‘Lula será delatado’, diz Flávio Bolsonaro depois de governo Trump capturar Maduro
Principal nome da oposição para disputa eleitoral deste ano, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste sábado, 3, que espera uma delação que envolva o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A afirmação ocorreu depois de o governo de Donald Trump anunciar a captura do então ditador venezuelano Nicolás Maduro.
“Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…”, afirmou em publicação no X, antigo Twitter. Hoje, Flávio Bolsonaro é apontado como principal político da oposição para enfrentar Lula nas urnas em outubro próximo.
Posteriormente, o presidenciável publicou em suas redes que a Venezuela se tornou um dos exemplos mais extremos de como um regime autoritário pode destruir uma Nação. “Sob os governos de Hugo Chávez e, posteriormente, do narcoterrorista Nicolás Maduro, o país enfrentou a concentração de poder, o enfraquecimento das instituições democráticas, a perseguição à imprensa, a repressão à oposição e a eliminação da independência do Judiciário. Maduro utilizava o território venezuelano como rota estratégica para a distribuição de drogas para diversos países”, disse em trecho da postagem. “O comunismo nunca levou um povo à prosperidade; só levou nações inteiras ao medo, à fome e à fuga. Ditaduras não caem sozinhas, caem quando os povos escolhem a liberdade.”
Outros políticos opositores a Lula no Brasil também se manifestaram. Por outro lado, o presidente brasileiro repudiou a incursão americana em território venezuelano. Em nota, Lula afirmou que os atos “ultrapassam uma linha inaceitável”, representando uma “afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”.
“Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo. A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões”, disse o presidente.
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