07/07/2025

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7 PERGUNTAS QUE MERECEM RESPOSTAS

Perguntas

1- Onde Lula enfia os olhos que só enxerga Israel cometendo 'GENOCÍDIO' e nunca enxerga o que a Rússia faz com a Ucrânia?


2- Quantas Marias precisam morrer para Fátima Promessa Bezerra mandar tapar os buracos nas RN's, que cortam Ceará-Mirim/RN?


3- Por que essa obsessão de Lula em querer taxar os super ricos e aceita caladinho o calote milionário da Venezuela de Cuba e de outras carniças?


4- Se a prefeitura de Ceará-Mirim/RN só contratasse pessoas que residem na cidade, quanto em dinheiro era injetado na economia cearamirinense?


5- A cada dia que passa nos deparamos com crimes cada um mais bárbaro que outro. Por que a esquerda e o STF vivem de amolecer regras para a bandidagem?


6- Lula quer por cima de pau e pedra taxar os ricos. Será que esta imposição também serve pra ele?


7- Universidade decide cancelar prêmios de nadadora trans. Instituição deu os títulos para as mulheres biológicas que ficaram em segundo lugar. A universidade agiu certo ou errado?

O JOGO DE CARTAS MARCADAS - A FARSA PETISTA NAS URNAS

A farsa petista nas urnas: O jogo de cartas marcadas

Os petistas vão às urnas para escolher o novo presidente do partido. Por trás da fachada democrática, temos um jogo de cartas marcadas, em que a direção do partido continuará, como sempre, nas mãos do seu caudilho, Lula.

Os três candidatos de “oposição” pregam uma ruptura com o Congresso e uma guinada para a esquerda. Sim, é possível ser mais esquerda do que isso que está aí, os venezuelanos que o digam. Romênio Pereira, um dos candidatos, chega a afirmar que Lula venceu as eleições “pela esquerda”, mas começou a governar “pela direita”. E eu que jurava que Lula liderou uma “frente democrática”, e que seria “pragmático” em termos de política econômica.

Mas o importante mesmo é ouvir o que Edinho Silva, o candidato de Lula, tem a dizer. É ele o porta-voz do presidente. Edinho diz: “é preciso uma grande concertação política para devolver poderes ao Executivo”. Em outra palavras: sem Mensalão, Petrolão e com emendas impositivas, não conseguimos governar. Lula seria então o Cara para liderar um processo político que empoderaria… o próprio Lula! É ou não é fofo?

Dizer que o Congresso é de “direita” é elevar muito o seu nível. Há sim, um núcleo ideológico, mas é muito pequeno para inviabilizar qualquer governo. O que temos é uma grande maioria gelatinosa em busca das sinecuras do poder. Eu diria que é fácil, muito fácil governar com um Congresso desses, basta dividir o poder, coisa que Lula e o PT nunca fizeram. Temer mostrou o caminho, e Bolsonaro, depois de um início claudicante com aquela bobajada da Nova Política, entregou a Casa Civil ao centrão e aprovou tudo o que quis no Congresso.

Governar sem dividir o poder, só com uma popularidade estelar. Foi o que aconteceu no segundo mandato, ainda que tínhamos o Petrolão para azeitar a máquina. Com o atual nível de popularidade, e aferrado aos instrumentos de poder, Lula sonha com uma grande “concertação política” que lhe devolva o poder. Só isso já demonstra o quanto o líder do PT está desconectado da realidade.

Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.

jornaldacidadeonline

O JORNAL NACIONAL AGORA TEM UM 'CALO' CHAMADO NUBANK

Informação vaza e revela que novo patrocínio do JN encurralou Bonner e abalou bastidores da Globo

Desde que o Nubank foi anunciado como um dos patrocinadores oficiais do Jornal Nacional, surgiram alertas nos bastidores da Rede Globo sobre possíveis interferências na linha editorial do telejornal. Profissionais do setor relatam, sob condição de anonimato, que determinadas pautas estariam sendo discutidas previamente com o banco. Um episódio recente alimentou a suspeita: após a veiculação de uma matéria sobre um tema econômico delicado, foi exibido imediatamente um comercial da fintech com a frase “Vocês viram aí no jornal, né?”, sinalizando uma sincronia incomum entre o conteúdo noticioso e a publicidade — uma vez que o JN é ao vivo e os comerciais são gravados.

A informação é do jornalista Alessandro Lo-Bianco.

William está encurralado.

Fontes internas afirmam que o banco pode ter exercido influência direta na definição da pauta. Uma das críticas recorrentes é a dificuldade de sustentar uma narrativa jornalística isenta quando, logo após a exibição de determinada reportagem, o patrocinador aparece promovendo uma posição convergente — ou até oposta — àquela apresentada no noticiário.

“Não dá para o jornal afirmar uma coisa e, em seguida, o banco patrocinador contradizer ou reforçar a mensagem com uma campanha publicitária”, pontuou uma das fontes.

A crise agora é institucional. A Globo, que sempre defendeu publicamente sua independência editorial como um pilar inegociável, vê-se diante de um dilema: como preservar sua credibilidade diante de uma suspeita crescente de interferência comercial em seu principal telejornal?

O patrocínio do Nubank, que até então era tratado como mera inserção comercial, agora é encarado por parte dos profissionais como uma possível ameaça ao conteúdo jornalístico. Em reuniões internas, a meta tem sido clara: conter os danos e garantir que o episódio mais recente não custe a confiança que o público deposita no Jornal Nacional.

NO EVENTO DO BRICS DILMA VOLTA A FALAR EM 'ESTOCAR VENTO'

Dilma volta a defender fala sobre “estocar vento”

A presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), Dilma Rousseff, voltou a defender neste sábado (5), no Rio de Janeiro, a polêmica declaração sobre “estocar o vento”, feita por ela durante discurso na ONU, em 2015.

Durante entrevista no evento do Brics, Dilma disse que foi mal interpretada na época e afirmou que a ideia de armazenar energia do vento e do sol é hoje reconhecida como importante para enfrentar crises energéticas.

– No passado, lembro que disse que tinha que armazenar vento e sol. Pois muito bem, saibam que essa é uma das áreas mais importantes para resolver problemas como o que ocorreu em Portugal e na Espanha – afirmou.

Ela se referia à necessidade de investir em tecnologias de armazenamento de energia renovável, como alternativa às variações da geração eólica.

Na fala de 2015, Dilma virou meme ao dizer que, com o avanço da tecnologia, seria possível armazenar energia gerada pelo vento e transmiti-la por linhas elétricas, beneficiando o planeta. As informações são da CNN.

UM VAGABUNDO QUE ATACA UMA MENINA DE 5 ANOS PORQUE O PAI É RICO, PODE SER CHAMADO DE PROFESSOR? - VERME

Professor comunista que atacou criminosamente a família de Roberto Justus teve cargo importante em governo Lula

A família de Roberto Justus virou alvo de esquerdistas da pior espécie na rede social X.

A exposição da filha pequena de Justus nas imagens, não impediu os ataques criminosos, que misturaram discurso de ódio com críticas ideológicas ao que os agressores chamaram de “reinado capitalista” da família.

O site O Antagonista conseguiu identificar um professor da UFRJ como um dos agressores. Ele fez uma postagem sugerindo “guilhotina” contra a família do empresário Roberto Justus.

Tudo começou após um perfil de celebridades publicar uma foto que mostra o empresário com sua esposa, a modelo e advogada Ana Paula Siebert, e a filha do casal, Vicky.

“RICA! Totalmente fora da minha realidade, Vicky, filha de 5 anos de Roberto Justus e Ana Paula, usa bolsa de R$ 14 MIL para combinar look com seus pais”, publicou o perfil, ao comentar imagens que tinham sido postadas no perfil do próprio Justus no Instagram.

“Os bolcheviques estavam certos”, comentou um homem identificado no X como “Gui Jong Un” (certamente em referência ao ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-Un), mas apresentado em sua conta associada do Instagram como Guilherme Rodrigues, onde se descreve como “Comunista”, “Psicólogo e Mestre em Psicologia”, morador da Rússia e defensor dos slogans “Por um Governo Popular” e “Free Palestine” (Palestina livre).

O apelido no X aparece entre duas bandeiras da Palestina e dois símbolos do comunismo com foice e martelo cada um.

Os bolcheviques eram uma facção do Partido Operário Social-Democrata Russo que, liderados por Lenin, defendiam uma revolução socialista armada e a ditadura do proletariado. Eles chegaram ao poder com a Revolução de Outubro de 1917 e deram início à repressão em massa conhecida como Terror Vermelho, com prisões e execuções por motivos políticos.

“Só guilhotina…”, acrescentou, na postagem de “Gui Jong Un”, o professor titular da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ) Marcos Dantas, referindo-se à máquina de execução usada durante o período de Terror da Revolução Francesa, entre 1793 e 1794, para cortar cabeças.

Ele também se apresenta no X como “Líder do ComMarx-Grupo Marxiano de Pesquisa em Informação, Comunicação e Cultura”, baseado na obra do socialista alemão Karl Marx (1818-1883).

O site pessoal de Marcos Dantas, onde ele apresenta seu currículo, remete à mesma conta no X e informa que ele participou do governo Lula, no primeiro mandato do presidente:

“Já exerceu os cargos de Secretário de Educação a Distância do MEC (2004-2005), Secretário de Planejamento e Orçamento do Ministério das Comunicações (2003) e integrou o Conselho Consultivo da ANATEL, entre outras funções públicas.”

Outro site, de esquerda, resumiu em 14 de fevereiro de 2011 a trajetória de Marcos Dantas, mostrando que a relação com o governo Lula incluiu ajuda na elaboração de seus programas e participação na equipe de transição.

Eis um trecho:

“Desde então, tem participado do debate sobre políticas de comunicações, inclusive ajudando, nesse aspecto, a elaborar os programas de Governo do então candidato Lula. Participou na transição, quando redigiu os tópicos sobre TV digital que, depois, orientariam as decisões do ministro Miro Teixeira, do qual foi secretário de Planejamento, no Ministério das Comunicações.

Em 2004, esteve à frente da Secretaria de Educação a Distância do MEC e, depois de retornar às salas de aula do Departamento de Comunicação Social da PUC, onde estava desde 1998, passou por concurso e leciona, desde 2009, na Graduação e Pós-Graduação da Escola de Comunicação da UFRJ.”

As informações foram confirmadas em documentos oficiais dos ministérios.

Ainda no X, complementando o comentário de “Gui Jong Un” sobre a família Justus, Aline Alves de Lima, que se descreve como “esquerdista e psicanalista”, e cujo nome aparece ao lado do símbolo do comunismo e de uma estrela, escreveu: “Tem que mtr mesmo! PQP!!!!!!”

jornaldacidadeonline

LULA QUER USAR O STF PARA FECHAR O CONGRESSO - POR J. R. GUZZO

Governo Lula quer usar o STF para fechar o Congresso

O governo Lula tem feito nestes dois últimos anos e meio um trabalho realmente notável para demonstrar que é possível, sim, cometer o erro perfeito. É mais ou menos como falam os meteorologistas quando precisam descrever uma daquelas tempestades em que tudo o que poderia acontecer de ruim com os elementos naturais acontece — e o resultado é a tormenta que chamam de “perfeita”, ou seja, pior não poderia ficar.

A última tempestade perfeita que o governo arrumou para si próprio, e que como sempre os brasileiros terão de pagar, é um golpe mal e porcamente planejado e ainda pior executado — o aumento do IOF. Conseguiram aí, mais uma vez, atingir um nível de tolerância zero com o acerto, como já tinha acontecido com a tentativa de “monitorar” o Pix e em geral acontece toda a vez que a “equipe econômica” resolve ter uma ideia.

O imenso tumulto que o governo Lula armou para aprovar o aumento do IOF, o que, aliás, não conseguiu até agora, é um case study em matéria de como não resolver um problema fiscal. Pense em alguma coisa errada que o governo poderia fazer; eles fizeram. Pense em alguma coisa certa, uma ao menos, que pudessem ter feito; eles não fizeram.

O governo quebrou o Brasil porque, muito simplesmente, gasta mais do que tem o direito de gastar — e, pior do que tudo, não gasta para melhorar nada, mas para enriquecer a máquina do Estado. Falta dinheiro no Tesouro Nacional não porque o governo esteja cobrando pouco imposto. Vai arrecadar mais de R$ 4 trilhões este ano. Tem feito um aumento de imposto a cada 40 dias. O brasileiro, hoje, tem de trabalhar cinco meses inteiros do ano só para pagar o Fisco.

Falta dinheiro porque o governo Lula executa hoje o maior programa de concentração de renda do mundo, transferindo o resultado da produção e do trabalho, cada vez mais, para os cofres do Estado. É, ao mesmo tempo, uma estratégia de perpetuação da pobreza. O dinheiro que está entrando não é “redistribuído” para os pobres, como diz a extrema esquerda; nunca é. Serve apenas para enriquecer o Estado e quem vive às suas custas.

Num país em que o salário médio da magistratura é de R$ 60 mil por mês, e em que a Força Aérea não tem dinheiro para encher o tanque de seus aviões, a única saída é cortar gasto — e o que há de gasto a ser cortado neste país não tem tamanho. Mas Lula aumenta o imposto. Perde por 383 a 98 a votação que bloqueia o aumento. Usa uma dúzia de deputados do Psol para anular a vontade desses 383. Põe a culpa de tudo nos “ricos”. Faz o pior discurso do ódio que há hoje na praça. Chama o STF para fechar, na prática, o Poder Legislativo. Aposta na violência. É a obsessão pelo erro.

06/07/2025

CEARÁ-MIRIM: REDEMAIS OPÇÃO ESTAR PERTO É O QUE NOS FAZ GRANDES - OFERTAS DE 04 A 15/07/2025

 

LOROTA: LULA PERDOA MILIONÁRIOS, INCLUSIVE ELE MESMO NA HORA DE QUERER TAXAR OS SUPER RICOS!

“Lula quer taxar os super ricos?” Mentira! Ele perdoa milionários, inclusive a si mesmo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus aliados da extrema-esquerda lulofascista vivem repetindo um bordão com cara de slogan populista: “Precisamos taxar os super-ricos!”. Porém, basta uma análise séria e desprovida de paixões ideológicas para concluir que essa fala não passa de uma mentira conveniente. Pior: de uma estratégia de manipulação para encobrir a real prática de um governo que, longe de punir os mais ricos, perdoa suas dívidas, desfaz punições e protege seus aliados milionários.

Durante seus mandatos, Lula já concedeu ou articulou o perdão de dívidas bilionárias a empresários, bancos e até países estrangeiros. Em 2009, o governo brasileiro perdoou cerca de US$ 900 milhões em dívidas de países africanos, incluindo Congo, Moçambique e Tanzânia.

Os perdões foram concedidos mesmo sem contrapartidas objetivas para o Brasil, em nome de uma vaga “solidariedade internacional”. Esse dinheiro poderia ter sido usado para combater pobreza e miséria dentro do território nacional.

No mesmo período, o BNDES concedeu mais de R$ 10 bilhões em empréstimos subsidiados para empreiteiras brasileiras atuarem no exterior, em países como Cuba, Venezuela e Angola. Os empréstimos, depois investigados pela Lava Jato, foram dados a empresas como Odebrecht, OAS e Andrade Gutierrez, todas envolvidas em grandes escândalos de corrupção.

A hipocrisia chega ao ápice quando se examina a própria situação do presidente Lula com a Receita Federal. Segundo a imprensa, a Receita havia identificado R$ 18 milhões em receitas não declaradas pelo Instituto Lula, com base em auditoria fiscal feita em 2016. O processo foi anulado pelo STF, que declarou nulas as provas colhidas pela Lava Jato.

Ou seja: enquanto pequenos empresários e trabalhadores autônomos vivem o peso da fiscalização tributária, o ex-presidente teve suas dívidas anuladas com a caneta do Supremo.

Além disso, Lula declarou ao TSE em 2022 um patrimônio pessoal de R$ 7,4 milhões, incluindo imóveis, aplicações e veículos.

A extrema-esquerda lulofascista tenta vender a ideia de que a direita protege os ricos, enquanto ela própria seria defensora dos pobres contra os “privilegiados”. A realidade é oposta: os governos de esquerda no Brasil historicamente protegeram grandes empresários "amigos do rei", perdoaram dívidas bilionárias de governos aliados ideológicos e blindaram seus próprios líderes milionários contra a Justiça e o Fisco.

O discurso de Lula, acompanhado pela extrema-esquerda lulofascista e sua militância de redação, sobre justiça fiscal e taxação dos super-ricos é pura encenação. Trata-se de mais uma tática de manipulação política para manter o povo sob controle narrativo, enquanto a prática real é o favorecimento de elites seletivas e o apagamento de dívidas de seus próprios aliados — inclusive dele mesmo.

Quem realmente defende justiça fiscal e igualdade perante a lei não pode ser cúmplice desse teatro. E no caso de Lula, o abismo entre discurso e prática não é só incoerência — é fraude moral.

Henrique Alves da Rocha Coronel da Polícia Militar do Estado de Sergipe.

jornaldacidadeonline

NADADORA TRANS TEM PRÊMIO DE CAMPEÃ CANCELADO POR UNIVERSIDADE QUE ENTREGA A 2ª COLOCADA

Universidade decide cancelar prêmios de nadadora trans

A Universidade da Pensilvânia (UPenn) decidiu banir atletas trans dos times femininos após um acordo firmado na terça-feira (2) com o Departamento de Educação dos EUA. A instituição também apagará os feitos anteriores de atletas trans, como recordes e prêmios.

A decisão ocorre após uma investigação federal que concluiu que a universidade violou a lei Title IX, que proíbe discriminação com base no sexo em programas educacionais financiados pelo governo. A denúncia foi motivada pela participação da nadadora trans Lia Thomas nos anos de 2021 e 2022.

Pelo acordo, a universidade se comprometeu a devolver todos os títulos e recordes obtidos por atletas trans a mulheres biológicas, além de enviar cartas de desculpas às nadadoras afetadas. A medida foi celebrada pela secretária de Educação, Linda McMahon.

– Graças à liderança do presidente Trump, a UPenn reconheceu os erros e garantiu proteção ao esporte feminino – disse McMahon. Ela também afirmou que o governo pode cortar verbas de instituições que não sigam as regras.

Lia Thomas foi a primeira atleta trans a vencer um campeonato nacional da NCAA, em 2022, mas seus recordes já foram removidos do site da universidade. A Ivy League, porém, ainda a mantém como recordista em algumas provas.

O presidente da universidade, J. Larry Jameson, declarou que, embora as regras da época seguissem os critérios da NCAA, a decisão de firmar o acordo visa garantir que os atletas atuais possam continuar competindo sem risco de sanções.

O Departamento de Educação vem pressionando outros estados, como Califórnia, Minnesota e Maine, a seguir a mesma linha. Em todos os casos, a ameaça é a mesma: perda de financiamento federal. As informações são do The New York Post.

pleno.news

NO BRICS LULA CHAMA ISRAEL DE GENOCIDA - FEDERAÇÃO ISRAELITA EM SP REAGE

Fisesp reage após Lula chamar Israel de genocida no Brics

A Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp) divulgou uma nota neste domingo (6) criticando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por voltar a acusar Israel de genocídio durante a abertura da Cúpula dos Brics, realizada no Rio de Janeiro. A entidade disse que a fala do petista “ignora a realidade dos fatos” e representa “retórica ideológica”.

Lula defendeu a criação de um Estado palestino dentro das fronteiras de 1967 e afirmou que “não é possível permanecer indiferente ao genocídio praticado por Israel em Gaza”, classificando como “matança indiscriminada” o que ocorre na região. O presidente disse ainda que a fome tem sido usada como “arma de guerra”.

Para a Fisesp, ao usar a palavra genocídio, Lula “desrespeita a memória das vítimas do Holocausto e banaliza um dos crimes mais graves da história da humanidade”. A entidade afirmou que a declaração “não é apenas falsa, é perigosa” e “legitima o terrorismo, estimula o antissemitismo e isola o Brasil no cenário internacional”.

A nota também critica o fato de Lula não mencionar o Hamas nem cobrar a libertação dos reféns.

– Para o presidente da República, esse horror parece invisível – disse a federação, lembrando que cerca de 50 pessoas seguem sequestradas desde o ataque de 7 de outubro de 2023.

A Fisesp declarou que Israel e os judeus apoiam a criação de um Estado Palestino, “mas livre do terrorismo do Hamas e sem o financiamento antissemita do Irã”.

E finalizou:

– Paz se constrói com verdade. E a verdade é que não há paz possível enquanto o Hamas existir.

LEIA NA ÍNTEGRA:

A Federação Israelita do Estado de São Paulo (FISESP) manifesta profunda indignação diante das recentes declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a sessão “Paz e Segurança e Reforma da Governança Global” do BRICS, neste domingo (6). Ao voltar a acusar Israel de genocídio e defender que a solução do conflito passa exclusivamente pelo fim da “ocupação israelense”, o presidente ignora, mais uma vez, a realidade dos fatos, escolhendo o caminho da retórica ideológica, e não da responsabilidade diplomática.

Desde o massacre promovido pelo Hamas em 7 de outubro de 2023, Israel vive sob ataque. Famílias foram destruídas. Mulheres foram estupradas. Crianças foram executadas. 50 pessoas seguem sequestradas há mais de 630 dias em Gaza, sendo vítimas diárias de tortura física e psicológica. No entanto, para o presidente da República, esse horror parece invisível.

Lula não menciona o Hamas. Não exige a libertação dos reféns. Não condena os mísseis lançados sobre civis israelenses. Mas condena Israel, a única democracia do Oriente Médio, por defender sua população.

Ao falar em “genocídio”, o presidente desrespeita mais uma vez a memória das vítimas do Holocausto e banaliza um dos crimes mais graves da história da humanidade. Sua fala não é apenas falsa, é perigosa. Ela legitima o terrorismo, estimula o antissemitismo e isola o Brasil no cenário internacional ao colocá-lo ao lado de regimes ditatoriais que sufocam liberdades.

A recente reportagem da revista The Economist, classifica com precisão a atual política externa brasileira como “incoerente” e “hostil ao Ocidente”. Um país que condena ataques a instalações iranianas, ignorando o fato de que o Irã financia o Hamas e reprime brutalmente mulheres e minorias, não está promovendo a paz. Está escolhendo lados. E escolheu o lado errado.

Lula se aproxima da Rússia, da Venezuela e do Irã, mas se afasta de democracias e ignora o sofrimento de civis israelenses. Participa de cúpulas ao lado de ditadores, mas não aperta a mão do presidente dos Estados Unidos. Se diz mediador da paz, mas só aponta o dedo para um lado do conflito. Isso não é neutralidade. É cumplicidade.

A Federação Israelita de do Estado de São Paulo reafirma que Israel e os judeus ao redor do mundo desejam, sim, um Estado Palestino, mas livre do terrorismo do Hamas e sem o financiamento antissemita do Irã. O Hamas não quer dois Estados. Não quer coexistência. Quer destruição. E, diante da paz, o terror perde sua razão de existir.

O presidente da República deve lealdade ao povo brasileiro, não aos regimes que patrocinam o terror. Em nome das vítimas do 7 de outubro, dos reféns ainda vivos e da verdade histórica, exigimos responsabilidade, equilíbrio e humanidade por parte do Chefe de Estado. O Brasil, que já foi referência diplomática no mundo, não pode ser porta-voz do ódio.

Paz se constrói com verdade. E a verdade é que não há paz possível enquanto o Hamas existir.

pleno.news