Cleitinho defende pena de morte após estupro de bebê
O senador Cleitinho (Republicanos-MG) defendeu a pena de morte no Plenário da Casa nesta quarta-feira (15) ao usar como exemplo o caso do bebê de 10 meses morto em Fortaleza (CE), sob suspeita de violência sexual.
Cleitinho propõe que seja apresentada uma nova Constituição, levando em consideração que a pena de morte não pode ser alterada no atual modelo, pois é uma cláusula pétrea. A mudança é possível apenas em caso de declaração oficial de guerra.
— É isso que a gente deveria tratar aqui dentro do Senado, dentro do Congresso Nacional, a gente fazer uma nova Constituição. Por que não deixar para os estados poder fazer a lei penal? Porque se eu fosse governador de Minas Gerais, a primeira coisa que eu ia fazer era a pena de morte — declarou.
O parlamentar chamou os envolvidos no caso de escórias e marginais e defendeu que eles não devem retornar à sociedade.
— Qual que é a possibilidade de dois marginais, duas escórias que não são seres humanos, estuprar um bebê de 10 meses e matar esse bebê? Qual a possibilidade de estar na sociedade? (…) Isso não é ser humano isso! Isso são uma escória, isso é um verme que tem que estar debaixo da terra, tem que estar no colo do capeta! — disparou.
O senador questionou quem defende esse perfil criminoso.
— E eu falo aqui: tapa de direitos humanos, sabe? Para quem quer defender esses dois marginais, levem para sua casa! Levem esses dois marginais para sua casa! Porque a gente precisa, urgentemente, tratar de pena de morte nesse país aqui. Caba! (sic) Chega! Chega! — finalizou.
Ao fim do discurso, a presidente da sessão, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), corroborou a ideia de Cleitinho e afirmou que “o Brasil não aguenta mais tanto crime”.
Assista ao discurso do senador Cleitinho no Plenário:

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