Estudo aponta assédio moral e terror psicológico na PF
O trabalho mostra que “alguns sujeitos verbalizaram o desejo de ‘matar delegados’”. E conclui: “Todos os dados apontam para a existência de assédio moral e terror psicológico” na instituição.
O relatório ficou pronto há três anos. Foi encaminhado pela primeira vez às autoridades e permaneceu em sigilo até agora. De acordo com Flávio Werneck, presidente do Sindipol-DF, a entidade decidiu voltar à carga e levantar o sigilo porque a situação não se resolveu.
“As próprias psicólogas nos orientaram a divulgar os dados, para evitar uma tragédia”, diz. Segundo Werneck, as profissionais chegam a atender 30 policiais por semana.
Questionada, a Polícia Federal não se manifestou até o fechamento desta edição.
Folha de São Paulo
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