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27/06/2026

VAMOS TRABALHAR PARA SUSTENTAR CENTENAS DE PARASITAS

Fundo Eleitoral vai repassar quase R$ 5 bi a 30 partidos para campanhas em 2026

Os 30 partidos políticos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vão receber juntos quase R$ 5 bilhões do Fundo Eleitoral para as eleições de 2026. O TSE divulgou na semana passada os valores do Fundo Especial de Financiamento de Campanha destinados a cada partido político.

O Fundo Eleitoral é constituído por recursos públicos destinados ao financiamento das campanhas eleitorais, já que empresas são proibidas de doar. A distribuição entre os partidos considera a representatividade de cada um no Congresso Nacional, ou seja, quem tem mais parlamentares ganha mais. A divulgação cumpre dispositivo da Lei das Eleições.

O Partido Liberal (PL) é a sigla com maior valor, em torno de R$ 881 milhões. Em seguida, aparecem o Partido dos Trabalhadores (PT), com aproximadamente R$ 615 milhões, e o União Brasil, com cerca de R$ 526 milhões. Juntas, as três legendas concentram quase 40% do montante distribuído pelo Fundo Eleitoral.

Partido

Fundo Eleitoral

PL 

R$ 881 milhões 

PT 

R$ 615 milhões 

União Brasil 

R$ 526 milhões 

PSD 

R$ 421 milhões 

PP 

R$ 417 milhões 

MDB 

R$ 400 milhões 

Republicanos 

R$ 348 milhões 

Podemos 

R$ 246 milhões 

PDT 

R$ 169 milhões 

PSB 

R$ 152 milhões 

PSDB 

R$ 147 milhões 

Psol 

R$ 131 milhões 

Solidariedade 

R$ 88 milhões 

Avante 

R$ 72 milhões 

PRD 

R$ 71 milhões 

PC do B 

R$ 60 milhões 

Cidadania 

R$ 60 milhões 

PV 

R$ 45 milhões 

Rede 

R$ 35 milhões 

Novo 

R$ 37 milhões 

Unidade Popular

R$ 3,3 milhões

PSTU

R$ 3,3 milhões

PRTB

R$ 3,3 milhões

PCO

R$ 3,3 milhões

PCB

R$ 3,3 milhões

Mobiliza

R$ 3,3 milhões

Missão

R$ 3,3 milhões

Democrata

R$ 3,3 milhões

DC

R$ 3,3 milhões

Agir

R$ 3,3 milhões

Total

R$ 4,9 bilhões

Com informações do TSE

Fonte: Agência Senado

22/06/2026

E SE FOSSE MORAES QUE TIVESSE QUE TOMAR UMA DECISÃO CONTRA LULA?

Mendonça suspende impulsionamento de vídeo que associa Lula ao PCC e ao CV

O vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro André Mendonça, determinou que o Partido Liberal (PL) suspenda o impulsionamento de um vídeo que associa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a investigados por suposto envolvimento com o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).

A decisão liminar, assinada por Mendonça nesta sexta-feira, 19, também obriga a Meta a impedir novos impulsionamentos pagos da publicação no Instagram e no Facebook.

A medida atende a uma representação apresentada pela Federação Brasil da Esperança, responsável pela pré-candidatura de Lula à reeleição. Segundo a ação, o diretório nacional do PL desembolsou R$ 4,5 mil para ampliar o alcance do vídeo.

A defesa do petista sustenta que a gravação reúne trechos isolados de notícias sobre influenciadores e cantores presos em operações policiais para criar a narrativa de que eles seriam aliados de Lula.

Ao analisar o caso, Mendonça afirmou que a legislação eleitoral permite críticas entre adversários políticos, mas proíbe o uso de impulsionamento pago para ampliar conteúdos destinados a depreciar um oponente.

Na decisão, Mendonça afirmou que o entendimento do TSE permite o impulsionamento apenas de conteúdos destinados a promover candidatos e partidos. O ministro também ressaltou que a liminar se restringe ao vídeo citado na representação apresentada pela Federação Brasil da Esperança.

Segundo o magistrado, a medida não impede que partidos e agentes políticos façam críticas ao presidente da República, ao governo federal, ao Partido dos Trabalhadores ou tratem de temas relacionados à segurança pública e ao combate ao crime organizado, desde que não utilizem impulsionamento pago para divulgar conteúdo negativo contra adversários.

André Mendonça atua como vice-presidente do TSE e juiz auxiliar nas eleições e responde pela relatoria de representações na Justiça Eleitoral. Também exercem essa função o presidente do TSE, Kássio Nunes Marques, e a ministra Estela Aranha.

PT entra com ação para derrubar outro vídeo da campanha de Flávio

O Partido dos Trabalhadores (PT) também acionou o TSE nesta sexta-feira, 19, para pedir a retirada de outro vídeo publicado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em seu perfil oficial no Instagram.

A peça, produzida com inteligência artificial (IA), mostra o parlamentar, que é o pré-candidato do Partido Liberal à Presidência da República, em uma ação fictícia de combate a organizações criminosas. Na gravação, Flávio aparece a bordo de uma aeronave ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Vestidos com trajes militares, os dois surgem disparando contra embarcações identificadas com as siglas PCC, referência ao Primeiro Comando da Capital, e CV, em alusão ao Comando Vermelho. Um terceiro barco, marcado com a sigla PT, também aparece nas imagens.

Em nota divulgada à imprensa, a pré-campanha do liberal afirma que não pretende mudar sua estratégia política em razão da ação apresentada ao tribunal. “Flávio Bolsonaro não vai recuar no combate à criminalidade”, diz o comunicado. Até o momento, o TSE não se manifestou sobre o pedido apresentado pelo PT.

revistaoeste

16/06/2026

TSE: NUNES MARQUES COMEÇA A DESENGAVETAR PROCESSOS 'PARADOS NO TEMPO'

Nunes Marques pauta votação de processo parado há mais de um ano contra deputados do Centrão

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, pautou no último final de semana a votação de um processo movido pela Procuradoria-Geral Eleitoral que pede a cassação de três deputados estaduais do PP de Goiás.

A decisão de Nunes Marques foi tomada após o Estadão questioná-lo, no dia 5 de junho, sobre os motivos da demora para levar o caso à votação. Como revelou o jornal, o presidente do TSE manteve o processo engavetado por um ano e quatro meses. A ação será julgada em plenário na próxima terça-feira, 16.

Ao ser empossado no cargo de presidente do TSE em maio, Nunes Marques decidiu permanecer como relator da ação contra os deputados do PP, contrariando a prática de redistribuição automática dos processos que tramitam sob seus cuidados quando assume a chefia do tribunal.

Em nota, Nunes Marques afirmou que “a seleção dos casos que manterá sob sua relatoria é uma praxe de todos os presidentes que assumem”, mas não respondeu a perguntas sobre o prazo de tramitação nem detalhou os critérios que o fizeram levar o processo para a presidência. Após os questionamentos da reportagem, o presidente pautou o julgamento do caso para esta terça-feira, 16.

Uma portaria do TSE, de 2010, instituiu a “redistribuição automatizada de processos, sempre que ocorrer o afastamento definitivo do relator ou caso seja eleito presidente”.

Mas Nunes Marques manteve o caso do PP de Goiás consigo citando uma regra dos tribunais superiores que prevê a permanência do presidente com um processo quando já fez o relatório ou garantiu ter “aposto o seu visto”, termo que significa que o juiz está a par de todo o caso e pronto para votar.

O processo chegou ao TSE por meio de dois recursos, em outubro de 2024, quando Nunes Marques foi escolhido relator. A Procuradoria-Geral Eleitoral emitiu parecer – contra o PP – ainda no início de fevereiro de 2025.

Desde então, portanto há um ano e quatro meses, não há qualquer decisão do ministro Nunes Marques nem previsão de quando ele vai liberar o processo para julgamento no plenário.

O caso está relacionado a uma denúncia do PL e do DC em Goiás que apontou que o PP lançou mulheres como candidatas fantasmas na eleição a deputado estadual em 2022 para fraudar a cota de gênero. O artifício possibilitou o lançamento de mais candidatos homens competitivos e ampliou as chances de vitória de candidatos da chapa.

msn

10/06/2026

A JUSTIÇA NÃO DECIDE ELEIÇÃO, DECIDE AS 'MARACUTAIAS' DO BANCO MASTER

Toffoli toma posse no TSE e diz que Justiça não decide eleição

Nesta terça-feira (9), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, tomou posse no cargo de ministro efetivo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), órgão responsável pela organização das eleições de outubro.
Toffoli ocupará a vaga da ministra Cármen Lúcia, que deixou o tribunal após completar mandato de dois anos no comando da Corte. Ele disse que terá o compromisso de garantir a soberania do voto do eleitor nas eleições.

– Quem decide o processo eleitoral é o povo, não é a Justiça. Quem decide o voto é o senhor do voto. O efetivo momento em que todos brasileiros são efetivamente iguais é no momento de depositar o voto na urna eletrônica – afirmou.

COMPOSIÇÃO

O TSE é composto por sete ministros, sendo três do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois advogados indicados pelo presidente da República, além dos respectivos substitutos.

A partir de agora, a nova composição de ministros será:

– Kassio Nunes Marques (presidente)
– André Mendonça (vice-presidente),
– Dias Toffoli, Antonio Carlos Ferreira (STJ),
– Ricardo Villas Boas Cueva (STJ),
– Floriano Azevedo Marques (jurista) e
– Estela Aranha (jurista).

Agência Brasil

07/06/2026

IMORAL: VAMOS TRABALHAR PARA PAGAR O ESTUDO DOS FILHOS DOS SERVIDORES DO TSE

Brasileiro paga até pré-escola para filho de servidores do TSE

Entre as inúmeras regalias e benesses que o pagador de impostos tem que se virar para bancar para servidores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), direito muitas vezes negado ao brasileiro comum, está até a “assistência pré-escolar”. A regalia ajuda a engordar os já generosos salários da turma que está na elite do serviço público e garante mais R$1.288,47 aos beneficiários. Este ano, o TSE só publicou a gastança referente ao mês de abril, que turbinou vencimentos de 155 servidores. 

A turma do TSE não tem do que reclamar: só de “auxílio alimentação”, cada servidor ganhou R$1.860,51 em um mês, quase R$90 por dia útil.

A casta tem filhos, mas quem banca a creche ou a “pré-escola” são os pagadores de impostos. Além dos R$791,21 de auxílio-odontológico.

A conta da assistência médica e odontológica é muito maior, já que entram na fatura 1.232 titulares o outros 2.060 dependentes.

DP

04/06/2026

AÇÕES SOBRE O MASTER E DARK HORSE NO TSE TERÁ RELATORIA DE KASSIO NUNES

Kassio será relator de ações sobre Master e Dark Horse no TSE

O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Kassio Nunes Marques, será o responsável por três representações que tratam do caso Master e do filme "Dark Horse", que narra a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O ministro foi sorteado relator dos processos após ter publicado no fim de maio uma resolução em que designou a si mesmo e aos ministros André Mendonça e Estela Aranha para responderem pelas ações sobre propaganda eleitoral que chegarem à corte durante o pleito.

Um dos casos diz respeito à contestação apresentada pelo PL contra a pesquisa do instituto AtlasIntel. Segundo a sigla, um dos questionários do levantamento teria direcionado entrevistados de forma negativa ao incluir reprodução do áudio de uma conversa entre o pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Em outro processo, o deputado Rogério Correia (PT-MG) pede para o TSE barrar a exibição do filme em homenagem a Bolsonaro sob alegação de que a obra pode causar um “efeito eleitoral abusivo”.

Na terceira ação, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) acionou o tribunal para requerer uma investigação para apurar se houve abuso de poder econômico e político no financiamento do Dark Horse. O parlamentar afirma que a gravação terá repercussão nas eleições e poderá desequilibrar a disputa presidencial.

CNN Brasil

30/05/2026

NEPOTISMO CRUZADO?

Nunes Marques nomeia namorada de Toffoli para diretoria no TSE

O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, assinou a nomeação da jurista Renata Gil para um cargo estratégico na Corte. Renata, que é namorada do ministro do STF Dias Toffoli, vai comandar a Diretoria de Assuntos Internacionais da Presidência do tribunal. As informações são do portal O Antagonista.

A indicação polêmica chama a atenção porque ocorre menos de duas semanas após o próprio Toffoli ser eleito como membro titular do TSE. O ato oficial com a nomeação da jurista foi publicado no Diário Oficial da União e pegou os bastidores de Brasília de surpresa.

A nova função de Renata Gil inclui viagens para fora do país, onde ela vai chefiar missões internacionais para monitorar eleições em outras nações. Nas redes sociais, a jurista tentou justificar a vaga afirmando que o convite reforça a “importância da presença feminina em espaços de decisão”.

O cargo internacional que a namorada de Toffoli vai ocupar foi criado recentemente, justamente na atual gestão do ministro Kassio Nunes Marques.

22/05/2026

TSE: ANDRÉ MENDONÇA GANHA EMPODERAMENTO COM COMISSÃO CRIADA POR NUNES MARQUES

Nunes Marques monta comissão e empodera André Mendonça no TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, criou nesta sexta-feira a comissão responsável pela análise da propaganda eleitoral e incluiu o ministro André Mendonça no colegiado. A composição também terá a ministra Estela Aranha e o próprio presidente da corte.

Na prática, a decisão amplia o espaço de atuação de Mendonça em uma das áreas mais sensíveis das campanhas eleitorais. Caberá ao grupo analisar inicialmente pedidos apresentados por partidos e candidatos sobre temas como propaganda eleitoral antecipada, remoção de conteúdo e direito de resposta.

Estela Aranha já havia sido designada para a função na gestão anterior da ministra Cármen Lúcia. Com a nova formação, Nunes Marques passa a dividir a condução do tema com dois ministros de perfis distintos dentro da corte eleitoral.

Nos bastidores do tribunal, a avaliação é de que a composição busca equilibrar forças no colegiado. Mendonça e Nunes Marques foram indicados ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, enquanto Estela Aranha chegou ao TSE por indicação do ministro Flávio Dino, com quem trabalhou no Ministério da Justiça antes da ida dele ao STF.

A definição da comissão também deve destravar processos pendentes relacionados à propaganda eleitoral. Integrantes da corte estimam que ao menos 50 pedidos de liminar aguardavam análise devido à indefinição sobre os responsáveis pela área.

Tradicionalmente, a comissão é formada de maneira informal durante os períodos eleitorais, com a designação de um ministro titular e juízes auxiliares. Em 2022, o grupo foi composto por Cármen Lúcia, Maria Cláudia Bucchianeri e Raul Araújo. Na ocasião, Alexandre de Moraes, então presidente do TSE, ficou fora da comissão.

Na portaria publicada nesta sexta-feira, Nunes Marques também determinou que todas as decisões liminares sobre propaganda eleitoral sejam submetidas imediatamente ao plenário da corte, inclusive em sessões virtuais.

A medida segue entendimento recente adotado pelo STF de encaminhar decisões liminares para análise colegiada.

CNN Brasil

17/05/2026

O TSE JÁ RECEBEU 59 REPRESENTAÇÕES CONTRA OS 'SANTIHOS'

Campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro já travam batalha judicial no TSE

O Tribunal Superior Eleitoral recebeu 59 representações eleitorais entre janeiro e abril de 2026, número muito superior ao registrado no mesmo período de 2022, quando foram apresentadas apenas 14 ações.

O Partido Liberal lidera o número de processos, com 26 ações. Já o Partido dos Trabalhadores, por meio da Federação Brasil da Esperança, protocolou 21 representações.

A maior parte dos casos envolve acusações de propaganda eleitoral antecipada, prática proibida antes do início oficial da campanha, marcado pelo TSE para 16 de agosto.

As ações mostram o início da disputa judicial entre grupos políticos ainda no período pré-eleitoral, principalmente nas redes sociais.

Um dos principais desafios para a Justiça Eleitoral neste ano é o uso da inteligência artificial. Pelo menos seis processos tratam diretamente de conteúdos produzidos com IA ou deepfakes.

Entre os casos analisados está uma ação da Federação Brasil da Esperança contra o PL por um vídeo nas redes sociais que parodia a série “A Grande Família”, usando imagens sintéticas de Luiz Inácio Lula da Silva, da primeira-dama Janja Lula da Silva e de familiares do presidente.

Outro processo envolve a personagem “Dona Maria”, criada por inteligência artificial e usada em vídeos políticos nas redes sociais. PT, PCdoB e PV alegam desinformação e pedem a suspensão dos perfis ligados ao conteúdo.

Também chegaram ao TSE ações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro. Uma delas questiona a divulgação da “Picanha 01”, produto que traz a imagem do parlamentar com faixa presidencial. Outra trata de publicações que associavam o senador a um suposto integrante do crime organizado.

Outro processo, desta vez, protocolado pelo PL, cita uma postagem feita em conjunto por diferentes usuários do Instagram com fotos de Flávio Bolsonaro ao lado de um homem, afirmando se tratar do criminoso conhecido como “TH Joias”, apontado como lavador de dinheiro do Comando Vermelho.

Até agora, os únicos processos julgados pelo plenário do TSE envolvem o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou Lula no carnaval deste ano. O tribunal rejeitou pedidos para condenar o presidente e o PT por propaganda antecipada.

Todos os 59 processos estão sob relatoria da ministra Estela Aranha, responsável atualmente pela análise das ações ligadas à eleição presidencial de 2026.

g1

15/05/2026

FUX IGNORA MINISTROS DO STF NA POSSE DE NUNES NO TSE(!?)

Vídeo flagra atitude "estranha" de Fux diante de outros ministros

Na posse do Kássio Nunes Marques como presidente do TSE e do André Mendonça, seu vice, uma cena chamou a atenção.

Publicamente, o ministro Luis Fux simplesmente ignorou o Gilmar Mendes, o Alexandre de Moraes e o Cristiano Zanin, quando passou à frente deles.

E observem que bem na frente dos três, ele faz um gesto com a mão direita, levando-a à boca. Teria algum significado?

Isso denota que o relacionamento dentro da corte não está nada bom, e Fux demonstra altivez, firmeza e caráter, neste conturbado momento que vive o país.

Assista:

13/05/2026

'RABO CHEIO': NA POSSE DE NUNES MARQUES TEVE GUSTAVO LIMA, CHARUTOS E VINHOS. SÓ FALTOU AS 'QUENGAS' DE VORCARO!

Gusttavo Lima, charutos e vinhos: como foi o jantar pós-posse de Nunes Marques

A posse de Nunes Marques e André Mendonça no comando do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na terça-feira 12, teve protocolo, discursos e 1,5 mil convidados no plenário da Corte. A verdadeira celebração, no entanto, ocorreu horas depois.

Longe dos holofotes institucionais, a elite política e judicial de Brasília se reuniu às margens do Lago Paranoá para um jantar exclusivo marcado por música ao vivo, charutos e espumantes.

O convite para a celebração no espaço de eventos Villa Rizza, no Setor de Clubes Esportivos Sul, custou R$ 800 por pessoa (quase mil compraram o ingresso vendido pela Associação dos Juízes Federais do Brasil, a organizadora do evento). Sob iluminação âmbar, arranjos florais monumentais e vista privilegiada para o lago, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), integrantes do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do TSE, advogados, empresários e familiares de autoridades circularam entre mesas reservadas nominalmente para integrantes da cúpula do Judiciário.

Garçons serviam uísque Macallan (a garrafa mais barata custa por volta de R$ 700), espumante Chandon, vinho Miolo Sesmarias e drinques como Negroni, Aperol, Moscow Mule e gim tônica enquanto convidados transitavam pelo salão e pelas áreas externas do espaço. Ao fundo, uma banda ocupava o palco montado para a confraternização. Cantaram Sombrinha, Jorge Aragão, Dudu Nobre e Ivo Mirelles. Além deles, foi possível ver outras figuras que destoam do mundo da política, como o cantor sertanejo Gusttavo Lima e o técnico de futebol Vanderlei Luxemburgo.

O cardápio teve peixe, filé mignon ao molho madeira, risoto de queijo grana padano, massa e salada. De sobremesa, foram servidas tortas, mousse de chocolate e churros de banana.

No ambiente externo do evento, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, fumava charuto (havia das marcas Cohiba Lanceros, de R$ 4 mil, e MonteCristo, de R$ 200) ao lado do ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, diante da vista iluminada do Paranoá. Em outro ponto do salão, o ministro André Mendonça comia acompanhado da família e recebia cumprimentos de convidados.

Também compareceu ao jantar o decano do STF, Gilmar Mendes, acompanhado da namorada, a ministra do Tribunal Superior do Trabalho Morgana Richa. O casal interagiu com vários convidados, entre eles, Maria Cláudia Bucchianeri, ex-ministra do TSE, e Ricardo Lewandowski, ex-ministro da Justiça e do STF. A advogada Guiomar Mendes, ex-mulher do magistrado, marcou presença e conversou com diversas personalidades que vinham ao seu encontro. Participaram ainda Isabel Gallotti, Antonio Carlos Ferreira e Raul Araújo, todos do STJ. Da classe política, vieram o pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro (RJ), o ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL) e até o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP).

Ao longo da noite, autoridades conversavam em pequenos grupos espalhados por varandas e mesas do espaço. Seguranças acompanhavam discretamente a movimentação.

A cena ajudava a traduzir uma característica frequentemente associada a Brasília: a convivência íntima entre os personagens centrais do poder brasileiro. Na capital federal, magistrados, políticos, empresários, artistas e integrantes do alto funcionalismo frequentemente compartilham não apenas agendas institucionais, mas também festas, jantares e círculos sociais.

Do lado de fora, Brasília seguia silenciosa, marcada pelas avenidas largas e pela arquitetura monumental. Dentro do salão, porém, a atmosfera lembrava menos uma capital republicana e mais uma espécie de corte tropical erguida no cerrado, onde o poder circula entre charutos, espumantes e relações cultivadas longe dos plenários.

Cerimônia de posse de Nunes Marques no TSE

Mais cedo, na solenidade de posse no TSE, Nunes Marques defendeu uma Justiça Eleitoral “neutra”.

“Cabe a nós assegurar que o cidadão possa exercer sua escolha sem receio, sem constrangimento”, disse Nunes Marques. “Sem fraude e, ademais, bem informado. A neutralidade institucional da Justiça Eleitoral é precisamente o que lhe permite servir à liberdade política de todos.”

O presidente do TSE disse que a Justiça Eleitoral não tem a missão de substituir a soberania popular, mas protegê-la. “Não nos cabe escolher vencedores, nem orientar preferências políticas”, observou. “Devemos atuar com independência, equilíbrio e prudência, sem omissão diante de ameaças concretas ao processo democrático. Mas também sem incorrer em excessos incompatíveis com o Estado Democrático de Direito.”

O ministro fez uma referência especial à população brasileira, os eleitores responsáveis por elegerem seus representantes. “Todo poder emana do povo”, relembrou.

revistaoeste

ELES NÃO SABEM CANTAR O HINO NACIONAL?

Não sabem? Na posse de Marques, autoridades não cantaram o Hino


Ao tomar posse como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Kassio Nunes Marques afirmou que o sistema eletrônico de votação brasileiro “constitui um patrimônio institucional da nossa democracia” e o que o considera “o mais avançado do mundo”.

O início da solenidade ocorreu cerca de 40 minutos depois da hora marcada em razão de mais um dos habituais atrasos de Lula (PT), mas foi marcado também por uma constatação constrangedora: poucas autoridades que compunham a mesa principal da solenidade demonstraram saber entoar o Hino Nacional.

Enquanto uma banda tocava, a maior parte das autoridades, incluindo o próprio presidente da República, mantinham-se com suas bocas fechadas e alguns arriscavam balbuciar o Hino, lembrando a cena frequente antes do início de jogos de futebol, quando as câmeras mostram os jogadores sem cantar o Hino do seu próprio País.

Enquanto alguns poucos cantavam o Hino Nacional a plenos pulmões, como a ministra Cármen Lúcia, que deixou a presidência do TSE, e o ministro André Mendonça, que é o novo vice-presidente, autoridades como Lula, Edson Fachin (presidente do STF), Paulo Gonet (procurador-geral) e Davi Alcolumbre (presidente do Senado) nem sequer tentavam acompanhar.

A cerimônia de posse contou com a presença, além de Lula, dos presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Fachin.

Em seu discurso, Nunes Marques destacou a obrigação de o TSE cumprir com missão constitucional de organizar eleições limpas e transparentes. “Reputo essencial que o TSE cumpra com sua missão constitucional de organizar, orientar e fiscalizar as eleições para que sejam eleições limpas e transparentes. É dessa maneira que cada voto deverá ser computado como expressão da soberania popular, haja respeito à liberdade de expressão e pensamento”, disse.

DP

'GUERRA': OS RECADOS CONTINUAM SENDO DADOS, SÓ NÃO VER QUEM NÃO QUER

No TSE, Alcolumbre, Fachin e Motta evitam aplaudir Messias

A cerimônia de posse de Nunes Marques na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta terça-feira (12), acabou servindo também como palco para um novo capítulo da crise entre Palácio do Planalto e Congresso após a derrota da indicação do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A razão para isso foi um gesto – ou a ausência dele – que teve relevância no meio político: o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), optou por não aplaudir o chefe da AGU, que estava presente na posse, quando ele foi citado nominalmente durante discurso do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti.

Messias foi mencionado de forma elogiosa por Simonetti, que o chamou de “querido amigo”. Enquanto parte do público reagiu com aplausos, Alcolumbre permaneceu imóvel. O gesto foi acompanhado por outras figuras de peso presentes na solenidade, como o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o presidente do STF, Edson Fachin, que também não aderiram à manifestação. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aplaudiu brevemente.

A cena ganhou peso por ocorrer apenas duas semanas após o Senado rejeitar a indicação de Messias para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal, vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso no ano passado. A derrota foi histórica: pela primeira vez desde 1894, o Senado recusou formalmente um indicado presidencial ao STF. O placar final foi de 42 votos contra 34, em votação secreta.

Desde antes da sabatina, Alcolumbre já articulava contra o nome de Messias. O senador defendia outro nome para a vaga: seu aliado Rodrigo Pacheco (PSB-MG), ex-presidente do Senado. Lula, no entanto, tinha outros planos para Pacheco, vendo nele um potencial candidato ao governo de Minas Gerais, e manteve a aposta em Messias.

A tensão ficou visível também na disposição das autoridades durante a posse. Lula e Alcolumbre ficaram sentados lado a lado, mas evitaram interações públicas, sem troca de olhares ou conversas perceptíveis. Nunes Marques ocupou a cadeira ao lado oposto do presidente.

Nos bastidores, a derrota de Messias segue reverberando. Segundo relatos divulgados pela imprensa, o AGU teria atribuído sua rejeição a uma articulação envolvendo ministros do Supremo, mencionando nominalmente Alexandre de Moraes e Flávio Dino como influenciadores do resultado no Senado.

POSSE DE NUNES NO TSE: ESPOSA DE MORAES SENTA NA MESMA FILEIRA DE MICHELLE

Michelle e esposa de Moraes sentam na mesma fileira

Durante a cerimônia de posse da nova presidência do Tribunal Superior Eleitoral, nesta terça-feira (12), Michelle Bolsonaro e Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, sentaram próximas na plateia do evento.

Na mesma fileira também estava a governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão. Em determinado momento, Viviane chamou a atenção de Michelle e pareceu indicar algo relacionado às cadeiras. Não foi possível identificar o teor da conversa.

A cerimônia marcou a posse dos ministros Nunes Marques e André Mendonça como presidente e vice-presidente do TSE. Ambos foram indicados ao Supremo Tribunal Federal pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

Nunes Marques chegou a convidar Bolsonaro para acompanhar a posse, mas o ex-chefe do Executivo não compareceu por estar em prisão domiciliar.

Assista:

NUNES E MENDONÇA ASSUMEM COMANDO DO TSE

TSE passa a ser comandado por Nunes e Mendonça

Os ministros Nunes Marques e André Mendonça assumiram, nesta terça-feira (12), a presidência e a vice-presidência do Tribunal Superior Eleitoral. A dupla ficará responsável por conduzir a Corte durante as eleições gerais de 2026.

Entre os desafios da nova gestão estão a organização do pleito, a segurança das urnas eletrônicas e o combate à desinformação nas redes sociais. O tribunal também pretende reforçar a gestão administrativa e manter a confiança pública no sistema eleitoral.

A escolha da presidência do TSE segue o critério de antiguidade entre os ministros do Supremo Tribunal Federal que integram a Corte Eleitoral. O sistema de rodízio é adotado para garantir alternância no comando e continuidade dos trabalhos.

Natural de Teresina, no Piauí, Nunes Marques tem 53 anos e integra o STF desde 2020. Antes disso, atuou como desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região e também passou pelo Tribunal Regional Eleitoral do Piauí.

André Mendonça, também de 53 anos, nasceu em Santos, em São Paulo, e chegou ao STF em 2021. Ao longo da carreira, chefiou a Advocacia-Geral da União em duas ocasiões e foi ministro da Justiça e Segurança Pública.

11/05/2026

CUMPRINDO PROTOCOLO NUNES MARQUES CONVIDA BOLSONARO PARA SUA POSSE NO TSE

Ministro Nunes Marques convida Bolsonaro para posse no TSE

O ministro Kassio Nunes Marques, que assumirá nesta terça-feira (12) a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), convidou o ex-presidente Jair Bolsonaro para a cerimônia de posse, mesmo com o ex-chefe do Executivo atualmente em prisão domiciliar.

Segundo informações apuradas pelo canal SBT News, Nunes Marques afirmou a interlocutores que apenas seguiu o protocolo tradicional adotado em solenidades do tipo. Dessa forma, todos os ex-presidentes da República vivos teriam sido convidados para o evento, incluindo Dilma Rousseff, Michel Temer, Fernando Collor de Mello, José Sarney e Bolsonaro.

Apesar do convite, a eventual presença de Bolsonaro depende de autorização judicial. Como o ex-presidente cumpre prisão domiciliar, qualquer deslocamento depende de aval do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator responsável pela execução penal relacionada à condenação de Bolsonaro no processo sobre tentativa de golpe de Estado.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também está entre os convidados para a cerimônia de transmissão de comando da Corte Eleitoral.

Indicado ao STF por Jair Bolsonaro em 2020, Nunes Marques foi o primeiro nome escolhido pelo então presidente para integrar a Suprema Corte. Agora, ele assume o comando do TSE pelos próximos dois anos, substituindo a ministra Cármen Lúcia no comando.

A vice-presidência da Corte ficará com o ministro André Mendonça, também indicado por Bolsonaro ao STF, em 2021.

O TSE é composto por sete ministros, sendo três oriundos do Supremo Tribunal Federal, o que gera um sistema de rodízio entre integrantes da Corte para ocupação dos cargos de presidente e vice-presidente.

05/05/2026

ELEIÇÕES 2026: O ELEITOR TEM ATÉ ESTA QUARTA-FEIRA (06) PARA TIRAR OU REGULARIZAR TÍTULO ELEITORAL

Prazo para tirar ou regularizar o título eleitoral termina nesta quarta-feira (06)

Eleitoras e eleitores de todo o país têm até esta quarta-feira, 6 de maio, para tirar o primeiro título ou regularizar a situação eleitoral com a Justiça Eleitoral. Após essa data, o cadastro será fechado para a organização das Eleições 2026.

O prazo vale para serviços como alistamento eleitoral (emissão do primeiro título), transferência de domicílio eleitoral e revisão de dados cadastrais, incluindo regularização de pendências. O atendimento pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento, para quem já possui biometria cadastrada.

De acordo com o art. 91 da Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições), nenhum requerimento de inscrição ou transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição. Por isso, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem precisa regularizar

Devem ficar atentos ao prazo jovens que irão votar pela primeira vez, eleitoras e eleitores que mudaram de cidade e precisam transferir o título, pessoas com o título cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

O prazo também se aplica a presas e presos provisórios e adolescentes em unidades de internação, que devem regularizar a situação eleitoral na unidade da federação onde se encontram para garantir o direito ao voto.

Consequências para quem perder o prazo

Quem não regularizar a situação até o fim do prazo ficará impedido de votar nas eleições deste ano e poderá enfrentar restrições administrativas, como dificuldades para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Orientação da Justiça Eleitoral

A Justiça Eleitoral recomenda que os eleitores não deixem o atendimento para a última hora, a fim de evitar filas nos cartórios e possíveis instabilidades no sistema on-line devido ao grande volume de acessos.

A regularização dentro do prazo é essencial para garantir o exercício do direito ao voto e evitar transtornos futuros.

TSE

26/04/2026

MARCADA PARA 12 DE MAIO POSSE DE NUNES MARQUES NA PRESIDÊNCIA DO TSE

Nunes Marques toma posse como presidente do TSE em 12 de maio

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para o dia 12 de maio a posse do ministro Nunes Marques como presidente da Corte. A definição ocorre após o fim do mandato da ministra Cármen Lúcia, que esteve à frente do tribunal por dois anos.

A escolha segue o critério de antiguidade entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que também integram o TSE. O ministro André Mendonça assumirá a vice-presidência.

Nunes Marques foi eleito para o cargo no dia 14 de abril. A eleição ocorreu após a decisão de Cármen Lúcia de antecipar sua saída da presidência do tribunal.

– É uma das maiores honras da minha vida poder ser eleito para presidir o Tribunal Superior Eleitoral – afirmou o ministro.

Natural de Teresina, Nunes Marques tem 53 anos e foi indicado ao STF em 2020 pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele assumiu a vaga deixada pelo ministro Celso de Mello.

Antes de chegar ao Supremo, atuou como desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília. Também trabalhou como advogado por cerca de 15 anos e foi juiz do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí.

O TSE é formado por sete ministros. Três são do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça e dois advogados indicados pelo presidente da República.

A nova gestão terá duração de dois anos. A posse da nova presidência deve ocorrer conforme o calendário definido pela Corte.