Styvenson foi o único senador do RN a pedir passaporte diplomático até agora
A informação surge após o jornal O Globo ter revelado, na quinta-feira, 21, que o Itamaraty confeccionou 229 passaportes diplomáticos a pedido do Senado. Do total, 116 foram emitidos em nome de familiares de senadores e ex-senadores, sem qualquer relação com missões oficiais ou atos de interesse do País que justifiquem o tratamento diferenciado.
No caso do Rio Grande do Norte, o Senado informou que, além do de Styvenson Valentim, solicitou ao Itamaraty a emissão de um passaporte diplomático para a ex-senadora Fátima Bezerra, atualmente governadora do Estado. O documento foi expedido em 11 de março de 2015, no 2º mês de mandato de Fátima no Senado, e está válido até 10 de março de 2020.
Não há, de acordo com o Senado, passaportes diplomáticos emitidos em nome dos ex-senadores Garibaldi Alves Filho e José Agripino Maia, que deixaram a Casa em janeiro deste ano. Novos senadores, Jean Paul Prates (PT) e Zenaide Maia (Pros) também não requisitaram a regalia.
Emitidos internacionalmente em cor vermelha, os passaportes diplomáticos, além de garantir uma série de privilégios ao titular, são emitidos de graça para os políticos e seus parentes. A conta fica com os cofres públicos, que gasta R$ 65,35 por documento produzido.
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