04/01/2026

DEPOIS DO GOVERNO TRUMP CAPTURAR MADURO, FLÁVIO BOLSONARO DIZ QUE LULA SERÁ DELATADO

‘Lula será delatado’, diz Flávio Bolsonaro depois de governo Trump capturar Maduro

Principal nome da oposição para disputa eleitoral deste ano, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste sábado, 3, que espera uma delação que envolva o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A afirmação ocorreu depois de o governo de Donald Trump anunciar a captura do então ditador venezuelano Nicolás Maduro.

Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…”, afirmou em publicação no X, antigo Twitter. Hoje, Flávio Bolsonaro é apontado como principal político da oposição para enfrentar Lula nas urnas em outubro próximo.


Posteriormente, o presidenciável publicou em suas redes que a Venezuela se tornou um dos exemplos mais extremos de como um regime autoritário pode destruir uma Nação. “Sob os governos de Hugo Chávez e, posteriormente, do narcoterrorista Nicolás Maduro, o país enfrentou a concentração de poder, o enfraquecimento das instituições democráticas, a perseguição à imprensa, a repressão à oposição e a eliminação da independência do Judiciário. Maduro utilizava o território venezuelano como rota estratégica para a distribuição de drogas para diversos países”, disse em trecho da postagem. “O comunismo nunca levou um povo à prosperidade; só levou nações inteiras ao medo, à fome e à fuga. Ditaduras não caem sozinhas, caem quando os povos escolhem a liberdade.”

Outros políticos opositores a Lula no Brasil também se manifestaram. Por outro lado, o presidente brasileiro repudiou a incursão americana em território venezuelano. Em nota, Lula afirmou que os atos “ultrapassam uma linha inaceitável”, representando uma “afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”.

“Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo. A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões”, disse o presidente.

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