13/09/2026

CEARÁ-MIRIM: DEPÓSITOS DE OVOS SÃO PEDRO - NO VAREJO OU O ATACADO O PREÇO É BOM

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7 PERGUNTAS QUE MERECEM RESPOSTAS

Perguntas 

1- Por que o STF que 'supostamente' deveria dá exemplo de honestidade se comporta como criminoso e ainda tem membro desprezível que se acha a alma mais honesta do mundo, depois de Lula?

2- OAB quer o impeachment dos ministros Alexandre de Moraes e  Dias Toffoli. Cadê os senadores que ainda não estão em Brasília e se mantém em silêncio?


3- As 'ruas' de Ceará Mirim/RN não mentem. Quem é mais popular, o prefeito Antônio Henrique ou o ex-prefeito Júlio César (PP)?


4- Quanto custa manter o STF corrupto do Brasil?


5- Se não fosse a 'Mamãe Prefeitura Municipal' o que seria de grande parte dos desempregados de Ceará Mirim/RN?


6- Se Lula não tem envolvimento criminoso com Vorcaro, por que sigilo de 100 anos nos encontros dos dois?


7- O Camelódromo que Júlio César (PP) ex-prefeito de Ceará Mirim/RN prometeu aos 'feirantes autônomos' será entregue até 04 de outubro próximo?

PESQUISA DATAFOLHA 'ENTERRA' MORAES

Sai o resultado da pesquisa Datafolha sobre a situação de Moraes

Levantamento realizado pelo Instituto Datafolha captou a posição da população em relação a situação do ministro Alexandre de Moraes.

O resultado é devasta

dor para o magistrado. A opinião pública quer a sua punição.

A pesquisa divulgada neste sábado (12), mostra que 75% dos entrevistados defendem algum tipo de medida em relação ao ministro Alexandre de Moraes, após a divulgação de mensagens atribuídas ao ministro e a Daniel Vorcaro.

Para 34%, Moraes deveria se afastar temporariamente para ser investigado; 28% defendem um processo de impeachment e 13%, a renúncia.

O levantamento foi realizado após a divulgação de relatório da Polícia Federal que reúne mensagens enviadas por Vorcaro a um número atribuído pelos investigadores a Moraes.

O documento também registra referências a encontros entre os dois e pedidos de orientação e proteção feitos pelo banqueiro.

Outros 7% dizem que nada deveria acontecer com Moraes porque não há nada de errado nas mensagens.

Para 5%, o ministro não deveria sofrer consequências porque o vazamento das conversas foi ilegal. Outros 13% não souberam responder.

O BRASILEIRO PAGA CARO POR UM NEGÓCIO SEM FUTURO

Quanto custa manter o STF?

Na mitologia grega, o rei Midas recebeu o poder de transformar em ouro tudo aquilo que tocasse. Inicialmente, acreditou ter recebido uma bênção. Depois descobriu que a própria dádiva poderia transformar-se em maldição.

No Brasil, porém, parece ter surgido uma versão ainda mais sofisticada do toque de Midas: algumas autoridades transformam em ouro tudo o que as cerca — mas quem paga pela transformação é o contribuinte.

O Supremo Tribunal Federal terá, em 2026, um orçamento aproximado de R$ 1,047 bilhão.

É importante esclarecer que esse valor não corresponde somente aos salários dos 11 ministros. Nele estão incluídos servidores, aposentadorias, segurança, tecnologia, imóveis, manutenção, comunicação, contratos e toda a estrutura necessária ao funcionamento da Corte.

Ainda assim, é dinheiro público.

Quando dividimos essa montanha de recursos pelo calendário, descobrimos que manter o STF custa aproximadamente R$ 2,87 milhões por dia, R$ 20,13 milhões por semana e R$ 87,25 milhões por mês.

Enquanto você termina de ler este parágrafo, milhares de reais já passaram pelo relógio dessa estrutura.

Cada ministro recebe subsídio mensal de R$ 46.366,19. O salário, entretanto, é apenas a parte visível do edifício.

Ao redor das cadeiras do Supremo existe uma estrutura que inclui residências funcionais em áreas valorizadas de Brasília, internet paga pelo contribuinte, veículos oficiais blindados, motoristas, segurança, assistência médica institucional, viagens, diárias, gabinetes amplos e dezenas de assessores.

Somente em 2023, o Tribunal adquiriu 11 SUVs Toyota SW4 blindadas por aproximadamente R$ 5 milhões. Cada veículo custou cerca de R$ 458,5 mil. Há também estruturas de escolta e contratos destinados à locação de veículos em deslocamentos fora de Brasília.

Agora surgiu uma contratação no valor de R$ 202.722 para fornecer internet durante cinco anos a 13 instalações residenciais (13?) vinculadas aos ministros.

Treze.

Embora o STF tenha apenas 11 integrantes.

O valor mensal por instalação, isoladamente, não chega a ser extraordinário. O problema está no princípio: por que autoridades que recebem o maior salário do funcionalismo precisam ter até a internet residencial paga pela população?

E por que existem 13 pontos residenciais para apenas 11 cadeiras?

A Corte deve uma explicação clara. Dizer apenas que a estrutura é necessária em razão da “missão institucional dos senhores ministros” não responde a todas as perguntas.

Afinal, milhões de brasileiros também cumprem suas missões profissionais utilizando computadores, celulares, energia elétrica e internet pagos com o próprio salário.

Os ministros não recebem atualmente auxílio-alimentação nem auxílio-moradia mensal regular. Essa informação precisa ser registrada para que a crítica não seja contaminada por exageros.

Entretanto, a inexistência desses dois depósitos no contracheque não elimina o custo real das vantagens colocadas à disposição das autoridades.

Uma residência funcional no Lago Sul pode representar benefício econômico equivalente a dezenas de milhares de reais por mês. Um carro blindado, um motorista, equipes de segurança e dezenas de assessores também custam dinheiro. O fato de essas despesas não aparecerem como salário não faz com que deixem de sair dos cofres públicos.

A famosa licitação envolvendo lagostas, camarões e vinhos importados também precisa ser colocada em seu devido lugar. Não se tratava do almoço diário dos ministros, mas de alimentação destinada a recepções, solenidades e eventos institucionais.

Mesmo assim, permanece uma pergunta incômoda: por que o padrão de hospitalidade do poder precisa estar tão distante da mesa do brasileiro que o financia?

Enquanto aposentados contam moedas no supermercado, o poder público debate a qualidade do vinho servido em recepções oficiais.

Enquanto famílias dividem a senha da internet para economizar, autoridades com salário superior a R$ 46 mil recebem conexão residencial custeada pelo Estado.

Enquanto trabalhadores passam horas dentro de ônibus, cada ministro dispõe de veículo oficial blindado, motorista e segurança.

Mas a discussão não termina no orçamento oficial.

Integrantes de tribunais também podem exercer atividades acadêmicas permitidas pela legislação, publicar livros e participar de eventos. O problema começa quando palestras remuneradas, relações profissionais externas, escritórios ligados a cônjuges ou familiares e contratos com pessoas interessadas em decisões judiciais produzem dúvidas sobre independência e conflito de interesses.

Não se pode afirmar que toda palestra, todo escritório familiar ou toda relação profissional represente irregularidade. Mas também não se pode exigir que a sociedade aceite tudo em silêncio.

Quem possui poder para tomar decisões capazes de atingir bancos, empresas, políticos e milhões de brasileiros deve observar um padrão de transparência muito superior ao exigido de um cidadão comum.

Quanto foi recebido? Quem pagou? Qual era o interesse do contratante? Existia processo no Tribunal? O ministro declarou impedimento? O escritório ligado à família atuava direta ou indiretamente perante a Corte?

O problema brasileiro não é a existência de um Supremo Tribunal Federal. Uma democracia necessita de uma Corte constitucional forte, independente e respeitada.

O problema surge quando a estrutura criada para servir à Justiça passa a transmitir a impressão de que a população existe para servir aos seus ocupantes.


O contribuinte não pode continuar sendo tratado como patrocinador silencioso de uma aristocracia institucional. Quem paga a conta tem direito de conhecer cada contrato, cada benefício, cada viagem e qualquer relação privada capaz de produzir conflito com o exercício da função pública.

E talvez seja justamente por isso que precisamos olhar com mais humanidade para o outro lado dessa conta.

Aquele cidadão parado na esquina, aparentemente sem fazer nada, não é necessariamente um vagabundo. Talvez esteja desempregado, desanimado ou simplesmente vencido por uma realidade na qual trabalhar o mês inteiro já não garante alimentação, moradia, transporte e dignidade.

Ele não se recusa a sobreviver. Ele apenas não consegue sobreviver com um salário mínimo.

Enquanto uma estrutura pública consome milhões de reais todos os dias para cercar de conforto e segurança autoridades que recebem o maior salário do funcionalismo, milhões de brasileiros precisam escolher entre comprar comida, pagar a conta de luz ou colocar crédito no celular.

É esse cidadão que sustenta tudo.

É ele quem paga o salário, a residência funcional, o veículo blindado, o motorista, a segurança, os gabinetes, as viagens — e agora até a internet residencial daqueles que deveriam servir à nação. (13??)

O brasileiro que mal consegue sobreviver não pode continuar sendo tratado como um número distante no orçamento. Porque, no final, é justamente daquele bolso quase vazio que o Estado retira os recursos para manter os salões mais caros da República.

Manter o STF custa aproximadamente:

- R$ 33 por segundo.

- R$ 1.992 por minuto.

- R$ 119,5 mil por hora.

- R$ 2,87 milhões por dia.

- R$ 20,13 milhões por semana.

- R$ 87,25 milhões por mês.

- R$ 1,047 bilhão por ano.

Por esse preço, o Brasil não está comprando favores, silêncio ou majestades.

Está pagando — e pagando muito caro — por Justiça, equilíbrio, imparcialidade e respeito absoluto à Constituição.

Se não estiver recebendo exatamente isso, então o problema não é apenas o tamanho da conta.

É a qualidade do serviço entregue à nação.

Jayme Rizolli - Jornalista.

JCO

QUEM DIRIA? XANDÃO, O X9 DO SUPREMO!

As digitais de Moraes nos vazamentos para Vorcaro

Revelações obtidas com exclusividade por Oeste apontam o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), como provável fonte de informações sigilosas recebidas pelo banqueiro Daniel Vorcaro antes da Operação Compliance Zero.

Nos dias que antecederam sua prisão, o então dono do Banco Master demonstrou saber onde tramitava a investigação, mencionou o juiz responsável pelo caso, Ricardo Augusto Soares Leite, e consultou Moraes pelo WhatsApp sobre possíveis medidas cautelares.

As respostas do ministro não foram recuperadas porque os dois usavam o recurso de visualização única. Contudo, as mensagens enviadas por Vorcaro sugerem que o banqueiro recebia informações sobre o andamento do inquérito e sobre as diligências preparadas pela Polícia Federal (PF).
Defesa de Vorcaro entra em cena

Um plano de voo obtido por Oeste mostra que, em 17 de novembro, uma aeronave partiria do Aeroporto de Congonhas (CGH), em São Paulo, com destino a Brasília (BSB), para transportar os advogados do banqueiro. Eles tentariam despachar com o juiz responsável pelo inquérito, a fim de obter acesso aos autos e evitar medidas cautelares contra o Master.

Na tentativa de localizar o inquérito, os advogados entraram em contato com a 10ª Vara Federal Criminal de Brasília e receberam a orientação de enviar a petição por e-mail. O documento pedia acesso à investigação e oferecia a colaboração do Master e dos dirigentes do banco.

A petição foi assinada por Walfrido Warde, Pierpaolo Bottini, Roberto Podval e Bruno Bianco, ex-advogado-geral da União no governo Jair Bolsonaro. Os advogados sustentaram que uma intervenção poderia causar impacto sobre o Master e comprometer as negociações em andamento. Alegaram também que o Banco Central (BC) não havia identificado irregularidades nas operações nem nas demonstrações financeiras do Master. Quando a defesa encaminhou a petição, a prisão preventiva de Vorcaro já havia sido decretada. Ricardo Leite assinou a ordem às 15h29. O documento chegou ao e-mail da vara às 15h47, 18 minutos depois.

A PF passou a examinar a coincidência entre a assinatura da ordem de prisão e o envio da petição como indício de que Vorcaro recebera informações antecipadas.

Documentos obtidos por Oeste mostram que a defesa ainda não conhecia o número do inquérito nem tinha confirmação de que o procedimento tramitava na 10ª Vara Federal de Brasília. Às 11h08 de 17 de novembro, o site O Bastidor informou que o juízo investigava uma possível fraude bilionária relacionada à tentativa de compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB). Com base nessa reportagem, os advogados encaminharam uma petição ao e-mail da 10ª Vara para tentar localizar o inquérito e obter acesso aos autos.
Os diálogos entre Moraes e Vorcaro

As mensagens recuperadas pela PF mostram que Vorcaro procurava Moraes desde pelo menos 4 de novembro. Naquela data, o banqueiro perguntou que tipo de medida poderia ser adotada no inquérito e quis saber se haveria uma busca ou quebra de sigilo. Na conversa, o banqueiro alertou para as consequências de uma operação sobre o Master. “Vai tudo por água abaixo”, escreveu. Às 19h09, informou que permaneceria acordado à espera de novidades. Mais tarde, às 20h45, pediu que Moraes verificasse se conseguiria “bloquear toda maldade”. Vorcaro afirmou que uma medida drástica poderia quebrar o Master de forma irreversível.

Em 6 de novembro, o banqueiro voltou a pedir informações. Perguntou como estava a situação, se o ministro havia conseguido “bloquear a maldade”, se o caso tramitava em Brasília, qual era o tema investigado e se seria necessário adotar alguma providência jurídica urgente. Na conversa, Vorcaro contou que o advogado Pierpaolo Cruz Bottini, um dos responsáveis pela defesa, havia apresentado um pedido para tentar localizar o inquérito e encaminhá-lo à vara responsável. De acordo com o banqueiro, Bottini temia que uma petição sem justificativa pudesse acelerar alguma medida. Em seguida, Vorcaro pediu a opinião de Moraes sobre a estratégia jurídica.

Em 7 de novembro, Vorcaro disse a Moraes que temia o impacto de uma ação da PF sobre os negócios do banco. “Amanhã, vamos ver se conseguimos puxar do lado de cá”, escreveu.



“Segunda já tenho que estar fora?”

A troca de mensagens se intensificou à medida que a prisão se aproximava. Em 15 de novembro, Vorcaro perguntou a Moraes: “Acha que segunda já tenho que estar fora?”. Depois de receber uma mensagem do ministro cujo conteúdo não foi recuperado, o banqueiro respondeu: “Que loucura, bem na semana que estou resolvendo tudo”.

Na mesma conversa, Vorcaro perguntou se o inquérito estava com o juiz Ricardo Leite e se o presidente do BC, Gabriel Galípolo, sabia da investigação. Ainda quis saber se Moraes poderia “fazer alguma coisa”. Naquela semana, Vorcaro preparava o anúncio da venda do Master.

Em 16 de novembro, o banqueiro perguntou ao ministro se havia possibilidade de alguma medida ser cumprida na manhã do dia seguinte. A ordem de prisão ainda não havia sido assinada por Ricardo Leite.

Na manhã de 17 de novembro, Vorcaro manteve contato com Moraes. Às 7h19, informou que tentava antecipar a entrada de investidores no Master e que poderia assinar e anunciar parte da operação de venda naquele mesmo dia. Relatou ainda que informações sobre a investigação começavam a circular, embora ainda sem detalhes.

Prisão no aeroporto

A prisão seria cumprida inicialmente na manhã de 18 de novembro. A PF antecipou a operação ao suspeitar que Vorcaro poderia deixar o país.

Na tarde de 17 de novembro, das 13h30 às 14h10, Vorcaro participou de uma videoconferência com representantes do BC. Estavam na reunião Aílton de Aquino Santos, diretor de Fiscalização, e Belline Santana, então chefe do Departamento de Supervisão Bancária. Vorcaro informou aos dois que buscava uma solução de mercado para o Master e viajaria a Dubai para encontrar investidores. O Banco Central confirmou que recebeu a informação verbalmente. A videoconferência não foi gravada.

Por volta das 22h, o banqueiro foi detido no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Preparava-se para embarcar em um jato particular com destino a Dubai e escala em Malta.

Para a PF, a viagem reforçou a suspeita de fuga. Vorcaro negou essa versão. Ele afirmou que iria a Dubai para concluir as negociações com os investidores estrangeiros e que havia viajado uma semana antes para tratar com o mesmo grupo.

Em 18 de novembro, o BC decretou a liquidação extrajudicial do Master, ao citar a grave crise de liquidez, o comprometimento significativo da situação econômico-financeira e as graves violações das normas do Sistema Financeiro Nacional.

Vorcaro foi solto em 29 de novembro de 2025.

O depoimento à Polícia Federal

O banqueiro prestou depoimento à PF em 30 de dezembro de 2025. A delegada Janaína Palazzo questionou como os advogados haviam apresentado uma petição à vara correta no mesmo dia em que a prisão foi decretada.

A delegada perguntou se o banqueiro recebera antecipadamente informações sobre o local de tramitação do processo. Vorcaro respondeu que a defesa havia apresentado pedidos semelhantes em outros locais depois da publicação de notícias sobre o inquérito.

Indagado sobre eventual acesso a documentos sigilosos, Vorcaro afirmou que não se recordava. Ele admitiu a possibilidade de ter recebido informações de um repórter, embora tenha dito não se lembrar.

Os desdobramentos do escândalo

Também em dezembro, o caso chegou ao STF por determinação do ministro Dias Toffoli, depois da descoberta de transações imobiliárias entre o banqueiro e o deputado federal João Carlos Bacelar (PL-BA), que tem foro por prerrogativa de função.

Toffoli deixou posteriormente a relatoria. A saída ocorreu depois da divulgação de negócios envolvendo o Tayayá Resort, empreendimento ligado à família do ministro, e pessoas ou fundos relacionados ao entorno de Vorcaro.

O ministro André Mendonça assumiu o caso e determinou a segunda prisão de Vorcaro. A PF prendeu novamente o banqueiro em 4 de março de 2026. Duas propostas de colaboração premiada apresentadas por Vorcaro foram rejeitadas pela PF e pela Procuradoria-Geral da República. Ele busca uma terceira oportunidade para negociar um acordo.

revistaoeste

NA CHURRASQUEIRA DE NOGUEIRA ALGUNS NOMES DA 'BAGACEIRA'

PF achou lista de nomes e valores na churrasqueira de Nogueira


Documentos apreendidos pela Polícia Federal (PF) durante a quinta fase da Operação Compliance Zero revelaram uma lista com nomes de parlamentares acompanhados de anotações numéricas e valores monetários dentro da churrasqueira do senador Ciro Nogueira (PP).

As apurações, integradas ao conjunto de inquéritos sobre lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro relacionados ao Banco Master, vieram a público após a derrubada do sigilo dos autos no Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo os investigadores apontam que houve uma orientação do senador para o descarte do material por meio de queima, mas a instrução que não chegou a ser cumprida por uma funcionária da residência.

Os papéis incluíam menções a figuras políticas da Câmara dos Deputados sob a indicação do termo “Câmara”, junto de nomes identificados preliminarmente como Arthur Lira (PP-AL), Hugo Motta (Republicanos-PB), Elmar Nascimento (União Brasil-BA), Doutor Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL).

A PF afirma que os valores anotados ao lado dos identificados ainda precisam ser esclarecidos no decorrer da investigação.

SESSÃO SOBRE JULGAMENTO DE MORAES SERÁ AO VIVO - CONFIRMADO PELO STF

STF confirma transmissão ao vivo de sessão sobre Moraes

O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou neste sábado (12) que a TV Justiça transmitirá ao vivo a sessão extraordinária marcada para a próxima terça-feira (15). O encontro vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre mensagens envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.

A transmissão dos julgamentos é uma prática adotada pela Corte. A sessão, porém, foi alvo de pressão para que ocorresse de forma fechada. O presidente do STF, Edson Fachin, decidiu manter a transmissão pública.

Os ministros estarão juntos para analisarem o relatório da Polícia Federal (PF) que apontou mais de 50 mensagens do ex-dono do Banco Master a Moraes. A sessão terá início às 10h.

Ainda neste sábado, Fachin rejeitou um pedido de Moraes para que a conduta do ministro André Mendonça fosse analisada junto com a dele. Segundo o presidente da Corte, os casos possuem diferenças que exigem análise separada.

– Os processos têm “contornos e objetos bem delineados”, que devem ser analisados em processos próprios – afirmou Fachin.

12/09/2026

CEARÁ-MIRIM: NA ÓTICA DINIZ COMPROU ÓCULOS DE GRAU GANHOU RELÓGIO

Comprou, ganhou!



Regulamento

RESUMO DE NOTÍCIAS

Resumo

*A defesa do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) fez pedidos ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a investigação sobre o financiamento do filme “Dark Horse” fosse transferida do ministro Flávio Dino para André Mendonça. A defesa diz que houve erro na distribuição do caso para Flávio Dino, que ficou com a investigação por sua relação com emendas parlamentares, suspeita também levantada no financiamento do filme. A defesa afirma também que a distribuição para Dino criou uma espécie “prevenção artificial”, já que a relação entre os processos seria apenas indireta, não havendo conexões suficientes para justificar que Dino seja o relator da investigação. Vale lembrar que Flávio Dino foi indicado ao cargo de ministro do STF pelo presidente Lula, enquanto Mendonça foi indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Ambos trabalharam como ministros dos respectivos governos antes de chegar aos cargos de ministros da Suprema Corte.


*Senadores criticam o que consideram um “silêncio” do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), diante da crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal e o caso Banco Master. Enquanto Alcolumbre evita levar o tema ao plenário, parlamentares da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI) preparam requerimentos para ouvir autoridades. “Há um silêncio do Alcolumbre e o Senado está fechado até para discursos”, afirmou o senador Eduardo Girão (Novo-CE). “A quem interessa o Senado calado nesse momento? Só ao Alcolumbre”, acrescentou. A CCAI deve analisar no início da semana a convocação do ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, e o convite ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Os requerimentos foram preparados pelo senador Esperidião Amin (PP). A ideia dos senadores é pedir que o ministro da Justiça preste esclarecimentos sobre o afastamento e a posterior recondução de Andrei ao comando da PF. Já o diretor-geral deverá ser ouvido sobre a produção de relatórios de inteligência usados pelo ministro Alexandre de Moraes para pedir uma investigação contra André Mendonça. A movimentação ocorre em um contexto de pressão feita por congressistas para a abertura de um processo de impeachment contra Moraes após a divulgação de mensagens trocadas entre o ministro e Daniel Vorcaro. Alcolumbre já declarou ser contrário à iniciativa neste momento.


*Em campanha pelo Norte Fluminense, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aproveitou neste sábado (12) a abertura das investigações contra ele para desafiar o Supremo Tribunal Federal (STF) a fazer o mesmo com os processos que alcançam Lula (PT), seu filho Fábio Luís, o Lulinha, e integrantes do governo. Flávio afirmou que está sendo investigado há dois meses e que nada foi encontrado capaz de sustentar as acusações usadas pelos petistas contra sua candidatura à Presidência. “Graças a Deus, o sigilo foi afastado de tudo e está às claras para todo mundo ver”, disse. “O que surgiu contra mim? Nada. Esse é o maior atestado de idoneidade.” Flávio também cobrou a divulgação das investigações sobre as relações de Lula, Fernando Haddad e Gabriel Galípolo com Daniel Vorcaro e o Banco Master. O senador citou uma reunião de Lula com Vorcaro, Augusto Lima, Haddad e Galípolo para tratar do futuro do banco após a troca no comando do Banco Central. “A contrapartida dada ao Banco Master quem tem que explicar é o Lula”, disparou. o candidato também exigiu acesso às investigações sobre o roubo bilionário de aposentados e pensionistas do INSS: “Quanto do dinheiro roubado foi parar na conta do filho do Lula, o Lulinha?”.


*A crise diplomática entre Brasil e Estados Unidos está dificultando a cooperação entre os dois países no combate ao crime organizado transnacional. Segundo informações do jornal ‘The New York Times’, o Departamento de Estado dos EUA reteve os vistos de dois agentes da Polícia Federal que deveriam trabalhar em Miami e Nova York com a Homeland Security Investigations e outras agências americanas. Em resposta, o Brasil também bloqueou o visto de um agente americano que seria enviado ao país. A reportagem afirma que os impasses ocorrem em meio ao desgaste das relações bilaterais e à aparente disposição do governo Donald Trump de apoiar Flávio Bolsonaro (PL), candidato de direita que disputa a Presidência contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de outubro. O jornal também relata que os Estados Unidos recusaram um pedido de visita de quase uma dúzia de agentes da Receita Federal brasileira envolvidos em investigações sobre lavagem de dinheiro e contrabando de armas. A justificativa apresentada foi uma agenda cheia até novembro. Segundo o jornal, os dois agentes da PF já haviam sido selecionados e avaliados por autoridades dos dois países no início do ano. Um deles substituiria Marcelo Ivo de Carvalho, expulso dos Estados Unidos em abril e acusado pelo governo Trump de ser alvo de uma “caça às bruxas política” por seu papel na prisão de um ex-chefe da inteligência brasileira. A expulsão levou o Brasil a revogar as credenciais de um agente americano que trabalhava em Brasília. Agora, de acordo com autoridades brasileiras, o país condiciona a concessão do visto ao substituto desse agente à liberação dos vistos dos policiais brasileiros. As negociações entre os dois governos continuam.


*Morreu aos 80 anos Paulo Angioni, executivo de futebol com passagens por diferentes clubes brasileiros ao longo de quatro décadas dedicadas ao futebol. O dirigente estava no Fluminense, seu time do coração. Angioni tratava um câncer no pâncreas desde o início de setembro. Ele estava no tricolor das Laranjeiras desde 2018, para sua quarta passagem, e foi um dos responsáveis pelas maiores conquistas do clube, como a Libertadores e a Recopa. Angioni iniciou a carreira no início dos anos 1980, quando deixou o clube Municipal, na Tijuca, para trabalhar no Vasco, onde permaneceu por 14 anos. Ao longo da carreira, passou por alguns dos principais clubes do país, entre eles Flamengo, Palmeiras, Corinthians, Bahia, Olaria e Fluminense. Também trabalhou na CBF e foi supervisor da Seleção Brasileira em 1989 e 1990. O Fluminense, seu último clube, divulgou nota de pesar após a morte do dirigente: “O Fluminense FC comunica o falecimento do tricolor e diretor executivo de futebol, Paulo Sérgio Scudiere Angioni, aos 80 anos, na madrugada de hoje, no Rio de Janeiro. Em sua carreira, uma das mais longevas e bem-sucedidas do futebol brasileiro, foi pioneiro na função de diretor executivo no Brasil. Com passagem pela Seleção Brasileira e outros grandes clubes, ele reuniu inúmeras conquistas esportivas e se destacou, fundamentalmente, pela coleção de amigos que acumulou ao longo de sua trajetória. À frente do departamento de futebol do Fluminense nesta quarta passagem pelo clube, a partir de 2018, foi um dos principais responsáveis pela conquista dos títulos da Taça Rio de 2020, Taça Guanabara de 2022, 2023 e 2026, Campeonato Carioca de 2022 e 2023, Conmebol Libertadores e Recopa. Títulos que ajudaram o clube a retomar seu protagonismo e se destacar no cenário mundial recente. Sua contribuição à formação dos jovens será lembrada por muitos e suas lições permanecerão entre nós como exemplo de vida, compaixão e solidariedade. À sua família e amigos, nossos sentimentos mais elevados.”

DURANTE SHOW DE JOSÉ AUGUSTO NA FINECAP PREFEITA DE PAU DOS FERROS PEDE NAMORADA EM CASAMENTO

Prefeita de Pau dos Ferros pede namorada em casamento durante show de José Augusto na Finecap




Um pedido de casamento marcou a noite da Finecap (Feira Intermunicipal de Educação, Cultura, Turismo e Negócios do Alto Oeste Potiguar), em Pau dos Ferros. 

A prefeita da cidade Marianna Almeida surpreendeu a namorada Lunaria Cavalcante durante o show do cantor José Augusto e fez o pedido diante do público na noite de sexta-feira (11), em um ato que representou o enfrentamento ao preconceito e o respeito à diversidade. 

O momento foi registrado em vídeo e compartilhado nas redes sociais. Um bilhete escrito por Marianna com o pedido de casamento foi entregue por um drone a Lunaria que disse o “sim”.

'MINISTROS DO STF SÃO DESGRAÇA NACIONAL' - DIZ JORNALISTA DA GLOBONEWS

Jornalista da GloboNews chama ministros do STF de “desgraça”

O jornalista Demétrio Magnoli chamou os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) de “desgraça nacional”. Ele deu declarações, nesta sexta-feira (11), ao vivo no programa Estúdio i, da GloboNews.

Magnoli apontou “jogo de poder”. Para ele, o Supremo se dividiu em dois blocos em conflito.

– Vamos falar claro. Os ministros do Supremo são uma desgraça nacional. Uns mais, outros menos. Não são todos iguais, mas todos tem uma responsabilidade coletiva pelo que está acontecendo. É a implosão do Supremo. (…) Eles colocaram um manto de sigilo para fazer jogo de poder, para ter informação que a sociedade não tem. (…) E só abriram os sigilos porque era impossível segurá-los na hora em que o Supremo se dividiu em dois blocos em conflito – falou.


Confira:

AS MÁSCARAS DOS CANALHAS ESTÃO CAINDO

Mendonça não protegeu Flávio: Inquérito contradiz Moraes. PF e PGR é que pediram sigilo

O sigilo no inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), derrubado na sexta-feira pelo ministro André Mendonça, havia sido solicitado pela Polícia Federal no pedido de abertura da apuração e teve a concordância da Procuradoria-Geral da República.

Na sexta, a PGR pediu a divulgação de um grupo de processos sobre o Master. Mendonça concordou e incluiu ainda outras ações que não haviam sido solicitadas, inclusive o inquérito sobre o filme “Dark Horse”.

Ao solicitar o início da investigação, em julho, a PF defendeu “a manutenção do sigilo do procedimento, considerando a natureza dos elementos extraídos de dispositivo eletrônico, a existência de RIF espontâneo do COAF, a possível necessidade de diligências sensíveis e o envolvimento de autoridade com prerrogativa de foro”.

BOMBA: 'TIVE RELAÇÕES COM O GOVERNO LULA IGUAL OS IRMÃOS BATISTA' - DIZ VORCARO

Vorcaro afirmou ter relações com governo Lula igual irmãos Batista

Entre os arquivos da investigação sobre o Banco Master que tiveram o sigilo retirado na sexta-feira (11), estão mensagens nas quais o banqueiro Daniel Vorcaro se comparou aos irmãos Joesley e Wesley Batista, da J&F. A conversa ocorreu em julho de 2024, durante uma troca de mensagens com um diretor do banco.

Após receber um vídeo do apresentador Tiago Pavinatto com críticas ao Master, Fernando de Goes Mascarenhas Filho, então diretor comercial da instituição, sugeriu que o conteúdo fosse notificado. Vorcaro, porém, minimizou as críticas e destacou justamente a menção à proximidade do banco com o governo Lula.

– Cara. Não sei não. Falaram nada demais. Mais do mesmo. Não pode dar palco para esse tipo de blog sem expressão nenhuma. A única coisa que falaram é que somos próximos do governo, igual irmãos Batista são. O que é verdade rsrs – ironizou Vorcaro.

Na sequência, o banqueiro afirmou que a relação com o governo poderia ser usada como estratégia de divulgação e sugeriu enviar o vídeo ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a integrantes de sua base política.

– Isso aí é marketing para nós. Manda pro Lula e pra base aliada – afirmou Vorcaro.

Mascarenhas Filho respondeu que encaminharia o material a Guilherme Sodré e ao senador Jaques Wagner (PT-BA), que naquele período era líder do governo Lula no Senado.

O diálogo foi revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo e consta nos documentos da investigação sobre o Banco Master. O material teve o sigilo retirado por decisão do ministro André Mendonça, relator do caso.


MASTER: APÓS CASO DAS SUÍÇAS PATRÍCIA ABRAVANEL LIMITA COMENTÁRIOS

Patrícia Abravanel limita comentários após caso das suíças

A apresentadora Patrícia Abravanel restringiu os comentários em uma publicação feita em seu perfil no Instagram. A medida ocorreu após a repercussão das mensagens envolvendo seu marido, Fábio Faria, e Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

Em uma das fotos do álbum, que mostra Patrícia ao lado de Faria durante uma viagem, usuários fizeram referências às chamadas “suíças”. Um dos comentários publicados na postagem dizia:

– Só vim pelas suíças – escreveu um usuário.

Outro foi mais sarcástico:

– Deus, pátria, surub@ e família.

A expressão ganhou repercussão após a divulgação de mensagens trocadas entre Faria e Vorcaro. Em uma delas, o ex-ministro escreveu sobre a possível presença das “suíças” em um encontro com autoridades políticas.

Documentos da Polícia Federal enviados ao ministro André Mendonça mostram que o ex-ministro teria repassado a Vorcaro os contatos do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pelo WhatsApp, no fim de 2023.

Segundo os documentos, Faria também manteve conversas com Vorcaro sobre encontros e eventos que envolveriam autoridades. Em outubro de 2023, ele escreveu:

– Davi e Pacheco fechado para terça. Chamei Toffoli tb – em referência a Davi Alcolumbre, Rodrigo Pacheco e Dias Toffoli.

Na sequência, Faria escreveu:

– Davi tá louco perguntando se as suíças vão vir. Se der vms trazer. E na segunda quero ir lá no banco com os meus sócios do escritório.

Em resposta à menção às “suíças”, Vorcaro respondeu:

– Virão, sim.

A conversa passou a circular na imprensa e nas redes sociais após a retirada do sigilo dos documentos do caso Master.


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