Tudo ou nada em 2027: o plano da oposição para conquistar o Senado e frear o STF
O deputado federal Nikolas Ferreira resumiu, dois dias depois das eleições, o novo programa da oposição: 'O único freio institucional que teremos é a presidência do Senado'. Isso significa dizer: enquanto o governo tem a caneta e o Supremo Tribunal Federal usa toga, a direita ficou com apenas uma trincheira para fevereiro de 2027.
Por trás das cortinas, já há uma conta feita. Segundo o senador eleito Sanderson (RS), 48 senadores na nova formação da Casa seriam favoráveis a processos de impeachment contra ministros do STF. Sete a mais que os 41 necessários para eleger o presidente do Senado.
A direita já escolheu seu nome para a disputa: o senador Rogério Marinho. Contudo, há outros candidatos, como a senadora Tereza Cristina, que mantém sua candidatura à presidência do Senado, apesar das tentativas de unificação da oposição em torno de Rogerio Marinho.

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