Longas temporadas no xilindró
Tão grande quanto o número de desvios identificados no esquema que drenou recursos da Petrobras é a quantidade de poderosos que a operação Lava Jato colocou atrás das grades em pelo menos sessenta fases e mais de duas centenas de condenações criminais. Até agora, quem ficou mais tempo atrás das grades foi o ex-senador Luiz Argôlo (PTB-DF), posto em liberdade condicional no último dia 17 de abril após mais de quatro anos preso.
Entre os políticos do primeiro escalão, o seleto grupo de quem chefiou algum poder ou comandou algum ministério, quem está há mais tempo preso é o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB), detido desde outubro de 2016, no Complexo Médico Penal de São José dos Pinhais (PR). Ele é seguido pelo ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (MDB), preso quase um mês depois e que já coleciona quase dois séculos de pena de prisão em condenações da Justiça.
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