Toffoli escolhe a dedo os peritos da PF que vão investigar provas do Banco Master
Em meio a questionamentos e manifestações de inconformismo, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (15/1) a participação de peritos da Polícia Federal no acompanhamento da extração de dados e da perícia do material apreendido nas investigações envolvendo o Banco Master.
Os equipamentos estão sob custódia da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Foram indicados para a função os peritos Luis Filipe da Cruz Nassif, Tiago Barroso de Melo, Enelson Candeia da Cruz Filho e Lorenzo Victor Schrepel Delmutti. Segundo Toffoli, os profissionais terão acesso irrestrito aos materiais recolhidos e contarão com suporte da PGR durante a realização dos trabalhos técnicos.
“Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”, afirmou o ministro em despacho.
A decisão ocorre após idas e vindas sobre a destinação dos aparelhos apreendidos. Na quarta-feira (14/1), Toffoli havia determinado que celulares, computadores e outros dispositivos recolhidos na segunda fase da operação fossem mantidos “lacrados” e “acautelados” na sede do STF. Pouco depois, porém, reviu o posicionamento e definiu que a custódia ficaria sob responsabilidade da PGR.
jornaldacidadeonline

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