Denúncia da própria família por apropriação de dinheiro da avó complica a vida de candidata
Não tem como fugir desse tema, quando se trata de comentar a candidatura de Juliana Brizola a governadora do Rio Grande do Sul.
Ela é acusada por apropriação de dinheiro da avó, Dóris Daudt, de 99 anos.
A investigação começou depois que o tio de Juliana, Alfredo Daudt Júnior, tornou-se responsável legal pela mãe por cerca de um mês, entre o fim de janeiro até o final de fevereiro do ano de 2025. Nesse período, ele percebeu que a conta bancária da idosa estava negativa em R$ 44 mil, apesar de ter recebido uma indenização de R$ 1,8 milhão e uma pensão mensal de R$ 25 mil.
Juliana afirma que cuida da avó há 20 anos, que está sendo exposta por desavenças familiares e que divide rendimentos e despesas com a avó nesta conta.
A defesa da ex-deputada afirma que os fatos teriam sido distorcidos, fruto dessa divergência familiar. Os advogados também afirmam que tudo será integralmente esclarecido na esfera competente.
Daudt Júnior apresentou extratos com empréstimos e transferências feitos em nome da idosa, que tem sequelas de um AVC.
Juliana é pré-candidata ao governo do estado do Rio Grande do Sul pelo PDT.
Se realmente não cuidou direito do dinheiro da avó, fica difícil acreditar que seja capaz de gerir as finanças do estado, tão dilapidadas por uma série de gestões incompetentes, incluindo a atual, de Eduardo Leite.
JCO

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