22/08/2026

RESUMO DE NOTÍCIAS

Resumo

*Em comício neste sábado (22) no Estádio Moça Bonita, no bairro de Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro (RJ), o presidente Lula (PT) pediu para o deputado federal Pedro Paulo (PSD), que é candidato ao Senado, ao lado da petista Benedita da Silva, na chapa majoritária que tem como candidato a governador o ex-prefeito da capital fluminense Eduardo Paes (PSD). “Pedro Paulo merece toda a minha confiança”, disse o petista. Em 2015, Alexandra Marcondes, ex-companheira de Pedro Paulo, registrou boletim de ocorrência acusando o candidato de tê-la agredido com “socos no corpo e no rosto” durante uma discussão dentro do carro em 2008. A agressão teria acontecido diante da filha do casal, que à época tinha dois anos de idade. Ela relatou que sofreu uma segunda agressão em 2010. O laudo, segundo reportagem do UOL, registrou que a vítima “levou socos, foi agarrada pelo pescoço, jogada contra a parede e no chão, além de ser machucada com chutes”. Após esse segundo episódio de violência, o casal se separou. Em novembro de 2015, durante uma entrevista coletiva ao lado da ex-esposa, Pedro Paulo confessou que havia agredido Alessandra Marcondes, mas ela defendeu o ex-marido dizendo que ele “nunca havia sido uma pessoa agressiva”. Ele chegou a ser alvo de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), mas o caso foi arquivado. Em 2024, Pedro Paulo desistiu de ser candidato a vice-prefeito do Rio de Janeiro na chapa de Eduardo Paes, que terminou sendo reeleito naquele ano, após a imprensa noticiar o vazamento de um suposto vídeo íntimo do deputado federal. Ele justificou a desistência alegando que tinha medo que o episódio fosse “explorado politicamente” pelos adversários.


*O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, participou na manhã deste sábado de um grande adesivaço no bairro da Cohabinal, em Parnamirim. Álvaro foi recebido por lideranças políticas que representam o povo de Parnamirim e pelo carinho da população, em uma mobilização que marcou a presença da Onda 22 no município.Participaram da agenda o deputado estadual Coronel Azevedo, a vice-prefeita Kátia Pires, o ex-prefeito Taveira, o comunicador Salatiel de Souza, a vereadora Carol Pires, o deputado Taveira Júnior, além dos candidatos a deputado federal Cabo Deyvison, Jorge do Rosário e Pedro Filho. Também estiveram presentes o ex-deputado estadual Marciano Júnior, o pré-candidato ao Senado Coronel Hélio, Daniela Pardo, a pastora Joice, Gabriela Fagundes e o General Girão. Durante o adesivaço, Álvaro destacou a importância de Parnamirim para o projeto político e defendeu a escolha de um governador com experiência e compromisso com o Estado. “Precisamos escolher um governador sério, correto, com experiência. Eu fui o prefeito, em toda a história de Natal, que mais entregou obras para a população. Vamos todos juntos, de mãos dadas, lutar pelo futuro do nosso Rio Grande do Norte”, afirmou. Ainda em Parnamirim, Álvaro Dias participou da inauguração do comitê de Gabriel César, candidato a deputado estadual. O evento também contou com a presença do deputado federal Sargento Gonçalves e reuniu apoiadores e lideranças políticas. A agenda reforçou a mobilização da Onda 22 em Parnamirim e o diálogo de Álvaro Dias com lideranças que representam diferentes setores da população do município.


*O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, reafirmou neste sábado (22) que, caso seja eleito, pretende classificar facções como Comando Vermelho e PCC como grupos narcoterroristas e intensificar o combate às organizações criminosas a partir de 2027. 'Eu não vou baixar a cabeça para bandido. Já tô avisando: marginais, narcoterroristas, vocês têm até dezembro desse ano para meter o pé do Brasil, porque, a partir de janeiro do ano que vem, nós vamos declarar guerra aos narcoterroristas', disse durante o lançamento da candidatura de Douglas Ruas ao governo do Rio de Janeiro, no Maracanãzinho. A proposta de classificar facções criminosas como organizações narcoterroristas consta no plano de governo de Flávio registrado no TSE.


*O candidato ao Senado Carlos Bolsonaro (PL-SC) visitou seu pai, Jair Bolsonaro (PL), na manhã deste sábado (22). O encontro foi possível após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizar as visitas, em decisão publicada nesta sexta-feira (21). A condição imposta pelo ministro é de que os encontros não tenham finalidade político-eleitoral. Em tom emocional, Carlos usou as redes sociais par relatar a visita. – Mais uma vez, eu vim de Santa Catarina e cheguei em Brasília. Hoje eu vi meu pai, hoje eu abracei meu pai com força, hoje eu chorei com meu pai mais uma vez, hoje eu sorri com meu pai, e hoje eu passei as duas horas permitidas aos sábados ao lado dele, ouvindo-o – escreveu. – Eu nunca imaginei que passaríamos por tudo isso ou que doeria tanto. Mas hoje eu estive com meu pai. Hoje é um dia feliz, e hoje eu choro lágrimas de emoção! Eu não desejaria o que estamos passando para ninguém – completou.


*Em entrevista à Folha de S.Paulo, Regina disse que sua entrada no governo e sua saída do cargo continuam sendo motivos de questionamentos. “Tem gente que não me perdoa até hoje de ter ido. Tem gente que não me perdoa até hoje de ter voltado”, declarou. Regina permaneceu 74 dias à frente da Secretaria Especial da Cultura, após encerrar um contrato de cinco décadas com a TV Globo. Sua passagem pelo governo foi marcada por polêmicas, entre elas uma entrevista à CNN em que comentou as mortes provocadas pela ditadura militar. Na ocasião, ao ser questionada sobre o período da repressão, a atriz afirmou: “A humanidade não para de morrer. Se você falar de vida, do lado tem morte”. A declaração provocou reação de artistas e entidades ligadas à defesa da democracia. Uma carta aberta de repúdio foi assinada por mais de 500 profissionais do setor cultural. Após deixar a secretaria, Bolsonaro chegou a anunciar que Regina assumiria a presidência da Cinemateca Brasileira, mas a nomeação não chegou a acontecer. Na entrevista, a atriz afirmou que não considera que sua experiência no governo tenha causado danos à sua carreira ou à sua vida pessoal. “Não teve custo nenhum. Eu saí de lá depois de 74 dias, voltei para minha vida e segui magnificamente bem”, disse. Apesar de afirmar que não pretende voltar a ocupar um cargo público, Regina não descartou uma nova participação política. “Eu estou aberta. Eu estou viva. Quando a pessoa está viva, ela está aberta para o que der e vier”, afirmou.

Nenhum comentário: