Twitter e Facebook dizem ao TSE que Bolsonaro não contratou impulsionamento de conteúdo
As manifestações das duas redes sociais foram enviadas após o ministro Luís Roberto Barroso, relator da prestação de contas de Bolsonaro, determinar que as empresas informem se a campanha pagou pelo impulsionamento de conteúdo.
Além de Twitter e Facebook, o Google, o Instagram e o WhatsApp também deverão prestar informações.
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