.

06/03/2026

A MAIOR CRISE INSTITUCIONAL DO BRASIL

Em um desdobramento que muitos analistas já classificam como a maior crise institucional do Brasil desde a redemocratização, ou talvez desde a Proclamação da República em 1889, dezoito governadores de estados conservadores deflagraram uma rebelião aberta contra o Supremo Tribunal Federal (STF). Através de uma carta conjunta histórica, os líderes estaduais declararam “desobediência cívica”, anunciando que não cumprirão mais decisões da Corte até que o tribunal seja “completamente saneado”.

O movimento, que eclodiu com força total nas últimas horas, representa uma ruptura federativa sem precedentes. Juntos, esses 18 estados — que incluem gigantes como São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Goiás — abrigam 153 milhões de brasileiros, o que corresponde a 73% da população nacional. Mais impressionante ainda é o peso econômico da coalizão: eles controlam 81% do PIB brasileiro.

O Estopim e as Exigências

O anúncio foi coordenado e ocorreu simultaneamente nas 18 capitais. Em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas liderou o pronunciamento oficial, lendo um documento de 12 páginas que lista o que os governadores classificam como 57 decisões ilegais e inconstitucionais proferidas pelo STF. Tarcísio enfatizou que o estado de São Paulo não reconhece mais a autoridade do STF como está constituído no momento, garantindo que as forças de segurança estaduais não realizarão prisões, bloqueios de contas ou censura baseados em ordens vindas de Brasília.

05/03/2026

TODO DIA APARECE UMA 'MUNGANGA' DO 'HEROI' DA ESQUERDA

Vorcaro escreveu a Moraes no dia em que foi preso, em novembro: “Conseguiu bloquear?”

Uma mensagem enviada pelo banqueiro Daniel Vorcaro ao ministro do STF Alexandre de Moraes no dia em que foi preso em novembro virou mais um elemento da investigação que levou à queda do Banco Master.

Às 7h19 de 17 de novembro de 2025, Vorcaro escreveu ao ministro no WhatsApp: “Fiz uma correria aqui para tentar salvar. Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?”. A resposta de Moraes aparece no celular do banqueiro, mas em três mensagens de visualização única, que se apagam após a leitura.

A troca foi encontrada pela Polícia Federal no celular de Vorcaro, preso naquela mesma noite, às 22h, no aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo, quando tentava embarcar em um jato particular para Dubai, com escala em Malta.

No aparelho também há registro de um diálogo entre os dois em 1º de outubro de 2025, mas novamente sem conteúdo visível porque as mensagens foram apagadas ou enviadas com visualização única.

Procurado, Moraes negou ter recebido as mensagens citadas na investigação. Em nota enviada por meio da assessoria do Supremo, afirmou que “não recebeu essas mensagens referidas na matéria” e classificou a informação como “ilação mentirosa” para atacar o STF. A defesa de Vorcaro preferiu não comentar.

Segundo a Polícia Federal, o banqueiro já sabia da investigação no dia em que enviou a mensagem ao ministro. O inquérito apurava a venda de carteiras de crédito fraudulentas ao Banco de Brasília (BRB), caso que acabou levando à prisão de Vorcaro e à liquidação do Banco Master pelo Banco Central no dia seguinte, durante a Operação Compliance Zero.

23/02/2026

XANDÃO ATUA NO QUE QUER, QUANDO QUER E COMO QUER NO 'SUPREMO XANDÃO FEDERAL'

Supremo Xandão Federal: ministro atua no que quer, quando quer e como quer

Havia uma célebre frase no Brasil dos anos 1970 que, apesar de datada há mais de 200 anos, de suposta autoria do naturalista francês Auguste de Saint-Hilaire, sei lá por que, era repetida à exaustão: “Ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil”.

O ditame serviu e serve para quase tudo: “Ou o Brasil acaba com a corrupção, ou a corrupção acaba com o Brasil”. Tomo-o emprestado para, parafraseando-o, afirmar: “Ou o STF acaba com os desmandos de Xandão, ou os desmandos de Xandão acabam com o STF”. E com o país.

Importante: em tempos de tantos e tamanhos arbítrios, é sempre bom “desenhar”. Não estou pregando o fim ou o extermínio do ministro Alexandre de Moraes, claro. Apenas usando uma figura de linguagem para sustentar o meu pensamento a seguir.

Supremo Xandão Federal

Xandão – já há muito tempo – vem transformando a Suprema Corte em um tribunal de exceção. A seu jeito e modo, torce e retorce a Constituição e atropela quem se opõe aos seus métodos, digamos, não convencionais. Um inquérito que já dura sete anos é só um exemplo.

Durante o julgamento da chamada “trama golpista”, inúmeros juristas e especialistas apontavam a suposta ilegalidade de Moraes atuar como investigador, inquisidor e juiz, mesmo sendo diretamente interessado ou afetado pelos atos criminosos em questão.

Lado oposto, muita gente também afirmava o contrário, dando sustentáculo à permanência do xerifão carequinha como relator. Porém, todos, ou praticamente todos, apontavam a aberração que se tornou o inquérito das Fake News, onde tudo cabe e nunca termina.

Sempre eles

Pois eis que o inquérito, aberto de ofício por ninguém menos que Dias Toffoli, “o amigo do amigo do meu pai” e agora uma espécie de parceiro comercial de Daniel Vorcaro, do Banco Master, e presidido por Moraes, serve de guarida para mais persecução criminal.

Servidores da Receita Federal, segundo informou o próprio STF, agiram ilegalmente e quebraram os sigilos fiscais de parentes de ministros da Suprema Corte, notadamente os da esposa de Alexandre de Moraes e da enteada de Gilmar Mendes.

No caso de Viviane Barci, o motivo teria sido o contrato celebrado entre ela, que é advogada, e o banqueiro – sempre ele! – Daniel Vorcaro. Um acordo de R$ 129 milhões, para defender os interesses do banco. E só. Nada mal, não é mesmo?
Futuro repetindo o passado

Lá em 2019, no nascedouro desta aberração jurídica conhecida como Inquérito das Fake News, dois servidores da Receita também foram alvos do STF. Afastados, anos depois foram reintegrados sem que provas robustas de seus delitos fossem encontradas.

À época, dentre outros “desmandos”, Toffoli – e não Moraes – suspendeu as investigações do COAF por todo o Brasil, permitindo, com isso, que Flávio Bolsonaro escapasse das investigações de rachadinha em seu gabinete na Alerj. Queiroz agradeceu muito, aliás.

Os atos do Supremo contra a Receita e o COAF, à época, foram justificados por supostas ilegalidades de agentes públicos que estariam, sem ordem judicial, investigando as esposas de ministros do STF – a de Dias Toffoli e a de Gilmar Mendes.

Onipresente, onipotente, onisciente

Como no Brasil nada se cria e tudo se copia, e como vivemos numa espécie de looping temporal, eis que a mesma razão assiste aos ministros do Supremo mais uma vez. E dá-lhe Xandão, vítima, mandando brasa em operações contra supostos algozes.

Quatro servidores foram alvos da canetada suprema – e merecida, diga-se de passagem. Medidas gravosas inéditas nesta fase processual, como apreensão de passaporte e uso de tornozeleira eletrônica, foram determinadas por Alexandre de Moraes.

Se há ilegalidade em quebrar sigilos sem autorização judicial, igualmente pode haver ilegalidade em ser vítima, interessado, investigador, acusador e juiz. E, dessa vez, não apareceu tese jurídica possível em contrário, nem ameaça ao Estado Democrático de Direito como desculpa.

STF implode STF

Não se combate crimes passando por cima das leis. Muito menos se defende um tribunal, tentando blindar seus integrantes. Impessoalidade, transparência e publicidade são princípios básicos da administração pública – e do devido processo legal.

O STF passa por uma grave crise de credibilidade e, eu diria, de identidade. Sua ruína será a ruína do próprio país. Assim, é fundamental que seus integrantes – os demais – zelem pelo que não está sendo, ao menos sob a ótica da sociedade, bem-cuidado por outros.

Toffoli não é o STF. Moraes não é o STF. Como os demais são servidores do Judiciário, e a ele e à sociedade devem lisura e satisfação. Ou o STF acaba com este miserável de coisas, ou este miserável estado de coisas acaba com o STF. E, como eu disse, com o próprio Brasil.

O Antagonista