14/04/2026

PARTE DA ESQUERDA CANALHA DETONA O REGIME MILITAR, MAS A FAMÍLIA DE SICÁRIO NÃO SABE NADA SOBRE SUA MORTE

Em nota, família de Sicário cobra esclarecimentos sobre morte

Familiares de Luiz Phillipi Machado de Morais Mourão, mais conhecido como Sicário, divulgaram nota nesta segunda-feira (13) a respeito das informações conflitantes sobre a morte do aliado do banqueiro Daniel Vorcaro.

Segundo o advogado Vicente Salgueiro, Mourão morreu em 6 de março de 2026, no Hospital João XXIII, foi velado e enterrado dois dias depois, na presença de familiares. A defesa também negou rumores de que ele estaria vivo.

Apesar disso, o caso segue cercado de dúvidas. A certidão de óbito não informa a causa da morte, indicando que ainda depende de exames, e a família afirma não ter acesso ao inquérito nem a imagens relacionadas ao caso. O Instituto Médico Legal também não divulgou conclusão oficial.

Outro ponto levantado é um erro no registro da Prefeitura de Belo Horizonte, que apontava o sepultamento em fevereiro, quase um mês antes da data confirmada da morte. Mourão está enterrado em um túmulo sem identificação no Cemitério do Bonfim.

A defesa aguarda os laudos periciais para esclarecer as circunstâncias da morte, inclusive os fatos ocorridos na sede da Polícia Federal antes de sua internação. O advogado afirmou ainda que possíveis falhas na custódia devem ser apuradas, independentemente de a morte ter sido ou não um suicídio.

– Até o presente momento, a Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal ainda não autorizaram o acesso da família, ou mesmo da defesa anteriormente constituída por Mourão, às imagens de segurança ou a qualquer fragmento dos autos do inquérito que apura os fatos. Do mesmo modo, o Instituto Médico Legal da Polícia Civil de Minas Gerais não disponibilizou à família conclusão oficial acerca da causa mortis – disse a família.

Por fim, os familiares contestaram o uso do apelido Sicário, associado a assassinos de aluguel, afirmando que nunca houve envolvimento de Mourão com crimes violentos e que ele não apresentava histórico de comportamento autodestrutivo.

Leia a nota completa a seguir:

A família de Luiz Phillipi Machado de Morais Mourão, por meio de seu advogado, constituído para acompanhamento do inquérito que investiga as circunstâncias do óbito, vem a público prestar esclarecimentos sobre as informações e narrativas veiculadas nos últimos dias.

Até o presente momento, a Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal ainda não autorizaram o acesso da família, ou mesmo da defesa anteriormente constituída por Mourão, às imagens de segurança ou a qualquer fragmento dos autos do inquérito que apura os fatos. Do mesmo modo, o Instituto Médico Legal da Polícia Civil de Minas Gerais não disponibilizou à família conclusão oficial acerca da causa mortis.

No que se refere à suposta inexistência do óbito, esclarece-se que Luiz Phillipi faleceu em 6 de março de 2026, conforme atestado pela equipe médica do Hospital João XXIII, tendo sido o corpo velado e posteriormente sepultado no dia 8 de março, na presença de familiares e amigos próximos. A realidade dos fatos, infelizmente, não comporta versões dissociadas desses registros.

A família permanece no aguardo da divulgação do exame pericial, o qual se espera seja apto a elucidar, com precisão técnica, a causa do falecimento, bem como da conclusão das investigações em curso, especialmente quanto aos acontecimentos ocorridos nas dependências da sede da Polícia Federal em Belo Horizonte, que antecederam o encaminhamento de Phillipi ao Hospital João XXIII no dia 4 de março de 2026.

pleno.news

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