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03/06/2026

MINISTROS DO GOVERNO LULA SOFREM PEDIDO DE 'IMPEACHMAÇO 2.0'

Oposição protocola ‘Impeachmaço 2.0’ contra ministros do governo Lula

Parlamentares da oposição protocolaram uma nova ofensiva contra ministros do governo Lula, apelidada de “Impeachmaço 2.0”.

A medida ocorre após o arquivamento de pedidos anteriores pela Procuradoria-Geral da República (PGR), decisão que gerou forte reação entre os congressistas.

Os parlamentares apontam que em fevereiro, haviam protocolado pedidos de impeachment contra 16 ministros do governo por descumprimento do prazo constitucional para responder requerimentos de informação enviados pelo Congresso Nacional.

A Constituição Federal estabelece prazo de 30 dias para resposta e prevê crime de responsabilidade em caso de não atendimento.

No entanto, a PGR arquivou os pedidos adotando uma interpretação considerada inédita pela oposição. Na prática, o órgão entendeu que o atraso, por si só, não seria suficiente para caracterizar crime de responsabilidade.

Segundo a decisão, seriam necessários três elementos simultâneos:

• que o requerimento tivesse sido regularmente encaminhado pela Mesa da Câmara, Senado ou comissão;
• que houvesse atraso injustificado;
• e que existissem indícios de conduta dolosa, ou seja, intenção deliberada de ocultar informações.

Além disso, a decisão considerou que uma resposta enviada fora do prazo constitucional poderia afastar a configuração do crime.

Para a deputada federal Carol De Toni (PL-SC), a interpretação esvazia a função fiscalizatória do Congresso.

“Estamos diante de uma situação muito grave. A Constituição fala em 30 dias. Não fala em 300 dias, nem em mil dias, muito menos em vários anos. Se o governo pode responder quando quiser e ainda assim não acontecer nada, então o instrumento de fiscalização do Parlamento perde completamente a eficácia”, afirmou.

Diferentemente dos pedidos anteriores, a nova iniciativa foi estruturada justamente com base nos parâmetros utilizados pela própria PGR.
Um dos casos envolve a ministra da Cultura, Margareth Menezes.

Segundo os parlamentares, diversos requerimentos aprovados regularmente pela Câmara permanecem sem resposta até hoje. Somados, os atrasos ultrapassariam 3.688 dias acumulados sem qualquer justificativa formal apresentada, envolvendo questionamentos sobre execução de emendas, recursos da Lei Rouanet e programas públicos ligados à cultura.

Situações semelhantes teriam ocorrido em outras pastas do governo federal. De acordo com o levantamento apresentado pela oposição, a soma de atraso de alguns requerimentos da ministra Anielle Franco totalizam 1.514 dias de atraso em respostas; do Luiz Marinho, 1.129 dias; da Margaret Menezes, 3.688 dias; do Sidônio Palmeira, 488 dias; e do Vinícius Carvalho, 795 dias.

Para a oposição, a reiteração das omissões e o longo período de silêncio afastariam a tese de mero atraso burocrático. Carol ainda relembrou que o cidadão comum está sujeito a multas, juros e sanções por atrasos em obrigações legais e tributárias, sem margem para descumprimentos prolongados, autoridades públicas estariam acumulando meses e até anos de atraso sem consequências proporcionais.

“A própria PGR disse que seria necessária demora injustificada e indícios de intenção deliberada. Então a pergunta é simples: milhares de dias sem resposta, sem justificativa e de forma reiterada podem ser tratados como mera burocracia?”, questionou Carol.

Os parlamentares sustentam que não se trata apenas de uma disputa jurídica, mas de uma discussão institucional sobre os limites da relação entre Executivo e Legislativo.

“Quando o Congresso pergunta, não pergunta por curiosidade. Pergunta em nome da população. Ignorar esses instrumentos significa enfraquecer um dos principais mecanismos de controle previstos na Constituição”, concluiu.

DP

30/04/2026

IMPEACHMENT DE MINISTROS DO STF É SINALIZADO POR ALCOLUMBRE

Alcolumbre finalmente sinaliza impeachment de ministros do STF

Informações que acabam de surgir dão conta de que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), sinalizou a integrantes da oposição que está disposto a pautar o impeachment de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) no ano que vem em troca do apoio à reeleição dele à presidência da Casa.

Diz a Folha de S.Paulo:

"Além da rejeição ao nome de Jorge Messias, pautou a derrubada dos vetos ao PL da dosimetria e, para facilitar a votação, retirou do texto os trechos que poderiam beneficiar condenados por outros crimes.

Agora, até o impeachment de ministros do Supremo entrou na mesa de negociações.

O presidente do Senado tem segurado os pedidos de afastamento dos membros da corte que chegam à mesa dele, mas em conversas com senadores da oposição não descartou abrir algum processo se for reeleito como presidente da Casa, em fevereiro de 2027.

A oposição garantiu apoio, mas alguns integrantes do PL ainda estão reticentes. Eles dizem, nos bastidores, que só podem confiar na palavra de Alcolumbre quando um impeachment, de fato, for aberto. Por isso, fazem pressão para que isso aconteça ainda neste ano."

Nikolas Ferreira questionou:

"Você faria esse acordo?"

01/02/2026

SENADO VOLTA DO RECESSO COM 45 PEDIDOS DE IMPEACHMENT CONTRA MORAES

Na volta do recesso, Senado acumula 45 pedidos de impeachment contra Moraes

Com a abertura do ano legislativo nesta segunda-feira (2), o Senado retoma a análise de 45 pedidos de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF. As representações aguardam despacho desde 2021.

O número deve crescer nos próximos dias, com um novo pedido articulado pela oposição na Câmara dos Deputados. A proposta não exige número mínimo de assinaturas, mas os parlamentares buscam reunir apoio recorde.

O pedido mais recente foi apresentado em 20 de janeiro, durante o recesso, por iniciativa popular. Levantamento aponta que quatro pedidos também citam outros ministros da Corte. Outros 14 pedidos já foram arquivados, incluindo um apresentado por Jair Bolsonaro em 2021.

Moraes lidera o ranking de representações no Senado, seguido por Luís Roberto Barroso (20 pedidos) e Gilmar Mendes (13). O ministro é alvo preferencial da oposição por sua atuação como relator do inquérito da trama golpista, que resultou na condenação de Bolsonaro.

O novo pedido questiona a atuação de Moraes e supostas relações com o Banco Master. O ministro confirmou ter conversado com Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, mas negou tratar de assuntos ligados à instituição.

Como funciona o impeachment de ministros do STF

Cabe ao Senado Federal processar e julgar ministros do STF por crimes de responsabilidade. Qualquer cidadão pode apresentar pedido, mas o avanço depende do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).

O rito pode mudar. Senadores pretendem retomar neste ano a discussão sobre a atualização da Lei do Impeachment. Em dezembro, uma decisão de Gilmar Mendes restringiu temporariamente os pedidos à PGR, mas o ministro recuou após reação do Senado.

Permaneceu, porém, a regra que exige dois terços dos votos (54 senadores) para aprovar o afastamento e a vedação ao uso do mérito de decisões judiciais como fundamento para impeachment.

06/01/2026

PREFEITO CORRUPTO PODERÁ DAR ADEUS AO MANDATO

João Campos á alvo no Recife de pedido de impeachment

O vereador de Recife, Eduardo Moura (Novo), protocolou um pedido de impeachment contra o prefeito recifense João Campos (PSB), após a repercussão de um caso envolvendo a nomeação considerada irregular de um candidato aprovado em concurso público para o cargo de procurador do município.

Para Moura, líder do Novo na Câmara Municipal, o ato configura infrações legais graves.

“Houve uma clara ‘furada de fila’ em um concurso público, com o aval do chefe do Executivo, o que caracteriza crime de responsabilidade e infração político-administrativa”, declarou o vereador do Novo.

O pedido de impeachment tem como base a nomeação de Lucas Vieira da Silva para uma vaga reservada a Pessoas com Deficiência (PCD), em desacordo com o próprio edital do concurso e em prejuízo de outro candidato que teria direito à vaga. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Município em 23 de dezembro de 2025, apesar de o candidato ter ficado na 63ª colocação.

A nomeação ocorreu após um pedido de reclassificação de Lucas, que foi feito mais de três anos após o concurso.

O concurso foi realizado em 2022 e homologado em junho de 2023. Em 29 de maio de 2025, Lucas Vieira solicitou a requalificação para concorrer como PCD, pedido que foi negado por três procuradoras concursadas do município em decisões técnicas sucessivas.

Mesmo assim, quando o caso foi encaminhado ao procurador-geral do município, Pedro Pontes, cargo comissionado indicado pelo prefeito, reverteu as decisões em 20 de dezembro de 2025 e três dias depois, João Campos oficializou a nomeação. Diante da repercussão negativa do caso e da pressão popular, a gestão municipal decidiu revogar a nomeação.

“Quando o prefeito descumpre o edital, ele pratica um ato contra a expressa disposição legal”, enfatizou Moura.

O vereador do Novo destacou ainda que o prefeito está “infringindo dispositivos” da Lei Orgânica do Município, da Lei de Improbidade Administrativa, do Decreto de Lei 201, e até do Código Penal.

“Os atos atentam contra a probidade administrativa e contra o cumprimento das leis, o que configura crime de responsabilidade”, justificou.

O vereador também questionou o momento da nomeação, destacando que a vaga deveria ter sido preenchida pelo candidato classificado desde outubro de 2025, mas permaneceu aberta até dezembro de 2025, quando Lucas foi nomeado.

Além disso, alertou para suspeita de possível favorecimento, uma vez que Lucas Vieira é filho de uma procuradora do Tribunal de Contas do Estado e de um juiz que atua na vara de crimes contra a administração pública da capital, e que em novembro de 2025, um mês antes da nomeação de Lucas, anulou os atos da operação “Barriga de Aluguel”, que investigava a gestão João Campos por possível desvio de verbas no valor de R$500 milhões.

DP

07/08/2025

IMPEACHMENT DE XANDÃO JÁ TEM ASSINATURAS SUFICIENTES

Oposição consegue a 41ª assinatura e vai pedir o impeachment de Xandão

A oposição conseguiu as 41 assinaturas necessárias para entrar no Senado com um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes.

A pressão exercida após o ministro determinar a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), teve efeito positivo.

O 41º senador é Laércio Oliveira (PP-SE), que assinou nesta quinta-feira (7).

Com isso, os líderes da oposição anunciam nesta manhã o fim da obstrução aos trabalhos do Senado e da ocupação da Mesa Diretora. Agora, os parlamentares ligados a Bolsonaro vão se concentrar em pressionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a iniciar esse processo de impeachment contra Moraes.

16/07/2025

IMPEACHMENT DE LULA É PROTOCOLADO NA CÂMARA POR NIKOLAS FERREIRA

Nikolas protocola impeachment de Lula na Câmara; saiba mais

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) protocolou nesta terça-feira (15), na Câmara dos Deputados, um pedido de impeachment contra o presidente Lula (PT) com base em supostos crimes de responsabilidade previstos no artigo 85 da Constituição Federal e na Lei nº 1.079/1950.

A iniciativa, liderada por Nikolas e subscrita por 72 parlamentares, denuncia que a condução da política externa pelo atual presidente compromete a dignidade da nação, afronta princípios constitucionais e expõe o Brasil a riscos diplomáticos e estratégicos graves.

Dentre os atos apontados na denúncia estão:

A aproximação com regimes autoritários como o Irã, incluindo a permissão para atracação de navios de guerra iranianos no território nacional; recusa do governo brasileiro em classificar o PCC como grupo terrorista, mesmo diante de pedidos formais dos Estados Unidos; a campanha aberta pela desdolarização do comércio internacional no âmbito do BRICS, com discurso de enfrentamento ao dólar norte-americano; e declarações públicas que ironizam e ofendem líderes de nações parceiras, como o ex-presidente Donald Trump, o que teria contribuído para o acirramento da crise diplomática entre Brasil e EUA.

O pedido sustenta que tais condutas atentam contra a probidade na administração (art. 85, VI, da CF) e constituem violação aos artigos 5º, item 6 e 9º, item 7, da Lei 1.079/1950, por configurar comportamento incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo.

Segundo Nikolas, “o Brasil não pode ser conduzido com base em interesses ideológicos ou revanchismos pessoais. A política externa deve servir aos brasileiros, e não à conveniência de regimes autoritários ou agendas antiocidentais.”

O documento será analisado pela presidência da Câmara dos Deputados, que decidirá sobre o seu eventual seguimento.

26/01/2025

O TCU PODE TER COMPLICADO A VIDA DE LULA

Superpedido de impeachment de Lula se aproxima das 100 assinaturas na Câmara

O pedido de impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apresentado pelo deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS), já conta com 93 assinaturas de parlamentares. A iniciativa é fundamentada em uma suposta violação da responsabilidade fiscal, após o governo federal realizar pagamentos de R$ 3 bilhões pelo programa Pé-de-Meia sem autorização do Congresso Nacional.

Na última semana, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou o bloqueio da verba destinada ao programa, reforçando, na visão de Rodolfo Nogueira e seus aliados, a ilegalidade da operação.

"O TCU confirmou que Lula cometeu crime de responsabilidade e precisa ser afastado do cargo. Temos base jurídica, apoio popular e vontade política para pressionar o presidente da Câmara a dar andamento ao processo de impeachment. Vamos trabalhar para que isso avance rapidamente", declarou o deputado.

Aumento da pressão no Congresso

A mobilização pelo impeachment ganhou força desde a decisão do TCU, e o número de adesões ao pedido pode crescer nos próximos dias. Para que a denúncia avance na Câmara dos Deputados, é necessária a aceitação do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que até o momento não se manifestou sobre o tema.

Entre os parlamentares que já assinaram o pedido, destacam-se nomes da oposição, incluindo Eduardo Bolsonaro, Bia Kicis, Carla Zambelli, Nikolas Ferreira, Marcel van Hattem e General Girão.

Agora é questão de tempo...

26/12/2024

PEDIDOS DE IMPEACHMENT NO SENADO TEM LIDERNÇA DE BARROSO E MORAES

Barroso e Moraes lideram pedidos de impeachment no Senado

Desde o início do atual governo Lula (PT), os ministros do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes são os que mais foram alvo de pedidos de impeachment no Senado. Em todos os requerimentos, assinados inclusive por deputados e até advogados, são alegados crime de responsabilidades. Barroso e Moraes acumulam 5 pedidos cada até o momento. O presidente Lula, por exemplo, foi alvo de ao menos 20 pedidos de impeachment até este ano; todos na Câmara.

STF mal-visto

Dos 17 pedidos de impeachment protocolados no Senado,13 são direcionados contra ministros da Suprema Corte.

Entrou na roda

O ex-senador Flávio Dino, no STF a menos de um ano, já tem pedido de impeachment de iniciativa do deputado estadual Dr. Yglésio (PRTB-MA).

Até quem já saiu

Antes de deixar o cargo este ano, o procurador-geral da República Augusto Aras também era alvo de pedido impeachment, que caducou.

Bessias na dança

Jorge Messias, que admitiu ser jogador disciplinado de Lula, também conta com pedido de seu impeachment na Advogado-Geral da União.

DP

20/12/2024

IMPEACHMENT DE LULA JÁ É DISCUTIDO NOS BASTIDORES DA CÂMARA E DO SENADO

“Câmara e Senado já discutem nos bastidores o impeachment de Lula”

A discussão sobre um eventual impeachment de Lula ressurgiu com muita força nos bastidores da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. A revelação foi feita pelo senador Flávio Bolsonaro:

“A gente observa um desgoverno padrão Dilma. Daí pra baixo. É um descontrole completo (...)”, diz o senador.

Ele assevera que a percepção de que o país está ‘engessado’ é notória, ante um completo ‘negacionismo’ por parte do governo, no sentido de efetivar medidas para que o país possa obter um equilíbrio fiscal.

Assim, Flávio avalia que o impeachment de Lula é mera questão de tempo.

De fato, na medida em que essa crise se aprofundar, o que parece um caminho irreversível, não haverá outra solução senão a defenestração do descondenado petista.

Veja o vídeo: