Para que a Dilma pudesse discursar e votar na Assembléia Geral da ONU, o Brasil pagou uma parcela de 32,1 milhões de dólares da dívida que tem com o órgão. O Brasil, por dívidas, já perdeu o direito de voto na AIEA (agência internacional
de energia atômica), na UNIDO (órgão da ONU para desenvolvimento
industrial), na CTBTO (comissão do tratado de proibição de testes
nucleares) e no TPI (tribunal penal internacional). O Brasil deve 606,7
milhões de reais para a ONU, 70,4 milhões para o Tribunal Penal
Internacional, 92,7 milhões para a Organização Mundial da Saúde, 87,9
milhões para a Organização Internacional do Trabalho, 69,2 milhões para
Agência Internacional de Energia Atômica, 61,3 milhões para a UNAMID
(força de paz da ONU para a África), além de ter se comprometido a
injetar 18 bilhões de dólares no Banco dos Brics.

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