09/05/2026

DECISÃO DA ANVISA SOBRE PRODUTOS YPÊ É SUSPENSA PELA JUSTIÇA

Ypê entra com recurso e suspende decisão da Anvisa sobre produtos

Na noite desta sexta (8/5), a Ypê divulgou um novo posicionamento sobre a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. A empresa contestou a medida e entrou com um recurso contra o recolhimento dos produtos de limpeza, o que, na prática, suspende temporariamente a proibição de fabricação e da venda de alguns produtos da marca.

Segundo a fabricante, o recurso administrativo foi apresentado na quinta-feira (7/5), após a publicação da Resolução-RE nº 1.834/2026. Com isso, os efeitos da medida que suspendia a fabricação e a comercialização de algumas categorias foram automaticamente suspensos até novo pronunciamento da agência.

A decisão da Anvisa havia suspendido a fabricação e a venda de produtos das categorias lava-louças, lava-louças concentrado, lava-roupas líquido e desinfetantes. A medida fica congelada enquanto a agência analisa o recurso apresentado pela empresa.

Confira a íntegra da nota da Ypê

“A Ypê informa que apresentou na data de ontem um recurso perante a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, com o objetivo de reforçar os compromissos assumidos no seu Plano de Ação e Conformidade, e, ao mesmo tempo, apresentar esclarecimentos adicionais e subsídios técnicos relacionados à Resolução-RE n. 1.834/2026, publicada ontem.

Com este recurso, a proibição de fabricar e comercializar produtos das categorias lava-louças, lava-louças concentrado, lava-roupas líquido e desinfetantes teve seus efeitos automaticamente suspensos até novo pronunciamento da agência, tal como dispõe o art. 17 da RDC n. 266/2019/Anvisa.

Porém, ainda que a interposição do recurso tenha resultado na suspensão dos efeitos da medida anterior, a Ypê reforça que a segurança dos seus consumidores é – e sempre será – sua maior prioridade.

A Ypê, assim, reafirma seu compromisso de 75 anos com a qualidade, a segurança e a transparência, razão pela qual continuará em diálogo constante e permanente com a Anvisa e demais autoridades, sempre baseada em critérios científicos e subsídios técnicos, como forma de encontrar uma solução definitiva para a situação, no menor tempo possível.”

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