22/09/2026

A ALMA MAIS HONESTA DO MUNDO: SIGILO DO MASTER COM ALVORADA É MANTIDO POR LULA

Em meio aos casos Master e INSS, governo reitera sigilo de visitantes do Alvorada

O governo Lula voltou a negar acesso aos registros de entrada e saída de visitantes do Palácio da Alvorada. Em resposta a um pedido feito por Oeste com base na Lei de Acesso à Informação, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) comunicou que os dados devem permanecer sob segredo a fim de proteger o petista e os seus familiares.

Conforme o GSI, a revelação também comprometeria “a segurança de altas autoridades”.

A decisão ocorre em meio a declarações de Lula em defesa da retirada de sigilos em escândalos de grande repercussão. Ao comentar recentemente os casos do Banco Master e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), por exemplo, o presidente defendeu a publicidade das informações. Acerca do INSS, mensagens atribuídas à lobista Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, revelam que ela dizia frequentar locais no entorno do presidente: em outubro de 2023, disse estar na “casa do pai do Fábio”. O Poder Executivo, no entanto, negou essas reuniões ou encontros com o presidente.

O pedido de Oeste buscava obter os registros de entrada e saída de pessoas na residência oficial da Presidência desde o começo do mandato do petista.

O GSI classificou a solicitação como de “acesso negado” e citou os artigos 23 e 24 da Lei nº 12.527, que tratam das hipóteses e dos graus de classificação de informações sigilosas.
Governo Lula já havia negado acesso a dados de residências oficiais

Não é a primeira vez que o governo Lula restringe o acesso a esse tipo de informação. Em março de 2023, o GSI informou que os registros de acesso ao Alvorada, desde o início daquele ano, haviam sido classificados no grau reservado.

À época, o governo argumentou que a medida era necessária para preservar a segurança do presidente e de sua família.

Meses depois, contudo, o próprio GSI passou a divulgar parte dos registros. Em junho daquele ano, o órgão forneceu uma relação de pessoas que haviam participado de compromissos oficiais no Alvorada e no Palácio do Jaburu.

As visitas consideradas privadas continuaram protegidas.

revistaoeste

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