Eles não são terroristas
Um homem pagava R$ 100 por semana à milícia para manter seu lava-jato aberto. Quando se recusou a pagar mais, foi executado no próprio estabelecimento.
Isso aconteceu em Belford Roxo (RJ) — não em zona de guerra, não em país em colapso. No Brasil, em 2026.
A milícia não pediu. Cobrou. E quando ouviu 'não', mandou matar.
Comerciantes da região não escolhem se pagam. Escolhem apenas se querem continuar vivos.
Isso não é criminalidade comum. É um Estado paralelo — com suas próprias leis, sua própria polícia e seu próprio sistema de arrecadação.
Soberania territorial? O Estado brasileiro não controla essas ruas. A milícia controla.

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