Mulher de líder da Venezuela pede a Dilma que não seja cúmplice de Maduro
Peço a Dilma Rousseff que não seja uma voz
cúmplice do (presidente) Nicolás Maduro”, diz Lilian Tintori, de 37
anos, mulher do líder oposicionista radical Leopoldo López, preso há um
ano e oito meses na Venezuela.
Em conversa com a BBC Brasil após passagem por Nova York durante a
abertura da Assembleia Geral da ONU, Lilian se apresenta como ativista
de direitos humanos e afirma esperar ser recebida pela presidente
brasileira.
“Espero isso da presidente como mulher e mãe, que conhece a tortura, o
encarceramento e sabe o que é a violação de direitos fundamentais.
Precisamos que o governo brasileiro se pronuncie de forma contundente e
rejeite a condenação feita a Leopoldo López”, afirma.

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