20 anos da morte de Aluízio Alves: 'dia inesquecível de dor, e hoje de saudades', diz Henrique
A data de 6 de maio faz parte da memória e da história política do Rio Grande do Norte. Este ano completa 20 anos da morte do ex-governador e ex-ministro Aluízio Alves.
"Dia inesquecível de dor, e hoje de saudades, na minha vida", diz o ex-deputado federal Henrique Eduardo Alves, que recebeu o legado político do pai em 1970, um ano depois da cassação do mandato parlamentar de Aluizio Alves, em 1969, quando exercia o quinto mandato na Câmara dos Deputados, em Brasilia (DF).
Henrique Eduardo relembra que o pai, quando ia a Brasilia, especulava porque o filho não assumia cargo importante na Câmara Federal, mas respondia da seguinte forma: "Difícil ser seu filho na Camara! Onde vou sou o 'filho de Aluízio!'. Destino cruel: ele morre em maio de 2006 e me elejo líder do MDB em dezembro, numa bancada de 72 deputados e fui reeleito seis vezes por aclamação - o Rio Grande do Norte apenas com oito deputados - e depois eleito presidente da Câmara em primeiro turno, com quatro deputados".
Aluizio Alves morreu aos 84 anos. Nascido em 11 de agosto de 1921, em Angicos, aos 11, era o relator da ata oficial de criação do Partido Popular em Natal. E aos 23 era eleito deputado constituinte em 1945, com a redemocratização do país após a queda da Ditadura Vargas (1930/1945).
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