06/04/2026
POR APRESENTAREM CANDOMBLÉ NO DOMINGO DE PÁSCOA GLOBO E ANITA SÃO CRITICADAS
Globo e Anitta são criticadas por candomblé no domingo de Páscoa
A cantora Anitta e a TV Globo viraram alvo de críticas por conta de uma apresentação da artista no programa Domingão com Huck neste domingo (5). Durante a atração, Anitta apresentou a faixa Meia-noite, marcada por referências ao candomblé, o que gerou repercussão pelo fato de o episódio ter acontecido em pleno domingo de Páscoa.
– Rede Globo TV bancada com impostos de todos os brasileiros escolheu passar ritual de macumba e feitiçaria no domingo de páscoa com intenção de clara de ofender Cristo – escreveu um internauta na rede social X.
– Um escárnio em pleno domingo de Páscoa. Um dia a conta chega!! – declarou um outro.
Confira algumas críticas feitas nas redes:
Além das referências na dança e na melodia da música executada por Anitta durante a programa, a letra de Meia-noite também traz elementos do candomblé, como quando diz “pemba e pimenta na ponta da minha fala”. A “pemba”, citada na canção, é um giz feito de calcário e utilizado de forma ritualística nas religiões afro-brasileiras.
Veja a apresentação da cantora:
ALERTA: CRIMINOSOS TRANSFORMAM CELULARES EM 'MAQUININHAS' PARA DESVIAR DINHEIRO
Como criminosos transformam aparelhos em 'maquininhas' para desviar milhares de reais
Um aplicativo criminoso é um dos novos inimigos da epidemia de golpes digitais no Brasil. Bandidos estão usando técnicas cada vez mais sofisticadas para enganar pessoas, invadir celulares e sequestrar todos os dados.
A fraude, conhecida como sequestro de celular, começa muitas vezes com uma simples ligação ou mensagem, mas pode terminar com prejuízos de dezenas de milhares de reais e o controle total do aparelho da vítima.
O contato inicial costuma ser feito por alguém que se apresenta como funcionário da área de segurança do banco. O golpista afirma que houve um acesso suspeito ao aplicativo ou uma compra indevida no cartão de crédito.
Em seguida, pede que a vítima instale um aplicativo enviado por WhatsApp, sob o pretexto de realizar uma verificação de vírus.
A partir daí, começa a fase mais crítica do golpe. Os criminosos orientam a vítima a compartilhar a tela do celular e conceder permissões adicionais.
📱 Com isso, passam a ter acesso remoto completo ao aparelho, incluindo fotos, e-mails, contatos e, principalmente, aplicativos bancários. Em alguns casos, a vítima é induzida a digitar senhas, acreditando que está apenas realizando procedimentos de segurança.
Em situações mais avançadas, criminosos chegam a pedir que a vítima aproxime o cartão bancário da câmera do celular. Usando tecnologia Near Field Communication (NFC), ou "comunicação de campo próximo", o aparelho é transformado em uma maquininha de pagamento, enquanto o golpista simula outra ação na tela.
Clique no link abaixo e veja a matéria completa:
O 'CUSTO JANJA' É DEVASTADOR PARA O PAÍS
O devastador “custo Janja” para o país
Janja nunca havia viajado tanto. Mal conhecia o exterior. Hoje, representa um custo altíssimo para o pagador de impostos, um dinheiro praticamente jogado na lata do lixo.
O jornalista Sílvio Navarro definiu isso como “custo Janja”:
“170 dias fora do Brasil desde 2023. Enquanto o brasileiro é taxado, a primeira-dama acumula viagens ao exterior com dinheiro do pagador de impostos.
Isso tem nome: custo Janja.
Não foi eleita, não presta contas, mas viaja como chefe de Estado.”
O site Poder360 fez o gráfico abaixo:
PESQUISA EM SANTA CATARINA TEM RESULTADO SURPREENDENTE PARA O SENADO
Nova pesquisa para o senado em SC tem resultado surpreendente
A mais recente pesquisa para o Senado Federal em Santa Catarina, divulgada neste domingo (5), apresenta um resultado até certo ponto surpreendente. Carlos Bolsonaro assumiu a liderança. Na segunda posição, em empate técnico, a deputada Caroline De Toni. O terceiro colocado, o senador Espiridião Amin, que busca a reeleição, está mais de 10 pontos atrás. Confira os números:
Carlos Bolsonaro (PL), ex-vereador: 24,7%
Carol De Toni (PL), deputada federal: 23%
Espiridião Amin (PP), senador: 11,3%;
Décio Lima (PT), ex-deputado federal: 10,2%;
Clésio Sálvaro (PSD), ex-prefeito de Criciúma (SC): 4,5%;
Carlos Chiodini (MDB), deputado federal: 3,6%;
Tânia Ramos (PSol), ex-vereadora: 2,9%;
Gilson Marques (Novo), deputado federal: 2,6%;
Vinícius Lummertz (MDB), ex-ministro do Turismo e ex-presidente da Embratur no governo Michel Temer: 0,2%;
Não souberam/não responderam: 13,1%;
Brancos e nulos: 3,7%.
A pesquisa ouviu 1.525 eleitores entre 29 de março e 4 de abril. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais.
PARALIZAÇÃO DOS ÔNIBUS ESTUDANTIS EM CEARA-MIRIM - PREFEITO DÁ EXPLICAÇÕES
LULA, O HIPÓCRITA, NOMEIA MAIS UM 'GOLPISTA'
Novo ministro do Empreendedorismo votou a favor de impeachment de Dilma
O novo ministro do Empreendedorismo, Tadeu Alencar (PSB-PE), votou a favor e é apontado como um dos articuladores do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff quando deputado federal, em 2016.
A nomeação, na última sexta-feira (2), rendeu dor de cabeça dentro do PSB e críticas em alas do PT. Há pedidos dentro da base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que ele seja exonerado.
Tadeu era secretário-executivo da pasta durante a chefia de Márcio França (PSB-SP). Segundo relatos ouvidos pela CNN, ao fazer a nomeação o governo não ouviu o presidente da legenda, João Campos, que tinha outro nome para a vaga e teria acionado a articulação política do Palácio.
O filho do novo ministro é casado com a irmã de João Campos. O presidente do PSB, no entanto, indicava preferência pelo atual secretário nacional do consumidor, Paulo Pereira, para a função. O partido chegou a parabenizar Tadeu pela posse, mas apagou a postagem depois.
A leitura entre parte dos governistas é de que Tadeu foi uma solução automática, em uma movimentação mais ampla em que vários secretários executivos assumiram a chefia das pastas com as saídas dos titulares por causa da desincompatibilização eleitoral. Entre a velha guarda do PT, no entanto, a nomeação está sendo alvo de críticas.
CNN
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A PALAVRA DE DEUS PARA ESTA SEGUNDA-FEIRA (06) - POR PADRE BIANOR JR.
Padre Bianor Jr.
Natal/RN, 6 de abril de 2026, segunda-feira
OITAVA DA PÁSCOA
“Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos!” (Sl 117[118])
Evangelho – Mt 28,8-15
As mulheres deixam o túmulo com alegria e vão anunciar aos discípulos. No caminho, encontram Jesus ressuscitado, que as envia em missão. Enquanto isso, os guardas são subornados para espalhar uma versão falsa dos acontecimentos.
Irmãs e irmãos,
continuamos a viver a alegria da Páscoa. A liturgia de hoje nos mostra mulheres que correm, cheias de medo e de alegria, para anunciar que Jesus está vivo.
No caminho, acontece o inesperado: elas encontram o próprio Senhor. O Ressuscitado vai ao encontro de quem O procura com sinceridade.
A Páscoa coloca o nosso coração em movimento. Quem experimenta a presença de Cristo não consegue ficar parado. Sai, corre, anuncia.
Ao mesmo tempo, o Evangelho também nos mostra a tentativa de esconder a verdade. Enquanto alguns anunciam a vida, outros tentam sustentar a mentira.
Assim também acontece hoje. Há quem acolha a luz da ressurreição, e há quem prefira permanecer na escuridão.
Mas a verdade permanece: Cristo vive!
Somos chamados a fazer parte desse anúncio.
Não com palavras apenas, mas com a vida. Com gestos concretos de fé, de alegria e de esperança.
Proposta do dia:
Anuncie a ressurreição com a sua vida: leve esperança a alguém hoje.
Pe. Bianor Júnior
ESTRANHO: DAVID BATORÉ ALCOLUMBRE É BENEFICIADO COM ESCANDALOSO SUMIÇO DE DOCUMENTO NO STF
O escandaloso sumiço de um documento no STF: Adivinha quem está sendo beneficiado...
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul não conseguiu localizar o acordo de não persecução penal que encerrou a investigação sobre desvio de recursos no gabinete de Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado. O documento foi firmado entre a Procuradoria Geral da República e Paulo Boudens, ex-assessor do senador. A busca pelo acordo ocorre desde 2024.
O caso começou em outubro de 2021. A revista Veja publicou reportagem revelando que mulheres da periferia de Brasília foram contratadas para trabalhar no gabinete de Alcolumbre. As funcionárias eram obrigadas a devolver parte dos salários ao gabinete.
Os vencimentos das assessoras variavam entre 4.000 e 14.000 reais. As devoluções representavam entre 80 e 90% dos valores recebidos. O esquema funcionou durante cinco anos. O desvio total alcançou 2 milhões de reais dos cofres públicos.
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) apresentou representação no Supremo Tribunal Federal contra Alcolumbre após a divulgação da reportagem. A subprocuradora-Geral da República Lindora Araújo conduziu a apuração. Ela celebrou acordo de não persecução penal com Paulo Boudens, identificado como braço direito do presidente do Senado.
Boudens assumiu a responsabilidade pelo esquema de desvio de recursos. O acordo de não persecução penal permite que o investigado evite responder a processo criminal mediante reparação dos danos causados e devolução dos valores desviados. A investigação foi encerrada com a assinatura do documento.
Na sequência, o advogado Rafael Gama ingressou com ação popular contra Alcolumbre na Justiça Federal do Rio Grande do Sul, em 2022. Autoridades não possuem foro privilegiado em processos de improbidade administrativa. Alcolumbre tornou-se réu na ação, mas o processo não avançou.
O juiz federal Fabio Mattiello, responsável pela condução da ação no Rio Grande do Sul, não conseguiu obter cópia do acordo de não persecução penal. Em novembro de 2024, o magistrado enviou ofício à Procuradoria Geral da República solicitando confirmação da existência do documento.
A PGR confirmou a existência do acordo, mas o órgão não encaminhou as cópias solicitadas. A PGR informou que os documentos deveriam ser requisitados diretamente ao Supremo Tribunal Federal. O juiz notificou o STF em abril de 2025.
A resposta do Supremo Tribunal Federal contrariou a informação da Procuradoria Geral da República. O ofício da Corte declarou:
"Informo que após pesquisas realizadas nos sistemas informatizados desta corte, não foram identificados processos públicos ou em segredo de justiça em trâmite neste tribunal em nome de Paulo Augusto de Araújo Boudens".
O juiz determinou a citação do presidente do Senado para apresentar defesa diante da impossibilidade de acessar o acordo. Os advogados de Alcolumbre afirmaram na contestação:
"Pela simples análise dos autos e por tudo que fora exposto, nota-se a ausência de demonstração da lesão ao erário e de dano à Administração Pública por suposto desvio de salários de funcionários considerados 'fantasmas'".
O acordo de não persecução penal conteria informações sobre os fatos apurados e as condições estabelecidas para o encerramento da investigação. O documento permanece sem localização definida. Não há informação sobre se os valores desviados foram efetivamente devolvidos aos cofres públicos, conforme previsto neste tipo de acordo.
JCO
E SE FOSSE A FAMÍLIA DE BOLSONARO, JÁ ESTAVA ENJAULADA OU TINHA AGUMAS HORAS PARA EXPLICAR-SE?
Família de Moraes comprou R$ 23,4 milhões em imóveis nos últimos cinco anos e triplicou patrimônio
Levantamento com base em registros de cartório aponta que o ministro do STF Alexandre de Moraes e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, ampliaram de forma significativa o patrimônio imobiliário nos últimos anos.
Atualmente, o casal possui 17 imóveis avaliados em cerca de R$ 31,5 milhões. Desde 2017, quando Moraes assumiu uma cadeira no Supremo Tribunal Federal, o crescimento patrimonial chega a 266%, considerando que, à época, os bens somavam R$ 8,6 milhões distribuídos em 12 propriedades.
A maior parte da expansão ocorreu nos últimos cinco anos, período em que foram investidos R$ 23,4 milhões na aquisição de imóveis em cidades como Brasília e São Paulo, com pagamentos realizados à vista, segundo os documentos.
Os dados também indicam que, ao longo de quase três décadas, o casal realizou compras que totalizam R$ 34,8 milhões em 27 imóveis, embora parte deles tenha sido vendida posteriormente. Isso explica a diferença em relação ao patrimônio atual.
Boa parte das aquisições recentes foi feita por meio do Lex Instituto de Estudos Jurídicos, empresa utilizada para administração dos bens da família. A sociedade é formada por Viviane e os filhos do casal, enquanto Moraes não aparece formalmente como sócio, embora o regime de comunhão parcial de bens inclua o patrimônio no conjunto familiar.
Entre os negócios mais relevantes estão a compra de uma mansão no Lago Sul, em Brasília, por R$ 12 milhões, e imóveis de alto padrão em São Paulo e Campos do Jordão. As transações incluem pagamentos elevados feitos por transferência bancária e PIX.
Além da evolução patrimonial, também houve crescimento na atuação profissional do escritório Barci de Moraes Advogados, comandado por Viviane. O volume de processos em tribunais superiores aumentou nos últimos anos, assim como contratos firmados com instituições financeiras.
Procurados, Moraes e Viviane não se manifestaram sobre os dados até o momento.
Estadão
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