China reforça a imagem de ditadura com fim do limite de reeleição
A sugestão do governista PC, feita no último domingo (25), de anulação de uma cláusula constitucional que estabelece um máximo de dois mandatos presidenciais, é um sinal de que a China vive novos tempos, que remetem ao passado e, ao mesmo tempo, vislumbram o futuro.
É hora, na visão do partido, de retomar uma forte centralização, ao estilo da era de Mao tsé-Tung (1949 - 1976), para dar sustentação ao país em seu projeto de ampliar cada vez mais os mercados e se tornar uma potência militar nos próximos anos.
R7
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