22/08/2026
7 PERGUNTAS QUE MERECEM RESPOSTAS
Perguntas
1- Quem está entregando o Brasil, Eduardo Bolsonaro sem mandato entregando aos EUA ou Lula com mandato entregando a China?
2- Afinal de contas, a prefeita de Maxaranguape/RN vai ou não vai cassada como apregoam seus adversários?
3- Com o início oficial da campanha eleitoral já pode-se perceber quem são os opositores em Ceará Mirim/RN ou só percebe-se na eleição de prefeito?
4- Qual o impacto das revelações sobre Lulinha na campanha do presidente à reeleição?
5- Quem é o candidato a presidente do ex-prefeito de Ceará Mirim/RN Júlio César?
6- Por que a Globo está arregaçando LULINHA em seus noticiários?
7- Com algumas deficiências nos serviços básicos na administração pública de Ceará Mirim/RN e que muitas vezes não chegam ao conhecimento do prefeito, pode-se dizer que existe BOICOTE ao governo municipal?
DITADURA A TODO VAPOR
Covardia
O ministro covarde Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta sexta-feira (21) o cumprimento imediato da perda do cargo público de Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, com a consequente cassação de sua aposentadoria.
A decisão ocorreu após a Advocacia-Geral da União pedir esclarecimentos sobre o alcance da condenação, já que Vasques estava aposentado quando foi condenado pelo STF. Em agosto, a Primeira Turma do Supremo determinou a perda do cargo público de Vasques na ação penal que apurou sua participação na trama envolvendo as eleições de 2022.
A decisão também estabeleceu sua inelegibilidade por oito anos. Vasques foi condenado a 24 anos e seis meses de prisão.
A sentença também determinou a perda do cargo de policial rodoviário federal aposentado, com base no artigo 92, inciso I, alínea “b”, do Código Penal.
A medida desta sexta-feira esclarece que a perda do cargo alcança a condição de aposentado e determina o cumprimento imediato da sanção.
EUA ACUSA STF DE PRENDER FILIPE MARTINS USANDO DOCUMENTO FALSO - E AGORA MORAES E CIA?
STF usou documento falso para prender Filipe Martins, diz EUA
Um juiz federal dos Estados Unidos afirmou, em audiência realizada em março, que o documento de imigração usado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para prender Filipe Martins era falso. A decisão é do juiz Gregory A. Presnell, indicado ao cargo pelo ex-presidente democrata Bill Clinton.
Presnell também mandou o governo americano entregar os documentos que mostram quem criou o registro falso. A ordem veio depois que as agências dos Estados Unidos se recusaram a explicar como o erro aconteceu.
Filipe Martins foi assessor de assuntos internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em fevereiro de 2024, Moraes decretou a prisão preventiva dele com base nesse registro de imigração falso.
O documento indicava que Martins tinha entrado nos Estados Unidos em 30 de outubro de 2022, no mesmo dia em que Bolsonaro viajou para Orlando. Moraes usou essa informação para dizer que o ex-assessor havia fugido do Brasil.
Martins ficou preso por quase seis meses em 2024. A defesa dele apresentou provas de que ele estava no Brasil durante todo esse período, entre elas um bilhete de voo doméstico do dia seguinte à suposta viagem.
A própria Procuradoria-Geral da República, que havia pedido a prisão no início, defendeu a soltura de Martins logo depois. Moraes negou o pedido na primeira vez, mas soltou o ex-assessor em agosto, após um segundo pedido da PGR.
Em outubro do ano passado, a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos, conhecida como CBP, admitiu em nota pública que Martins não entrou no país na data do registro. A agência reconheceu que Moraes usou uma informação errada para justificar a prisão.
Na audiência de março, o juiz Presnell criticou os advogados do governo americano pela recusa em entregar os dados. Segundo ele, ninguém contesta que o documento é falso, e o próprio governo já admitiu isso.
– Houve um registro falso feito nos sistemas da Patrulha de Fronteira que afetou uma pessoa de forma considerável. O governo reconhece a falsidade e a gravidade disso – declarou o juiz.
Ele acrescentou que Martins foi “preso em decorrência” desse dado incorreto e, portanto, tem o direito de saber como isso aconteceu e quem deu causa a isso.
Presnell disse ainda que, se alguém no governo agiu de propósito para prejudicar outra pessoa, esse é justamente o tipo de caso que a lei de acesso à informação (Foia) foi feita para esclarecer. Para o juiz, o registro falso causou danos sérios a Martins.
O magistrado também disse estar preocupado com o fato de o governo americano guardar todos os documentos sobre o caso. Ele classificou os argumentos usados pelos advogados do governo para não entregar o material como sem sentido.
No fim da audiência, Presnell determinou que a CBP entregue todos os papéis que identifiquem quem participou do registro falso e onde essas pessoas moram. A CBP não respondeu aos pedidos de posicionamento.
As primeiras notícias sobre a suposta viagem de Martins surgiram em outubro de 2023, em reportagens do portal Metrópoles que depois foram retratadas. Um dos textos dizia que nem Moraes sabia do paradeiro do ex-assessor.
Semanas depois dessas reportagens, Moraes decretou a prisão com base na suspeita de fuga. Em dezembro passado, Martins foi condenado pela Primeira Turma do STF a 21 anos de prisão por participação na suposta trama golpista.
Ele cumpria prisão domiciliar enquanto esperava o julgamento de recursos. Mas em janeiro deste ano, Moraes determinou nova prisão preventiva, ao considerar que o uso do LinkedIn por advogados de Martins violou a proibição de acessar redes sociais, a própria plataforma confirmou que o ex-assessor não fez login. As informações são da Folha de S.Paulo.
ESTA É A EDUCAÇÃO QUE ESTÃO IMPLANTANDO NO BRASIL
Polícia investiga ranking sexual de alunas em universidade de SP
Um ranking contendo fotos de alunas e avaliações depreciativas de conteúdo sexual circulou em grupos privados de estudantes da Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), em Presidente Prudente, no interior de São Paulo. O material foi distribuído em um grupo privado de aplicativo de mensagens, mas acabou vazando até para pessoas de fora do círculo estudantil. A Polícia Civil já identificou cinco suspeitos.
A Unoeste informou que recebeu somente nesta quinta-feira (20) a denúncia sobre a criação e a circulação de conteúdo com a exposição das acadêmicas.
— Desde que tomou conhecimento do caso, a apuração foi iniciada imediatamente e está sendo conduzida com prioridade e rigor. Identificadas as responsabilidades individuais, serão aplicadas as sanções previstas nas normas institucionais — disse, em nota (veja mais abaixo).
A Secretaria da Segurança Pública (SSP-SP) informou que o caso é investigado por meio de inquérito policial aberto pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Presidente Prudente.
— Até o momento, seis vítimas foram identificadas e cinco suspeitos são investigados. Diligências estão em andamento para o esclarecimento dos fatos e responsabilização dos envolvidos — afirmou.
As fotos das estudantes foram retiradas de suas redes sociais sem autorização e reproduzidas no ranking, que foi distribuído em um grupo fechado de aplicativo de mensagens. Foram postados comentários abordando supostos atributos e desempenho sexual das alunas, acompanhados de termos depreciativos e ofensivos.
O caso chegou também ao conhecimento da Frente pela Vida das Mulheres, coletivo que atua há 10 anos na região, e motivou uma manifestação de protesto na frente do campus da Unoeste, na noite desta quinta-feira. Os manifestantes levaram faixas e cartazes.
— Fomos às ruas diante de um caso grave de objetificação e violência contra mulheres dentro do ambiente universitário. Porque criar listas, rankings e classificar mulheres a partir de um suposto “valor sexual” não é brincadeira, não é coisa de menino e não pode ser naturalizado. É expressão de uma cultura misógina que transforma mulheres em objetos e tenta fazer do ódio uma ideologia — postou o coletivo, em sua rede social.
Nesta sexta (21), a Frente voltou a se manifestar sobre o episódio.
— No ato realizado ontem tratamos com responsabilidade a gravidade das denúncias que vieram a público. Também apontamos que práticas de classificação, exposição e objetificação de mulheres não são fatos isolados: estas estão relacionadas à disseminação da cultura redpill no Oeste Paulista — declarou.
Cultura redpill é um conjunto de ideias que afirmam que os homens perderam espaço para as mulheres e precisam agir de forma estratégica para recuperar sua posição na sociedade.
— Dar nome a esse fenômeno é necessário para compreender como discursos misóginos se organizam, circulam e produzem consequências na vida das mulheres. Enfrentar essa cultura exige posicionamento das instituições e da sociedade — diz ainda o coletivo.
A Unoeste informou que, paralelamente à apuração, está acolhendo, amparando e ouvindo as acadêmicas envolvidas, com o cuidado necessário para preservar sua integridade, sua privacidade e sua dignidade.
— A Unoeste repudia qualquer forma de exposição, assédio, constrangimento ou desrespeito à dignidade de integrantes de sua comunidade acadêmica. Também reforça a importância de não compartilhar imagens, nomes ou conteúdos relacionados ao caso, pois pode ampliar a exposição e os danos às pessoas envolvidas — diz a nota.
A instituição destaca ainda que mantém canais seguros e sigilosos para o recebimento de denúncias, com possibilidade de anonimato e preservação da identidade: a Ouvidoria (no site da Unoeste) e outros canais de denúncia.
— A Unoeste seguirá adotando todas as providências necessárias para a apuração e o cuidado com as pessoas envolvidas — acrescenta.
AE
PQP: VOCÊ SÓ VER ISSO NO ALECRIM
Homens fecham avenida no Alecrim para luta de boxe
Imagem: Reprodução/ Águia Repórter/ Instagram
Uma cena inusitada ocorreu na tarde desta sexta-feira, no Alecrim. Um grupo decidiu fechar a avenida para promover uma competição amadora de boxe entre dois colegas.
O trânsito foi parado, mas seguiu fluindo, após dois minutos de combate. No vídeo, um dos expectadores anunciam que a luta teve aposta de R$ 50 para o vencedor.
Na verdade, tudo não passou de uma brincadeira de amigos que trabalham no bairro. Coisas que, às vezes, podem ocorrer numa sexta-feira no maior centro de comércio popular de Natal.
BG
O FILHO DA ALMA MAIS HONESTA DO MUNDO É UM NINJA
Tráfico de influência, corrupção ou advocacia administrativa: os possíveis crimes nas suspeitas sobre Lulinha
Trechos inéditos de uma investigação da Polícia Federal revelados por VEJA mostram que um dos filhos do presidente Lula, Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, pode fazer parte de um esquema de tráfico de influência. Ele integrava um grupo de WhatsApp com os amigos Fernando Bittar e Roberta Luchsinger, empresários e lobistas, chamado de “Musaranhos”, no qual combinavam supostas abordagens a agentes públicos com o objetivo de fechar contratos que fossem de interesse financeiro do grupo. “Fefe, Fábio e eu somos uma coisa só”, disse Roberta em uma das mensagens.
A influência de Lulinha – por ser filho do presidente – seria um dos principais capitais do grupo para tentar fechar contratos. Nos diálogos encontrados pela PF, aos quais VEJA teve acesso, Roberta resumiu a alma do negócio. “Eu sou o Fábio”. Também é possível encontrar conversas onde o filho de Lula é tratado como alguém que “só entra em campo quando precisa”. “Tem que se preservar”, diz Roberta em uma das conversas.
Em paralelo a isso, a Polícia Federal encontrou no celular de Roberta detalhes sobre um depósito de mais de 200.000 reais feito para Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-assessor de gabinete do presidente Lula. A empresária teria pago a fatura do cartão de crédito, joias e outras despesas pessoais do homem que controlava quem tinha acesso ao chefe do Executivo do país.
Marcola recebeu de Roberta uma minuta de contrato para fornecimento de canabidiol ao Ministério da Saúde, um dos negócios que o grupo tentava emplacar no governo — a empresa fornecedora pertence ao empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, principal investigado no escândalo das fraudes na Previdência. O grupo também conseguiu uma reunião com o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa, mas a tentativa de fechar o negócio não se concretizou.
O crime de tráfico de influência — assim como os outros crimes contra a Administração Pública — não depende de o negócio ter sido ou não concretizado, mas se o suspeito realizou os comportamentos que caracterizam o crime segundo a legislação. “Se o negócio vantajoso que o terceiro, por meio do lobista, tentou entabular não for concretizado, pode haver punição ainda assim”, disse o advogado e ex-promotor de Justiça Paulo Brondi ao programa Ponto de Vista nesta sexta. Nesse tipo de crime, o entendimento da lei é de que, independente de o autor ter embolsado ou não dinheiro público ou recebido vantagens, o Estado foi lesado — e isso deve ser punido.
À primeira vista, o suposto esquema de Lulinha dá indícios de ser um caso de tráfico de influência. No entanto, especialistas ouvidos por VEJA afirmam que a linha entre esse e os outros crimes contra a administração pública (como corrupção e advocacia administrativa) é tênue e que, por isso mesmo, o grupo pode ser enquadrado também em outros delitos.
Tráfico de Influência
Previsto no artigo 332 do Código Penal, o crime de tráfico de influência é descrito como o ato de “solicitar, exigir, cobrar ou obter, para si ou para outrem, vantagem ou promessa de vantagem, a pretexto de influir em ato praticado por funcionário público no exercício da função”.
O que não é tão óbvio pela leitura do texto é que, para existir, o tráfico de influência exige que a pessoa venda uma influência que não existe. “O tráfico de influência fica muito caracterizado quando existe a ‘venda de fumaça’. Quando a pessoa vende uma influência que não tem”, explica Figueiredo Bastos, advogado criminalista com ampla atuação durante a Lava-Jato.
“Parece-me que, nesse caso, o filho do presidente tem contatos. Ele pode ter, de fato, essa influência. Resta sabermos se podem ter outros crimes, como corrupção e advocacia administrativa”, diz, sob reserva, o defensor de um dos principais alvos do caso do Mensalão. “É preciso demonstrar que houve solicitação, cobrança ou recebimento de vantagem como contrapartida pela alegada influência sobre um agente público. Até agora, as mensagens divulgadas mostram sobretudo referências de terceiros à suposta atuação de Lulinha. Isso é diferente de provar que ele tenha vendido influência ou recebido valores por isso”, explica a advogada Luiza Oliver, sócia do Toron Advogados.
Ou seja, para que fique configurado o tráfico de influência, a polícia terá que provar que foi solicitada uma vantagem indevida e que a influência prometida, na verdade, não existe. Já se ficar comprovado, no fim das investigações, que Roberta e Bittar ganharam dinheiro prometendo a terceiros acessos que eles não tinham, o crime de tráfico de influência fica claro.
Corrupção
A definição mais básica de corrupção é “Solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem”. Depois da publicação da reportagem de VEJA ser publicada, o senador e ex-presidente da CPMI do INSS Carlos Viana (PSD) disparou ofícios aos ministérios da Saúde, das Comunicações e à Casa Civil pedindo informações sobre reuniões que aconteceram entre os suspeitos – Lulinha, Roberta e Bittar – e membros dessas pastas.
Saber sobre esses encontros e sobre os contratos que o grupo de fato conseguiu fechar (independente de terem recebido algum dinheiro ou não) pode esclarecer se houve no caso o crime de corrupção – passiva para o funcionário público que recebeu algo (dinheiro ou vantagens pessoais) e ativa para a pessoa que ofereceu. Isso porque esse crime tem como requisito a existência de uma vantagem indevida, que precisa ter sido ofertada ou aceita por algum dos suspeitos. Se, por exemplo, a polícia descobrir que o grupo de lobistas ofereceu dinheiro a algum funcionário público para fechar um contrato com alguma empresa representada por eles, isso pode representar um ato de corrupção.
Advocacia administrativa
Outro crime que pode aparecer no caso é o de advocacia administrativa – “patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário”, diz o Código Penal, com pena de até três meses. Esse crime só pode ser praticado por funcionário público e exige que use as funções do cargo para praticar algo que não deve. “Imagine um assessor de um juiz. Se ele recebe dinheiro e vaza uma sentença antecipadamente para um advogado, é corrupção. Já se ele receber dinheiro para convencer o assessor de outro juiz a vazar uma sentença, é advocacia administrativa”, diz o advogado do Mensalão.
Dependendo da continuidade das investigações, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, pode ser enquadrado nesse crime. Isso se a polícia concluir que ele de fato usou a posição de assessor do gabinete de Lula para favorecer o grupo de lobistas em algum ministério, seja conseguindo reuniões, seja construindo pontes. Agora, se ficar comprovado que o depósito feito por Roberta foi para “pagar” pela atuação de Marcola, pode se configurar o crime de corrupção.
veja
21/08/2026
CEARÁ-MIRIM: DEPÓSITOS DE OVOS SÃO PEDRO - NO VAREJO OU NO ATACADO O PREÇO É BOM
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MENDONÇA DÁ 'BOFETADA' NA CARA DE DINO E MORAES EM POUCAS PALAVRAS
Em poucas palavras, Mendonça dá "bofetada" na cara de Dino e Moraes
Ao determinar que a Polícia Federal investigue o vazamento de informações sigilosas relacionadas aos inquéritos que envolvem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou um forte e claro recado seus colegas da Corte Alexandre de Moraes e Flávio Dino...
Eis o trecho da decisão que foi uma "bofetada" em Dino e Moraes:
"O procedimento apuratório acima referido parte de hipótese investigativa centrada na eventual identificação daqueles que teriam o dever de custodiar o material sigiloso e o violaram, e não daqueles que, no legítimo exercício da fundamental profissão jornalística, obtiveram o acesso indireto às informações que, pela sua natureza íntima, não deveriam ter sido publicizadas."
Na prática, Mendonça destacou que peritos e investigadores da PF têm o dever de preservar as informações sigilosas às quais têm acesso. O ministro ressaltou que jornalistas, quando obtêm essas informações de maneira indireta, estão amparados pelo exercício legítimo da profissão.
Essa afirmação chega justamente no momento em que Moraes e Dino vêm sendo alvo de críticas relacionadas à quebra do sigilo da fonte de um jornalista responsável por reportagens envolvendo o ministro maranhense.
JCO
LULINHA É CITADO COMO 'DESTINATÁRIO DE PAGAMENTOS' DE EMPRESÁRIO COM INTERESSES NO GOVERNO - APONTA PF
PF aponta que Lulinha é citado como 'destinatário de pagamentos' de empresário com interesses no governo
A Polícia Federal identificou indícios de que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teria sido beneficiado por pagamentos e despesas custeadas a partir de recursos de um empresário interessado em contratos com órgãos do governo federal. As informações constam em relatório obtido pelo Estadão e divulgado nesta sexta-feira (21).
Segundo o jornal, a apuração está relacionada à atuação do empresário Cléber Ribas de Oliveira, ligado ao setor de tecnologia, e da lobista Roberta Luchsinger. A PF investiga suspeitas de tráfico de influência envolvendo negócios junto à Dataprev, empresa pública de tecnologia, além de outras áreas da administração federal.
Informações obtidas após a quebra de sigilo de Roberta indicam que ela teria sido contratada por Cléber para intermediar interesses de suas empresas perante órgãos públicos. Em mensagens analisadas pelos investigadores, a lobista solicita pagamentos ao empresário e afirma que parte dos valores serviria para custear despesas de Lulinha.
A PF também aponta que o filho do presidente teria participado de reuniões relacionadas aos interesses empresariais de Cléber e, em uma das ocasiões, pedido a Roberta que emitisse uma nota fiscal destinada ao empresário.
“Fabio surge em diversos momentos associado a reuniões de interesse empresarial, é mencionado como destinatário de pagamentos e benefícios custeados por terceiros, participa de discussões sobre a condução dos negócios desenvolvidos pelo grupo e, ao menos em uma oportunidade, intervém diretamente em questão relacionada à emissão de nota fiscal destinada a Cleber Ribas de Oliveira. Tais circunstâncias, consideradas em conjunto, constituem indícios de efetiva participação de Fabio nas atividades desempenhadas pela associação informal investigada, recomendando o aprofundamento das diligências para esclarecer o seu papel, eventual responsabilidade e possível vantagem auferida no contexto dos fatos ora apurados”, registra o relatório da PF, segundo o Estadão.
A corporação abriu um inquérito específico para investigar a intermediação de negócios de Cléber junto à Dataprev. Há ainda outras apurações relacionadas à atuação de Roberta e Lulinha no Ministério da Saúde e em diferentes áreas do governo federal.
Empresário pagou R$ 2,5 milhões a lobista
Ainda segundo o Estadão, a PF identificou pagamentos de pelo menos R$ 2,5 milhões feitos por Cléber Ribas a Roberta Luchsinger entre março de 2024 e dezembro de 2025. Os investigadores afirmam que ela atuava na marcação de reuniões com integrantes da Dataprev e outros agentes públicos.
Em uma mensagem de junho de 2023 reproduzida pelo jornal, Roberta relatou ao empresário uma série de contatos que estaria fazendo:
“Marquei semana q vem Geap p vc tb
Amanhã Julio
Portos e aeroportos
Correios
E aguardando Dataprev confirmar
Agora tô indo p mds... mas acho q vai dar certo
Mas fique tranquilo q a expectativa é mto boa
Só vc p me fazer o q fiz... vamos aguardar agora à tarde o resultado
Mas eu envolvi o palácio
Depois te conto pq tô numa mesa com 10″.
O Estadão informou que Roberta realizou 17 visitas ao Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) em 2023 e 2024. Empresas ligadas a Cléber obtiveram, posteriormente, contratos de R$ 14,4 milhões e R$ 19,2 milhões com a pasta.
A existência dos contratos, por si só, não comprova irregularidade. A investigação busca esclarecer se houve influência indevida na obtenção de negócios públicos e eventual participação dos investigados.
Mensagens mencionam pagamentos a Fábio
Em setembro de 2023, segundo o material analisado pela PF e divulgado pelo Estadão, Roberta cobrou Cléber sobre um pagamento e mencionou o filho do presidente. “E me avisa lá tb do pagamento do Fábio q ele me perguntou pq ele vai viajar”, escreveu.
Semanas depois, em outra cobrança, ela afirmou: “Qdo fizer me avisa por favor pq ele perguntou aqui”. Segundo a PF, a hipótese considerada pelos investigadores é de que a referência fosse novamente a Lulinha.
Em outra conversa, divulgada inicialmente pelo portal Metrópoles e citada pelo Estadão, o próprio Fábio teria pedido a Roberta: “Emite a NF pro Cleber”.
Outro diálogo analisado pela PF ocorreu em agosto de 2025. Nele, Roberta questionou Cléber sobre um pagamento atribuído a uma pessoa chamada “Freitas” e afirmou que o dinheiro seria usado em passagens aéreas para Fábio.
“Bom dia, tudo bem? Deixa eu te falar, o Freitas paga quando? Aí será que ele não paga hoje não? Tem que pagar essa bosta dessas passagens pro Fabio, aí vai pagar com o dinheiro do Freitas, tá foda”, afirmou a lobista em áudio reproduzido pelo jornal.
A PF interpretou a mensagem como possível indício de que recursos recebidos pela empresa de Roberta seriam utilizados em despesas do filho do presidente.
“No dia 25/8/2025, Roberta encaminha mensagem de áudio a Cleber com a finalidade de questionar quando Freitas irá efetuar o pagamento. Conforme afirmação de Roberta, Fabio necessita do dinheiro para compra de passagens para a Espanha. Essas mensagens podem corroborar com a afirmação de que Fabio se utilize financeiramente dos pagamentos efetuados para a empresa RL Consultoria e intermediações, empresa vinculada a Roberta”, diz trecho do relatório citado pelo Estadão.
“Vc q cuida das minhas finanças”
A investigação também recuperou conversas em que Lulinha afirma que Roberta cuidava de suas finanças. Segundo o Estadão, a PF identificou ao menos R$ 4 milhões recebidos pela lobista de empresários investigados.
Em maio de 2024, ao discutir os custos de uma viagem com familiares para a África, Fábio perguntou: “A gente tem grana pra bancar essas coisas? Vc q cuida das minhas finanças”. Roberta respondeu: “Temos”.
Em outra conversa, sobre uma possível viagem a Genebra, na Suíça, em janeiro de 2024, Fábio demonstrou preocupação com os gastos e com a exposição pública. “Então... deixa eu te falar... não estou nada confortável com essa viagem... Não acho que devíamos fazer nesse momento”, escreveu.
Após Roberta informar uma estimativa de 100 mil por pessoa, sem especificar a moeda, ele voltou a demonstrar resistência. “Então meu amor... Eu não tenho nem dim dim nem origem pra isso... Não dá preu gastar esse tanto agora... Qualquer merda não tem explicação nenhuma”, afirmou.
Roberta respondeu que seria possível realizar a viagem desde que não houvesse exposição nas redes sociais. “Mas de boa, realxa.. não vai dar problema. As pessoas podem ser convidadas de amigos ué. É só ninguém postar nada em redes e nem falar onde é”, escreveu.
Até a publicação da reportagem do Estadão, as defesas dos citados ainda não haviam se manifestado sobre o conteúdo revelado.
Com informações do Estadão
MORAES ESTÁ COM FEBRE(!?)
Moraes autoriza Jair Bolsonaro a voltar a receber visitas dos filhos Carlos e Jair Renan
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) volte a receber na prisão domiciliar as visitas dos filhos Carlos Bolsonaro e Jair Renan Bolsonaro.
Os encontros não poderão ter finalidade político-eleitoral e nem viabilizar a divulgação de manifestos políticos-eleitorais.
O ministro ressaltou que todas as demais visitas deverão ser previamente autorizadas pelo STF.
“Ressalte-se que a estrita observância de todas as condições fixadas por lei e pelas decisões judiciais constitui pressuposto para a manutenção do regime de cumprimento atualmente deferido, de modo que eventual descumprimento poderá ensejar a imediata reavaliação do benefício concedido, com a adoção de medidas mais gravosas, inclusive a reversão da prisão domiciliar humanitária em regime fechado”, escreveu Moraes.
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PF CAPTURA MENSAGEM QUE COLOCA LULINHA NO CENTRO DO ESQUEMA E COMPROMETE LULA
A mensagem capturada pela PF que coloca Lulinha no centro do esquema e compromete Lula
Lulinha volta aos holofotes! Mensagens encontradas pela PF no celular de uma lobista investigada mencionam reuniões de negócios e contatos com integrantes do governo. Entenda
Nesta semana, o filho do presidente Lula (PT) voltou a chamar atenção nas manchetes do país. De acordo com mensagens reveladas pelo portal Metrópoles na última segunda-feira (17), Lulinha, o filho mais velho do presidente do Brasil, surge em trocas de mensagens com a lobista Roberta Luchsinger, investigada pela Polícia Federal. As conversas foram encontradas no celular da empresária, apreendido durante uma operação que apura possíveis fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Segundo as informações divulgadas, as mensagens mencionam reuniões relacionadas a negócios e contatos com integrantes do governo federal. Em uma conversa de março de 2024, Lulinha teria mencionado encontros com Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, que ocupava o cargo de chefe de gabinete do presidente Lula, e Swedenberger Barbosa, então secretário-executivo do Ministério da Saúde.
A partir do material apreendido, a Polícia Federal solicitou a abertura de um novo inquérito, autorizado pelo Supremo Tribunal Federal, para investigar suspeitas de tráfico de influência envolvendo um grupo com possíveis conexões no governo federal. Roberta Luchsinger é investigada por suspeitas de tráfico de influência e por supostamente utilizar sua proximidade com Lulinha para facilitar o acesso a integrantes do governo. Ela também teria mantido relações profissionais com Antonio Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.
Outro trecho das conversas chamou a atenção dos investigadores. Roberta teria informado a Lulinha que uma pessoa estaria utilizando o nome dele para tentar fechar um “negócio gigante” com a Telebras. Após ser questionada sobre o caso, a lobista teria afirmado que desmentiu a informação e que a pessoa não faria negócios com o então presidente da empresa por meio dela.
A PF também investiga se Roberta teria realizado pagamentos para Marcola enquanto ele ocupava a chefia de gabinete da Presidência. O ex-chefe de gabinete deixou o cargo em julho deste ano, depois de permanecer na função durante o atual governo. Lulinha atualmente é alvo de três inquéritos da Polícia Federal.
Em uma das investigações, os agentes apuram se ele teria atuado junto ao Ministério da Saúde em negociações relacionadas à autorização para comercialização de produtos à base de cannabis. Ele nega qualquer irregularidade. As acusações, porém, são contestadas pelas defesas. O advogado de Lulinha afirmou que não é possível confirmar a autenticidade das mensagens e classificou a divulgação do conteúdo como um vazamento criminoso e fora de contexto. A defesa de Roberta ressaltou que o processo está sob sigilo.
Nesta semana, o filho do presidente Lula (PT) voltou a chamar atenção nas manchetes do país. De acordo com mensagens reveladas pelo portal Metrópoles na última segunda-feira (17), Lulinha, o filho mais velho do presidente do Brasil, surge em trocas de mensagens com a lobista Roberta Luchsinger, investigada pela Polícia Federal.
As conversas foram encontradas no celular da empresária, apreendido durante uma operação que apura possíveis fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Segundo as informações divulgadas, as mensagens mencionam reuniões relacionadas a negócios e contatos com integrantes do governo federal.
Em uma conversa de março de 2024, Lulinha teria mencionado encontros com Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, que ocupava o cargo de chefe de gabinete do presidente Lula, e Swedenberger Barbosa, então secretário-executivo do Ministério da Saúde.
A partir do material apreendido, a Polícia Federal solicitou a abertura de um novo inquérito, autorizado pelo Supremo Tribunal Federal, para investigar suspeitas de tráfico de influência envolvendo um grupo com possíveis conexões no governo federal.
Outro trecho das conversas chamou a atenção dos investigadores. Roberta teria informado a Lulinha que uma pessoa estaria utilizando o nome dele para tentar fechar um “negócio gigante” com a Telebras.
msn
FIFA PUNE O ARGENTINO PAREDES EM 10 JOGOS POR BRIGA NO FINAL DA COPA
Paredes é suspenso por 10 jogos pela Fifa por briga na final da Copa; veja todas as punições
- ESPN.com.br
A Fifa anunciou nesta sexta-feira (21) uma série de punições aplicadas a jogadores de Argentina e Espanha pela briga ocorrida logo após a final da Copa do Mundo 2026.
O pior gancho é o do volante Leandro Paredes, que levou 10 partidas de suspensão em jogos internacionais, além de uma multa de US$ 90 mil (R$ 465 mil).
Os outros punidos da Albiceleste foram o lateral Nahuel Molina, o meia Thiago Almada e o auxiliar-técnico Roberto Ayala. Na Roja, apenas o meia Gavi foi sancionado.
Confira todas as punições do Comitê Disciplinar da Fifa aos brigões:
-Leandro Paredes (ARG): 10 jogos de suspensão e multa de US$ 90 mil (R$ 465 mil)
-Nahuel Molina (ARG): 7 jogos de suspensão e multa de US$ 90 mil (R$ 465 mil)
-Thiago Almada (ARG): 1 jogo de suspensão e multa de US$ 30 mil (R$ 155 mil)
-Roberto Ayala (ARG): 3 jogos de suspensão e multa de US$ 30 mil (R$ 155 mil)
-Gavi (ESP): 1 jogo de suspensão e multa de US$ 30 mil (R$ 155 mil)
De acordo com a Fifa, as seleções foram informadas nesta sexta sobre os ganchos, que terão que ser cumpridos nos próximos compromissos internacionais de cada equipe.
Tanto Argentina quanto Espanha podem entrar com recurso na própria entidade para tentar reverter, ou ao menos diminuir, as suspensões.
Os sul-americanos, aliás, já informaram por meio de comunicado que pediram ao Comitê Disciplinar os detalhes da decisão para ingressarem com recurso.
Argentina leva outras multas
A Fifa também informou que a seleção argentina foi punida por vários outros problemas ocorridos durante a Copa, somando multas de US$ 321 mil (R$ 1,658 milhão).
As sanções foram principalmente por "comportamento discriminatório e/ou racista" da torcida argentina, além de "usar um evento esportivo para demonstrações de natureza não-esportiva".
O segundo caso é relativo ao cartaz exibido por jogadores da Albiceleste após a vitória na semifinal contra a Inglaterra com a mensagem: "As Malvinas são argentinas".
Da multa total, US$ 100 mil (R$ 516,63 mil) devem obrigatoriamente ser investidos pela AFA (Associação de Futebol Argentino) em um plano de combate à discriminação.
Além das punições financeiras, a Argentina terá que jogar seus próximos dois compromissos em cada com 50% da capacidade reduzida.
espn
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