sábado, 12 de setembro de 2020

OPINIÃO



Com a aproximação da data estipulada pela justiça eleitoral para as convenções municipais dos partidos políticos, as coligações estão oficializando suas chapas para concorrer as próximas eleições. 

Em Ceará-Mirim, como sempre, a oposição tenta juntar os 'cacos' de peças que ela mesma quebrou, e a partir daí montar estratégias para a batalha final. Pense numa oposição difícil de se entender.

Mesmo muitos não gostando de ouvir, vou repetir. "Não será nada fácil derrotar um sistema que trabalha unido na vitótria e que procura sempre minar o 'inimigo' causando defecções em suas células". 

Pela situação Júlio César deverá oficializar o nome de Marcílio Dantas como seu companheiro de chapa.

Pelas 'oposições' Ronaldo Venâncio deverá oficializar o nome de Dr. Jeorge Ferreira como seu companheiro de chapa. E as outras facções políticas que se dizem oposições irão se comportar como? Vão continuar dividindo para facilitar para o adversário?

Nessas alturas do campeonato o ex-prefeito Antônio Peixoto já deve ter tomado sua decisão em relação como deverá se comportar no pleito. Dizem que caminhará com Júlio, obedecendo 'ordens superiores'. 

Caso se confirme esse fato a oposição sofrerá mais um grande desfalque dentro das suas possibilidades de vitória sobre a situação. Por mais ruim, morto ou queimado que o cidadão esteja ele tem votos. Mesmo que tenha só o voto dele esse voto poderá ser decisivo numa eleição onde um Exército derrotou um Batalhão por míseros 53 votos. As previsões eram de números infinitamente maiores. E não foi.

Tem muitos sem noção que insistem em dizer: 'Peixoto tá morto". Claro que eles se referem a política. Mesmo morto, como dizem,  para qualquer cemitério que ele for muitos fiéis lhe acompanharão, e com certeza farão diferença. Política para se vencer tem que somar, quem trabalha para diminuir ou dividir sofrerá sempre o revés.

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