MPE pode recorrer contra João Maia: “Só não vê as provas quem não quer”
As conversas de “MSN” flagradas no computador pessoal de
um assessor de João Maia, presidente estadual do PR, poderiam até
apontar para o “Caixa 2” na campanha de 2010, quando o político foi
eleito deputado federal, na visão do Ministério Público Eleitoral (MPE).
Contudo, como o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) não quis, nada disso
foi suficiente para tirar o mandato do parlamentar e torná-lo inelegível
por oito anos. Por isso, agora, o procurador-regional eleitoral, Paulo
Sérgio Rocha, anuncia que deve recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral
(TSE), para tentar em Brasília reverter a decisão da Corte Eleitoral
potiguar. Até porque provas para isso, como diz o ditado, “só não ver
quem não quer”.


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