Com dólar alto, GM aumenta preços e deve ser seguida por outras montadoras
“Claro que não haverá um repasse total dos custos, porque o mercado não tem condições de absorver, mas não se pode manter uma operação funcionando com prejuízo por muito tempo”, diz o presidente da GM Mercosul, Carlos Zarlenga.
Ele calcula que um automóvel com 40% de itens importados pelas montadoras e autopeças – a maioria de alta tecnologia, não produzidos no País -, teve alta de custo de 20% só com a elevação do dólar frente ao real. O impacto no preço final é de cerca de 8%.
“A indústria ainda está se recuperando da crise econômica, atua com margens baixas (na venda dos carros) e essa nova pressão não estava nos planos de ninguém”, diz o executivo.
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