18/04/2026

ACUSADO DE ASSÉDIO SEXUAL ATIVISTA BRASILEIRO QUE NAVEGAVA NA FLOTILHA DA GRETA

Flotilha da Greta: ativista pró-Palestina brasileiro é acusado de assédio sexual

O ativista brasileiro Thiago Ávila, uma das lideranças da chamada “Flotilha da Liberdade”, associada à mobilização internacional de Greta Thunberg, foi acusado de má conduta sexual durante a mais recente viagem rumo à Faixa de Gaza. As informações são do jornal norte-americano New York Post.

Segundo a publicação, o ativista pró-Palestina teria se envolvido sexualmente com ao menos três voluntárias durante a travessia. As denúncias teriam partido de integrantes da própria missão, conforme relatos divulgados pelo veículo.

Acusações dentro da flotilha

De acordo com o jornal dos Estados Unidos, voluntárias relataram comportamentos inadequados atribuídos a uma liderança da embarcação. A denúncia inicial teria partido do grupo palestino Heart of Falastin, que afirmou que o ativista brasileiro teria mantido relações sexuais com múltiplos voluntários durante a viagem.

“Não uma pessoa. Não duas”, afirmou a organização em publicação apagada nas redes sociais. “Três indivíduos diferentes.”

As acusações envolvem três mulheres que integravam a missão no mesmo período.

Contexto da missão

A flotilha integra um movimento internacional de ativistas que tecem ataques a Israel, país que foi alvo do grupo terrorista Hamas em 7 de outubro de 2023. Os terroristas controlam o enclave palestino da Faixa de Gaza.

Greta Thunberg participou de articulações públicas ligadas ao grupo em diferentes etapas da mobilização. Até o momento, ela não comentou as denúncias contra o militante brasileiro.

Autoridades e representantes oficiais da flotilha ainda não esclareceram as circunstâncias do episódio. O caso segue em apuração, segundo a publicação norte-americana. Thiago Ávila negou as acusações.

Quem é o ativista brasileiro acusado de assédio sexual

Militante do Partido Socialismo e Liberdade (Psol), Thiago Ávila foi candidato a deputado federal em 2022.

Em junho de 2025, autoridades de Israel detiveram o ativista que participava de uma missão que buscava entrar em Gaza. Em março de 2026, o governo argentino o deportou por decisão local.

O militante do Psol deixou mulher e uma filha de 2 anos no Brasil para embarcar na viagem — a quarta realizada desde junho, com passagens anteriores por Gaza e Cuba.

revistaoeste

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