01/03/2026

DANOU-SE: CHINA TEM BASE SECRETA NO BRASIL - AFIRMA RELATÓRIO AMERICANO

Relatório americano afirma que China tem base secreta no Brasil

Um relatório do comitê de um Congresso dos Estados Unidos afirma que o Brasil estaria abrigando uma instalação militar “não oficial” ligada à China. O documento foi publicado na última quinta-feira (26) pelo Comitê Seleto sobre o Partido Comunista Chinês, grupo que investiga e apresenta recomendações sobre o estado do progresso econômico, tecnológico e de segurança da legenda que lidera o governo da China.

Segundo o texto, a chamada Estação Terrestre de Tucano estaria localizada em Salvador (BA), nas instalações da empresa brasileira Ayla Space, que atua no setor aeroespacial. A companhia mantém parceria com a Beijing Tianlian Space Technology. De acordo com o relatório, a estrutura permitiria à China identificar ativos militares estrangeiros e rastrear objetos espaciais em tempo real na América do Sul.

O documento afirma ainda que a suposta base poderia oferecer a Pequim meios para “observar e influenciar a doutrina espacial militar brasileira, ao mesmo tempo que estabelece uma presença permanente em uma região vital para a segurança nacional dos EUA”.

A parceria entre Ayla Space e a empresa chinesa, conforme divulgado publicamente, é voltada à análise de dados de satélites no Brasil.

O relatório também cita outra iniciativa, o Laboratório Conjunto China-Brasil para Radioastronomia, instalado na Serra do Urubu, na Paraíba. O projeto resulta de acordo firmado em 2025 entre o Instituto de Pesquisa em Comunicações da Rede de Ciência e Tecnologia Elétrica da China e as universidades federais de Campina Grande (UFCG) e da Paraíba (UFPB).

A iniciativa é oficialmente descrita como cooperação acadêmica em pesquisa avançada em radioastronomia. O comitê norte-americano, porém, afirma acompanhar o caso sob o argumento de que o instituto chinês integra a base industrial de defesa da China e que tecnologias de observação espacial podem ter uso dual, ou seja, civil e militar.

O documento sustenta que a China manteria ao menos dez instalações classificadas como “secretas” na América do Sul. Segundo o relatório, essas estruturas estariam inseridas em uma estratégia mais ampla de expansão de influência por meio de investimentos em setores tecnológicos sensíveis.

pleno.news

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