30/07/2026

DANOU-SE: O DEFUNTO 'NAMORADOR'

Arquiteta nordestina vai a velório de namorado e descobre traição com cinco amantes

O que era para ser a despedida do homem com quem viveu 12 anos de relacionamento acabou se transformando em uma sequência de descobertas dolorosas para a arquiteta e engenheira civil Kaline Macedo. Durante o velório do namorado, morto em um acidente de carro em outubro de 2025, ela afirma ter descoberto que ele mantinha relacionamentos paralelos com pelo menos outras cinco mulheres.

Em entrevista à revista Marie Claire, a baiana Kaline contou que viveu sentimentos contraditórios ao perceber que a pessoa que havia perdido não era quem ela acreditava conhecer. “A pessoa que morreu não era a pessoa que eu conhecia. Ele era carinhoso, amoroso. Até então, o único defeito era ser muito ciumento”, afirmou.

Durante o velório, Kaline permaneceu na sala reservada para familiares e praticamente não conversou com os demais presentes. Dias depois, sua mãe revelou que havia descoberto, durante a cerimônia, que o namorado mantinha outros relacionamentos.

Segundo o relato, pessoas presentes no velório comentavam que ele tinha pelo menos mais duas companheiras além de Kaline. “Lá, souberam que ele tinha outras duas mulheres além de mim. Descobriram uma que estava namorando com ele há três anos e outra de apenas alguns meses”, afirmou.

A mãe decidiu esconder a informação até considerar que a filha estivesse emocionalmente preparada para ouvir a verdade. Depois de voltar para Salvador, Kaline começou a reunir peças que, segundo ela, passaram a fazer sentido. Lembrou, por exemplo, de um vídeo publicado nas redes sociais por uma jovem dizendo ter vivido um relacionamento com o namorado.

Ela procurou essa mulher e outras envolvidas. As conversas revelaram, segundo Kaline, que ele administrava diferentes relacionamentos ao mesmo tempo, utilizando justificativas semelhantes para todas.

Ela descobriu que uma das mulheres era uma ex-namorada da infância, com quem ele mantinha um relacionamento havia cerca de três anos. Outra era estagiária no escritório onde ele trabalhava.

Ao trocarem mensagens, elas perceberam que o homem costumava inventar viagens e compromissos profissionais para justificar as ausências enquanto estava com outra parceira. “Era como se ele ficasse feliz vendo que eu não conseguia perceber, se gabando por eu ser besta”, afirmou.

Ela conta que, além da dor da perda, enfrentou um sentimento inesperado de alívio por não viver mais sob o controle constante do companheiro. “Quando ele morreu, senti certo alívio, porque não tinha mais o controle parental dele no meu celular e nem haveria mais perseguições. Me senti um lixo por ter ficado aliviada pela morte da pessoa com quem eu estava há 12 anos”, confessou.

Correio 24h

Nenhum comentário: