Delegado revisa inquérito e conclui pela segunda vez que não houve interferência de Bolsonaro na PF
A Polícia Federal concluiu novamente que não há provas de crime no inquérito que apura suposta interferência do ex-presidente Jair Bolsonaro na corporação.
O caso havia sido reaberto por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após acusações feitas pelo ex-ministro Sergio Moro ao deixar o governo, em 2020.
Na nova análise, já sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a PF revisou as provas e manteve a conclusão de que não há elementos para responsabilização penal.
O relatório também cita que não foram encontradas evidências de interferência nem mesmo em materiais relacionados ao inquérito das fake news.
Com o envio do documento ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, caberá a ele decidir se solicita novas diligências ou o arquivamento definitivo do caso.

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