30/08/2026

AS FARRAS DE LULINHA COM O CARECA DO INSS REGADAS A UISQUE, BARCO E MULHERES!

Uísque, barco e mulheres: as farras de Lulinha com o Careca do INSS

Investigado pela Polícia Federal (PF), Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente da República, mantinha uma relação com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS e apontado como principal operador das fraudes no INSS, que ia além dos já sabidos negócios que a dupla prospectava no Ministério da Saúde.

Depois que se conheceram, no início do terceiro mandato de Lula, em 2023, os dois também passaram a frequentar festas, sempre regadas a uísque e marcadas pela presença de muitas convidadas. Uma delas, muito badalada, aconteceu em Brasília, dentro de um barco, no Lago Paranoá.

Antunes era um dos frequentadores da mansão alugada pela empresária Roberta Luchsinger para, entre outras coisas, hospedar o filho do presidente e promover reuniões com autoridades e empresários interessados em negócios com o governo. Atualmente, Lulinha vive com a família em Madri, na Espanha.

Em nota, os advogados do filho do presidente afirmam que ele frequentava a casa de Roberta de forma esporádica.

Segundo a polícia, Camilo, o Careca do INSS, tinha a intenção de fechar um contrato bilionário no ramo de produção e fornecimento de medicamentos a base de canabidiol. Roberta foi contratada por ser próxima ao filho do presidente e a outros figurões do PT.

A amizade entre Lulinha e Camilo Antunes chegou a tal ponto que, em algumas ocasiões, o lobista chegava à mansão de Roberta junto com o filho do presidente. “Às vezes os dois [Lulinha e o Careca] chegavam no mesmo carro”, lembra um funcionário da casa, ressaltando que, antes do escândalo se tornar público, o Careca do INSS era simplesmente o “Dr. Antônio”, que chamava a atenção apenas pelos veículos importados que conduzia.

Roberta costumava receber o Careca do INSS em encontros privados, em um escritório que ela mantém dentro da casa. Após essas conversas, Antunes bebia e conversava por horas com o filho do presidente.

A casa era uma espécie de QG do grupo de lobistas e já recebeu visitas de ministros como Alexandre Padilha (Saúde), Frederico de Siqueira (Comunicações) e Wellington Dias (Desenvolvimento Social), além de assessores presidenciais como Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, e Swedenberger Barbosa, o Berger.

Questionados sobre os encontros na mansão, os ministros e Berger afirmaram que não comentariam informações sobre atividades da esfera pessoal. Marcola não se manifestou. Lulinha, através de seu advogado, disse que nunca participou de reunião alguma na casa, que não usava o endereço para esses fins e que frequentou o local de forma episódica e pontual.

Segundo a Polícia Federal, Roberta e Lulinha fazem parte de uma sociedade oculta que vendia influência e prometia aos clientes abrir portas do governo.

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