11/02/2026

O CANDIDATO FAVORITO DE CIRO GOMES A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA - SAIBA QUEM É!

Ciro Gomes revela quem é seu candidato favorito para a Presidência da República

O ex-governador do Ceará e ex-ministro do presidente Lula (2003 a 2006) Ciro Gomes (PSDB) falou abertamente qual é o seu candidato favorito à Presidência da República para 2026. Até então, ele não vinha divulgando nomes e acordos eleitorais, mas se tornou o principal nome cotado para representar a oposição contra o governador Elmano de Freitas (PT) no estado e com apoio do PL e de Flávio Bolsonaro.

“Votar para presidente, ele gosta do Bolsonaro, o outro gosta do Lula, [é] perfeitamente [possível]. Eu gosto mesmo é do Aldo Rebelo. Vocês nem ouviram falar [sobre ele]. Ah! Não, o [deputado] Danilo [Forte] gosta também [dele]”, declarou durante um evento com lideranças políticas do Ceará que ocorreu em Juazeiro do Norte no último sábado, 7.

Rebelo, que é natural de Alagoas, mas foi deputado federal por São Paulo durante cinco mandatos, chegando a presidir a Câmara, é, atualmente, pré-candidato à Presidência pelo partido Democracia Cristã, legenda de direita e conservadora que diz defender as bases do humanismo. Ele costuma pontuar menos de 1% nas pesquisas de intenção de voto. No últimos anos, o partido alçou a candidatura de José Maria Eymael à Presidência.

“Ninguém quer discutir o problema do Bebeto do Choró, nem a esculhambação das facções e nem o pavor, é Lula ou Bolsonaro: aí, a gente entra pelo cano, mas entra redondo pelo cano. Nós temos que trazer essa eleição [presidencial] para cá, para o chão do Ceará, porque vota quem quiser. Quem quiser vota no presidente, vota no presidente A, no presidente B. Eu não acredito! Esse sistema brasileiro apodreceu: 63 bilhões de reais em emendas, judiciário corrompido — ou pelo menos parte importante. Eu perdi completamente a crença nisso daí enquanto isso não mudar, por dentro, profundamente. Mas aqui [no Ceará], a gente dá jeito!”, continuou Ciro.

Oposição ao PT e a Lula, Ciro Gomes vinha articulando uma aliança em torno de seu nome com o PL do senador Flávio Bolsonaro, inclusive com apoio dele e do ex-presidente Jair Bolsonaro, no entanto, um racha iniciado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) paralisou as negociações. Ainda assim, recentemente, o ex-governador do Ceará também já deu a entender que não abrirá palanque para Flávio no seu estado.

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