Obra de cadeia tem 15% concluída
O secretário apontou que em janeiro de 2016, a M&K Comércio e Construções Ltda, responsável pelo serviço, deve iniciar a segunda fase da construção, que tem previsão para ser concluída em cinco meses. O titular da Infraestrutura explicou que até o momento foi feita a terraplanagem e o cercamento do terreno para evitar o eventual roubo de material. Além da construção do canteiro de obras, execução de estacas e de blocos de fundação. “Até dezembro devemos concluir a fundação, em janeiro queremos iniciar a construção do piso e das paredes”, disse. A Secretaria explicou que o piso da cadeia será reforçado para evitar fugas.
Firmado com o Governo Federal em 2013, através do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), o contrato para a construção da Cadeia Pública de Ceará-Mirim faz parte do Programa Nacional de Apoio ao Sistema Prisional. No início deste ano, a Prefeitura de Ceará-Mirim revogou a doação do terreno destinado à construção da unidade prisional. Na ocasião, o Governo do Estado recorreu à Justiça para invalidar o ato administrativo.
Em abril, o Governo publicou no Diário Oficial do Estado (DOE) o termo de adjudicação para que a empresa contratada, M&K Comércio e Construções Ltda, iniciasse as obras. A empresa responsável é a mesma que já havia vencido a licitação para o projeto inicial mas teve o contrato suspenso após ser citada em processo do Tribunal de Contas da União, por sobrepreço, em 2011.
Reajustado quatro anos depois, o valor destinado para a construção da cadeia pública de Ceará-Mirim é mais de duas vezes superior ao inicial: R$ 17,8 milhões.
A obra foi embargada por determinação judicial no dia 26 de maio, quando um homem se apresentou como proprietário do terreno cedido pela Prefeitura da cidade para a construção do presídio. Três dias depois o Estado apresentou documentos comprovando a cessão do terreno por parte da Prefeitura e a decisão foi revogada três dias depois.
A unidade prisional terá capacidade para 603 internos, divididos em três pavilhões, com 24 celas cada. A cadeia terá uma área construída de 5.753,10 m², e contará com alguns módulos especiais para: ensino, saúde, visitas íntimas, tratamento de dependência química e carceragem adaptada para pessoas com deficiência física. O Projeto da unidade foi doado pelo Estado do Pará e está de acordo com todas as especificações do Ministério da Justiça.
TN
Um comentário:
Presente do representante do governo do estado julio a ceara mirim e para enrolar ele coloca um sinal na rn 064. Isto é cmirim.
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