O que leva um candidato a presidente do Brasil trocar mais de partido do que de roupa? Ciro é ditador, comunista, socialista, capitalista, anarquista..... e mala!
Ciro Gomes iniciou a carreira política no PDS (Partido Democrático Social), legenda sucessora da Aliança Renovadora Nacional (Arena), partido que dava sustentação à Ditadura Militar Brasileira. Em 1982, foi eleito deputado estadual. Um ano depois, trocou de legenda, passando para o PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro), sendo reeleito em 1986.
Em 1988 migrou para o PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), onde foi eleito prefeito de Fortaleza e governador do Ceará. Opondo-se à aproximação da legenda ao Partido da Frente Liberal (PFL), Ciro Gomes rompeu com o PSDB e se filiou ao recém-criado PPS (Partido Popular Socialista), em 1996.
Após sete anos, por discordar da oposição da legenda ao governo federal, passou para o PSB (Partido Socialista Brasileiro). Em 2013, saiu do partido em razão da candidatura de Eduardo Campos à Presidência da República em 2014. Ajudou, então, na fundação do Pros (Partido Republicano da Ordem Social). Em setembro de 2015, o ex-ministro decide deixar o Pros e se filiar ao PDT (Partido Democrático Trabalhista), numa clara manifestação de que a mudança se deu, entre outras razões, para concorrer à presidência em 2018.
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