04/07/2021

O SEGUNDO FRETE MAIS CARO DO BRASIL ESTÁ NO RN

Rio Grande do Norte tem segundo frete mais caro do Brasil

O Rio Grande do Norte registrou, em maio, a maior alta no valor do frete do transporte rodoviário: 18,72%, na comparação com o mês de abril. O dado foi divulgado no relatório Índice FreteBras do Preço do Frete. Pelo levantamento, o RN registrou uma média de R$ 1,12 por quilômetro rodado por eixo no período, sendo o segundo frete mais caro do Brasil, atrás apenas do Amazonas, com R$1,21 por quilômetro rodado por eixo. De acordo com o diretor de Operações da FreteBras, Bruno Hacad, há no Estado, um descompasso muito grande entre o volume de fretes e a quantidade de caminhoneiros.

A análise Mapa de Liquidez, elaborado pela plataforma e que mostra como está a relação de fretes para caminhões, no Brasil inteiro, aponta que o Rio Grande do Norte é região com pior situação, a que de fato tem o maior descasamento, no País. Em um histórico dos últimos 60 dias, levantado pelo diretor de Operações da FreteBras, o RN chegou a registrar uma relação de 23 fretes para cada caminhão disponível. Segundo a empresa, 90% dos fretes que saem do Rio Grande do Norte são de sal.

“O preço do frete é amplamente impactado pela lei da oferta e demanda. E, no Estado, essa questão do preço está muito relacionado à falta de caminhões. Quando não há caminhoneiros suficientes para realizar os fretes disponíveis, as transportadoras passam a oferecer preços mais altos para atrair os motoristas. Foi o que aconteceu no Rio Grande do Norte, onde o volume de fretes triplicou desde o início do ano e a quantidade de caminhões disponíveis permaneceu igual”, comenta Bruno Hacad, Diretor de Operações da FreteBras.

Durante ação, em que a FreteBras vai em postos espalhados pelo país com promotores para tentar trazer esses caminhoneiros para a plataforma, equipes percorreram a região de Mossoró, Grossos e Porto do Mangue, que historicamente, têm muito mais fretes que caminhão, e identificaram a escassez de motoristas. “A gente rodou nessas regiões, mas não encontramos muitos motoristas. Antes, a gente tinha a hipótese de que eles existiam, só não estavam na plataforma, mas não é isso. Tem falta de oferta de caminhoneiros nessa região. E é um ponto de dúvida, porque essa é uma região produtora, que você tem muita demanda, uma região forte, o preço está bom, o segundo melhor preço do Brasil. Você tem vários fatores que contribuem para que seja uma região de forte necessidade. Um questionamento que se faz é se existe um volume considerável de fretes indo para essa região, porque, se não tem muito frete indo, você não tem caminhão para voltar”, analisa Bruno Hacad.

Ele explica que como a negociação e fechamento acontece diretamente entre empresa e motorista a plataforma não tem como explicar se esse descasamento atrapalhou a velocidade de fechamento ou não. “Mas é esperado que sim, é natural que você tenha um tempo maior para conseguir desovar esses fretes, muito por conta da falta de motoristas”, diz.

TN

SEM COVID OU COM COVID? SÃO PAULO INICIA ORGANIZAÇÃO DO RÉVEILLON E CARNAVAL 2022

Prefeitura de São Paulo inicia organização do réveillon e carnaval de 2022

A Prefeitura de São Paulo criou comissões para a realização de festividades nos próximos réveillon, Natal e carnaval. A determinação está em um decreto publicado no Diário Oficial deste sábado, 3.

O prefeito Ricardo Nunes (MDB) havia declarado nesta semana que não pretendia adiar novamente os eventos, como ocorreu anteriormente por causa da pandemia da covid-19. Ele disse que o calendário para o próximo ano inclui, ainda, as comemorações ao centenário da Semana de Arte Moderna e ao bicentenário da Independência do Brasil e o festival Lollapalooza.

O decreto destaca que os eventos ocorrerão exclusivamente se forem autorizados pelos órgãos municipais de saúde e se mais de 70% da população adulta estiver imunizada contra o coronavírus. “Para que ocorram os eventos previstos neste decreto, poderão ser previstos protocolos sanitários e indicadores de acompanhamento da pandemia estabelecidos em conformidade com a orientação técnica da Secretaria Municipal da Saúde”.

No texto, a gestão municipal justifica que há expectativa que toda a população adulta receba ao menos uma dose da vacina da covid-19 em 2021 e, também, que o número de casos, internações e mortes pela doença caiam nos próximos meses.

Com informações do Estadão Conteúdo

'OU LULA OU A DITADURA' - POR J. R. GUZZO

Brasil que carrega a bandeira do ‘ou Lula ou a ditadura’ é o que acusa Bolsonaro de cometer crimes

Para a mídia brasileira, a maior parte dos institutos de “pesquisa de intenção de voto” e quem acredita, ou finge acreditar, que o Brasil vai virar uma ditadura se Lula não for eleito presidente da República no ano que vem, o resultado da eleição de 2022 só pode ser um: Lula na cabeça, possivelmente já no primeiro turno. É torcida, claro, e torcida não ganha jogo. Ou ganha? Depende da torcida, do jogo, do juiz e da federação que, no fim das contas, vai decidir qual foi o resultado. Mas é evidente, a mais de um ano da votação, que um dos lados — a oposição — já resolveu que o adversário não tem o direito de ganhar a disputa. Fica assinado desde já, então, um contrato estabelecendo que vai haver crise, e crise de bom tamanho, na eleição de 2022. O argumento exibido com mais frequência para sustentar esse “cancelamento”, como se diz hoje, é que está em jogo uma espécie de “valor supremo” — para chegar a ele, portanto, os fins justificam os meios. Que valor seria esse? O regime democrático em pessoa, nada mais nada menos do que isso. De acordo com o consórcio que junta hoje os principais meios de comunicação, a esquerda em suas diversas encarnações e as mentes centristas, equilibradas, inteligentes etc., uma vitória de Jair Bolsonaro significará o fim da democracia no Brasil, e a Constituição proíbe terminantemente o fim da democracia no Brasil. Mas e se a maioria dos eleitores decidir que quer votar em Bolsonaro assim mesmo — como fica? Fica que, nesses casos, os eleitores precisam ser protegidos de si mesmos. Não sabem o que estão fazendo, dizem os pensadores que pensam por todos os brasileiros, e sua decisão não pode valer — para o seu próprio bem.

De acordo com o evangelho pregado todos os dias pelos seus inimigos, Bolsonaro não está autorizado a ganhar — poderia ser legal, mas não seria “legítimo”. Não está autorizado a ganhar por todo tipo de motivo. Para começo de conversa, segundo o consórcio de oposição, ele é o responsável pelas 500 mil mortes causadas pela Covid-19 no Brasil. Não usa máscara em público. Defendeu a cloroquina, como o Conselho Federal de Medicina e milhares de médicos. Não vacinou a população com a rapidez e no volume que a oposição decidiu serem necessários — o Brasil já aplicou 100 milhões de doses, somando-se primeira e segunda, e é o quarto país que mais imunizou no mundo, atrás apenas de China, Estados Unidos e Índia, mas o número é denunciado como um fracasso. Além de genocídio, Bolsonaro é acusado de diversos outros crimes pelo Brasil que carrega a bandeira do “ou Lula ou a ditadura”. Um deles é a sua possível indiferença diante de uma possível tentativa de corrupção numa possível compra de vacinas que nunca foi feita.

Daqui até outubro de 2022, a previsão é de que se multipliquem crimes que ainda não foram cometidos; é a busca permanente do dinheiro na cueca. São dois pesos e duas medidas. As provas obtidas com a delação premiada de Marcelo Odebrecht — na qual o empreiteiro-estrela da Lava Jato confessou de sua livre e espontânea vontade uma penca de atos de corrupção, e concordou em devolver ao erário o equivalente a mais de 2,5 bilhões (isso mesmo, bi) de dólares (isso mesmo, dólares) roubados no governo Lula — foram anuladas pelo STF. Como encontrar provas mais provadas do que essas? Não interessa. Nenhuma delas pode ser usada nunca mais contra Lula, nem durante a campanha eleitoral, nem pelo resto da vida. Mas, no caso de Bolsonaro, a oposição, a mídia e o Brasil pensante já decidiram que nenhuma prova, entre as que não existem agora e as que não vão existir no futuro, será necessária para sustentar qualquer acusação. Haverá só a denúncia — pão com pão, sem recheio.

O presidente será incriminado por não ter apoio político quando perder alguma votação no Congresso Nacional — e por comprar apoio político, quando ganhar. O “Centrão” vai ser elogiado como um clube de patriotas quando ficar insatisfeito com o que recebe do governo — e denunciado como um bando de extorsionistas, quando concordar com alguma coisa. Se for mão de vaca no “auxílio emergencial”, “renda cidadã” ou outras variantes de bolsa-esmola que se discutem por aí, Bolsonaro será acusado de insensível com os graves problemas sociais do Brasil. Se soltar a grana, será acusado de fazer demagogia com os graves problemas sociais do Brasil. Se o crescimento econômico for de 5% ou mais este ano — e no ano que vem —, o maior desde as recessões gigantes da era Lula-Dilma, o eleitor ouvirá que “o povo não come crescimento econômico”. De qualquer forma, essa coisa de crescimento só favorece os ricos, dirá a oposição.

Vão fazer o possível e o impossível para prolongar a “CPI” da Covid por mais 90 dias após o seu prazo legal de atividade — até novembro. Vão inventar outras CPIs; se o Senado e a Câmara não quiserem fazer, o STF obriga, como obrigou no caso dessa que está aí. O STF, aliás, continuará a atender a todos os pedidos do Psol, PT, PCdoB & Cia., e a quebrar sigilos bancários, telefônicos e digitais de qualquer figura do governo que lhe passe pela frente. Também continuará a dar prazos de “cinco dias”, para o presidente responder a alguma coisa. O ministro Barroso, com o apoio dos companheiros de plenário, vai continuar na sua guerra a favor do voto eletrônico da forma como ele é hoje, sem mexer em um átomo sequer de nada; continuará dizendo que o atual sistema chegou à perfeição e, portanto, não pode ser aperfeiçoado em nenhum dos seus itens, como não se pode aperfeiçoar a tabuada ou o cálculo da área do triângulo. Mais: continuará acusando de “golpista” quem quiser mudar alguma coisa — sem dizer quem são e onde estão esses golpistas.

O Brasil está vivendo num ambiente de vale-tudo em relação às eleições presidenciais de 2022; o viés é de piora. Qualquer barreira ao percurso de Bolsonaro é aceitável; na verdade, segundo os seus inimigos, qualquer barreira é um avanço da democracia. Vale divulgar pesquisa eleitoral dizendo que Lula já tem 50% dos votos — quantos pontos ele vai ganhar dos institutos até o fim do ano? E daqui a um ano? Vai estar nos 100%? A mão que escreve as pesquisas é a mesma que deseja, em público, a morte física de Bolsonaro. Nos dois casos, tem certeza de que fazer qualquer coisa contra o presidente da República, mas qualquer coisa mesmo, é salvar a democracia no Brasil. Nada mais natural, assim, que continuem dobrando a aposta.

NO FINAL DO ANO O BRASIL PODERÁ TER 'SOBRA' DE 300 MILHÕES DE DOSES DE VACINA CONTRA COVID-19

Brasil pode ter 'sobra' de 300 milhões de doses contra a Covid-19 no fim do ano

O Brasil pode ter uma "sobra" de 300 milhões de doses contra a Covid-19 no fim do ano, caso seja cumprida a promessa de entrega das 632,5 milhões de doses contratadas pelo Ministério da Saúde.

O país aplicou até este sábado (3) um total 104 milhões de doses do imunizante: 71,9 milhões foram utilizadas como primeira dose, outras 24,4 milhões correspondem à segunda dose (que engloba AstraZeneca, Coronavac e Pfizer) e menos de 800 mil pessoas tomaram a vacina da Janssen, que é aplicada em dose única.

Para vacinar toda a população acima de 18 anos, são necessários, pelo menos, três vezes mais do que já foi aplicado até o momento. Só que, de acordo com o IBGE, há 160 milhões de brasileiros acima de 18 anos - ou seja, o país precisa de aproximadamente 330 milhões de doses para imunizar toda a população adulta.

Se os laboratórios cumprirem os prazos acordados com o Ministério da Saúde, em dezembro sobrarão mais de 300 milhões de doses -- 302,5 milhões de doses. Até lá, talvez seja preciso vacinar os adolescentes entre 12 e 18 anos, provavelmente dar uma dose de reforço a idosos e profissionais de saúde ou guardar para 2022.

Enquanto isso, o Brasil segue como segundo país no mundo em número de mortes, atrás apenas dos Estados Unidos, segundo a Universidade John Hopkins.

Já em número de contaminações, o Brasil ocupa a terceira colocação no ranking mundial, atrás dos Estados Unidos e a Índia.

Em âmbito nacional, seis estados brasileiros já ultrapassaram a marca de 1 milhão de contaminações: São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia e Santa Catarina.

'CPI VAI TER A OPORTUNIDADE DE DECIDIR SE QUER RASTREAR CORRUPÇÃO' - DIZ SENADOR EDUARDO GIRÃO

Girão: 'CPI vai ter a oportunidade de decidir se quer rastrear corrupção'

Esta semana a CPI da Pandemia entra em sua décima semana e irá ouvir na terça-feira (6) a servidora do ministério da Saúde, Regina Célia Oliveira, apontada pelo servidor Luis Ricardo Miranda, em oitiva na comissão, como a responsável por autorizar a compra da Covaxin, mesmo diante das divergências em relação ao contrato inicial.

Eduardo Girão diz que terça-feira será um dia decisivo para a CPI da Pandemia, porque além do depoimento da servidora citada pelos irmãos Miranda, será votado um requerimento enviado por ele, que visa investigar um suposto esquema de superfaturamento envolvendo o Consórcio do Nordeste.

"Dois requerimentos são chaves para descobrir o 'calote da maconha', que foram aqueles 300 respiradores comprados pelo Consórcio Nordeste e que até hoje não foram entregues ao povo", diz.

Uma das depoentes que o seu requerimento visa convocar é Cristiana Prestes, dona de uma empresa que teria intermediado a compra dos respiradores e revelado o suposto esquema.

“Essa CPI vai ter a oportunidade na terça-feira de decidir se quer rastrear corrupção, como foi no Mensalão e Petrolão que prestaram grande serviço.”

A respeito da decisão da Procuradoria Geral da República e da autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) em abrir inquérito para investigar suposta prevaricação de Jair Bolsonaro (sem partido), Girão diz considerar adequado por "acreditar nas instituições brasileiras." “Eu acredito que é um caminho natural que a PGR investigue e precise investigar."

No entanto, ele afirma considerar "controversa" a postura do deputado Luis Miranda (DEM), que ao lado de seu irmão, servidor-público, fez a denúncia sobre a compra da Covaxin e disse ter avisado o presidente do suposto esquema. "Inclusive, ele chegou essa semana no Senado [federal] a falar perto do ouvido do presidente [da CPI] Omar Aziz, depois conversou com o senador Renan Calheiros, invadiu a sessão. Tudo isso é um segredo, um mistério que está acontecendo", diz.

Mas reitera: "independente de quem seja o denunciante, é obrigação da PGR fazer as investigações". Girão diz que espera que o processo "ocorra de forma isenta, responsável, para buscar quem quer que seja o responsável pelo o que está acontecendo no Brasil.”

CNN

CAMPEONATO BRASILEIRO: FLAMENGO E FLUMINENSE SE ENFRENTAM EM MOMENTOS OPOSTOS

Em momentos opostos, Flamengo e Fluminense se enfrentam

Flamengo e Fluminense medem forças neste domingo (4), a partir das 16h (horário de Brasília), pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro. E as equipes chegam em momentos totalmente opostos à partida que acontece na Neo Química Arena, em São Paulo (o estádio foi escolhido pelo Rubro-Negro, que tem o mando de campo, porque o Maracanã está em processo de preparação para a final da Copa América).

Ocupando a 6ª posição com 12 pontos conquistados, o time da Gávea pode ser considerado o favorito para o confronto. O Flamengo vem de vitória de 2 a 0 para o Cuiabá e tenta ampliar a sequência de vitórias para tentar se aproximar do líder Bragantino (que tem 18 pontos).


Apesar do bom momento de sua equipe, o técnico Rogério Ceni tem um problema para o clássico, o meia Diego Ribas, que sofreu lesões tanto no joelho como no tornozelo esquerdos na partida contra o Dourado. E quem pode receber uma oportunidade é o volante Thiago Maia, que saiu do banco para marcar o segundo gol no triunfo sobre o Cuiabá.

Já quem deve retornar à equipe titular é o goleiro Diego Alves, poupado diante do Cuiabá.

Assim, caso Rogério Ceni tome como base a equipe que entrou em campo na última quinta-feira (1), o Flamengo entrará em campo com a seguinte formação: Diego Alves (Gabriel Batista); Matheuzinho, Willian Arão, Rodrigo Caio e Filipe Luís; Thiago Maia (Hugo Moura), Gomes e Vitinho; Michael, Bruno Henrique e Pedro.

Em busca de recuperação

Para o Fluminense o clássico representa uma oportunidade de recuperação na competição (na qual ocupa a 13ª posição com 10 pontos). Após fazer um bom início de temporada, garantindo a presença nas oitavas de final da Copa do Brasil e da Libertadores, o Tricolor vem tropeçando no Brasileiro (somando uma sequência de quatro partidas sem vitórias).



Isso faz com que o técnico Roger Machado viva um momento de pressão. Uma boa notícia para o treinador é o possível retorno de duas peças importantes de sua equipe, o lateral Samuel Xavier e o atacante Caio Paulista, ambos recuperados de lesão.

Assim, o Fluminense deve entrar em campo com a seguinte formação: Marcos Felipe; Samuel Xavier (Calegari), Nino, Luccas Claro e Egídio; Martinelli, Yago e Nenê; Caio Paulista (Cazares), Gabriel Teixeira e Fred.

Agência Brasil

'AO MENOS, METADE DAS 520 MIL MORTES POR COVID A RESPONSABILIDADE É DE BOLSONARO' - DIZ LULA

Lula responsabiliza Bolsonaro por, ao menos, metade das 520 mil mortes por Covid

Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista ao portal O Liberal, do Pará, responsabilizou diretamente o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por “pelo menos por metade das mortes ocorridas no país devido a pandemia da Covid-19”. 

O ex-presidente avaliou que, caso sejam comprovadas as denúncias que chegaram à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, no Senado, o próprio colegiado poderá pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF), a interdição do atual presidente ou até mesmo o impeachment de Bolsonaro. 

“Hoje, ele já pode ser considerado responsável pelo menos por metade das pessoas que morreram neste país. Se ele tivesse criado o protocolo no início da pandemia, se ele tivesse respeitado a ciência, se ele tivesse se portado com a fineza que os governadores têm tentando se portar, se ele tivesse determinado a compra das vacinas no momento certo, certamente a gente não teria essa quantidade de pessoas contaminadas. Não teríamos a quantidade de pessoas que já morreram no Brasil: 520 mil. A gente poderia ter metade disso”, falou Lula. 

Na entrevista, ocorrida no sábado (3/7), o ex-presidente chamou Bolsonaro de “genocida”, “troglodita” e “maior mentiroso do mundo” e apontou como graves a exitência do chamado gabinete paralelo, além das denúncias de prevaricação de Bolsonaro perante as suspeitas de corrupção no Ministério da Saúde envolvendo a compra das vacinas. 

“Bolsonaro tem que ser tratado como genocida porque eu nunca vi alguém tratar com tanto desrespeito a humanidade”, disse Lula. 

“Se forem verdade as denúncias de corrupção na compra das vacinas, se for verdade as denúncias do gabinete paralelo, se for verdade todas as coisas que tão falando contra o governo e contra os ministros do governo, eu acho que a CPI pode pedir à Suprema Corte a interdição do Bolsonaro ou pode, com base no relatório da CPI, [solicitar] mais um pedido de impeachment”, completou o ex-presidente. 

Lula também cobrou que o Congresso Nacional paute a discussão dos pedidos de impeachment de Bolsonaro. Nesse caso, cabe ao presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL) decidir se arquiva ou se dá andamento aos mais de 120 pedidos que aguardam uma decisão. Lira, na semana passada, afirmou não ver materialidade nos crimes denunciados nos pedidos. 

“Desde que o Bolsonaro tomou posse, ao longo do tempo, foram mais de 120 pedidos de impeachment protocolados na Câmara. O que é lamentável é que nenhum deles foi colocado em discussão na Câmara para que a sociedade pudesse, através dos parlamentares, discutir se era necessário, se tinha crime de responsabilidade ou não. Agora, com o funcionamento da CPI, ficam evidente algumas coisas que o governo Bolsonaro está fazendo e que merece se pensar efetivamente em interditar o Bolsonaro”, avaliou Lula.

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CHANCELER DIZ QUE 'NÃO TEM BASE POLÍTICA, JURÍDICA NEM FACTUAL PARA IMPEACHMENT DE BOLSONARO"

'Não há base política, jurídica nem factual para impeachment de Bolsonaro', diz chanceler

O chanceler brasileiro Carlos Alberto França disse à Sputnik Brasil, nesta sexta-feira (2), que não há bases para o "superpedido" de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi dada durante encontro com o chanceler português, Augusto Santos Silva, em Lisboa.

Os dois se reuniram no Palácio das Necessidades, sede do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, para tratar de temas da agenda internacional, como o acordo comercial União Europeia-Mercosul, a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e relações bilaterais políticas, econômicas e culturais. Também foi assinado um acordo sobre serviços aéreos entre os dois países na primeira viagem internacional de França no comando do Ministério das Relações Exteriores.

No dia anterior, ele França esteve com Marcelo Rebelo de Sousa, presidente de Portugal, e com João Pedro Matos Fernandes, ministro do Ambiente e da Ação Climática. Confrontado pela Sputnik Brasil com o fato de a política ambiental brasileira ser apontada como um dos maiores entraves para a ratificação do acordo UE-Mercosul e questionado se o Brasil estaria disposto a assinar um instrumento adicional que prevê compromissos climáticos e o combate ao desmatamento, França adotou um tom conciliador, diferente do seu antecessor à frente do Itamaraty.

"Julgamos que o acordo UE-Mercosul é dos mais avançados do mundo, talvez o mais avançado na matéria ambiental. Nós, sim, estamos dispostos a negociar o documento paralelo. Mas o que não queremos é que o acordo seja reaberto por essas questões, porque entendemos que já há avanços significativos nessa área. O presidente Jair Bolsonaro, há dois dias, assinou um decreto que proíbe as queimadas nos próximos 120 dias e renovou o compromisso das Forças Armadas nas atividades de comando e controle na Amazônia brasileira", exemplificou.

No fim de abril, o novo ministro das Relações Exteriores do Brasil havia afirmado que, com otimismo, o acordo UE-Mercosul entraria em vigor até o fim de 2022, período que coincide com o término do mandato de Bolsonaro. Indagado pela Sputnik Brasil se acreditava que o presidente chegaria ao fim do mandato frente ao aumento da pressão pelo impeachment e diante de acusações de que ele teria prevaricado ao tomar conhecimento dos indícios de irregularidades do líder do governo, Ricardo Barros, para a aquisição da vacina Covaxin, França respondeu que não há bases para o impedimento e que cabe ao Congresso decidir.

"Pelo que li da imprensa, pois eu já estava em viagem para cá quando foi apresentado esse pedido [de impeachment], não há base política, não há base jurídica, não há base factual. E penso que isso é baseado em declarações da Câmara dos Deputados. O Congresso que vai julgar esse processo", afirmou à Sputnik Brasil.

Ministro pede respeito ao resultado das eleições

O chanceler também se colocou na posição de apenas mais um eleitor (de Bolsonaro), mas pediu respeito ao resultado das eleições.

"Sobre a questão do mandato, quem sou eu? Sou um eleitor. Agora, eu gostaria de lembrar aqui o fato de que o presidente Bolsonaro em 2018 foi eleito por 57 milhões de brasileiros. O regime democrático obriga que o resultado das eleições seja respeitado", acrescentou.

Ainda sobre o pacto comercial entre Mercosul e UE, França ratificou seu otimismo de que o acordo possa avançar nas duas próximas presidências rotativas do Conselho da UE. Com a duração de seis meses cada, a Eslovênia sucede a presidência portuguesa, que terminou nesta quarta-feira (30).

A partir de janeiro, é a França que assume o mandato rotativo por seis meses, país que é o principal opositor à ratificação do acordo entre os dois blocos, seja sob os argumentos de Emmanuel Macron de que o desmatamento e as queimadas na Amazônia brasileira são um entrave à concretização, seja sob o lobby do protecionismo agrícola francês. O chanceler brasileiro conta com o apoio de Portugal.

"A história diplomática brasileira, que ano que vem completa 200 anos, há 200 anos se pensa no Itamaraty a soberania nacional, me credencia a ter certo otimismo. Imaginamos, sim, que o acordo possa avançar. Foi um dos acordos que tratei aqui hoje com o ministro Santos Silva. Estamos numa fase de aperfeiçoamento do texto, da tradução. Confiamos realmente, que, agora, na presidência eslovena e na presidência francesa, no ano que vem, podemos avançar nesse tema, tendo Portugal sempre como um forte aliado", defendeu França.

Durante a conferência de imprensa, os dois ministros também comentaram as expectativas para a Cimeira de Luanda, nos dias 17 e 18 julho, onde deve ser assinado o Acordo de Mobilidade da CPLP pelos chefes de Estado dos nove países integrantes, já aprovado pelos chanceleres de cada nação em março. Além de Brasil e Portugal, compõem o organismo Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

AGENTES DE SEGURANÇA TERÃO R$ 100 MILHÕES DO GOVERNO FEDERAL PARA COMPRAR CASA

Bolsonaro dará R$ 100 milhões para agentes de segurança comprarem casas

Na próxima terça-feira (6), o presidente Jair Bolsonaro vai lançar o Programa Habite Seguro, uma linha de crédito imobiliário com subsídio de R$ 100 milhões destinada aos agentes de segurança pública.

No início do ano, Bolsonaro solicitou ao Ministério da Economia uma análise do programa e, agora, o ministério foi informado de que o programa tomará forma por ordem do presidente.

O programa será dividido em cinco faixas de renda, que variam de R$ 1.000 até acima de R$ 7.000, com financiamento de até R$ 300 mil. Quem recebe acima de R$ 7.000, porém, não terá direito a subsídios.

O dinheiro sairá do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), ligado ao Ministério da Justiça, com subsídios que variam conforme a faixa de renda do policial.

Entretanto, técnicos do Ministério da Economia condenaram a nova medida. Para os técnicos, o programa para policiais não se encaixa nas prioridades emergenciais que o momento atual exige e que são necessários mais estudos para saber o impacto do programa.

Além disso, o projeto, que prevê um gasto permanente, se utiliza de um instrumento (a MP) de caráter emergencial.

No dia 16 de junho, em conversa com apoiadores, Bolsonaro já havia adiantado que ofereceria aos agentes de segurança produtos com "taxa de juros lá embaixo", no entanto, o presidente também pediu a inclusão de guardas municipais, ordem que foi acatada.

A medida seria uma das estratégias do presidente para angariar eleitores para as próximas eleições.

(com agência Sputnik Brasil)

VATICANO INFORMA QUE PAPA FRANCISCO É INTERNADO PARA CIRURGIA

Papa Francisco é internado para cirurgia no intestino, diz Vaticano

O papa Francisco, de 84 anos, foi internado neste domingo, 4, no Hospital Policlínico Gemelli de Roma para ser submetido a uma intervenção cirurgia programada com o objetivo de reparar uma "estenose (estreitamento) diverticular sintomática do cólon", informou o Vaticano.

O comunicado da Santa Sé não dá mais detalhes sobre o estado de saúde do pontífice e afirma que novo boletim médico será divulgado após o procedimento. O profissional responsável pela operação é o professor Sergio Alfieri, especialista em cirurgias no aparelho digestivo.

Mais cedo, Francisco participou da tradicional oração do Angelus na Praça São Pedro, no Vaticano. Para dezenas de fiéis que acompanharam a celebração, o pontífice anunciou que pretende viajar para a Hungria e a Eslováquia em setembro, mas não mencionou a cirurgia.

O argentino Jorge Mario Bergoglio, o papa Francisco, assumiu o posto mais alto da Igreja Católica em fevereiro de 2013, após seu antecessor, Bento 16, renunciar. Foi o primeiro pontífice a abandonar o trono de São Pedro em 600 anos.

Estadão Conteudo

CPI: EX-DIRETOR DE LOGÍSTICA DO MS E EX-COORDENADOR DO PNI SERÃO OUVIDOS NESTA SEMANA

CPI da Covid ouvirá o ex-diretor de logística do Ministério da Saúde Roberto Dias e ex-coordenadora do PNI nesta semana

A CPI da Pandemia terá pelo menos três oitivas na próxima semana. Na terça-feira, dia 6, será ouvida a servidora do Ministério da Saúde Regina Célia Silva Oliveira; já na quarta (7), será a vez de Roberto Dias, servidor exonerado do Ministério da Saúde; e, na quinta (8), fala Francieli Fontana, ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Roberto Dias foi o diretor de logística do Ministério da Saúde. Nomeado em 8 de janeiro de 2019, ainda sob a gestão de Henrique Mandetta, Dias caiu no dia 30 de junho, depois da denúncia de Dominguetti. O ex-diretor confirmou que se encontrou com o policial militar no dia 25 de fevereiro, mas negou ter oferecido qualquer propina ou favorecimento ao representante da Davati.

Regina é apontada pelo deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) e pelo irmão deste, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda, como a responsável por autorizar e fiscalizar a importação de 20 milhões de doses do imunizante indiano Covaxin, mesmo diante das divergências em relação ao contrato inicial.

Francieli, por sua vez, foi coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) por dois anos, até deixar o cargo na última semana. Em entrevista à Folha, afirmou que as falas do presidente Jair Bolsonaro durante a pandemia prejudicaram a estratégia de vacinação do país. “Vimos que começou a haver dúvidas da própria população em relação à vacinação. Precisaríamos ter um comportamento que unificasse o país e uma comunicação única”, diz.

No calendário divulgado neste domingo (4), a CPI deixa em aberto possíveis sessões para os dias 9, 13, 14, 15 e 16. Entre os dias 18 e 31, haverá recesso parlamentar se a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) for aprovada. Se não, a Comissão funcionará até o dia 25.

CNN Brasil

'NUNCA FOI POR SAÚDE OU DEMOCRACIA, SEMPRE FOI POR PODER' - DIZ BOLSONARO SOBRE VIOLÊNCIA EM PROTESTO

Bolsonaro critica violência em protesto: ‘Nunca foi por saúde ou democracia, sempre foi pelo poder’

Na noite deste sábado (3), o presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar os casos de violência e depredação registrados na capital paulista durante o protesto contra o governo federal. Ele compartilhou fotos que mostram confrontos entre manifestantes e policiais.

– Nenhum genocídio será apontado. Nenhuma escalada autoritária ou “ato antidemocrático” será citado. Nenhuma ameaça à democracia será alertada. Nenhuma busca e apreensão será feita. Nenhum sigilo será quebrado. Lembrem-se: nunca foi por saúde ou democracia, sempre foi pelo poder – escreveu.

Um grupo de manifestantes depredou e incendiou uma agência bancária na Rua da Consolação, na região central de São Paulo. O ato de vandalismo foi registrado, neste sábado, enquanto participantes do protesto desciam pela via no encerramento do protesto contra o governo Jair Bolsonaro, que ficou concentrado na Avenida Paulista.

A Polícia Militar usou as redes sociais para mostrar vídeos e fotos dos atos de vandalismo. A corporação disse que “equipes policiais mobilizadas para conter vândalos e bombeiros para apagar focos de incêndio”.

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DURANTE PROTESTOS CONTRA BOLSONARO TUCANOS SÃO AGREDIDOS POR MILITANTES DO PCO

Grupo do PSDB é agredido por militantes do PCO durante ato

Durante as manifestações realizadas por partidos e movimentos de esquerda no sábado (3), contra o presidente Jair Bolsonaro, na Avenida Paulista, em São Paulo, um grupo de militantes do Partido da Causa Operária (PCO), de extrema esquerda, se envolveu em uma confusão e chegou a agredir um núcleo de apoiadores do PSDB.

Em um vídeo que circula nas redes sociais, é possível ver os militantes tucanos levando pauladas e chutes dos membros do PCO aos gritos de “fascistas”. Bandeiras do PSDB também foram queimadas. Segundo o site O Antagonista, os ativistas da legenda de extrema esquerda também chegaram a atirar ovos e tomates.

Ao longo do sábado, grupos de esquerda espalhados pelo país fizeram atos pedindo o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. As manifestações foram encabeçadas por partidos esquerdistas como PT e PCdoB, além de grupos como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a União Nacional dos Estudantes (UNE).

Em São Paulo, os atos foram marcados pelo vandalismo. Um grupo de manifestantes depredou e incendiou uma agência bancária na Rua da Consolação, na região central da capital paulista. O ato ocorreu quando manifestantes desciam pela via no encerramento do protesto.

Além da agência bancária, um grupo quebrou vidros de uma concessionária de veículos, depredou pontos de ônibus e colocou fogo em lixo espalhado na Rua da Consolação. Os policiais tiveram que usar spray de pimenta e bombas de efeito moral para dispersar o grupo responsável pelas depredações.

pleno.news

RIO GRANDE DA MORTE: MAIS UM POLICIAL PM 'ABATIDO'

Policial Militar da reserva é morto a tiros em São Gonçalo do Amarante

Um policial militar da reserva foi morto a tiros na noite deste sábado (3) no bairro Jardim Lola, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal. O sargento chegou a ser socorrido para o Hospital Santa Catarina, na Zona Norte, mas não resistiu aos ferimentos.

Segundo a PM, o sargento da reserva, identificado como Jorge Souza, foi abordado por dois criminosos que chegaram a pé e atiraram contra ele. Após os disparos, eles roubaram a pistola do policial e fugiram.

Os disparos atingiram principalmente o rosto e o peito do policial militar. Muitas pessoas estavam no local no momento do crime e correram assustadas após os tiros. A PM fez diligências na região em busca dos criminosos, mas até o fim da noite nenhum suspeito havia sido localizado.

Com informações de G1-RN

PESQUISA: MORTE DO ASSASSINO LÁZARO É APROVADA POR 63,6% DOS BRASILEIROS

Para 63,6% dos brasileiros, polícia acertou ao matar assassino Lázaro Barbosa

Levantamento exclusivo do Paraná Pesquisas para o Diário do Poder e esta coluna revela que a grande maioria dos brasileiros (63,6%) aprova a ação da polícia que resultou na morte do bandido Lázaro, assassino de toda uma família no interior do Goiás e que passou 20 dias foragido das autoridades. Apenas 28,9% não acham que a polícia agiu de forma adequada ao matar o fugitivo. Já outros 7,4% preferiram não opinar. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Jovens de 16 a 24 anos são a faixa etária que mais concorda com a ação da polícia no caso Lázaro: 67% dizem que foi adequada.

Para 69,1% dos entrevistados, a polícia agiu de forma demorada no caso. E 23,6% acreditam que a polícia foi rápida na resolução do caso.

O Paraná Pesquisa ouviu 2.008 habitantes em 192 municípios, entre 29 de junho e 2 de julho, em entrevistas pessoais telefônicas, sem robôs.

MEGA-SENA 2.387 ACUMULOU (SÁBADO - 03/06)

Mega-Sena, concurso 2.387: ninguém acerta as seis dezenas e prêmio vai a R$ 32 milhões

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.387 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (3) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. O prêmio acumulou.

Veja as dezenas sorteadas: 08 - 26 - 30 - 31 - 38 - 48.

A quina teve 30 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 89.150,26. A quadra teve 3.038 apostas vencedoras; cada uma levará R$ 1.257,64.


O próximo concurso (2.388) será na próxima quarta (7). O prêmio é estimado em R$ 32 milhões.

CONTRATAÇÃO DE COMENTARISTAS CONSERVADORES LEVA JORNALISTAS A FAZER GREVE EM RÁDIO FRANCESA

Jornalistas fazem greve contra contratação de conservadores

Jornalistas e técnicos da rádio francesa Europe 1 fizeram greve de cinco dias em protesto contra a contratação de comentaristas conservadores. O programa, que pertence ao grupo Lagardère, passa por uma formulação editorial após uma mudança no controle acionário da empresa.

Em meio às dívidas, o grupo Lagardère cedeu a maior parte de suas ações ao bilionário francês Vincent Bolloré, que quer explorar um nicho de direita na mídia criando uma “Fox News à francesa”, em referência ao canal conservador de notícias norte-americano.

Entre os comentaristas recrutados estão o jornalista econômico Dimitri Pavlenko e o ensaísta e historiador francês Eric Zemmour. Os grevistas alegam que a chegada dos colegas pode transformar a rádio em uma plataforma de “discursos de ódio”.

A greve terminou no último dia 23, após uma reunião com a administração, quando o presidente da Lagardère, Constance Benqué, se comprometeu a “abrir discussões” sobre uma espécie de cláusula de consciência “que pode permitir que quem queira sair o faça” com indenização, como queriam os grevistas.

CEARÁ-MIRIM: LEVA TUDO REDEMAIS - OFERTAS PARA ZERAR O ESTOQUE DE 28/06 A 04/07/2021



  

A PALAVRA DE DEUS PARA ESTE DOMINGO (04) - POR PADRE BIANOR JR.

Padre Bianor Jr.


Natal/RN

04 de julho 2021

DÉCIMO QUARTO DOMINGO DO TEMPO COMUM

Santos: Pedro e Paulo

Mt 16,13-19:

"Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo". "Jesus lhe respondeu: "Feliz é você, Simão, filho de Jonas. Porque não foi alguém de carne e sangue quem lhe revelou isso, e sim o meu Pai que está nos céus. Eu também lhe digo: Você é Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha igreja. E as portas do inferno não dominarão sobre ela".

Irmãos e irmãs,

Já no século IV, há documento que comprova a existência de uma festa litúrgica em honra dos apóstolos Pedro e Paulo, juntos.

O significado desta solenidade encontra-se, em aprimorada síntese, no seu prefácio próprio (cf. Missal Romano): "Hoje, vós nos concedeis a alegria de festejar os apóstolos São Pedro e São Paulo.

Pedro, o primeiro a proclamar a fé, fundou a igreja primitiva sobre a herança de Israel.

Paulo, mestre e doutor das nações, anunciou -lhes o Evangelho da salvação.

Por diferentes meios, os dois congregaram a única familia e, unidos pela coroa do martírio, recebem hoje, por toda a terra, igual veneração".

Sigamos os passos desses dois gigantes da fé cristă e peçamos a intercessão deles em favor da Igreja de Cristo e dos povos do mundo inteiro.

Cf.paulus, agenda 2021

Sl 33:

De todos os temores me livrou o Senhor Deus.


Pe Bianor
Paróquia de Nossa Senhora da Apresentação


Programação deste Domingo:

07h - Missa na Matriz

09h - Missa no passo da Pátria

11h - Missa na Matriz

16h30- Missa na Matriz


PENSÃO ALIMENTÍCIA: CANTOR RODRIGUINHO PAGOU DOIS ANOS A FILHA QUE NÃO ERA DELE

Cantor Rodriguinho pagou dois anos de pensão para criança que não era filha dele

Teste de DNA para provar a paternidade de famosos é algo até comum. Contudo, o exame revelou que Rodriguinho pagou pensão para criança errada por pelo menos dois anos. A jornalista Fabíola Reipert divulgou a informação no quadro A Hora da Venenosa, na Record. 

De acordo com o ex-vocalista do Os Travessos, a suspeita de que a criança não era sua surgiu quando a mãe destacou a falta de semelhança entre o filho e o artista. Então, começou a pressão para que eles fizessem o exame. Sendo assim, após alguma resistência, a mãe cedeu. 

Para saber além disso, o leitor vai precisar o lançamento da biografia do artista. O livro é uma forma de contar um pouco dos detalhes de sua carreira e da vida pessoal ao longo dos anos. 

Sucessos e crises 

Apesar de autor da biografia, Rodriguinho não fugiu das polêmicas. Ele dividiu o livro em 11 capítulos e vai passar por temas diversos, entre eles sua infância, a fama e até o que aprendeu com a fama. 

Nos últimos anos, Rodriguinho passou por várias polêmicas, entre elas a agressão em sua ex-mulher. Aliás, uma testemunha relatou que ele pegou a companheira pelo pescoço. Em sua defesa, o cantor disse que se ‘exaltou’. 

“Ele literalmente bateu nela na frente das crianças e levou ela para fora do buffet pelo pescoço”, afirmou uma mulher que estava presente no local.