Mostrando postagens com marcador Eleição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eleição. Mostrar todas as postagens

10/08/2026

PT E PL REFORÇAM CAIXA APOSTANDO NA AMPLIAÇÃO NO SENADO

PT e PL ampliam aposta no Senado e reforçam caixa de candidatos

PT e PL deram maior prioridade às candidaturas ao Senado na distribuição do Fundo Eleitoral de 2026. A estratégia ocorre em uma eleição na qual serão renovadas 54 das 81 cadeiras da Casa, responsável por analisar pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), aprovar autoridades indicadas pelo presidente da República e votar propostas centrais para o próximo governo.

As duas legendas receberam as maiores parcelas do fundo neste ano. O PL ficou com R$ 881,7 milhões, enquanto o PT recebeu R$ 615 milhões. Os recursos públicos são distribuídos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) conforme critérios legais, entre eles o tamanho das bancadas partidárias no Congresso.

No PT, a fatia reservada às candidaturas ao Senado passou de 2,48% em 2022 para 10,08% em 2026. Em valores, o montante cresceu de aproximadamente R$ 12,5 milhões para R$ 62 milhões. A direção nacional ainda definirá a divisão entre candidatos e Estados e poderá fazer ajustes para cumprir as cotas previstas em lei.

O PL modificou sua fórmula de distribuição e passou a atribuir peso específico à bancada de senadores. Dos 70% do fundo destinados aos Estados, até 15% serão repartidos de acordo com o número de integrantes do partido no Senado. Essa parcela pode alcançar R$ 92,6 milhões. A decisão final caberá à Executiva Nacional, que poderá considerar pesquisas, competitividade e estratégias regionais.

Atualmente com 16 senadores, o PL pretende lançar candidatos em 24 unidades da Federação. O presidente da legenda, Valdemar Costa Neto, projeta a eleição de mais 20 nomes. “Então, nós devemos fazer mais 20 senadores”, afirmou. A ampliação da bancada é uma das prioridades do bolsonarismo, que defende a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e a abertura de processos de impeachment contra integrantes do STF.

O objetivo já havia sido manifestado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Em julho de 2025, ao mencionar o poder do Senado para aprovar ou rejeitar indicados ao Supremo, ele declarou: “Com metade do Senado, vou mandar mais que o presidente da República”. O presidenciável Flávio Bolsonaro também vem associando o fortalecimento da bancada à intenção de ampliar a pressão sobre a Corte.

O PT lançou 18 candidatos ao Senado e pretende ampliar sua representação para facilitar a aprovação das propostas do governo e evitar novas derrotas no Congresso. “Será fundamental para o PT para o próximo ciclo formar uma boa quantidade de senadores”, afirmou o deputado Jilmar Tatto (PT-SP), coordenador do Grupo de Trabalho Eleitoral da sigla.

Entre as pautas de interesse do partido está o fim da escala de trabalho 6×1, aprovado pela Câmara e ainda pendente de votação no Senado. Uma bancada maior também ajudaria o governo na aprovação de indicados para instituições como o STF, a Procuradoria-Geral da República, o Banco Central e as agências reguladoras. Em abril, a Casa rejeitou a indicação de Jorge Messias ao Supremo, impondo uma das principais derrotas do governo Lula no Congresso.

ELEIÇÕES 2026: EX-JOGADORES VÃO CONCORRER A CARGOS - VEJA QUAIS

Conheça ex-jogadores de futebol que vão concorrer a cargos nas Eleições 2026

As movimentações para as Eleições de 2026 já começaram, e os partidos já estão definindo seus candidatos. Assim, ex-jogadores que marcaram época no futebol brasileiro surgem como concorrentes a um cargo político neste pleito e contam com suas trajetórias no esporte como um diferencial em suas campanhas.

Com Copa do Mundo no currículo e passagens por grandes clubes no Brasil, como Palmeiras, Corinthians e Vasco, Edmundo concorre a uma vaga como deputado federal no Rio de Janeiro, pelo PSDB. Em suas redes sociais, o ex-atacante vem divulgando sua candidatura, e elementos ligados ao Vasco, clube do qual é ídolo, aparecem com frequência.

Outro atleta que representou a Seleção Brasileira na Copa do Mundo e está concorrendo a um cargo federal é Luís Fabiano. O ex-atacante, ídolo do São Paulo, é candidato a deputado federal por São Paulo, pelo MDB.

O ex-atacante Finazzi, com passagem pelo Corinthians entre 2007 e 2008, também concorrerá a deputado federal por São Paulo, pelo MDB. Muito lembrado por seu período no time paulista, desde sua aposentadoria vem atuando como treinador e seu último time foi o Sertãozinho, no qual comandou o clube na reta final da segunda divisão do Campeonato Paulista de 2026.

Washington “Coração Valente”, que teve passagens de destaque por Athletico-PR, Fluminense e São Paulo, é mais um ex-jogador que busca uma vaga de deputado federal, pelo MDB, mas, desta vez, no Distrito Federal. Esta é a terceira vez que ele concorre ao cargo e pelo terceiro estado diferente. Em 2014, ele buscou uma vaga pelo Rio Grande do Sul e, em 2022, por Sergipe.

Ídolo do Corinthians, Marcelinho Carioca é candidato a deputado distrital pelo Distrito Federal nas eleições de 2026, pelo Republicanos. Essa não é a primeira tentativa do ex-jogador na política, que já concorreu a cargos pelo PSB e pelo PT, mas ainda não foi eleito.

Outro grande nome do futebol brasileiro que vai buscar sua carreira na política é o treinador Vanderlei Luxemburgo. Ele, um personagem marcante dentro das quatro linhas, concorrerá a uma vaga no Senado pelo estado do Tocantins, pelo Podemos.

Por fim, Marcos Braz, que apesar de não contar com uma carreira como jogador, ficou marcado como dirigente do Flamengo entre 2018 e 2024. Agora, disputa uma vaga de deputado federal pelo PSDB no Rio de Janeiro.

pleno.news

09/08/2026

ELEIÇÃO NO RN: ÁLVARO CONTRA TODOS

Defesa de Allyson rebate reportagem sem citar a condenação unânime no TRE — e não explica o que o e-mail da Secom faz no cadastro do perfil

A defesa de Allyson Bezerra respondeu à reportagem do Blog do Dina sobre a rede de perfis pró-Allyson com uma nota de oito pontos, assinada por três advogados. É um texto bem construído — e é por isso que vale lê-lo com os documentos do lado. A nota explica com desenvoltura o que a reportagem não perguntou, concede o que não pesa e silencia, do primeiro ao último parágrafo, sobre o fato mais incômodo para a sua tese central.

A tese central da nota é jurídica: cidadão pode manifestar apoio a pré-candidato, e responsabilizar o beneficiário por conteúdo de terceiros “exige prova de autoria ou de prévio conhecimento”, nos termos do artigo 40-B da Lei das Eleições — não havendo, cita a nota, “dever geral de vigilância” sobre o que terceiros publicam. O que a nota não conta é que, para essa mesma rede de perfis, o TRE-RN já considerou o requisito do prévio conhecimento preenchido. Em 9 de julho, ao julgar representação sobre um jingle veiculado por quatro dos cinco perfis, o tribunal condenou Allyson, por unanimidade, a multa de R$ 10 mil por propaganda antecipada — fixando a tese de que o prévio conhecimento do beneficiário “pode ser extraído de elementos contextuais da internet”, como as biografias dos perfis apontando para a conta oficial dele e as marcações diretas. Some-se o placar da rede: cinco liminares deferidas e três perfis suspensos por ordem judicial até 15 de agosto. As palavras “condenação” e “multa” não aparecem na nota.

O registro completo pede a outra ponta do placar: em 5 de agosto, o TRE negou pedidos apresentados contra o perfil oficial de Allyson. O placar acima é o da rede “espontânea” — não o da conta dele.

O documento define o próprio campo

O ponto mais técnico da nota é a releitura do Business Record da Meta. Diz a defesa que o campo onde aparece o e-mail da Secom de Mossoró “não informa quando o endereço foi vinculado àquele perfil, e sim o histórico daquele endereço dentro da plataforma”.

O documento discorda. O mesmo Business Record que registra o e-mail traz, impressa, a definição da Meta para o campo: “Registered Email Addresses” exibe “a lista de endereços de e-mail registrados pelo titular da conta” (“registered by the account holder”); e-mail “Verified” é aquele “que foi adicionado a uma conta”, com data e hora. Registrado pelo titular. Adicionado à conta. Não há, na definição, “histórico do endereço dentro da plataforma” — e a preposição pesa: o campo descreve, por definição, um ato de quem controla a conta.

E o ponto que a releitura da defesa não alcança: seja qual for o significado exato da data de 2019 — anomalia que a reportagem registrou desde a primeira versão —, no retrato que a Meta gerou em junho de 2026 o e-mail institucional da prefeitura está listado entre os endereços registrados do perfil. A nota explica a data. Não explica a presença.

A cronologia que piora o quadro

A defesa argumenta que dezembro de 2019 é anterior ao mandato: Allyson era deputado estadual, e a comunicação de Mossoró “era conduzida por administração adversária”. A cronologia está correta — e devolve duas perguntas piores do que a que pretendia responder.

Como um endereço de uso interno da prefeitura — sob qualquer gestão — aparece vinculado a um perfil dedicado a promover Allyson?

E por que o endereço — de uma caixa administrada, segundo o Google, pelo setor de TI da própria prefeitura — ainda constava no cadastro no retrato de junho de 2026, depois dos cinco anos, de janeiro de 2021 a março de 2026, em que a Secom respondeu a Allyson? A nota não toca em nenhuma das duas. E não vale responder que os dados estavam congelados por ordem judicial: a ordem de preservação, de 22 de junho, obriga a Meta a guardar os registros — não impede o dono da conta de mexer no cadastro. Prova disso está nos próprios autos: no mesmo dia da ordem, um e-mail novo foi adicionado ao perfil.

“Pertence” não era a pergunta

A nota abre afirmando que nenhum e-mail, telefone ou IP dos perfis “pertence a Allyson Bezerra ou a ele remete”. Pertencer, é verdade, nenhum pertence — a reportagem nunca disse o contrário. Remeter é outro verbo. Uma conta da rede foi criada sob o nome “Allysson Prefeito”, com a data de nascimento dele. A chave de recuperação dessa conta bate com a de uma ex-assessora do Gabinete do Prefeito — e o telefone que ela declarou como seu em petição de 2022 é o número verificado no perfil que usa essa conta, embora, na operadora, a linha conste em nome de outra pessoa. O e-mail pessoal da mulher que ele nomeou secretária de Comunicação está verificado no perfil mais antigo. A nota responde ao verbo fácil e deixa o difícil intacto.

Há ainda o item em que a defesa afirma que “todos os responsáveis” pelos perfis comparecem “espontaneamente” à Justiça e “afirmam atuar por iniciativa própria”. A nota não diz quem são os todos. Se incluem a ex-secretária e a ex-assessora que os registros ligam à rede — e que nunca se pronunciaram publicamente —, quem afirma por elas é a defesa do político beneficiado. Se não incluem, os vínculos das duas seguem exatamente onde estavam: sem resposta. Em julho, o administrador confesso de um dos perfis disse ao Diário do RN que estava “aguardando ser intimado”; na nota, o comparecimento de todos é espontâneo.

Onde a nota tem razão

Em dois pontos, o registro é devido. A nota diz que “não há uma única credencial comum a dois perfis” — e a reportagem não afirmou que houvesse. O que os documentos mostram é outra coisa: o e-mail verificado de um perfil em 2023 é o nome exato de outro perfil que só nasceria em 2026, e uma mesma pessoa aparece ligada a dois perfis por contatos distintos. E a nota lembra que data de nascimento é pública e cadastro de e-mail é declaratório — verdade, e por isso a reportagem não afirmou autoria. Mas “admiração”, a explicação que a nota oferece, não explica por que a chave que recupera a conta está com uma ex-assessora do gabinete.

O extrato que vem aí

Há uma parte deste caso que nenhuma nota alcança. A Justiça Eleitoral já determinou que a Meta entregue os dados de impulsionamento dos cinco perfis: contas publicitárias, valores gastos, formas de pagamento. Quando esses dados chegarem aos autos, a discussão sobre espontaneidade deixa de ser um debate de teses. Vira extrato.

Leia a íntegra da nota da defesa de Allyson Bezerra:

NOTA DA DEFESA

Em razão da matéria publicada em 8 de agosto de 2026, e diante do espaço de manifestação aberto pela própria publicação, a defesa de ALLYSON LEANDRO BEZERRA SILVA vem esclarecer o seguinte.

1. Os documentos citados na reportagem foram produzidos por determinação da Justiça Eleitoral, no âmbito de processo movido contra o pré-candidato, e o seu resultado é exatamente o oposto do que a matéria sugere. Nenhum endereço de e-mail, nenhum número de telefone e nenhum endereço de IP dos cinco perfis pertence a Allyson Bezerra ou a ele remete.

2. Os registros mostram cinco perfis criados ao longo de quase seis anos, em datas distintas, com credenciais próprias e endereços de conexão diferentes entre si, parte deles indicando inclusive operadoras diversas. Não há uma única credencial comum a dois perfis. Não se trata de estrutura montada para a eleição de 2026, e sim do acúmulo, ao longo dos anos, de perfis de apoiadores e de humor em torno de figura pública com projeção estadual, fenômeno ordinário das redes sociais.

3. Quanto ao endereço de e-mail institucional mencionado na reportagem, é preciso corrigir a leitura do documento. A própria matéria registra que a data ali indicada, 22 de dezembro de 2019, é anterior à criação da conta, ocorrida em 19 de setembro de 2020. Uma conta não pode ter recebido um endereço de e-mail antes de existir. O campo, portanto, não informa quando o endereço foi vinculado àquele perfil, e sim o histórico daquele endereço dentro da plataforma.

4. Ainda que assim não fosse, a data de dezembro de 2019 é anterior ao mandato. Allyson Bezerra tomou posse como prefeito de Mossoró em 1º de janeiro de 2021. Em dezembro de 2019 ele exercia mandato de deputado estadual, e a comunicação da Prefeitura de Mossoró era conduzida por administração adversária. A insinuação de uso de estrutura pública se desfaz na própria cronologia apresentada pela reportagem.

5. Sobre a data de nascimento mencionada em cadastro de correio eletrônico, trata-se de informação pública, constante dos registros de candidatura e acessível a qualquer pessoa. Cadastro de e-mail é declaratório e não passa por validação documental de espécie alguma. O dado indica, no máximo, a admiração de quem o preencheu. Não indica autoria, não indica gestão e não indica conhecimento por parte de quem é homenageado.

6. Todos os responsáveis pelos perfis estão comparecendo espontaneamente à Justiça Eleitoral para prestar os seus esclarecimentos. Nenhum deles foi convocado por Allyson Bezerra e todos afirmam atuar por iniciativa própria. Comparecem porque entendem que a melhor resposta à suspeita é a identificação voluntária e o exame aberto daquilo que fizeram. É precisamente o contrário do anonimato que se lhes imputa, e a defesa considera que a transparência, aqui, presta serviço ao debate público.

7. O direito de cidadãos manifestarem apoio a um pré-candidato é assegurado pela legislação eleitoral, no art. 36-A da Lei nº 9.504/97, e pela Constituição da República. A responsabilização do beneficiário por conteúdo produzido por terceiros exige prova de autoria ou de prévio conhecimento, nos termos do art. 40-B da mesma lei, e não existe no ordenamento brasileiro dever geral de vigilância sobre o que terceiros publicam na internet, como reconheceu o Supremo Tribunal Federal ao julgar o Tema 987 da repercussão geral. Marcar um perfil e convidar colaboradores para uma publicação são funcionalidades acionadas exclusivamente por quem publica, sem qualquer participação de quem é mencionado

8. Allyson Bezerra não criou os perfis, não os gerencia, não elaborou as artes e não realizou as publicações. As questões relativas ao tema estão sendo discutidas no foro próprio, com absoluto respeito às decisões da Justiça Eleitoral, e é nele que a defesa seguirá apresentando os esclarecimentos devidos, como tem feito.

A defesa permanece à disposição da imprensa para os esclarecimentos adicionais que se façam necessários.

Natal, 8 de agosto de 2026.

CAIO VITOR R. BARBOSA
OAB/RN 7.719
FELIPE A. CORTEZ M. DE MEDEIROS
OAB/RN 3.640
THIAGO CORTEZ M. DE MEDEIROS
OAB/RN 4.650

08/08/2026

OPORTUNISMO

Mãe de Eliza Samúdio confirma candidatura a deputada estadual

Sônia Fátima Moura, a mãe de Eliza Samúdio, confirmou na última quarta-feira (5) a candidatura para o cargo de deputada estadual no Rio de Janeiro. Filiada ao partido Progressistas, ela utilizará o sobrenome da filha nas urnas. O foco da sua agenda será criar amplas redes de proteção a famílias em vulnerabilidade.
Estreante na política, Sônia Samúdio formalizou aliança eleitoral com o colega de partido Leniel Borel, atual candidato a deputado federal. A conexão entre ambos existe devido a dramas pessoais semelhantes, já que Leniel amargou a perda trágica de Henry Borel, assassinado em 2016 pelo padrasto.

Eliza Samúdio foi morta em 2010 pelo ex-goleiro Bruno Fernandes. Segundo as investigações, ele não teria aceitado a gravidez da mulher com quem tinha uma relação extraconjugal. Testemunhos colhidos no inquérito relatam que a mulher foi brutalmente estrangulada, esquartejada e teve o corpo escondido sob uma espessa camada de concreto; no entanto, o corpo nunca foi encontrado.

O fruto do relacionamento, apontado pelo ex-atleta como pivô do crime, está hoje com 16 anos. Bruninho investiu na mesma carreira do pai e é atleta das categorias de base do Botafogo. Clube rival do Flamengo, camisa que vestia Bruno à época do crime. A avó acompanha a carreira da jovem promessa.

Bruno foi condenado em 2013 a 22 anos e três meses de reclusão por homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e sequestro. Ele deixou a cadeia em 2023 para liberdade condicional. Em maio deste ano, no entanto, a Justiça revogou a medida por detectar o descumprimento de cautelares, como a proibição de deixar o estado do Rio de Janeiro para assinar contrato com um clube do Acre sem autorização.

VOLTANDO DEPOIS DE DESISTIR: EM MINAS CLEITINHO NÃO TEM ADVERSÁRIO

Cleitinho se acerta com Republicanos e anuncia candidatura ao governo de Minas

O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) anunciou que será candidato ao governo de Minas Gerais durante evento público em Divinópolis (MG) nesta sexta-feira, 7. A informação foi antecipada por Oeste.

Horas antes, Cleitinho se reuniu com o presidente nacional da sigla, o deputado federal Marcos Pereira (SP). Ainda participaram do encontro o presidente do Republicanos em Minas Gerais, Euclydes Pettersen. Luiz Eduardo Falcão, ex-prefeito de Patos de Minas, do mesmo partido, será o candidato a vice-governador.

No mesmo evento, o ex-deputado federal Marcelo Aro (PP), cotado como possível candidato ao governo de Minas, anunciou que vai concorrer ao Senado.
Mudança ocorreu depois de semanas de indefinição sobre Cleitinho

A candidatura de Cleitinho passou por sucessivas mudanças nas últimas semanas. O senador suspendeu compromissos depois da morte do irmão, em 18 de julho, e comunicou ao partido que não queria tratar das eleições durante o período de luto. Ele também não participou da convenção estadual do Republicanos, o que gerou insatisfação entre dirigentes da legenda.

Pereira avaliou que o senador havia perdido o “timing político” para disputar o governo. Mesmo assim, Cleitinho manteve a pré-candidatura, desistiu oficialmente na segunda-feira 3, e, no dia seguinte, voltou a pedir ao partido autorização para concorrer.

A direção nacional rejeitou o pedido naquele momento, mas passou a reavaliar a decisão diante da avaliação interna de que sua candidatura poderia fortalecer o desempenho eleitoral do Republicanos em Minas.

Cleitinho afirmou a aliados que, agora, com o apoio da família, está decidido a disputar o governo. A pesquisa Real Time Big Data divulgada em 30 de julho apontou o senador com 36% das intenções de voto, à frente de Alexandre Kalil (PDT), com 15%, e Patrus Ananias (PT), com 14%.

NESTE DOMINGO (09) A BAND PROMOVE DEBATE COM OS CANDIDATOS AO GOVERNO DO RN

A Band RN promove, neste domingo (9), às 20h, o primeiro debate entre os candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte nas Eleições 2026 



O encontro será apresentado pela jornalista Anna Ruth Dantas e contará com transmissão multiplataforma, permitindo que o público acompanhe o confronto de propostas pela televisão, internet e redes sociais.

Allyson Bezerra (União Brasil)

Álvaro Dias (PL)

Cadu Xavier (PT)

Robério Paulino (PSOL)

A transmissão será exibida ao vivo na Band RN (canal 7.1 em Natal e afiliadas no interior) e também no canal oficial da Band RN no YouTube, ampliando o acesso dos eleitores em todo o estado.

Cobertura multiplataforma da Band RN

Além da transmissão ao vivo, a Band RN preparou uma cobertura especial em todas as plataformas digitais. O público poderá acompanhar:

Transmissão ao vivo pelo YouTube da Band RN;

Cobertura em tempo real nas redes sociais;

Bastidores e principais momentos do debate;

Análises e repercussão após o encerramento;

Conteúdo completo no portal iBandRN.

A proposta é oferecer aos eleitores diferentes formas de acompanhar um dos principais eventos da campanha eleitoral para o Governo do Estado.

Debate marca cobertura das Eleições 2026

Com tradição na realização de debates eleitorais, a Band RN abre a série de encontros entre os candidatos ao Governo do Estado, proporcionando um espaço para apresentação de propostas, discussão dos principais temas do Rio Grande do Norte e confronto de ideias.

O debate faz parte da cobertura especial Band Eleições 2026, que reúne televisão, portal, YouTube e redes sociais em uma ampla cobertura jornalística do processo eleitoral.

Hilneth Correia

05/08/2026

'MUNGANGA': PCdoB LARGA O VERMELHO E ADOTA O VERDE E AMARELO PARA CAMPANHA ELEITORAL

PCdoB inclui cores do Brasil para campanha eleitoral deste ano

A identidade visual do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) passou por uma transformação para as eleições deste ano. A sigla decidiu integrar o verde, o amarelo e o azul, cores da bandeira nacional, ao lado do seu característico tom vermelho. A novidade foi anunciada nas redes sociais da legenda nesta terça-feira (4).

A mudança foi lançada junto com a marca do 16º Congresso Nacional do partido. Segundo a direção, a iniciativa visa destacar o vínculo da sigla com o país e com projetos de desenvolvimento. Apesar da alteração, a tradicional estrela vermelha continua em evidência.

A estratégia ocorre em meio a uma disputa recente pelos símbolos do Brasil. Nos últimos anos, diversas frentes políticas passaram a usar essas cores para atrair eleitores. O PCdoB afirma que os elementos nacionais são de todos e não devem ser restritos a um único grupo.

Outras legendas do campo da esquerda e centro-esquerda mantêm identidades visuais distintas, ligadas às suas raízes históricas. O PT e o PSOL, por exemplo, seguem com o vermelho como cor principal, enquanto o PSB prioriza o amarelo e o PDT usa vermelho, branco e azul.

Por outro lado, o uso das cores da bandeira é uma prática já comum entre siglas da direita e centro. Partidos como o PL, PP, União Brasil, Republicanos e PSD costumam utilizar o verde, o amarelo e o azul em seus materiais para reforçar referências aos símbolos nacionais.

04/08/2026

GRUPO QUE PLANEJAVA ATENTADO DURANTE ELEIÇÕES EM BRASÍLIA É DESARTICULADO PELA POLÍCIA

Megaoperação em Brasília desarticula grupo que planejava atentado durante as eleições

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) iniciou, na manhã desta terça-feira (4/8), a Operação Rede Interrompida. A ação tem como finalidade cumprir medidas cautelares contra oito pessoas investigadas por supostamente integrarem um grupo que discutia a realização de atentados em Brasília durante o período das eleições de 2026. Os investigados têm entre 19 e 31 anos e são residentes nos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Pernambuco e Rio Grande do Sul.

A apuração está sob responsabilidade da Divisão de Prevenção e Combate ao Extremismo Violento (DPCev), vinculada ao Departamento de Inteligência da PCDF. Para o cumprimento das diligências, a corporação conta com o apoio das polícias civis dos estados onde os alvos da operação estão localizados.

De acordo com a Polícia Civil, a investigação teve início após o recebimento de um relatório técnico elaborado pelo Ciberlab, laboratório ligado à Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Com base nesse documento, os investigadores aprofundaram a análise das comunicações atribuídas aos suspeitos para verificar o conteúdo das conversas e o grau de organização do grupo.

Segundo as informações reunidas durante a apuração, os diálogos continham referências frequentes a Brasília como ponto de encontro para uma mobilização prevista para o período eleitoral de 2026. Esse material passou a integrar o conjunto de elementos analisados pela equipe responsável pelo inquérito.

Entre os conteúdos examinados pelos investigadores estão discussões relacionadas a possíveis invasões de edifícios públicos, definição de alvos, estratégias de formação tática e recrutamento de participantes em diferentes estados. Também foram identificados o compartilhamento de mapas, plantas arquitetônicas e modelos tridimensionais de prédios situados na região central da capital federal.

As investigações apontaram ainda a circulação de manuais voltados à fabricação de artefatos explosivos. Conforme informou a PCDF, esse elemento contribuiu para a solicitação das medidas cautelares, consideradas necessárias para preservar provas e permitir o aprofundamento das investigações.

As buscas realizadas nesta fase da operação têm como principal objetivo apreender dispositivos eletrônicos, resguardar evidências digitais e outros materiais de interesse, além de identificar possíveis conexões ainda desconhecidas entre os investigados e esclarecer o nível de organização e o estágio de desenvolvimento das ações discutidas.

Até o momento, o inquérito apura, em tese, a prática dos crimes de associação criminosa, incitação ao crime, apologia de crime ou criminoso e infrações previstas na legislação antirracismo. A Polícia Civil destacou que, até esta etapa da investigação, os fatos não foram enquadrados na Lei de Terrorismo.

A corporação ressaltou, por fim, que a eventual responsabilização individual de cada investigado dependerá da análise pericial dos materiais apreendidos e da conclusão das diligências em andamento. O procedimento permanece sob sigilo, e novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das investigações.

JCO

02/08/2026

ALERTA: SITES FALSOS PEDEM DINHEIRO EM NOME DO PL

PL emite alerta contra sites falsos que pedem dinheiro

O Partido Liberal (PL) emitiu um alerta contra sites falsos que estão usando o nome do candidato da sigla à Presidência, Flávio Bolsonaro, para pedir dinheiro. Por meio das redes sociais, uma nota da legenda destacou a importância de que as vítimas dos golpistas registrem boletim de ocorrência.

O comunicado também listou alguns sites fraudulentos que foram identificados. São eles: campanhaflavio.com.br; flavioodobrasil.com; e campanhapresidenteflavio.com.

De acordo com o PL, o único endereço oficial, vinculado ao partido, é o WWW.CONTRIBUA.COM.BR/FLAVIOPRESIDENTE.

– Antes de fazer qualquer pagamento, confira o endereço com atenção e não acesse links enviados por páginas, perfis ou mensagens desconhecidas. Quem já realizou alguma transferência por esses sites deve registrar um Boletim de Ocorrência e procurar o próprio banco para solicitar a devolução do pix – concluiu a nota.

ELEIÇÕES 2026: COM NOVAS REGRAS DIA 16 DE AGOSTO COMEÇA A PROPAGANDA ELEITORAL

Propaganda eleitoral começa em 16 de agosto com novas regras para IA e combate às fake news

A propaganda eleitoral das eleições de 2026 começa oficialmente em 16 de agosto, quando candidatos, partidos, federações e coligações poderão pedir votos e divulgar suas campanhas. A disputa deste ano será a primeira realizada sob regras mais rígidas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para o uso de inteligência artificial, com proibição de deepfakes e medidas voltadas ao combate da desinformação.

Até o início oficial da campanha, os pré-candidatos podem participar de entrevistas, debates, reuniões e encontros políticos, além de apresentar propostas aos eleitores. O que continua proibido é o pedido explícito de voto antes da data autorizada pela Justiça Eleitoral. Quando isso ocorre, a conduta pode ser caracterizada como propaganda eleitoral antecipada e resultar em sanções previstas na legislação.

A partir de 16 de agosto, a propaganda poderá ser veiculada em sites, blogs, redes sociais, aplicativos de mensagens e outras plataformas digitais. Os endereços eletrônicos utilizados pelos candidatos deverão ser informados à Justiça Eleitoral. Caso sejam criados após o registro da candidatura, a comunicação deverá ser feita em até 24 horas.

Entre as principais mudanças para este ano está a proibição da divulgação de deepfakes — conteúdos manipulados por inteligência artificial para alterar imagens, vídeos ou áudios de pessoas. As regras também exigem maior transparência no uso dessas ferramentas durante a campanha, como forma de reduzir a circulação de conteúdos falsos ou gravemente descontextualizados que possam interferir no processo eleitoral.

Também mudam as regras para o envio de mensagens eletrônicas aos eleitores. As campanhas deverão identificar claramente o remetente e oferecer um mecanismo para que o destinatário solicite a exclusão do cadastro. Após o pedido, a remoção deverá ocorrer em até 48 horas.

Outra novidade envolve carreatas e outros atos de campanha que gerem despesas com combustível. Nesses casos, a realização do evento deverá ser comunicada previamente à Justiça Eleitoral, com antecedência mínima de 24 horas.

As normas estão previstas na Resolução TSE nº 23.610/2019, atualizada para as eleições de 2026.

O que muda na campanha de 2026
  • Início da propaganda: 16 de agosto;
  • Deepfakes: passam a ser proibidas;
  • Inteligência artificial: uso deve seguir regras de transparência;
  • Mensagens eletrônicas: campanhas devem identificar o remetente e oferecer opção de descadastramento;
  • Prazo para exclusão do cadastro: até 48 horas após solicitação;
  • Carreatas com gastos de combustível: precisam ser comunicadas à Justiça Eleitoral com pelo menos 24 horas de antecedência;
  • Propaganda antecipada: continua proibido pedir votos antes de 16 de agosto.

30/07/2026

QUANTO TEMPO TERÃO LULA E FLÁVIO BOLSONARO NA PROPAGANDA NA TV

Propaganda na TV: quanto tempo terão Lula e Flávio Bolsonaro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deverá ter 5 minutos e 32 segundos em cada bloco da propaganda eleitoral gratuita na televisão, enquanto Flávio Bolsonaro (PL-RJ) contará com cerca de 4 minutos e 20 segundos. A projeção considera as alianças consolidadas até agora para a disputa pelo Palácio do Planalto.

A vantagem de Lula, de um minuto e 12 segundos, decorre da coligação formada pela federação PT, PCdoB e PV com PSB, PDT e a federação PSOL-Rede. Flávio, por sua vez, chega à campanha presidencial praticamente restrito ao PL, em meio ao isolamento político provocado pela neutralidade da federação União Progressista.

Lula supera Flávio Bolsonaro no tempo de propaganda na TV

Os programas destinados à eleição presidencial terão 12 minutos e 30 segundos por bloco. Além de Lula e Flávio Bolsonaro, a divisão projetada reserva cerca de dois minutos para Ronaldo Caiado (PSD) e pouco mais de 30 segundos para Augusto Cury (Avante).

A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão será exibida entre 28 de agosto e 1º de outubro, de segunda-feira a sábado. Também haverá inserções de 30 e 60 segundos distribuídas ao longo da programação das emissoras.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a distribuição será calculada com base na representação dos partidos resultante das eleições de 2022.

Pela legislação, 10% do tempo disponível é dividido igualmente entre as candidaturas que atendem aos critérios legais. Os outros 90% são repartidos proporcionalmente ao número de deputados federais eleitos pelas legendas integrantes de cada coligação.

Republicanos pode inverter vantagem de Lula

O cenário muda caso o Republicanos decida apoiar Flávio Bolsonaro. Com a entrada do partido, o senador passaria a ter aproximadamente 5 minutos e 16 segundos por bloco, enquanto Lula cairia para cerca de 4 minutos e 51 segundos.

Essa possibilidade transformou o Republicanos no principal alvo das negociações do PL. A legenda, no entanto, indica que pode adotar uma posição de neutralidade na eleição presidencial. A decisão deverá ser tomada até 5 de agosto, prazo final para a realização das convenções partidárias.

O presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, afirmou que os diretórios estaduais estão sendo consultados. O PL tenta costurar apoios regionais e cogita entregar ao partido a vaga de vice na chapa de Flávio.

O nome defendido pelo senador é o de Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal. Recém-filiada ao Republicanos, ela não seria, porém, a opção preferencial da direção da legenda.

Isolamento de Flávio Bolsonaro reduz espaço eleitoral

O tempo menor na televisão expõe o isolamento político de Flávio Bolsonaro. A federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, optou pela neutralidade, frustrando os planos do PL de montar uma ampla coligação de direita.

Com o apoio de União Brasil, PP e Republicanos, Flávio poderia alcançar cerca de 6 minutos e 50 segundos por bloco, quase o dobro dos 3 minutos e 43 segundos que caberiam a Lula nesse cenário.

As negociações perderam força depois da revelação de que Flávio pediu recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro. O episódio agravou a resistência de partidos que avaliavam aderir à candidatura do senador.

A disputa pela propaganda na televisão não se limita aos programas em bloco. O mesmo cálculo determina a quantidade de inserções exibidas durante a programação, consideradas estratégicas por repetirem mensagens, propostas e ataques aos adversários em horários de maior audiência.

No segundo turno, a divisão muda: os dois candidatos classificados passam a ter exatamente o mesmo tempo no rádio e na televisão, independentemente do tamanho de suas coligações.

msn

28/07/2026

CHAPA LULA/ALCKMIN TEM QUE SER CASSADA!

Crime Eleitoral

Uma estatal do governo Lula fechou um contrato de R$ 35 milhões sem licitação que acabou virando abrigo para um "exército" de cabos eleitorais e aliados petistas. A PortosRio (antiga Companhia Docas do Rio de Janeiro), autoridade responsável pela administração dos portos da capital fluminense, Itaguaí, Niterói, Angra dos Reis e do Forno, repassou a verba por meio de um convênio com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A investigação revelou que o convênio serviu para remunerar 305 bolsistas com claras ligações com a classe política. Entre os favorecidos estão cabos eleitorais, candidatos derrotados nas últimas eleições, ex-funcionários da Prefeitura de Belford Roxo, dirigentes partidários, advogados e parentes de políticos espalhados por pelo menos 48 dos 92 municípios do estado do Rio de Janeiro.

A PortosRio tornou-se área de influência direta do ex-prefeito de Belford Roxo, Waguinho, a quem Lula concedeu espaço de apadrinhamento político na estatal. Ou seja, mais um caso entre inúmeros do PT usando a máquina pública a seu favor, de maneira ilegal.

24/07/2026

EM PLENO REGIME AUTORITÁRIO FAÇA-SE A LUZ

Faça-se a luz

Esta não é uma campanha eleitoral comum, já que ocorre sob regime autoritário de caráter discricionário e com o principal líder da Oposição encarcerado e silenciado na sua catacumba domiciliar, no caso o ex-presidente Jair Bolsonaro.

É isto que vacilões oposicionistas e isentões de todo gênero despudorado fazem questão de não entender, fazendo o jogo do regime autoritário.

É a ditadura do consórcio STF+Governo do PT, estúpido.

E é este regime discricionário que jogou na catacumba domiciliar o principal candidato da Oposição, no caso Jair Bolsonaro, e mantém exilado o segundo melhor nome da Oposição, no caso Eduardo Bolsonaro.

É simples assim.

Não dá para fazer de conta que a campanha eleitoral atual corre como jogo justo, leal, legal, já que um dos dois times está sem seu centroavante e sem o seu goleiro, mas que, além disto, o juiz é ladrão.

É preciso entender isto.

20/07/2026

TSE: ELEITORADO BRASILEIRO CHEGA A 158,7 MILHÕES

Eleitorado brasileiro cresce 1,4% na comparação com 2022 e chega a 158,7 milhões, diz TSE



Ao todo, 158,7 milhões de brasileiros estão aptos a votar nas Eleições de 2026, segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira (20).

O número representa um crescimento de 1,46% em relação às últimas eleições gerais, quando o país tinha 156,4 milhões eleitores. São 2,29 milhões de eleitores a mais no comparativo.

O primeiro turno das eleições deste ano será em 4 de outubro, daqui a 76 dias. Serão escolhidos o presidente da República, os 27 governadores, 54 senadores e deputados federais, estaduais e distritais. O segundo turno está marcado para 25 de outubro.

Regiões

Na análise dos dados por região, o Norte foi o que registrou o maior crescimento proporcional no número de eleitores entre 2022 e 2026. Ao todo, a região ganhou cerca de 549 mil eleitores, alta de 4,4%, e chegou à marca de 13,1 milhões de pessoas aptas a votar.

Clique no link abaixo e veja a matéria completa: 

05/07/2026

TEM QUE COMBINAR COM O STF

Oposição a Lula larga na frente na disputa pelos maiores estados do país

Tarcísio de Freitas, ACM Neto e Sergio Moro: 
favoritos aos governos estaduais, 
eles são críticos a Lula | Fotos: 
Paulo Guereta/Governo Estado SP 
| Beto Barata/PL/Reprodução
A oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece em vantagem na corrida aos governos estaduais em seis dos dez maiores eleitorais do Brasil, segundo levantamento feito pela revista VEJA com base em pesquisas feitas em abril, maio, junho e julho. 

Esse recorte representa 75% do eleitorado total do país.

No maior colégio eleitoral do país, a oposição lidera e pode levar no primeiro turno com o atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos), um dos principais aliados políticos do presidenciável de oposição Flávio Bolsonaro (PL).

Em Minas Gerais, segundo maior estado, o líder da pesquisa é o senador Cleitinho Azevedo, também do Republicanos. Embora vez ou outra elogie e apoie iniciativas de Lula, ele vem sendo cotado para ser o palanque de Flávio no estado.

A oposição também aparece à frente na Bahia (com ACM Neto, do União Brasil), no Paraná (com Sergio Moro, do PL), no Ceará (com Ciro Gomes, do PSDB) e em Santa Catarina (com Jorginho Mello, do PL).

Lulistas

Já Lula tem apenas um candidato liderando que pode ser considerado seu aliado: o ex-prefeito Eduardo Paes (PSD), que está com larga vantagem na disputa pelo comando do Rio de Janeiro e pode liquidar a fatura ainda no primeiro turno.

O petista ainda tem uma aliada em boa posição no Rio Grande do Sul, com a ex-deputada estadual Juliana Brizola (PDT), neta do ex-governador Leonel Brizola, mas ela está empatada na margem de erro com o deputado oposicionista Luciano Zucco (PL).

Independentes

Em outros dois estados, o líder da corrida não pode ser considerado nem lulista nem oposição a Lula: Raquel Lyra (PSD) em Pernambuco e Daniel Santos (Podemos) no Pará. Ambos mantêm posição de neutralidade na corrida presidencial, embora flertem com o eleitorado petista e bolsonarista.
Veja abaixo um resumo da corrida nos dez maiores colégios eleitorais:

SÃO PAULO
(Paraná Pesquisas – maio)

Tarcísio de Freitas (Republicanos): 45,6%
Fernando Haddad (PT): 34,1%

MINAS GERAIS
(Real Time Big Data – maio)

Cleitinho Azevedo (Republicanos): 35%
Alexandre Kalil (PDT): 14%

RIO DE JANEIRO
(Paraná Pesquisas – junho)

Eduardo Paes (PSD): 54,2%
Douglas Ruas (PL): 14,6%

BAHIA
(Paraná Pesquisas – junho)

ACM Neto (União Brasil): 47,8%
Jerônimo Rodrigues (PT): 38,7%

PARANÁ
(Paraná Pesquisas – maio)

Sergio Moro (PL): 42,3%
Requião Filho (PDT): 19,9%

RIO GRANDE DO SUL
(Real Time Big Data – junho)

Juliana Brizola (PDT): 37%
Luciano Zucco (PL): 32%

PERNAMBUCO
(Datafolha – junho)

Raquel Lyra (PSD): 48%
João Campos (PSB): 43%

CEARÁ
(Paraná Pesquisas – junho)

Ciro Gomes (PSDB): 46,6%
Elmano de Freitas (PT): 33,9%

PARÁ
(Quaest – abril)

Daniel Santos (Podemos): 22%
Hana Ghassan (MDB): 19%

SANTA CATARINA
(Instituto Neokemp – junho)

Jorginho Mello (PL): 52,3%
João Rodrigues (PSD): 20,4%

Veja

COMEÇOU NESTE SÁBADO (4) DEFESO ELEITORAL QUE LIMITA PROPAGANDA DO GOVERNO E USO DA MAQUINA PÚBLICA

Defeso eleitoral começou neste sábado (4) e limita propaganda do governo e uso da máquina pública

O defeso eleitoral começou neste sábado (4) em todo o país e impõe uma série de restrições ao uso da máquina pública, à publicidade institucional e a ações de agentes públicos, a três meses do primeiro turno das eleições de 4 de outubro. As regras atingem órgãos federais, estaduais e municipais e buscam evitar o uso da estrutura do Estado para favorecer candidaturas.

As normas estão previstas na Lei nº 9.504/1997, a chamada Lei das Eleições, e em resoluções do Tribunal Superior Eleitoral. O objetivo central é garantir equilíbrio na disputa eleitoral e impedir promoção pessoal de gestores durante o período de campanha.

Com o início do período, candidatos ficam proibidos de participar de inaugurações de obras públicas. Órgãos da administração também devem retirar de sites oficiais nomes, imagens e símbolos que possam associar ações do governo a autoridades ou pré-candidatos.

Além disso, fica suspensa a publicidade institucional de programas, obras e campanhas dos governos, além da contratação de shows com recursos públicos para eventos oficiais. Pronunciamentos em cadeia de rádio e TV também ficam restritos, com exceções autorizadas pela Justiça Eleitoral em casos emergenciais.

Na gestão pública, também ficam limitadas nomeações, exonerações sem justa causa, transferências e outras mudanças de servidores, com exceções previstas em lei. Já os repasses voluntários entre União, estados e municípios passam a ser restritos, com liberação apenas em situações específicas, como obras já iniciadas ou calamidade.

O calendário eleitoral segue em andamento e, a partir deste domingo (5), pré-candidatos já podem iniciar movimentações internas voltadas às convenções partidárias. As convenções oficiais estão autorizadas a partir de 20 de julho e vão definir os nomes que disputarão os cargos nas eleições deste ano.

27/06/2026

ESSE POVO ESTÁ INVENTANDO MUITA 'MUNGANGA'

STF e TSE: a disputa pelo comando das eleições de 2026

O Supremo Tribunal Federal avalia assumir funções do Tribunal Superior Eleitoral nas eleições de 2026. Hoje, o TSE é presidido por Nunes Marques, indicado por Jair Bolsonaro. Essa mudança de comando expôs fissuras internas no STF, onde existe, sim, uma ala lulista — e essa ala não aguenta, pira. Meus amigos, no Supremo há uma ala lulista, e isso não é escândalo, é realidade.

Há algo profundamente corrosivo na geometria do poder, quando aqueles que deveriam ser os guardiões da Constituição decidem que a própria Constituição é um detalhe acessório, um obstáculo menor no caminho de uma agenda política nefasta. O Brasil vive hoje o espetáculo patético da desmoralização institucional. Ao ensaiar o sequestro das competências do TSE, agora que o bastão do comando eleitoral mudou de mãos, o STF revela não zelar pela democracia, mas sim pelo pânico de uma elite togada que perdeu o seu monopólio de conveniência.

Em 2022, o silêncio do Supremo sobre as manobras do TSE era o silêncio cúmplice de quem detinha o controle. Hoje, sob a presidência de Nunes Marques, o mesmo tribunal que deveria ser templo de imparcialidade transforma-se em palanque de facções. É a tragédia de um país onde o Judiciário se tornou extensão partidária, onde o conceito de “ala lulista” não é escândalo, mas descrição burocrática, sinal claro de que a toga deixou de ser símbolo de justiça para virar uniforme de militância.

Não estamos diante de uma defesa da democracia, mas da manutenção vergonhosa de um status quo, que vê a independência dos outros poderes como traição à sua hegemonia. Quando o guardião da lei decide que a lei só é válida se a decisão final emanar de seu próprio altar, a democracia não foi protegida, foi executada.

O modelo de indicações que nos trouxe a este abismo — esse conluio onde se nomeiam amigos para pagar dívidas de gratidão — é o câncer que corrói o Estado brasileiro. Enquanto o topo da pirâmide judiciária for escolhido como quem escolhe aliados num jogo de pôquer, e não como quem seleciona magistrados de carreira, o Brasil continuará a ser essa república vergonhosa de fachada.

O que vemos hoje é o desespero de quem, ao perder o controle da caneta que carimba os votos, resolveu simplesmente assumir a mão que segura a caneta. É o fundo do poço, e o barulho da queda é ensurdecedor para qualquer um que ainda acredite na ideia de uma nação livre, onde o poder emana das urnas e não do gabinete de quem deveria, por dever de ofício, apenas garantir que o silêncio da lei prevaleça sobre o ruído da política.

JCO