02/02/2026

EX-MINISTRO DE BOLSONARO RECEBE SALÁRIO DE R$ 30 MIL DO PL

O salário de R$ 30 mil pago pelo PL a um ex-ministro de Bolsonaro

Pte. do PL Valdemar da Costa
Ex-ministro da Saúde do governo Bolsonaro, o cardiologista Marcelo Queiroga integra a folha de pagamentos do diretório nacional do PL, partido ao qual ele é filiado.

Desde fevereiro de 2025, Queiroga ganha um salário bruto mensal de R$ 30 mil. Após os descontos, o ex-ministro de Jair Bolsonaro recebe R$ 22 mil líquidos por mês.

À Justiça Eleitoral, o PL informou que o salário de Queiroga é pago com recursos públicos do fundo partidário. Oficialmente, ele é contratado como “assessor especial”.

Ex-Ministro Marcelo Queiroga
Atualmente, o ex-ministro da Saúde ocupa o cargo de presidente estadual do PL na Paraíba, reduto político dele. Em 2026, Queiroga pretende disputar uma vaga no Senado.

O que diz o ex-ministro

À coluna, Queiroga afirmou que o salário se deve ao auxílio que presta ao PL “na agenda da Saúde”. “A atuação como dirigente partidário não é remunerada”, ressaltou o ex-ministro.

A SAÚDE FINANCEIRA DO SEU BANCO ESTÁ BOA? VEJA COMO CHECAR DADOS OFICIAIS

Veja como checar dados oficiais sobre a saúde financeira do seu banco

Com a liquidação de instituições financeiras pelo Banco Central (BC) desde o fim de 2025, notícias e rumores sobre a saúde de bancos passaram a circular com mais frequência, nem sempre com informações corretas. Para o consumidor e o investidor, saber diferenciar alertas reais de fake news é essencial para proteger seu dinheiro e tomar decisões seguras.

Existem ferramentas oficiais, indicadores públicos e sinais objetivos que permitem avaliar a situação financeira de um banco em funcionamento no Brasil. Nem toda notícia alarmista sobre instituições financeiras é verdadeira.

Antes de agir por medo, o consumidor deve consultar fontes oficiais, analisar indicadores e desconfiar de promessas exageradas. A informação de qualidade continua sendo a melhor defesa contra boatos e prejuízos.

Confira o passo a passo para conferir se uma notícia negativa procede ou se é apenas desinformação.

1. Consulte se o banco é autorizado pelo Banco Central
  • O primeiro passo é verificar se a instituição é autorizada e supervisionada pelo Banco Central do Brasil.
  • Isso pode ser feito no site do BC, no caminho: Meu BC → Serviços → Encontre uma instituição.
  • Bancos não autorizados não podem operar no sistema financeiro nacional.

2. Use bases oficiais de dados

Três tipos de plataforma concentram informações confiáveis:
  • Central de Demonstrações Financeiras (CDSFN), do Banco Central: na mesma página do serviço Encontre uma Instituição, com o seguinte caminho: digitar o nome da instituição  → clicar no resultado → clicar em Central de Demonstrações Financeiras;
  • Site Banco Data:  organiza dados financeiros de forma acessível, com esquemas visuais e cores (verde, laranja e vermelho) para indicar o risco de cada indicador;
  • Site de Relações com Investidores (RI) de cada instituição: cada instituição autorizada pelo BC é obrigada a manter uma página de relação com investidores, com todas as informações financeiras e com resumos de fácil leitura. Caminho: digitar em qualquer site de busca o nome da instituição + RI.
Esses sistemas permitem analisar balanços, resultados e indicadores de risco.

3. Avalie os principais indicadores de solidez
  • Índice de Basileia: mede a relação entre capital próprio e riscos assumidos.

       >> Mínimo exigido no Brasil: 11% para instituições em geral, 13% para bancos cooperativos;

       >> Índice confortável: acima de 15%;

       >> Um índice de Basileia 11% significa que, para cada R$ 100 emprestados, a instituição tem 11% de recursos próprios (dos sócios e dos acionistas);

>> Quanto maior, mais capacidade o banco tem de absorver perdas.

  • Lucro líquido recorrente: lucros consistentes ao longo do tempo indicam boa gestão.
  • Inadimplência da carteira de crédito: percentual de empréstimos vencidos há mais de 90 dias. Índices elevados são sinal de risco.
  • Índice de imobilização: mostra quanto do capital está preso em ativos fixos (como imóveis que não podem ser vendidos em momentos de crise); valores altos reduzem a liquidez.
  • Rating de crédito: notas atribuídas por agências como Moody’s, S&P e Fitch. Rebaixamentos sucessivos acendem o alerta. No caso do Banco Master, no entanto, várias agências atribuíam nota alta e risco baixo à instituição.
4. Verifique a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos

Para quem investe, é fundamental confirmar se o banco é coberto pelo FGC, que garante até R$ 250 mil por Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), com teto global de R$ 1 milhão pago a cada quatro anos.

O FGC cobre os seguintes recursos e investimentos:
  • Contas correntes e poupança;
  • CDB e RDB;
  • Letras financeiras dos seguintes tipos: LCI, LCA, LC, LH, LCD;
  • Depósitos a prazo;
  • Operações compromissadas com títulos elegíveis.
  • Em caso de liquidação, o FGC é o caminho para recuperar os valores dentro do limite.

Recursos e investimentos não cobertos pelo FGC:

  • CRI e CRA;
  • Debêntures;
  • Letras financeiras dos seguintes tipos: LF, LI, LIG; 
  • Títulos públicos, porque esses papéis são cobertos pelo Tesouro Nacional;
  • Títulos de capitalização;
  • Fundos de renda fixa: em caso de quebra, têm CNPJ separado da instituição e podem ir para outro gestor;
  • Depósitos no exterior;
  • Depósitos judiciais.
O correntista deve estar ciente de que perderá esses valores em caso de quebra da instituição.

5. Desconfie de rentabilidade fora do padrão
  • Bancos pequenos oferecem taxas maiores que bancos grandes e de baixo risco;
  • Bancos em dificuldade podem oferecer taxas muito acima da média do mercado para captar recursos rapidamente;
  • Retornos extraordinários quase sempre vêm acompanhados de maior risco;
  • No caso de CDBs, a taxa máxima recomendada está em 115% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). O Banco Master oferecia taxas de 140% do CDI.
6. Fique atento aos sinais de alerta

Não é possível prever com exatidão se um banco será liquidado, mas alguns indícios ajudam:
  • Queda contínua do Índice de Basileia;
  • Prejuízos recorrentes nos balanços;
  • Rebaixamento de rating;
  • Notícias sobre investigações ou intervenção;
  • Ofertas agressivas de captação;
  • Entrada em regimes especiais do Banco Central, como o Regime de Administração Especial Temporária (RAET).
No caso do Will Bank, liquidado recentemente, o Índice de Basileia estava negativo em 5,3% em junho de 2024. O Índice de Imobilização estava negativo em 1,9% na mesma data, mesmo com lucro líquido de R$ 55,5 bilhões.

7. Compare com investimentos mais seguros

Para reduzir riscos, especialistas destacam:
  • Tesouro Direto: risco de crédito considerado o menor do país;
  • CDBs, LCIs e LCAs de grandes bancos, com alta solidez e proteção do FGC.

SUPERCOPA DO BRASIL: FINAL ENTRE FLAMENGO E CORINTHIANS TEVE PRESENÇA DE DINO E XANDÃO

Moraes e Dino assistem à final entre Flamengo e Corinthians

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Gilmar Mendes acompanharam neste domingo (1º), em Brasília, a final da Supercopa do Brasil entre Flamengo e Corinthians, na Arena BRB Mané Garrincha.

Alexandre de Moraes, corintiano declarado, usou uma camiseta do Corinthians durante a partida e Flávio Dino, mesmo sendo torcedor do Botafogo, também estava com uma camiseta do time paulista.

Também estiveram presentes no estádio o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), e o ministro das Cidades, Jader Barbalho. As autoridades assistiram à partida em um camarote.

O STF reabre oficialmente o ano judiciário nesta segunda-feira (2), com sessão solene em Brasília. A cerimônia marca o início das atividades da Corte em 2026 e deve reunir autoridades dos Três Poderes, no mesmo período da retomada dos trabalhos do Congresso Nacional.

01/02/2026

CEARÁ-MIRIM: VERÃO REDEMAIS OPÇÃO - OFERTAS DE 29/01 A 06/02/2026

 

AFINAL, QUAL A FINALIDADE DE UM PADRE, ATACAR AS PESSOAS OU PREGAR O AMOR ENTRE ELAS COMO JESUS ENSINOU?

Padre ataca Nikolas em plena missa, decreta o fim da neutralidade religiosa e envergonha a igreja

O púlpito deveria ser espaço de fé, reflexão e espiritualidade.
Mas quando se transforma em palanque político, a mensagem perde sua essência.

Foi o que se viu no Santuário de Aparecida, quando o Padre Ferdinando Marcílio, em plena missa, decidiu atacar a Caminhada pela Liberdade e, de forma direta, o deputado Nikolas Ferreira.

Um padre se levanta com suas opiniões pessoais tentando convencer a milhares enquanto milhares apoiam o esforço de apenas um.

A homilia, que deveria inspirar paz e unidade, tornou-se palco de críticas políticas.

O padre, identificado por muitos como de viés “esquerdista”, lançou palavras duras contra a iniciativa pró-vida e contra um parlamentar que representa parcela significativa da juventude conservadora.

O resultado foi desconforto entre fiéis, que esperavam espiritualidade e receberam militância.

CARACTERÍSTICAS DO PADRE FERDINANDO MARCÍLIO

- Formação religiosa sólida, mas marcada por discursos sociais de forte inclinação política.

- Postura combativa, utilizando o espaço litúrgico para emitir opiniões pessoais.

- Alinhamento ideológico percebido como à esquerda, com críticas a pautas conservadoras.

- Capacidade de mobilização, já que fala diante de milhares de fiéis em um dos maiores santuários do país.

O PROBLEMA DA PARCIALIDADE

Assim como instituições como o Judiciário e a saúde devem prezar pela neutralidade, espera-se que ministros da Igreja mantenham o foco na fé. Quando o púlpito se torna palanque, a confiança dos fiéis é abalada.

A Pastoral Presbiteral é o órgão responsável, incentivada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e ela deveria ser mais crítica nessas circunstâncias e não permitir esses abusos para quem simplesmente deve coordenar a fé popular.

Também ignorância e apoio incondicional à esquerda quando tenta “desarmar” o povo sem considerar que ate mesmo a Constituição Americana orienta ao povo a se defender com dignidade.

Nenhum projeto é criticado enquanto o INSS é saqueado ou o Banco Master destrói economicamente a nação.

O contraste é evidente: não há reação quando líderes políticos de esquerda fazem declarações polêmicas, mas há espaço para críticas abertas contra iniciativas conservadoras.

Essa seletividade mina a credibilidade da instituição e reforça a percepção de parcialidade.

O episódio com o Padre Ferdinando Marcílio é mais um alerta: quando a religião se mistura com política de forma desequilibrada, quem perde é a fé.

O púlpito não é palanque. A missa não é comício. E a neutralidade, tão necessária, não pode ser sacrificada em nome de ideologias.

Jayme Rizolli - Jornalista.

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CALDEIRÃO DO MION GRAVA PROGRAMA COM BANDA GRAFITH EM NATAL

Caldeirão do Mion grava programa em Natal com a banda Grafith

O programa Caldeirão exibiu neste sábado 31 a edição gravada com a banda Grafith. O episódio faz parte da série de programas produzidos no Rio Grande do Norte ao longo do mês de janeiro e marcou o encerramento da temporada da atração no estado.

Durante o programa, foram apresentados a trajetória da banda Grafith, que completa 37 anos de carreira, a formação familiar do grupo e a relação construída com diferentes gerações de fãs ao longo das décadas no Rio Grande do Norte.

A edição também mostrou a composição atual da banda, formada por integrantes da primeira geração e por músicos que passaram a integrar o grupo nos últimos anos, mantendo a participação de familiares na história da Grafith.

Ao longo do mês de janeiro, o Caldeirão exibiu diferentes programas gravados no Rio Grande do Norte, com conteúdos voltados à cultura local e a artistas do estado. A edição exibida neste sábado encerrou a sequência de programas produzidos no RN.

'VÍRUS NIPAH NÃO AMEAÇA O PAÍS' - DIZ MINISTÉRIO DA SAÚDE DO BRASIL

Vírus Nipah: Ministério da Saúde diz que doença não ameaça o país

O Ministério da Saúde divulgou na última sexta-feira (30) nota informando que o risco relacionado ao vírus Nipah é baixo e que a doença não representa ameaça ao Brasil. A pasta afirma ainda que não há indícios de que o vírus possa provocar uma pandemia.

Segundo o ministério, não há evidências de disseminação internacional nem risco para a população brasileira. Além disso, autoridades nacionais estão monitorando o cenário em articulação com organismos internacionais.

– No Brasil, o Ministério da Saúde mantém protocolos permanentes de vigilância e resposta a agentes altamente patogênicos, em articulação com instituições de referência como o Instituto Evandro Chagas e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), além da participação da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) – informa a nota.

O posicionamento, segundo o ministério, estaria alinhado ao da Organização Mundial da Saúde (OMS), que também avalia como baixo o risco de uma pandemia associada à infecção por esse micro-organismo.

Até o momento, dois casos de infecção pelo vírus Nipah foram confirmados na Índia, ambos em mulheres que atuam como enfermeiras. Não há registro de circulação do vírus fora do sudeste asiático.

No início da semana, o governo indiano informou que a situação está sob controle e que 198 pessoas que tiveram contato com as pacientes infectadas foram testadas, todas com resultado negativo para a doença.

O QUE É O VÍRUS NIPAH?

O vírus Nipah foi identificado pela primeira vez em 1998, na Malásia, e, desde então, surtos foram registrados em diferentes países do continente asiático. Segundo a OMS, o surto anterior ao atual, na Índia, ocorreu nas Filipinas, em 2014.

A transmissão ocorre por meio do contato com animais infectados, do consumo de alimentos contaminados ou da transmissão direta entre pessoas, especialmente por fluidos corporais e gotículas respiratórias. Os morcegos são os hospedeiros naturais do vírus, mas outros animais, como porcos e cavalos, também podem ser infectados.

Em humanos, a infecção pode ser assintomática, mas também pode causar quadros respiratórios e evoluir para encefalite fatal. A taxa de letalidade é estimada entre 40% e 75%, podendo variar conforme o surto, a capacidade local de vigilância epidemiológica e o manejo clínico dos pacientes.

Os sintomas iniciais mais comuns incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, vômitos e dor de garganta. Com a progressão da doença, podem surgir tontura, sonolência, alteração do nível de consciência e sinais neurológicos indicativos de encefalite aguda. Em casos mais graves, há registros de pneumonia atípica, convulsões, insuficiência respiratória e coma.

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FOI O PAPA QUE FALOU - E AGORA, O QUE DIZ A ESQUERDA SOBRA ESSA FALA?

Papa Leão XIV afirma que “maior destruidor da paz é o aborto”

Durante uma audiência realizada na manhã deste sábado (31), no Vaticano, o papa Leão XIV retomou uma das declarações mais conhecidas da Madre Teresa de Calcutá para tratar do tema do aborto. Diante de participantes da iniciativa “Uma humanidade, um planeta: liderança sinodal”, o pontífice afirmou que “o maior destruidor da paz é o aborto”.

Ao citar a religiosa, canonizada pela Igreja Católica e vencedora do Prêmio Nobel da Paz em 1979, Leão XIV reforçou a importância do cuidado com os mais vulneráveis.

– Somente quem cuida dos pequeninos pode fazer coisas verdadeiramente grandes – declarou.

Na avaliação do papa, a posição de Madre Teresa sobre o aborto continua relevante no cenário contemporâneo.

– Sua voz continua profética: nenhuma política pode, de fato, colocar-se a serviço dos povos se exclui da vida aqueles que estão prestes a nascer, se não socorre aqueles que se encontram em situação de necessidade material e espiritual – apontou.

O encontro deste sábado reuniu cerca de 100 participantes e faz parte de um programa bienal de formação para a ação política, promovido pela ONG New Humanity, ligada ao Movimento dos Focolares, em parceria com a Pontifícia Comissão para a América Latina e com apoio da Fundação Porticus.

GASTANDO POR DENTRO JÁ ESTÁ ARROMBANDO O BRASIL, IMAGINA GASTANDO POR FORA...

TCU identifica manobras do governo Lula para driblar regras fiscais e gastar “por fora”

Técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU) identificaram práticas do governo Lula que permitem gastos e financiamentos fora do Orçamento Geral da União, o que, segundo a corte, compromete a transparência fiscal e enfraquece a credibilidade da política econômica.

O alerta consta em relatório da Unidade de Auditoria Especializada em Orçamento, Tributação e Gestão Fiscal (AudFiscal), elaborado para o gabinete do ministro Bruno Dantas. O documento propõe prazos entre 30 e 180 dias para que ministérios, estatais e órgãos de controle corrijam os mecanismos apontados.

A auditoria foi aberta após o TCU detectar execução de recursos do programa Pé-de-Meia fora do Orçamento. O relatório ainda será analisado por Dantas antes de seguir ao plenário da Corte.

Entre os problemas identificados estão o uso de fundos públicos fora das regras fiscais, a ampliação do papel de estatais, a capitalização de fundos privados com dinheiro público e o não recolhimento de receitas à Conta Única do Tesouro Nacional.

Gastos fora do Orçamento expõem perda de credibilidade do arcabouço fiscal

O TCU aponta que a fragilização do arcabouço fiscal se intensificou com a aprovação da LDO de 2026, que excluiu do cálculo fiscal despesas da Petrobras, da ENBPar e até R$ 5 bilhões do Novo PAC.

A lei também autorizou retirar até R$ 10 bilhões do resultado primário das estatais e permitiu que o governo mire apenas o piso da meta fiscal. Desde o início do mandato, o governo já acumulou R$ 336,9 bilhões em gastos fora das regras fiscais.

Esse montante inclui recursos da PEC da Transição, pagamento de precatórios atrasados, despesas emergenciais no Rio Grande do Sul e socorro a setores afetados pelo tarifaço dos EUA.

“Dribles” envolvem uso de dinheiro que não passa pela Conta Única do Tesouro

A auditoria identificou dois principais mecanismos de afastamento de receitas do Orçamento. O primeiro é a descaracterização de receitas públicas, direcionadas diretamente a fundos privados como os dos programas Pé-de-Meia e Mover, além do Fundo Rio Doce.

O segundo mecanismo é o não recolhimento de receitas à Conta Única, com repasses diretos a estatais ou contas paralelas. Um exemplo é a remuneração da PPSA descontada antes do repasse ao Fundo Social, que pode gerar um “orçamento paralelo” de até R$ 466 bilhões até 2033, segundo o TCU.

Também foram citados repasses diretos à Caixa no Auxílio Gás, uso de multas ambientais fora do Orçamento, honorários advocatícios da União sem registro orçamentário e receitas próprias de instituições científicas fora dos limites fiscais.

Uso de fundos públicos pode mascarar contas públicas, diz TCU

O tribunal alertou para o uso de fundos públicos em políticas de crédito, especialmente via BNDES, que podem gerar uma percepção artificial de melhora fiscal.

Entre 2023 e 2024, os recursos de fundos públicos no banco quase dobraram, passando de R$ 39,2 bilhões para R$ 75,5 bilhões. No mesmo período, o BNDES repassou R$ 29,5 bilhões em dividendos ao Tesouro e recebeu R$ 30,4 bilhões em aportes de fundos.

O TCU também chamou atenção para a perpetuação de fundos garantidores criados em caráter excepcional, como os do Pronampe e do PEAC, que mantêm saldos sem regras claras de devolução à União.

TCU propõe prazos para órgãos do governo adequarem gastos às regras fiscais

O relatório propõe medidas para regularizar o recolhimento de receitas ao Tesouro, ampliar a transparência e adequar fundos públicos e privados ao arcabouço fiscal.

Entre as determinações, estão prazos para que o MME e a PPSA recolham receitas à Conta Única, para que a CGU mapeie e divulgue receitas fora do Orçamento e para que o Ministério do Planejamento impeça transferências sem registro orçamentário.

Também é proposto que Fazenda, MPO, BNDES e Finep apresentem um plano para mensurar os subsídios ocultos em operações financeiras com fundos públicos. Ao Banco Central, o TCU recomenda ajustes no registro fiscal de repasses do FNDCT à Finep.

O tribunal conclui com um alerta: manter gastos e financiamentos fora do Orçamento compromete a credibilidade fiscal, aumenta a opacidade das contas públicas e pode gerar conflitos com a política monetária.

Com informações de Gazeta do Povo

SUPERCOPA DO BRASIL: CORINTHIANS DERROTA O FLAMENGO E FICA COM O TÍTULO

Corinthians supera Flamengo e conquista a Supercopa do Brasil

Flamengo e Corinthians decidiram a Supercopa do Brasil neste domingo (1º), às 16h (de Brasília), no Mané Garrincha, em Brasília. Campeões do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil de 2025, respectivamente, os clubes fizeram uma final marcada por equilíbrio, intensidade e interferência decisiva do VAR. Mais eficiente, o Corinthians venceu e ficou com o primeiro título do calendário nacional.

Para chegar à decisão, o Flamengo encerrou a temporada passada como campeão brasileiro, com 79 pontos, três a mais que o Palmeiras. Já o Corinthians garantiu presença na Supercopa após conquistar a Copa do Brasil, ao superar o Vasco na final disputada no Maracanã.

Virose afeta preparação do Corinthians

Antes da bola rolar, o técnico Dorival Júnior revelou que jogadores e integrantes da comissão técnica do Corinthians enfrentaram uma virose considerada “muito forte” nos dias que antecederam a viagem para Brasília. Segundo o treinador, três ou quatro atletas chegaram a ficar fora de treinamentos ao longo da semana de preparação para a decisão.

Primeiro tempo equilibrado e gol alvinegro com igualdade numérica

O Flamengo, comandado por Filipe Luís, teve maior posse de bola, mas encontrou dificuldades para transformar o controle territorial em chances claras de finalização. O Corinthians apostou em transições rápidas e foi mais objetivo quando teve espaço.

O placar foi aberto ainda no primeiro tempo. Após jogada em velocidade que terminou em escanteio, o Timão aproveitou a bola parada. Na cobrança, Gabriel Paulista desviou após toque de Gustavo Henrique e balançou as redes, colocando o Corinthians em vantagem antes do intervalo. Aos 37 minutos, o time alvinegro quase ampliou em novo contra-ataque, quando Memphis finalizou para grande defesa de Rossi.

VAR revisa lance do primeiro tempo e expulsa Carrascal no intervalo

Nos acréscimos da primeira etapa, Carrascal acertou o rosto de Breno Bidon em disputa de bola. O lance foi revisado pelo VAR durante o intervalo, e o árbitro Rafael Klein expulsou o colombiano antes do reinício da partida, deixando o Flamengo com um jogador a menos para todo o segundo tempo.

Flamengo pressiona, mas Corinthians define em contra-ataque

Mesmo em desvantagem numérica, o Flamengo voltou do intervalo tentando pressionar. Logo aos três minutos, Arrascaeta cobrou falta na cabeça de Pulgar, que finalizou com força no travessão de Hugo Souza.

Na reta final, o Rubro-Negro voltou a desperdiçar uma chance clara. Após cruzamento de Ayrton Lucas da intermediária, Léo Ortiz dividiu pelo alto e a bola ficou viva dentro da área. Livre na entrada da pequena área, Lucas Paquetá dominou e finalizou por cima.

O Corinthians seguiu apostando nos contra-ataques e marcou aos 52 minutos do segundo tempo. Após toque de Kaio César, Yuri Alberto disparou em velocidade, deu um balão em Rossi e finalizou para as redes.

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FONTE DE INFORMAÇÃO: REDES SOCIAIS SUPERAM TV - APONTA PESQUISA

Redes sociais superam TV como fonte de informação política, mostra pesquisa Quaest

As redes sociais passaram a ser a principal fonte de informação política dos brasileiros, segundo pesquisa Quaest. 39% dos entrevistados disseram se informar principalmente por plataformas digitais, enquanto 34% apontaram a televisão, que liderava o ranking desde o início da série, em maio de 2024.

É a primeira vez que o meio digital supera a TV no levantamento. Em dezembro de 2025, havia empate técnico, com ambos marcando 35%.

O estudo também revela forte polarização na percepção das notícias sobre o governo Lula. Entre lulistas e a esquerda não lulista, a maioria afirma consumir conteúdos favoráveis ao governo, com índices entre 54% e 62%.

Já entre os independentes, prevalece a visão negativa: 45% dizem ver mais notícias desfavoráveis, contra 19% positivas. O contraste é ainda maior entre os bolsonaristas, grupo no qual 76% afirmam consumir notícias majoritariamente negativas sobre o governo federal.

A pesquisa, realizada em janeiro de 2026 em todo o país, indica que a direita está melhor posicionada no ambiente digital. Apesar do avanço das redes, a televisão segue relevante para uma parcela expressiva do eleitorado.

CUBA SANCIONADA

Trump declara emergência nacional contra Cuba e amplia sanções sobre o petróleo

O presidente Donald Trump assinou na quinta-feira, 29 de janeiro, um decreto presidencial que declara estado de emergência nacional em relação a Cuba, baseado na legislação de emergência dos EUA.

O texto afirma que as políticas e ações do governo cubano constituem uma “ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional e à política externa dos Estados Unidos”, razão pela qual medidas econômicas adicionais foram ativadas.

O novo decreto autoriza um sistema de tarifas adicionais sobre produtos importados pelos EUA de países que vendem ou oferecem petróleo (diretamente ou por meio de terceiros) para a ilha caribenha.

Essa ferramenta tem o objetivo explícito de interromper o acesso de Cuba a combustíveis essenciais, pressionando economias estrangeiras a reconsiderar a exportação de petróleo ao regime de Havana.

O governo norte-americano justifica a ação com base em ameaças associadas à cooperação de Cuba com atores considerados hostis aos interesses dos EUA, incluindo alianças com Rússia, China, Irã e grupos como Hamas e Hezbollah.

A declaração presidencial ressalta ainda alegadas violências sistemáticas, repressão política e ações que desestabilizam a ordem democrática na região.

O decreto prevê que o Departamento de Comércio identifique os países fornecedores de energia ao regime cubano, enquanto o Departamento de Estado determinará o nível e a aplicação das tarifas adicionais a essas nações. A medida entra em vigor a partir de 30 de janeiro de 2026.

A estratégia faz parte de uma política externa mais ampla promovida pela administração Trump para dificultar o funcionamento econômico do regime comunista em Havana, reduzindo seus recursos financeiros e suas conexões internacionais.

Autoridades da Casa Branca afirmaram que a iniciativa visa proteger interesses de segurança nacional e conter práticas que consideram prejudiciais às democracias hemisféricas.

Internamente em Cuba, o anúncio provocou reações oficiais de repúdio, com o governo de Miguel Díaz-Canel qualificando a medida como um ato de “bloqueio total” e agravamento das condições já existentes na economia da ilha, que enfrenta prolongados cortes de energia e escassez de combustíveis, Havana classificou a iniciativa como “agressão econômica”.

Em termos geopolíticos, a ação americana já desencadeou incertezas sobre o papel de fornecedores de petróleo à ilha.

Países como México, que vinham apoiando Havana com remessas de combustível, estão reavaliando suas políticas diante da perspectiva de tarifas adicionais e pressão diplomática americana.

A medida do governo Trump representa uma intensificação da pressão econômica dos EUA sobre Cuba, com foco no corte de recursos energéticos essenciais ao funcionamento da economia e no uso de instrumentos tarifários como forma de influência global.

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AUSTRALIAN OPEN: ALCARAZ FECHA CICLO DE GRANDE SLAMS APÓS VIRAR SOBRE DJOKOVIC

Alcaraz vira sobre Djokovic, leva o Australian Open e fecha o ciclo de Grand Slams aos 22 anos

Atual número 1 do mundo, Carlos Alcaraz nunca havia passado das quartas de final do Australian Open. Quando o fez, arrancou para conquistar o Grand Slam que lhe faltava e se tornar, aos 22 anos, o mais jovem tenista a fechar o ciclo com os quatro troféus de Grand Slams – já era bicampeão do US Open, de Roland Garros e de Wimbledon.

Após um início lento, o espanhol imprimiu seu ritmo para derrotar, de virada, o experiente Novak Djokovic, 38 anos, e conquistar o inédito troféu na Austrália por 3 sets a 1, parciais de 2/6, 6/2, 6/3 e 7/5, em uma batalha de 3h02, neste domingo, no Melbourne Park. Com o resultado, Alcaraz superou o conterrâneo Rafael Nadal, que acompanhou a partida da primeira fila, ao conquistar os quatro majors do circuito aos 22 anos – Nadal tinha 24 quando fechou o ciclo no US Open em 2010.

A derrota teve um gosto amargo para Novak Djokovic, que sentiu o esgotamento físico após uma dura partida de mais de 4 horas contra Jannik Sinner na semifinal. Maior vencedor de títulos no Australian Open, com 10 taças, e de Grand Slams, com 24, ele desperdiçou a chance de superar a australiana Margaret Court como recordista absoluto de majors. De quebra, não conseguiu quebrar a hegemonia da dupla Alcaraz e Sinner, que conquistaram os últimos nove troféus da categoria. Apesar do revés, ele passará ao posto de 3 do mundo nesta segunda-feira.

Diante das lendas do tênis que ocupavam a primeira fila na arquibancada da Rod Laver Arena, Djokovic foi dominante no primeiro set. Após um início equilibrado, o sérvio pressionou o número 1 do mundo e aproveitou um de seu três break points no quarto game para quebrar o serviço de Alcaraz e abrir 3/1.

O espanhol, que sofreu com cãibras na dura batalha com Alexander Zverev na semifinal, demorou a se encontrar em quadra e levou outra quebra no oitavo game, caindo por 6/2, em apenas 33 minutos, graças ao saque potente de Djokovic – foram 93% a 67% de aproveitamento no primeiro serviço.

Em desvantagem, Alcaraz entrou de vez no jogo no segundo set. Com um saque mais agressivo – foram 3 aces na parcial – e ocupando melhor os espaços, o espanhol conseguiu a quebra logo no terceiro game e, controlando a partida, aproveitou seus dois break points no sétimo para ampliar a vantagem para 5/2, fechando a parcial em 6/2 no game seguinte.

O terceiro set foi o mais equilibrado, com os dois tenistas confirmando seus saques até o quinto game, quando Alcaraz imprimiu um ritmo forte e quebrou o serviço do sérvio. Demonstrando cansaço e com apenas 52% de aproveitamento no primeiro saque, Djokovic reduziu a intensidade e cedeu outro game, após salvar quatro set points, deixando o espanhol vencer o set em 6/3.

Na quarta parcial, mesmo sentindo o cansaço com os ralis cada vez mais longos e perdendo força no saque, Djokovic manteve a disputa equilibrada game a game com o espanhol, que, mais agressivo e sólido, era pouco ameaçado em seu serviço – só teve um break point contrário no nono game – e pressionava nos saques do sérvio. O número 4 do mundo conseguiu salvar cinco break points no segundo game, mas não resistiu e sofreu a quebra que definiu a partida no 12º game, encerrado em 7/5, levando Alcaraz ao título que lhe faltava.

APERTEM OS CINTOS, O MOTORISTA SUMIU

Reprovação em CNH dispara quase 500% desde o início do 3º mandato de Lula

Enquanto fere de morte instrutores e geradores de emprego donos de autoescola, o governo Lula viu o número de reprovação nos exames para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) disparar quase 500% desde o início do terceiro mandato do petista. Os números foram obtidos pela coluna via Lei de Acesso à Informação e são da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), subordinada ao Ministério dos Transportes, que patrocinou a ofensiva contra as autoescolas.

Pré-caos

Considerando exames para veículos de quatro e duas rodas, em 2022, último ano antes de Lula assumir, foram 48.744 “inaptos”.

Melhora e piora

No primeiro ano do Lula3, o número até caiu, chegou a 48.590. Mas só aí. Em 2024, as reprovações dispararam para 68.577, alta de 41,13%.

Teto de reprovações

No ano em que Lula resolveu que pode excluir autoescolas do processo, o número é espantoso: 284.736 inaptidões. Alta de 484.15% desde 2022.

Aprovações caem

Mesmo o número de aprovados nos exames caiu 8%. Fora 4.863.043 em 2022. No ano passado, o número ficou em 4.474.032.

JUSTIÇA: LULA CONTINUA USANDO DINHEIRO PÚBLICO PARA BENEFÍCIO PRÓPRIO

Kataguiri pede à Justiça para barrar verba pública em escola de samba que vai bajular Lula

O deputado federal Kim Kataguiri (União-SP) ingressou com uma ação popular na 4ª Vara Cível Federal de São Paulo, nesta sexta-feira (30 de janeiro de 2026), visando interromper o repasse de R$ 1 milhão do Governo Federal à escola de samba Acadêmicos de Niterói.

A agremiação fluminense planeja levar à avenida um enredo focado na história de vida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, desde suas origens em Pernambuco até a chegada ao Palácio do Planalto.

A verba questionada faz parte de um montante total de R$ 12 milhões oriundos de um convênio estabelecido entre a Embratur e a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa).

O acordo prevê a partilha igualitária desses recursos entre as 12 agremiações do Grupo Especial, o que resultaria na destinação de R$ 1 milhão para a escola niteroiense. O parlamentar, contudo, coloca em xeque a conformidade jurídica desse apoio financeiro estatal.

Na esfera judicial, o processo pleiteia não apenas a paralisação do termo de cooperação técnica e o congelamento de novos pagamentos, mas também o ressarcimento de montantes que já tenham sido desembolsados. Adicionalmente, Kataguiri requer que o Ministério Público Federal (MPF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) sejam oficialmente notificados sobre o episódio.

A petição sustenta que o desenvolvimento do tema carnavalesco teria contado com o envolvimento pessoal do presidente da República, da primeira-dama Janja, além de lideranças do PT. Para o deputado, a movimentação financeira configura possíveis falhas na gestão pública, citando no documento:

“Desvio de finalidade, afronta aos princípios da impessoalidade e da moralidade administrativa, além de potencial dano ao erário”.

O congressista aponta ainda que a composição musical da escola apresenta indícios de propaganda política ao mencionar o número 13 — relacionado aos dias da viagem migratória de Lula na infância — e ao replicar coros tradicionais de campanha. O trecho da obra destacado na ação judicial cita:

“Pro destino retirante te levei Luiz Inácio”

Por ironia, treze noites, treze dias”

“Vai passar nessa Avenida mais um samba popular”

“Olê, olê, olê, olá, Lula! Lula!”

SENADO VOLTA DO RECESSO COM 45 PEDIDOS DE IMPEACHMENT CONTRA MORAES

Na volta do recesso, Senado acumula 45 pedidos de impeachment contra Moraes

Com a abertura do ano legislativo nesta segunda-feira (2), o Senado retoma a análise de 45 pedidos de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF. As representações aguardam despacho desde 2021.

O número deve crescer nos próximos dias, com um novo pedido articulado pela oposição na Câmara dos Deputados. A proposta não exige número mínimo de assinaturas, mas os parlamentares buscam reunir apoio recorde.

O pedido mais recente foi apresentado em 20 de janeiro, durante o recesso, por iniciativa popular. Levantamento aponta que quatro pedidos também citam outros ministros da Corte. Outros 14 pedidos já foram arquivados, incluindo um apresentado por Jair Bolsonaro em 2021.

Moraes lidera o ranking de representações no Senado, seguido por Luís Roberto Barroso (20 pedidos) e Gilmar Mendes (13). O ministro é alvo preferencial da oposição por sua atuação como relator do inquérito da trama golpista, que resultou na condenação de Bolsonaro.

O novo pedido questiona a atuação de Moraes e supostas relações com o Banco Master. O ministro confirmou ter conversado com Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, mas negou tratar de assuntos ligados à instituição.

Como funciona o impeachment de ministros do STF

Cabe ao Senado Federal processar e julgar ministros do STF por crimes de responsabilidade. Qualquer cidadão pode apresentar pedido, mas o avanço depende do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).

O rito pode mudar. Senadores pretendem retomar neste ano a discussão sobre a atualização da Lei do Impeachment. Em dezembro, uma decisão de Gilmar Mendes restringiu temporariamente os pedidos à PGR, mas o ministro recuou após reação do Senado.

Permaneceu, porém, a regra que exige dois terços dos votos (54 senadores) para aprovar o afastamento e a vedação ao uso do mérito de decisões judiciais como fundamento para impeachment.